Arquiteto. engenheiro ou um designer de interiores: quando contratar cada um

Na hora de reformar ou construir sua casa, há quem fique na dúvida se deve contratar um arquiteto, engenheiro civil ou um designer de interiores. É compreensível, já que essas três áreas têm mesmo semelhanças e se complementam em todos os aspectos. Muitas vezes é possível até contratar os dois profissionais para trabalharem juntos no mesmo projeto.

O fato é que quando fala-se em projetar, executar e fiscalizar obras, tanto arquiteto quanto engenheiro civil estão envolvidos. Mas há diferenças pontuais nas disciplinas do curso de cada área que você vai conhecer agora. Assim ficará mais claro qual é a diferença entre engenheiro e arquiteto e você saberá também quando contratar cada um deles para o seu projeto.

Arquiteto e engenheiro ou designer de interiores: quando contratar cada um

​O que faz um engenheiro civil?

​O que faz um engenheiro civil?

Para entender melhor qual a diferença entre arquiteto e engenheiro é interesse começar pelo que é aprendido nos cursos dessas profissões. No curso de engenharia civil as disciplinas que envolvem cálculo possuem uma maior carga horária. Isso ocorre porque o curso objetiva preparar o engenheiro civil para lidar com projetos e cálculos de estruturas e sistemas complementares de edifícios, rodovias, pontes e também para o gerenciamento de obras.

Há ainda o estudo de desenho técnico, elétrica, hidráulica, geotécnica, administração, economia e outras disciplinas, entretanto, com menos aprofundamento às questões humanas. Esse é um ponto crucial na diferença de arquiteto para engenheiro.

Na prática, ou seja, quando se forma e está pronto para começar a atuar no mercado, o engenheiro civil vai lidar com todos os cálculos que aprendeu, conforme a área em que escolher trabalhar. Na sua relação com as obras arquitetônicas ele irá calcular o dimensionamento de cargas e esforços necessários para a realização dos projetos.

Sua função também é de contribuir com o trabalho de outros profissionais orientando sobre os projetos de sistema de água, esgoto, telefonia e eletricidade, além do gerenciamento de obras com alta complexidade, como é o caso das construções de estradas, ferrovias, barragens, viadutos, hidráulica fluvial e marítima.

Arquiteto. engenheiro ou um designer de interiores: quando contratar cada um

​O que faz um arquiteto?

No curso de arquitetura e urbanismo os futuros arquitetos aprendem sobre o planejamento de espaços, sejam privados ou públicos, envolvendo desde residências ao urbanismo, o paisagismo e a acessibilidade. Do externo ao interno, em cada detalhe.

A maior parte das disciplinas é voltada para a prática dos projetos e menos para os cálculos, como ocorre na engenharia civil. Mas quanto à teoria, a arquitetura se dedica ao estudo da história da arte, da ecologia, da antropologia, da semiótica, da topografia, da acústica e afins. Tudo isso para formar profissionais que sejam capazes de criar projetos de acordo com questões culturais, funcionais e estéticas, pensando nas necessidades do ambiente e das pessoas.

Embora não haja tanta carga horária voltada para os cálculos, o arquiteto também recebe embasamento técnico para que consiga definir a viabilidade de seus projetos ainda na fase da concepção.

Sendo assim, quando formado, a atuação do arquiteto vai envolver projetos residenciais, comerciais, corporativos, de traçados urbanos, comunicação visual, arquitetura industrial, mobiliário, além de lidar com restauro histórico, parcelamentos de solo e planos diretores.

Ele também pode atuar analisando condições de ventilação e iluminação das edificações, determina os materiais, os pontos de sistemas e a paginação dos revestimentos das obras.Em cada uma dessas variações do trabalho do arquiteto ele sempre vai estar envolvido com as pessoas, suas preferências e necessidades, logo no início.

Arquiteto e engenheiro ou designer de interiores: quando contratar cada um

 

​Em que locais cada profissional trabalha?

Tanto engenheiros quanto arquitetos podem – e é bem comum – abrir seu próprio escritório, o que muitas vezes envolve sociedade entre essas duas áreas para que possam oferecer um serviço mais completo.

Mas no mercado há diversos segmentos que podem contratar cada um desses profissionais, como construtoras, órgão públicos, incorporadoras, escritórios e indústrias. Há empresas que necessitam apenas dos engenheiros, enquanto outras vão atuar apenas com arquitetos ou ambos.

Como já mencionado, os trabalhos se complementam e é assim que projetos de excelência se concluem, quando os profissionais sabem que podem usufruir do conhecimento um do outro sem necessidade de provar quem é melhor, afinal, são diferentes.

Todo arquiteto é um designer de interiores?

​Todo arquiteto é um designer de interiores?

Essa é outra questão que gera muitas dúvidas. O designer de interiores, que há algum tempo era chamado de decorador, tem a importante função de cuidar dos espaços internos de residências e ambientes corporativos e comerciais.

Atualmente o nome decorador tem caído em desuso, pois não representa da mesma forma tudo o que esse profissional realiza. Para que seu trabalho seja bem-feito ele precisa entender de estética, volumes, tamanhos, ergonomia, cores, iluminação, proporções, tendências e combinações.

Também é necessário que realize projetos de forma organizada, com planejamento e posterior execução, da mesma forma que um engenheiro ou arquiteto fazem. Só assim ele consegue entregar um resultado de excelência, que permite a interação harmônica entre as pessoas e espaços.

Sendo assim, todo arquiteto pode também ser designer de interiores, mesmo que para isso se especialize em um curso de design. Mas quem apenas estudou o design, que é um curso separado, não está apto a atuar na arquitetura com as mesmas competências, pois o curso tem um período menor de duração, envolvendo algumas matérias semelhantes com a arquitetura e outras focadas na parte de decoração e tudo o que envolve esse universo.

Os designers de interiores podem trabalhar por conta própria ou junto com os arquitetos e engenheiros, conforme o segmento de atuação. É comum que tenham parcerias ou sociedade para oferecer um serviço completo aos clientes.

​Qual desses profissionais contratar para projetar uma residência?

Agora que você já sabe qual a diferença entre engenheiro e arquiteto, e também já se inteirou sobre a função de um designer de interiores, precisa saber qual deles chamar na hora de projetar uma casa. A resposta é: todos.

No momento de fazer o cálculo da planta estrutural da residência vai ser necessário contratar um engenheiro, que vai assinar o projeto para que a prefeitura valide e aprove a construção. Conforme a complexidade do projeto poder ser ainda que outros engenheiros sejam necessários, como o hidráulico e o elétrico.

Depois, o arquiteto irá atuar no desenvolvimento da planta considerando o melhor aproveitamento do terreno, a distribuição dos cômodos, a funcionalidade da casa, bem como a ventilação e a iluminação, todos fatores cruciais para um bom resultado.

Ele fará uma planta de layout onde haverá a organização da elétrica, hidráulica e mobiliário.  Uma planta executiva com as dimensões e detalhes do acabamento. Cortes com altura do pé direito, telhado, forros e níveis. Também irá entregar todos os aspectos de como será o telhado e a fachada.

Então, depois dessa etapa ou junto com ela, poderá entrar o trabalho de um designer de interiores, mas é muito comum que o próprio arquiteto já ofereça esse serviço e entregue a planta com esses detalhamentos também.

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Algumas vezes esses profissionais têm cada um a sua responsabilidade, mas trabalham no mesmo escritório, então é possível contratar uma empresa só, com todos os profissionais, deixando o processo mais prático para o cliente. Afinal, somente quando se envolve com uma obra é que se tem noção da quantidade de detalhes que vão surgindo ao longo processo, como novos investimentos, imprevistos, escolhas de materiais e muito mais.

O que vale mesmo é você poder contar com profissionais que lhe transmitam total confiança no que estão fazendo, pois vocês passarão um bom tempo juntos a partir do momento em que fechar um serviço.

COMO TER UM BOM SOM AMBIENTE EM CASA

É sempre recomendável entregar o projeto de sonorização a um profissional especializado, para não correr o risco de danificar algum equipamento. Dependendo da grandiosidade do sistema, a instalação pode se tornar bem mais complexa, o que exige conhecimento técnico avançado.

Para sonorização de áreas extensas, é importante o uso de cabos de maior diâmetro, que proporcione a mínima degradação do sinal em longos percursos. E nunca conduza o cabeamento de áudio junto à fiação da rede elétrica e antena coletiva do prédio, para evitar o risco de interferências.

 

Se você deseja sonorizar acima de três ambientes com sons distintos e melhor desempenho, dê preferência para sistemas multiroom dedicados, que são mais flexíveis em termos de ajustes. Uma vez programados são mais fáceis de operar e ainda incluem todos os acessórios necessários, tais como painéis de parede, controles remotos e emissores de sinais IR.

Quando possível, procure planejar a instalação de um sistema de som ambiente logo durante as obras de construção da residência. Com isso, é possível evitar futuras dores de cabeça com reformas após a passagem da tubulação de fios e cabos e a instalação de acessórios, como emissores, painéis de parede e atenuadores de volume.

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Solução sem fio para som ambiente em sua casa

Da Contro4 o destaque vai para o amplificador estéreo de 50W por canal, que tem como diferencial a tecnologia
Wi-Fi para receber sinais de áudio digital por streaming vindos, por exemplo, do controlador multiroom HC300,
dispensando a passagem de cabos pela casa. O dock para iPod/iPhone pode funcionar como uma central, permitindo o acesso  às músicas a partir de qualquer ambiente, via cabo de rede e conexão vídeo componente.

Aplicativos para ajudar arquitetos no trabalho remoto

Hoje, muitos arquitetos ou designers de interiores alternam entre dias de batente no escritório e em casa, por isso, os aplicativos evoluem para aproximar mais as pessoas no ambiente virtual.

A competição profissional é feroz, e os arquitetos demandam cada vez mais aplicativos eficientes, rápidas e fáceis para aumentar a comunicação, a produtividade e o bem-estar no trabalho.

Tornou-se ainda mais fácil trabalhar remotamente com a disponibilidade de tecnologias incríveis para nos conectar através de aplicativos.

1) Para conversas em grupo: Slack
Muitos times procuram por uma alternativa ao email, por isso, serviços como o Slack se tornaram tão populares. Por meio da interface do app de mensagens em grupo, as pessoas podem criar espaços para conversar e discutir projetos. Dessa forma, em vez de ter de procurar por uma sequência de emails na caixa de entrada, está tudo em um só lugar, visível a todos.

Prós: Funciona em todos os dispositivos (smartphone, desktops etc.). É possível customizar as notificações, o app permite escolher alertas diferentes para cada conversa.

Contras: A versão grátis tem menos armazenamento. Os planos pagos, normal e plus, são relativamente caros, mas permitem ligações de áudio e vídeo.

2) Para conferências: Fuze
O app, alternativa ao Skype (grátis) e ao WebEx (pago), oferece uma única plataforma para conferências em vídeos, ligações e mensagens de texto. Com uma experiência unificada de desktop e mobile, reuniões e qualquer comunicação estão disponíveis em todos os dispositivos.

Prós: Útil para empresas de qualquer porte. O Fuze atende também a funcionários globais, remotos ou em campo, ao oferecer ligações locais em qualquer lugar. As reuniões com menos de 25 participantes são grátis.

Contras: Não manda lembretes ou emails, então, o usuário deve mandá-los manualmente para os outros participantes da reunião.

3) Para planejamento de projetos: Basecamp ou Teamwork
Softwares para gerenciamento de projetos, como os populares Basecamp e Teamwork Projects, tem se tornado essenciais nas indústrias de serviços criativos. Projetados para ajudar as equipes a realizar tarefas e a cumprir os prazos, ambas as ferramentas oferecem rastreamento de atividades, gerenciamento de tarefas, listas de atividades, comentários, conversas e um calendário interno.

Prós: O Basecamp tem uma interface mais simples e intuitiva, enquanto o Teamwork tem mais recursos, como gráficos de Gantt e relatórios, e é melhor para organizações maiores ou em crescimento.

Contras: A interface do Teamwork é mais complexa e pode ser confusa para os usuários. O Basecamp não oferece recursos como gestão de tempo.

CES 2018: confira alguns lançamentos na maior feira de tecnologia do mundo

De airbags para quadris de idosos a TVs que enchem uma parede, os aparelhos exibidos na CES 2018 em Las Vegas – EUA podem ser estranhos, curiosos, aspirantes a sonho de consumo de alguém e até por que não, pouco úteis.

‘The Wall’

A TV gigante, de 146 polegadas, da Samsung é formada por micropainéis de LED. Na verdade, o televisor é um combinação de várias telas menores, que também podem ser usadas individualmente.

TV superfina

A TV OLED W8, da LG, é uma evolução de sua linha de aparelhos superfinos. Tem espessura de 2,6 milímetros, como sua antecessora. Mas dessa vez é equipada com a plataforma de inteligência artificial ThinQ, que permite receber comandos de voz, e um novo processador, capaz de exibir imagens com maior qualidade. Além de já ser espertinha, a TV recebe uma ajudinha do Google quando a tarefa é fazer buscas em serviços na internet.

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Cão robô

Ele é um simpático robô autônomo em forma de cachorro, feito pela Sony. Dotado de inteligência artificial (canina), ele reconhece seus donos e entende como interagir com cada um deles. Por estar continuamente ligado à nuvem da empresa japonesa, o Aibo continua aprendendo com suas experiências e com a de outros Aibos pelo mundo. Começou a ser vendido em outubro de 2017 apenas no Japão e sua aparição na CES 2018 foi a primeira viagem para fora do país asiático.

Airbag para idosos

Os franceses da Helite criaram um cinto com airbag voltado para idosos a fim de minimizar os impactos de queda. As bolsas de ar se inflam assim que “percebem” que o dono do cinto está prestes a cair. Isso ocorre porque o acessório está equipado com acelerômetro e giroscópio, dois componentes que são amplamente usados em smartphones e detectam mudanças de posição, movimentos bruscos e alterações de direção. Um software usa essas informações para identificar se caracterizam uma queda. Alexandre Quarrey, gerente de pesquisa da empresa, explicou que escolheram proteger o quadril de idosos, em vez de outras partes sensíveis como joelhos, porque fraturas nessa parte do corpo costumam demorar para se recuperar e impedem que o paciente tenha uma vida autônoma.

Uma playlist para ouvir e se deliciar

Os discos listados abaixo são verdadeiras guloseimas para se ouvir com fones de ouvido. De estilos radicalmente diferentes, cada um pode ser considerado um marco importante na história da produção fonográfica.  Vamos nos lambuzar!

 

John Coltrane, A Love Supreme, 1965 – Diz a lenda que a obra foi composta em um final de semana e gravada em uma única sessão. Técnicas minimalistas de gravação da época com os microfones Neumann U47 dão um palco sonoro sensacional. Música para relaxar e meditar, com certeza um dos 10 discos para se levar para uma viagem a Marte.

 

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Jimi Hendrix, Are You Experienced, 1967 – Como Odisseu, Hendrix cruzou o Atlântico para retomar o rock and roll de Clapton, Page, Townsend e cia. Solos de guitarra passeando entre os canais esquerdo e direito, distorções e efeitos eletrônicos inovadores para a época resultam em uma verdadeira tour de force sonora em 4 canais. ‘Scuse me while I kiss the sky!’

 

Soft Machine, Third, 1970 – Obra-prima do jazz rock psicodélico da famosa “Escola de Canterbury”. Lançado originalmente como um álbum duplo com uma faixa por lado. Destaque para “Slightly All The Time”, ideal para ouvir em casa depois de um dia de trabalho daqueles… Outro disco para a primeira missão a Marte.

 

 

Sex Pistols, Never Mind The Bollocks, Here’s The Sex Pistols, 1979 – Lançado no ano do Jubileu de Prata da rainha Elizabeth II e com uma proposta alternativa para o hino nacional da Inglaterra, foi o disco que salvou o rock and roll do tédio e dos excessos do final dos anos 70. Gravação tosca, mas com uma agressividade e um timbre de guitarra inigualáveis. God Save The Queen!

 

 

Donald Fagen, The Nightfly, 1981 – Uma das primeiras produções a utilizar um gravador digital, no caso uma máquina de 32 canais desenvolvida pela 3M, a mesma fabricante das fitas cassete e demais milhares de produtos. Disco muito utilizado nos anos 90 para testar e calibrar os sistemas de sonorização utilizados nos grandes shows. Obra-prima sonora do fundador do Steely Dan, provavelmente uma das gravações mais perfeitas da história.

 

 

Kraftwerk, Computer World, 1981 – Se Trans Europe Express, outra pérola do Kraftwerk, influenciou o movimento Rap / Hip Hop no final dos anos 70, este disco deu origem ao movimento Techno e todas as suas derivações. Sons sintéticos exclusivos da banda que projetava os seus próprios sintetizadores e baterias eletrônicas. It’s more fun to compute!

 

Frank Zappa, Shut Up and Play Your Guitar Vols.1,2 & 3, 1982 – Album triplo de solos do guitarrista, maestro e mais importante compositor americano desde Cole Porter, acompanhado por um dream team composto de Steve Vai, Jean Luc Ponty e Terry Bozzio, entre outros. Um disco para quem leva a sua coleção a sério.

 

Andy Summers & Robert Fripp, Bewitched, 1984 – Segunda colaboração entre o guitarrista do Police e o líder do King Crimson, é a trilha sonora perfeita para aquela longa viagem de avião. O contraste entre o minimalismo de Summers com as texturas complexas de Fripp e os seus racks de efeitos “Frippertronics” são uma agradável surpresa para os ouvidos. O primeiro disco da dupla “I Advance Masked” também entraria nessa lista.

 

 

Public Enemy, It Takes a Nation of Millions to Hold us Back, 1988 – Uma montanha russa sonora intensa de uma hora com samples de Isaac Hayes, Stevie Wonder e James Brown entre outros. E uma aula de história da música negra norte americana contemporânea, certamente o disco mais importante do Rap / Hip Hop. Um disco para testar os graves do seu fone. Bring the noise!

 

 

Jeff Buckley, Grace, 1994 – Com uma carreira e uma vida tragicamente curtas, deixou um dos discos mais lindos da década de 1990. Os vocais são tão intimistas que parece que você está do lado dele durante a gravação. Destaque para a versão de “Hallelujah” de Leonard Cohen. A trilha sonora perfeita para fazer as pazes com a sua cara metade.