Dúvidas sobre Automação Residencial? Nós vamos responder

A automação residencial é uma realidade – e não levá-la em consideração na hora de construir ou reformar uma residência pode ser um erro que lhe trará dores de cabeça mais tarde (além da desvalorização do imóvel, dentro de alguns anos). A questão é que, ao mesmo tempo em que é uma novidade, ela pode ser uma ilustre desconhecida para você, já que, provavelmente, esta também é primeira casa que você constrói ou reforma…

Para ajudar o leitor a entender melhor este conceito, além de fazer as melhores escolhas, eis algumas perguntas e respostas que tornarão mais fácil lidar com algo que (por enquanto) ainda lhe é desconhecido.

Dúvidas sobre Automação Residencial

Para quem?
A primeira pergunta é: quem utilizará a automação? É muito importante conhecer os perfis dos moradores da propriedade, para que a automação atenda a todos da melhor forma possível. Pense em questões como:

  • Há idosos na casa? E eles vão interagir com a automação? Lembre-se de que a automação pode aumentar muito o conforto e a segurança de pessoas com mais idade. Não as elimine da equação, pois um bom sistema saberá lidar com as dificuldades inerentes dessas pessoas.
  • Há crianças ou adolescentes? Elas costumam ficar acompanhadas por terceiros? Você gostaria de saber por onde andam e o que fazem? Elas vão interagir com a automação, mesmo que de forma restrita?
  • Você costuma receber hóspedes ou parentes que pernoitem em sua casa e os quais precisarão usar a automação?
  • Você mora sozinho (a) e quer apenas ter controle à distância para ligar o ar-condicionado e a iluminação antes de chegar em casa?
  • Você tem funcionários que precisam entrar em sua residência quando ninguém da família está presente?

Obviamente, há uma série de questões a esse respeito. Faça essas perguntas a si mesmo e tente criar um entendimento sobre quem vai interagir com a automação. Converse com essas pessoas e conheça suas expectativas. Ter estas respostas mais ou menos encaminhadas ajudará muito o responsável pela definição de qual sistema usar, seja este o arquiteto, o consultor de automação ou o integrador.

Para quê?
Outra pergunta importante é: para que você quer instalar um sistema de automação? Ela pode lhe oferecer segurança, conforto, economia e lazer. Pense em cada uma dessas áreas e defina seus graus de importância. Cada fabricante costuma focar em uma área mais do que a outra e saber o que é importante facilita a escolha.

Você pode estar mais preocupado com a segurança – assim, sistemas que consigam incorporar câmeras e sensores de presença serão mais adequados. Por outro lado, se você pensa mais em conforto, sistemas que permitam funções automáticas (como ligar as luzes na presença de alguém e acionar o ar-condicionado um pouco antes de você chegar em casa) são mais adequados. Se você almeja economia, sistemas que monitorem o consumo e que permitam desligar cargas que não são necessárias, como aparelhos de ar-condicionado em ambientes vazios, serão a escolha certa. Já se o seu foco for o lazer, o sistema deve ter facilidades para comandar automaticamente aparelhos de áudio e vídeo, cortinas e iluminação.

Tente criar uma lista de funcionalidades que você queira agora (ou mesmo, mais tarde). Pesquise na Internet, para ter uma ideia das possibilidades, mas tenha em mente que nem tudo é possível em um único sistema, a um custo razoável. Então, priorize sua lista de desejos.

Pense de forma global, não se preocupando com os detalhes de “como” a automação poderia resolver isto ou aquilo. Esta é uma atribuição do consultor ou integrador.

Dúvidas sobre Automação Residencial

Quando?
Pergunte-se, também, quanto ao cronograma de implementação. Você vai querer o sistema instalado de imediato? Está com restrições de verba e quer instalar apenas parte dele, para, depois, expandir o sistema para o restante do imóvel? Ou você sabe que não poderá investir neste momento, mas deseja que tudo esteja preparado para quando puder investir?

Há sistemas que substituem completamente as ligações normalmente usadas para iluminação. Se você não pensa em instalar o sistema de imediato, em geral, estes sistemas estão descartados da lista que o integrador deve considerar. Por outro lado, há sistemas que mantém a estrutura padrão de iluminação e, assim, podem ser instalados em algum momento futuro. Você começa com o funcionamento padrão de interruptores e depois acrescenta a funcionalidade de automatismo e controle por meio de smartphones. Esses tipos de sistema são especialmente interessantes em pequenas reformas, nas quais não haverá a necessidade de grandes alterações nas redes elétricas.

Talvez por restrições de verbas imediatas, você queria começar com apenas uma parte do sistema – digamos, a sala de TV. Cuidado para não comprar um sistema adequado apenas para isso e que não atenderá a seus requisitos futuros. Pode parecer uma solução simples e barata, mas, depois, você ficará frustrado ao saber que ele não pode também incluir o controle da sala de estar, por exemplo.

E mesmo que as restrições de verba sejam tão grandes que você não saiba “quando” poderá investir em seus benefícios, ter uma residência preparada profissionalmente para receber automação, com documentação correta e identificação da solução concebida, já a valoriza perante aquelas residências que não estão preparadas e que terão altos custos de interferência para a implementação.

Com quem?
Após definir as respostas para as três perguntas-chave (para quem, para que e quando), você estará pronto para ir atrás de um fornecedor. Em princípio, você deve falar com seu arquiteto ou arquiteta. Ele ou ela deve se envolver, ao menos, nos aspectos funcionais, para que as respostas à pergunta “para que” sejam integradas à solução de arquitetura projetada. É um enorme desperdício de recursos não considerar a automação desde o início. Talvez seu arquiteto já tenha alguma experiência prévia com a tecnologia e possa ajudá-lo a responder às questões acima. Afinal, ele deve ter-lhe feito perguntas similares para desenvolver o projeto arquitetônico.

Em seguida, você precisará achar integradores em sua região que possam apresentar propostas de instalação de um sistema conforme seus requisitos. Tente, já nas primeiras conversas, saber com quais fabricantes eles trabalham, já que nenhum integrador lida com todos os fabricantes. Se possível, converse com dois ou três integradores e peça-lhes propostas.

Tenha em mente que você não conseguirá fazer comparações simples entre as propostas, pois cada integrador verá suas necessidades de forma diferente, principalmente se trabalharem com fabricantes distintos. Assim, pense no que melhor pode atender às suas perguntas e que esteja dentro do seu orçamento.

Peça referências e certificações. É importante que o integrador seja certificado pelo fabricante. Isso garante preços melhores e lhe dará a certeza de contar com o fabricante caso tenha algum problema com o integrador no futuro. E procure sempre aproximar o arquiteto do integrador. Este último talvez precise de algumas informações mais detalhadas, ou sugerir ligeiras interferências na obra (e fazer o papel de intermediário poderá ser algo desgastante). Deixe que eles se entendam e lhe entreguem um sistema totalmente funcional e útil.

E, na hipótese de apenas querer preparar o imóvel para automação, ao invés de um integrador, procure um consultor ou projetista de automação. Este profissional o orientará (e a seu arquiteto) quanto a tudo o que for necessário (e documentará a solução para que seja facilmente implementada no futuro, por você ou por um futuro proprietário de seu imóvel).]

Quem pode ajudar?
Se você acha esse processo bastante complexo e ainda não tem segurança para fazer suas escolhas, há dois personagens que podem ajudá-lo. O primeiro é o arquiteto ou engenheiro responsável pelo projeto da construção ou reforma. Se, ao escolher esse profissional, você verificou que ele tem experiência com automação residencial, estará muito bem assessorado: ele poderá encaminhá-lo através do processo de forma clara, maximizando os benefícios e reduzindo os desperdícios. Provavelmente, também contará com parceiros que o ajudarão, garantindo um fornecimento dentro das expectativas e verbas informadas.

Já se o arquiteto não demonstrar tais competências (e achar que automação é um assunto para ser discutido no final da obra), contrate um consultor. Este profissional o ajudará a responder a essas perguntas, conversará com o arquiteto (para que os benefícios da automação possam fazer parte do projeto arquitetônico) e lhe indicará fabricantes que melhor se adaptem aos seus requisitos (inclusive a verba).

Ele ainda poderá lhe indicar integradores, ajudá-lo a analisar as propostas e até supervisionar a instalação do sistema. O consultor é pago para que você tenha a melhor solução possível. Ele não tem interesses comerciais com um ou com outro fabricante ou integrador e representará seus interesses a todo instante.

Qual a tela de projeção ideal para o seu Home theater?

Você sabia que existem diversos tipos de telas para projetor para home theater? Além disso, você sabia que existem diferentes tipos de telas e para diferentes tipos de ambientes e também para diferentes tipos de funcionalidades? Pois bem, o que parece ser uma escolha fácil nem sempre é na hora da compra, não é mesmo?

Atualmente o mercado disponibiliza diversos tipos de telas, como por exemplo, as telas tensionadas, tensionada elétrica, semi-tensionada, semi-tensionada elétrica, retrátil manual, tripé, portátil e por aí vai. Mas qual delas é a melhor escolha para o que eu preciso? Bom, é isso que nós vamos entender.

Qual a tela de projeção ideal para o seu Home theater?

Para além do investimento com o projetor, não podemos nos esquecer de que a qualidade na experiência do equipamento digital se faz também com o auxílio de acessórios que agreguem valor à experiência de projeção na imagem, e por isso, a tela de projeção é tão importante.
As telas de projeção contam com diversos tipos e modelos que devem ser avaliados cuidadosamente antes da sua escolha.

Confira os modelos de  tela de projeção ideal para o seu hoje theater

Tela de projeção ideal para o seu Home theater

Tela Fixa

Vamos falar primeiro das telas fixas, aquelas que ficam esticadas de ponta a ponta por de trás de um quadro sólido que permite uma imagem mais suave, menos “enrugada”.
Normalmente este tipo de tela é mais acessível ao bolso, pois uma vez que ela é instalada, sempre estará apta para uso junto ao projetor. Se você possui um local fixo ou pouco espaço para sua instalação, ela provavelmente será sua melhor escolha.

Tela Retrátil

Ao contrário da tela fixa, a tela retrátil deve ser montada e aberta a cada utilização, e por isso, requer mais espaço no ambiente. Dentre suas variações, as telas retratéis também podem contar com tensionamento em suas laterais, o que ajuda a manter a tela sem qualquer tipo de enrugamento, além de auxiliar na conservação, prolongando sua vida útil por muito mais tempo!

Tela de projeção ideal para o seu Home theater

Tela para projeção Elétrica para Home Theater

Assim como as telas de projeção retráteis, as telas elétricas requerem um grande espaço para sua montagem e para sua abertura, e também pode contar com tensionamento e semi-tensionamento em suas laterais. O maior diferencial deste modelo de tela é que o seu acionamento é feito de forma totalmente automatizada, que além de ser muito prático, a deixa com aspecto ainda mais sofisticado.

Tela Portátil

As telas de projeção portáteis são uma excelente opção para quem realiza apresentações em diversos locais e precisa de mobilidade. Existem basicamente duas classificações para este tipo de tela, que são as telas tripés e as telas portáteis com estrutura metálica.

Ambas possuem o mesmo intuito, mas o que as difere são suas estruturas. A tela tripé possui uma estrutura menos robusta, e por isso é mais indicada para telas com menores polegadas, já a tela portátil com estrutura metálica é mais robusta, e consegue estruturar melhor os tecidos com grandes polegadas sem perder sua estabilidade.

LEIA TAMBÉM: PREPARE SEU HOME THEATER COMO UM PROFISSIONAL

Não se esqueça de que é importante estar atento que os diferentes preços das telas se dão não apenas por conta do formato, mas a qualidade da tela também está relacionada ao tecido, que auxilia na aderência da luminosidade. Para quem acredita que o tecido branco é sempre a melhor opção para telas, esta muito enganado… telas brancas são mais indicadas para ambientes escuros, enquanto telas com película cinza podem proporcionar muito mais conforto e definição de imagem em caso de ambientes mais iluminados.
E por falar em projeção de imagem, vale a pena conferir se o formato de sua tela é compatível com o formato do seu projetor. Ele precisa ser enquadrado corretamente para que a sua projeção não fique sobre as bordas pretas, localizadas nas laterais e também na parte superior e inferior da tela.
Portanto, antes de escolher a sua tela, consulte um de nossos vendedores ou especialistas para que você possa optar pela tela de projeção mais adequada para o seu ambiente e para sua necessidade.

Home theaters para jogos: o que você precisa saber.

Ao contrário do que muitos podem pensar, as produtoras de jogos “Triplo A” não consideram somente os gráficos e a jogabilidade na hora de atrair consumidores. Grande parte do envolvimento gerado por games modernos decorre dos orçamentos dedicados a produções sonoras que fazem inveja a muitas produções de Hollywood.

Um título bem mixado permite que, somente com seus ouvidos, você saiba o posicionamento de inimigos, “sinta” o impacto de tiros disparados ou se perca em meio a uma trilha sonora incidente. Infelizmente, você pode estar perdendo muito desses elementos caso esteja acostumado a jogar usando somente os alto-falantes de uma televisão.

Assim como acontece na hora de assistir a filmes e seriados, apostar em um home theater pode mudar substancialmente a maneira como você aproveita seus games favoritos. Não há a necessidade de comprar sistemas específicos para jogos eletrônicos, visto que eles se assemelham muito à mixagem usada no cinema — no entanto, é preciso respeitar algumas regras básicas para obter a melhor experiência possível.

Home theaters para jogos: o que você precisa saber antes de comprar.

Home theaters para jogos: o que você precisa saber.

O sofá

O local em que você senta é tão importante para definir a qualidade de uma experiência sonora quanto a qualidade dos equipamentos comprados. Investir em um sofá com encosto muito alto, por exemplo, pode contribuir para bloquear as ondas sonoras geradas pelas caixas traseiras de um sistema surround. Um bom home theater pode mudar completamente sua experiência de jogo

Também é recomendado que você não encoste seu sofá ou cadeira nas paredes caso queira otimizar a qualidade do sistema, já que isso interrompe o caminho de navegação do som. Por fim, invista em móveis que permitam relaxar — caso suas costas estejam tensas, fica difícil “sentir” os graves da maneira adequada.

Home theaters para jogos: o que você precisa saber.

O ambiente

O ambiente em que um home theater é montado é responsável por definir pelo menos metade do potencial sonoro que o sistema escolhido vai oferecer. Antes de sair espalhando caixas de som e subwoofers, é preciso prestar atenção à configuração do ambiente disponível de forma a otimizar seu uso.

É preciso prestar atenção à configuração do ambiente disponível

Para alcançar a melhor experiência de jogo, é recomendado remover do local fontes de som externas (fechar as portas) e controlar a luz do ambiente. Caso você posicione o equipamento num local oposto a uma janela, por exemplo, são grandes as chances de ter que conviver com o reflexo da luz do Sol. Também vale apostar em luzes cuja intensidade possa ser ajustada — o local não precisa estar totalmente nas trevas, somente um pouco escuro.

Também vale apostar em uma configuração na qual a televisão e o canal de áudio principal estejam em uma posição centralizada. No entanto, não é preciso exagerar e remover totalmente os enfeites do local: estantes de livros, quadros e móveis absorvem e refletem o som, mas os efeitos causados por eles não chegam a incomodar a maioria das pessoas — esvaziar completamente sua sala pode transformá-la em uma câmara de eco, algo que vai prejudicar muito sua experiência.

 

A televisão

A qualidade da televisão utilizada influencia bastante a maneira como você vai aproveitar seus games. Entre os aspectos que têm impacto em uma decisão de compra estão a resolução do aparelho (1080p é adequada para os padrões atuais, mas uma tela 4K pode deixá-lo mais preparado para o futuro) e a taxa de atualização — um valor muito baixo pode fazer com que as imagens exibidas fiquem borradas.

Home theaters para jogos: o que você precisa saber.

O tamanho de sua TV determina a distância que os móveis devem ficar em relação a ela

Também é importante apostar em um tamanho de tela compatível com seu ambiente e com a distância entre seu sofá e a estante ou parede em que o eletrônico vai ficar localizado. Nesse caso, a fórmula “maior = melhor” nem sempre funciona — afinal, você não quer ter uma TV que lhe força a ficar mexendo o pescoço de um lado para o outro para conseguir ver o que está acontecendo.

Nesse caso, é bom seguir uma das fórmulas abaixo para definir o tamanho ideal de sua televisão:

  • Resolução 480p – distância da TV (em metros) x 12 = tamanho ideal
  • Resolução 720p – distância da TV (em metros) x 18 = tamanho ideal
  • Resolução 1080p – distância da TV (em metros) x 21 = tamanho ideal

Por exemplo, se a distância de seu aparelho Full HD (1080p) até seu sofá é de 2 metros, basta multiplicar esse valor por 21 para descobrir que a tela mais adequada ao seu ambiente é de 42 polegadas. Vale notar que essa regra serve somente como uma recomendação, o que significa que apostar em uma tela ligeiramente menor ou maior não vai necessariamente estragar a sua experiência.

Teste o som

Para ter a melhor experiência de jogos, não basta simplesmente comprar várias caixas de som e distribuí-las de qualquer forma pela sala de estar. Embora esse seja um processo cansativo, testar diferentes posicionamentos de caixas de som antes de decidir por uma configuração definitiva pode transformar substancialmente a forma como você desfruta de um game.

O canal central se mostra o mais importante e desafiante: caixas de som de baixa qualidade tendem a fazer com que pessoas ouçam sons de maneira diferente dependendo de sua posição. Para evitar esse efeito, é bom investir em aparelhos mais completos ou realizar testes de “ruído rosa” — algo que pode ser feito com o auxílio de aplicativos para o iOS e o Android.

Exemplo de configuração sonora de uma sala

Alimente suas caixas de som com o ruído rosa e ande por sua sala, prestando atenção a possíveis diferenças de desempenho dependendo do local onde você está. A partir disso, ajuste o posicionamento de seu equipamento de forma a obter a experiência mais uniforme possível.

As caixas de som não precisam ser apontadas diretamente para os ouvidos de quem está jogando

Tente posicionar o canal central abaixo de sua televisão ou (preferencialmente) acima dela, caso isso seja possível. Quem tem um sistema de projeção pode preferir colocar esse canal na parte traseira ou “dentro” da tela — contanto que seu equipamento permita que sons passem por ele sem os abafar.

Note que as caixas de som não precisam ser apontadas diretamente para os ouvidos de quem está jogando. Em um sistema surround, elas devem estar localizadas ao lado, acima e um pouco atrás da audiência para uma boa experiência. Caso isso seja possível, invista em produtos de alta dispersão que espalham melhor o som por um ambiente.

Para completar, lembre-se de não colocar seu subwoofer encostado na parede. Além de isso melhorar o desempenho do aparelho, seus vizinhos vão agradecer por não ter que lidar com as frequências baixas sendo transmitidas diretamente para a casa deles.

Configure seu console

Para colher os benefícios que conectar seu console a um sistema de áudio dedicado pode trazer, é preciso saber configurar corretamente a plataforma que você utiliza. As opções mostradas abaixo são recomendadas para quem usa esses aparelhos para reproduzir filmes Blu-ray, mas também trazem benefícios na hora de se aventurar por jogos. Vale notar que as opções levam em consideração que você está usando o cabo HDMI como fonte de som.

Xbox One

Entre nas configurações, siga em Todas as Configurações > Tela e Som > Áudio HDMI e escolha a opção 7.1 sem compressão.

Xbox 360 S/E

Vá até as configurações, escolha Sistema > Configurações do Console > Áudio e marque a opção Dolby Digital 5.1.

PlayStation 4

Abra as configurações, escolha Som e Tela > Saída de áudio > Formato de áudio. Escolha entre as opções “PCM Linear” ou “Bitstream (Direto)” e veja qual resultado se mostra o mais adequado.

PlayStation 3 (modelo slim)

As configurações são semelhantes às do PlayStation 4. Abra o painel de configurações e selecione as opções Configurações de saída de áudio > HDMI e escolha entre as opções “PCM Linear” ou “Bitstream (Direto)”.

PlayStation 3 (modelo fat)

O modelo mais antigo tem algumas restrições que foram removidas pela Sony nas versões posteriores, o que torna o processo de configuração um pouco diferente. Vá em Configurações > Configurações de BD/DVD > Formato de saída de Áudio (HDMI) BD/DVD e então selecione a opção “Linear PCM”.

Em seguida, abra novamente o painel de configurações e siga em Configurações de áudio > Configurações de saída de áudio > HDMI e depois selecione o campo “Automático”. Vale notar que, em outras plataformas, o desempenho de áudio obtido pode variar conforme o sistema home theater utilizado.

Decidir pela compra de um home theater não é um processo simples. Afinal, não somente há diversas variações de preço, como nem sempre fica claro o que cada configuração oferecida significa — nomenclaturas diferentes podem dar a entender que sistemas completamente distintos são bastante semelhantes entre si.

Como escolher o Home Theater?

Você deseja amplificar o som da sua TV? Um home theater, com certeza, é a resposta. Assistir filmes e jogos ganharão uma nova sensação, ainda mais realista e imersiva. O aparelho fornece nuances do som que não podem ser percebidas apenas com o áudio da TV. Mas para ter a melhor experiência sonora, é necessário saber alguns pontos que vão te auxiliar na hora de escolher o home theater ideal para você e sua casa.

Saiba como  escolher o Home Theater ideal

Tipos de Home Theater

Soundbar → é um home theater ideal para ambientes pequenos. Em formato de barra, é mais compacto, com várias caixinhas embutidas. Alguns modelos acompanham um subwoofer, para emitir os sons mais graves.
5.1 canais | 5.2 canais → é ideal para ambientes médios. Os canais significam a quantidade de caixas que compõem o conjunto. O home theater de 5.1 canais possui cinco caixas acústicas e 1 subwoofer. Já o modelo de 5.2 canais possui a mesma quantidade de caixas e 2 subwoofers. As caixas podem ser de dois tipos: satélite (menores e devem ser apoiadas) ou torre (mais compridas e podem ficar diretamente no chão).

7.1 canais | 7.2 canais → exatamente como os modelos de 5 canais. A diferença está na quantidade de caixas. Aqui, são 7 e 1 ou 2 subwoofers. Por isso, é perfeito para grandes ambientes, pois você vai poder curtir ainda mais cada efeito sonoro.

Como instalar o home theater?

A instalação de um home theater pode parecer fácil, mas basta estar atento a algumas questões. Primeiro, consulte uma empresa especializada pra poder orientá-lo e realizar a instalação de forma correta e profissional. Assim você poderá obter o melhor resultado e ter uma boa experiência

Ambiente

Antes de escolher e adquirir um modelo de home theater, você deve avaliar o ambiente em que o aparelho será instalado. Salas pequenas não necessitam de um modelo muito potente. Um soundbar já é suficiente. Entretanto, quanto maior o ambiente, maior a quantidade de caixas, para você ter uma experiência sonora completa.

E lembre-se que a potência não é o ponto mais importante a ser verificado na hora da compra. Não abuse! O número em W (watts) é a média da potência amplificada e equivale a quão alto o aparelho pode chegar e não a sua qualidade. O que deve ser analisado é o tamanho do local onde o produto será instalado. Um home theater com uma potência muito elevada em um ambiente pequeno transforma a experiência sonora em barulho.

Veja abaixo a tabela para saber qual o home theater adequado para cada ambiente, conforme a quantidade de canais e potência:

Saiba como  escolher o Home Theater ideal * Os valores são aproximados, pois os ambientes possuem características peculiares e podem necessitar de diferentes tipos de aparelhos e/ou potência.

Disposição das caixas

No caso dos modelos com 5 ou 7 canais, lembre-se também que o home theater muda a decoração do ambiente. A disposição das caixas faz toda a diferença na experiência sonora. Abaixo, você confere como elas devem ser distribuídas no local da instalação:

Saiba como  escolher o Home Theater ideal 

OBS: esse esquema refere-se à instalação de um home theater com 5.1 canais e é apenas uma referência ilustrativa. Leia sempre o manual de instruções do produto e fique atento a todas as informações, para a melhor utilização do seu home theater.

Atenção

1. As caixas de som de alguns modelos são conectadas através de um fio, ou em outros casos, algumas das caixas serão presas ao teto. Por isso, é importante organizar a decoração e o projeto da sala, para que fique tudo em ordem!

2. O home theater precisa ser da mesma marca que minha TV? Não, pois o aparelho pode se conectar com a TV através da entrada HDMI ou RCA. Mas se ambos forem da mesma marca, a compatibilidade entre eles será melhor, principalmente em relação às conexões Wi-Fi e Bluetooth.

Quais as tendências por trás dos vinhos que você vai beber em 2019

O ano de 2018 foi desafiador para o mercado de vinhos no Brasil, que foi afetado por duas forças que deram aquele baque no bolso dos winelovers. Por um lado, as geadas do inverno dos anos de 2016 e 2017 na Europa que destruíram vinhas em BordeauxBorgonhaVale do LoireToscanaRioja e outras pairagens. O resultado? Menor volume, maiores preços. O valor de Chablis, por exemplo, subiu 30% de um ano para o outro.

O segundo fator foi a queda do real frente a crise socio-política brasileira, que aconteceu em meados de 2018 e dificultou ainda mais as condições de mercado. Aquele vinho que você comprava a R$59,90 em janeiro? Em agosto já estava a R$79,90.

Desafios postos à mesa, o CEO da Sonoma e expert em curadoria de vinhos Alykhan Karim ainda acredita que o ano que vem será promissor para o nicho. Eis as apostas no mundo dos vinhos para 2019:

Portugal em foco

“Queridinhos dos brasileiros, os vinhos lusitanos surpreenderam a todos com sua conquista em 2018: pela primeira vez, Portugal entrou nos Top 2 países com maior número de vinhos importados, ficando atrás somente do Chile – campeão graças à força de vinhedos grandes, como a Santa Helena e a Concha y Toro, que traz por importação própria as marcas populares do rótulo Casillero del Diablo.

Mas é interessante observar que a gigante chilena não conseguiu manter o crescimento dos anos anteriores, ao passo que Portugal só evolui sua aderência ao público. Não duvido que ao menos ganhe mais espaço no nosso mercado e aposto minhas fichas nisso, pois os vinhos portugueses oferecem a melhor relação custo-benefício da Europa. Os vinhos verdes, por exemplo, são divertidos e gostosos, além de leves, ideais para nosso clima. As regiões de Alentejo e Douro entregam potência, músculo e complexidade nos seus tintos, enquanto Dão oferece elegância e, Lisboa, tons de frutas frescas. Realmente, há vinhos portugueses para todos os gostos.”

Vinhos  (Foto: Divulgação)

Sáude, senhores!

“Você sabia que hoje entre 10 a 20% de todos as vinhas do mundo são orgânicas ou estão em vias de adaptar seus processos?  A tendência mundial não é mais tendência e, sim, preferência – tanto do consumidor quanto do produtor.

Quem aqui quer consumir pesticidas e agrotóxicos? Eu não! E estou disposto a pagar um pouco a mais para saber que minha comida e meu vinho são livres dessas substâncias. Claro, podem dizer que sou da Califórnia e, assim, um pouco suspeito, já que há algum tempo somos considerados “hippies” demais quando tocamos neste assunto. Mas muitos produtores também acham que o melhor vinho é produzido de forma orgânica. Empolgados pela mudança de hábito dos consumidores, estão optando por tirar químicas das vinhas, diminuir o uso de sulfitos e interferir menos na produção – tudo isso para oferecer a melhor expressão possível do seu terroir. E isso inclui grandes produtores de regiões tradicionalíssimas: Os Bordeaux de Domaine Chevalier, que estão entre os mais longevos do mundo, são orgânicos, assim como os Brunello di Montalcino de Pertimali e os Chianti Classico da Il Molino di Grace, entre outros.

Já no Brasil, demorou bastante para essa onda pegar. Mas hoje a procura por vinho orgânico, biodinâmico e natural está começando a esquentar e, por isso, podemos esperar um boom no ano que vem, acompanhando a tendência da indústria alimentícia. Mas se quiser aderir já, aí vai uma dica de insider: Liderado em São Paulo por restaurantes como a Enoteca Saint Vin Saint e bares como o Clube Beverino, já é possível encontrar esses vinhos em vários sites e lojas de importadoras de todos os portes.”

Descobertas exóticas

“O Brasil já não é mais criança no consumo de vinho, está entrando na sua adolescência. O consumo anual per capita na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro já são por volta dos 10L, que rivaliza com os EUA. No Rio Grande do Sul, este consumo é maior ainda.

Um dos maiores prazeres da vida é a descoberta de um achado e os enófilos do país estão entendendo que isso também se encaixa no mundo dos vinhos. Por isso, procuram cada vez mais sair da mesmice e provar versões exóticas, de regiões diferentes e pouco divulgadas. Pela lei da oferta e da demanda, minha aposta é que vamos passar a encontrar muitos novos vinhos desse perfil no nosso mercado em 2019.

Vinhos  (Foto: Divulgação)

Não seria surpreendente, por exemplo, vermos por aqui mais vinhos da Europa Central (Hungria, Alemanha e Áustria), os excelentes brancos de Nova York e Virgínia, os cativantes Riesling e Gewurztraminer da Alsácia, os grandes Godellos de Bierzo ou raridades como os espumantes da Inglaterra, que hoje estão muito dando o que falar.”

Valorização do nacional

“Ainda novidade para muitos consumidores, há dezenas de microprodutores nacionais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul que produzem vinhos excelentes. Os tintos são bons, alguns realmente fantásticos (um exemplo é oMiolo Single Vineyard Touriga Nacional, com excepcional relação custo-benefício). Por sua vez, em São Paulo, os tintos à base de Syrah da Guaspari são cada vez mais procurados.

No entanto, a força do Brasil está sem dúvida nos seus espumantes, tendo como líderes  PizzatoCave GeisseCampos de Cima e vários outros pequenos produtores de peso. Hoje, essa categoria tem reconhecimento internacional – tanto é que, pela primeira vez, são exportados para Inglaterra e EUA – e, finalmente, estão começando a receber o mérito devido dentro do próprio país: só em 2018, a venda dos espumantes nacionais subiu mais que 50% com relação ao ano anterior.

Se a tributação interestadual for resolvida ou simplificada no próximo ano, o consumo do espumante nacional poderia explodir. (Hoje tem um imposto de ICMS/ST de 40% arrecadado de um vinho do sul que entra em SP, MG ou RJ, muito oneroso para produtores artesanais).

Vamos torcer para que aconteça. Também vamos tomar uma taça ou outra a mais para comemorar o início de um novo ano com tantas previsões de novidades para os winelovers.Tim-Tim!”