Home Theater: dicas para montar uma sala de cinema em casa

Imagem, som e conforto. Essa é a combinação ideal para você montar a sua própria sala de cinema em casa. Seja em uma sala multifuncional ou em um ambiente dedicado especialmente para a família assistir a filmes, séries, esportes e também para os videogames, os itens indispensáveis são um sofá superconfortável, um ótimo sistema de som e uma excelente TV – ou até mesmo um projetor.

1- Escolha uma TV excelente

A maioria das TVs de LED disponíveis no mercado e basicamente todos os aparelhos OLED e QLED são SmartTVs: têm acesso à internet, podem receber aplicativos, games, conectar-se e compartilhar conteúdos com smartphones. TVs mais antigas também podem “ficar inteligentes” com o uso de devices como o Fire TV ou um videogame de última geração.

Falando de resolução, é preciso entender que quanto mais pixels, melhor a qualidade da imagem. Uma tela HD (high definition) tem 1280×720 pixels na proporção 16:9, enquanto a Full HD tem 1920×1080. Já a 4K, também chamada Ultra HD, tem 3840×2160 pixels, uma imagem com qualidade quatro vezes maior do que a Full HD.

Nosso mercado também já conta com as primeiras TVs e monitores 5K, com definição 5120×2160 pixels, enquanto feiras de tecnologia já apresentaram aparelhos 8K Full Ultra High Definition, com 7680×4320 pixels. Enquanto isso, os projetores mais acessíveis no mercado nacional ainda são Full HD, mas já há uma boa oferta de 4K por preços interessantes.

Já a escolha do tamanho da TV depende do ambiente e da distância até os assentos, para que a experiência seja confortável. Especialistas e arquitetos falam em pelo menos três metros, porém, com as TVs de altíssima definição, uma distância menor não compromete a qualidade da imagem nem causa desconforto.

As marcas recomendam a distância de, no mínimo, duas vezes a diagonal da tela. Por exemplo, uma TV de 42” tem 107cm na diagonal, então a distância ideal do aparelho ao sofá seria de cerca de dois metros; para uma TV de 50”, a distância confortável seria de 2,5 metros.

 

2- Escolha um ótimo sistema de som

Depois da imagem, o som. Apesar de satisfatória, a experiência de cinema não será completa apenas com o sistema de áudio da TV. E assim como na TV, o tamanho do ambiente pode determinar a necessidade de um home theater mais ou menos potente.

Para salas menores, um sistema 5.1 (que possui cinco caixas e um subwoofer) deve ser mais do que suficiente. Um ambiente dedicado e isolado vai pedir um equipamento 7.1 (sete caixas e o subwoofer), também com maior potência. Ambos criam um ambiente de áudio mais realista, o chamado som surround ou holográfico.

As caixas devem ser espalhadas pela sala e podem até ser fixadas no teto, em especial para o som traseiro, para um efeito surround mais eficaz.

Para uma sala pequena, uma soundbar de qualidade, que consegue emular o som surround de sistemas 3.1 e 5.1, pode ser suficiente e não causar desconforto auditivo.

Os home theaters mais novos possuem conexão bluetooth com smartphones e outros aparelhos, o que permite criar um sistema de som no ambiente, transmitindo música do celular, por exemplo, sem utilizar a TV.

Em relação à acústica da sala de cinema, madeira, tapetes e estofados funcionam bem como isoladores. Por outro lado, espelhos, vidros e pisos frios vão prejudicar a experiência na qualidade do som.

3- Escolha um ótimo sofá e poltronas

Para uma sala de cinema exclusiva, você pode investir em poltronas reclináveis, cadeiras confortáveis com banquetas e pufes para apoiar os pés, ou sofás amplos e com chaise, para criar uma experiência do maior conforto possível.

Já num espaço que também funciona como sala de estar, uma boa escolha pode ser um sofá retrátil e reclinável, que seja versátil para o dia a dia da casa, sem tornar-se um monstro espaçoso, e confortável para as noites de cinema, esportes e games.

O conforto também está no material dos estofados: sofás e poltronas de tecidos são mais gostosos no toque do que couro, por exemplo, e também ajudam na acústica.

4- Cuidados com a iluminação

O escurinho do cinema é importante para a experiência completa. Dependendo da luz natural do ambiente, cortinas blecaute podem ajudar a controlar a claridade. Elas serão essenciais caso a opção tenha sido por um projetor. Mesmo os equipamentos mais potentes exigem que o ambiente esteja quase 100% escuro para entregar a qualidade total.

Por outro lado, uma boa sala de cinema e games pede iluminação indireta, com luz mais quente e aconchegante. A solução pode estar em spots instalados no teto e paredes ou abajures e luminárias de chão, para direcionar para as paredes.

Paredes de cores mais escuras – ao menos a que fica atrás da TV – ou com papel de parede também ajudam na imersão.

Qual o melhor subwoofer para o meu home theater

Diante de diversas opções e estilos de subwoofers à venda no mercado, uma das dúvidas mais comuns de quem vai comprar um modelo é sobre o tipo mais adequado para a sua sala: front-firing (imagem ao lado) ou down-firing? Com um ou dois falantes?

Tanto as caixas com woofer à frente do gabinete (front-firing) quanto aquelas com falante voltado para baixo (down-firing) podem ser utilizados com excelentes resultados. Tudo depende da qualidade do seu projeto, do amplificador interno e do seu gabinete.

Embora não seja o ideal quando se busca melhor desempenho nos graves, subwoofers do tipo front-firing podem ser instalados dentro de um móvel, desde que a caixa fique em contato direto com o piso (falso) ou sobre uma pedra de granito ou mármore.

Já os do tipo down-firing (imagem ao lado) têm a vantagem de oferecer maior liberdade de posicionamento, porém fora do móvel. Contudo é bem mais fácil encontrar um local na sala para um down-firing, a fim de obter o melhor impacto e propagação de ondas.

Quanto aos modelos com o chamado radiador passivo (imagem abaixo), na verdade um cone de woofer sem o conjunto magnético para impulsioná-lo, é usado para reforçar os graves em uma determinada faixa de frequências.

Isso acontece quando os baixos produzidos pelo woofer normal do sub atingem a frequência de ressonância do radiador passivo, fazendo com que este se desloque para frente e para trás como se fosse um woofer normal.

Assim como nos subs down-firing e front-firing, modelos com radiador passivo podem ser muito bons, desde que projetados com competência. Conclusão: nada como um teste de audição para escolher um bom subwoofer, independente de sua técnica de construção.

Confira dicas para montar um cinema com produtos High End na sua casa

Você não precisa mais sair de casa para ver um filme com qualidade High End. Com a automação residencial já é possível ter um cinema com qualidade de imagem e de som dentro da sua casa.

A tecnologia residencial veio para aproximar cada vez mais os moradores. Aproveitar os momentos em família com muito mais peculiaridade e emoção já é um realidade para muitas famílias. Além de ser personalizável, a automação residencial WI-FI é versátil e muito prática.

Você conhece a nomenclatura High End?

O termo high end é extensamente utilizado no mercado. Ele pode ser usado para categorizar os produtos que são produzidos quase de forma artesanal, que trazem o conceito de luxo, sofisticação, exclusividade e alta performance.

Confira algumas dicas de como montar um verdadeiro Home cinema em casa

Tenha sempre cuidado com marcas muito novas

Não é muito aconselhável investir em equipamentos de uma marca nova, que receberam boas críticas em apenas uma ou duas publicações, e em apenas um ou dois produtos.

Ainda pior é quando o único entusiasta e avalista da marca é o vendedor ou representante, e este não tem o produto para demonstração. Como identificar e escolher os equipamentos que mereçam a classificação de high end?

Escolher marcas renomadas, com produtos bem avaliados e com um histórico longo de excelentes produtos high end, são uma escolha muito mais sensata. Mas é sempre bom conseguir tirar as próprias conclusões e ser o juiz final do produto ou sistema que está pensando adquirir.

 

Quando analisar o seu futuro sistema de áudio e vídeo, há alguns pontos que precisam de atenção para fazer a escolha correta:

1. O equilíbrio geral do som é bom, os instrumentos e vozes soam naturais, reais. Sem predominância de uma faixa de frequências sobre outras?

2. Os graves não soam anêmicos, ou retumbantes, não há sobreposição sobre outras frequências. As notas soam limpas e articuladas?

É possível distinguir claramente o som do bumbo da bateria de as notas do contrabaixo. Os tímpanos de orquestra possuem aquele som metálico característico, possuem bom ataque e velocidade, são claramente delineados?

3. Os médios devem ser líquidos, doces, e acariciar seus ouvidos, as vozes devem ser naturais, sem nasalização ou estridência e os sons instrumentais devem ter seus timbres preservados, com bom corpo e presença. E não apagados e distantes.

Devem soar tão naturais como o violão acústico que aquele seu amigo insiste em tocar nas reuniões em que rola aquele MPB nostálgico, aquele sambinha improvisado!

4. E os agudos? Ah, estes devem ser suaves e extensos, sem nenhum traço de metalização ou sibilância, devem ficar no ar, etéreos, pairando e esvanecendo lentamente em um palco infinito…

5. Se o equilíbrio tonal é bom, meio caminho está andado. Mas não é tudo! Por exemplo, mini monitores de estúdio possuem bom equilíbrio e timbre, mas, por utilizarem woofers de pequenas dimensões, não apresentam a extensão e potência acústica necessárias nas baixas frequências para uma reprodução adequada dos graves.

Como aliar a automação residencial com sistemas de som e home theaters?

Através da interligação de sistemas inteligentes aos equipamentos já existentes no mercado, os quais podem ser mais ou menos avançados, de acordo com as suas preferências e o valor que será investido para a aquisição e instalação.

Quando se fala sobre um sistema de som ou um home theater, é comum se lembrar de marcas como Sony, Samsung e LG, as quais possuem produtos de altíssima qualidade, mas não para por aí. Quem demanda uma qualidade de som e imagem mais robusta para se adaptar à automação residencial, encontra opções interessantes das marcas citadas e de outras mais comuns no mercado, mas é possível subir ainda mais na escala de qualidade.

automação residencial

As caixas de som  são desenvolvidas para oferecer um som altamente realista, puro e concentrado, com uma performance acústica totalmente personalizável e que pode superar (ou ao menos igualar) o que de melhor você já escutou em sua vida. Sistemas dedicados de home theater, com áudio e imagem, podem superar os R$ 20 mil e são compostos de equipamentos de altíssima definição, resolução e qualidade, capazes de trazer uma verdadeira experiência de cinema para a sua casa. Ainda existem opções mais avançadas, conhecidas como Hi-End, ou seja, o melhor que a tecnologia atual pode trazer. Nesse caso, os valores podem superar os R$ 100 mil e, é claro, apresentar um resultado fora do normal para quem optar por ele.

Como integrar a automação residencial a tais soluções?
A tecnologia disponível atualmente, principalmente no que tange aos equipamentos de maior qualidade, permitem a integração dos aparelhos, equipamentos e acessórios com a automação de residências.

Com isso, é possível programar um determinado horário para que o home theater seja inicializado, em conjunto com todas as caixas de som do ambiente, por exemplo. Outras possibilidades são o controle centralizado das aplicações do home theater e dos sistemas de som, o que torna a sua vida muito mais fácil, sem a necessidade de ter que ficar com uma série de controles no sofá ou na poltrona.

Tire suas dúvidas sobre sistemas de som para ter uma sala de cinema em casa

Acompanhe mais detalhes sobre sistemas de som para ter uma sala de cinema em casa com automação residencial, e veja por que criar uma sala de cinema em casa. Graças ao padrão estéreo adotado pela indústria, e à evolução das tecnologias de capital de áudio, hoje, o número de caixas pode ser potencializado, o que acaba gerando muitas dúvidas entre os consumidores.

Os sistemas são marcados por números, como 5.1 e 7.1, por exemplo, em que o número da esquerda representa a quantia de canais de áudio do aparelho, enquanto o número da direita diz respeito à quantidade de subwoofers (usados para reproduzir sequências mais graves, de 20Hz a 200Hz).

sistemas de som para ter uma sala de cinema em casa

 

O sistema 5.1

A partir dos avanços tecnológicos dos anos 70 e 80, o mercado passou a oferecer os sistemas de áudio 5.1. Quando aplicados em cinemas, otimizam consideravelmente a sensação de imersão ao que está sendo exibido. É possível, por exemplo, perceber o barulho de carros por uma estrada, e até mesmo a diferença entre um tiro dado à direita ou à esquerda da câmera.

No geral, essas caixas são acopladas ao redor dos ouvintes. Uma é deixada à frente das pessoas (com o subwoofer ao seu lado).

As caixas laterais, por sua vez, ficam divididas, com duas atrás dos espectadores e duas à frente. Isso para que, durante uma cena de ação, seja possível identificar a movimentação dos atores e objetos, mesmo se o expectador estiver de olhos fechados.

O sistema 7.1

Esse sistema conta com sete caixas e um subwoofer, e é a última tecnologia de execução de sons com extrema fidelidade. O 7.1 é a melhor pedida para exibir filmes Blu-ray, já que consegue destacar cada faixa sonora em uma caixa específica. Mesmo sendo mais caros, os home theaters com 7 canais possibilitam uma experiência sonora muito mais imersiva e realista durante a exibição do filme.

sistemas de som para ter uma sala de cinema em casa

Sistemas de áudio: mono, estéreo e surround

Ao longo do tempo, os sistemas de áudio se fragmentaram entre os monofônicos, estéreos e surround. Hoje, o mono se limita a aplicações que não demandam áudio de alta definição (como autofalantes usados em boa parte dos telefones e interfones).

Conta com apenas um canal para transmitir as frequências de áudio, ou seja, emite as mesmas frequências independentemente do número de caixas usadas. Os sistemas estéreos são mais modernos e possibilitam que o áudio seja divido entre várias caixas.

Essa tecnologia possibilitou gravações de sons que simulam três dimensões no cinema. Ao fragmentar o áudio entre duas fontes sonoras (à esquerda e à direita), a experiência se torna bem mais real. Já o surround eleva tanto a quantidade de canais de recepção quanto de emissão de som. Chega a ter até 7 canais e, por isso, proporciona uma simulação que possibilita total imersão e sensação de realidade.

As mordomias de criar sala de cinema em casa

Curtir uma sessão de cinema é uma delícia, mas melhor ainda é apreciar uma pipoca, som de qualidade e imagem de última geração sem ter que sair de casa. Nesse sentido, o filme pode ser apreciado por você e seus amigos com conforto, aconchego e no melhor horário para todos.

Hoje, é possível ter toda a tecnologia cinematográfica em sua residência por meio da automação residencial.

Como criar uma sala Home Theater de alta definição?

Existem diversas opções para você montar um sistema de Home Theater para sua sala, desde soluções mais básicas e compactas até sistemas Hi-End para aqueles que desejam áudio e vídeo de altíssima definição.

Assim como qualquer tecnologia (computadores, celulares, carros, etc), o preço de cada equipamento evolui conforme os recursos oferecidos. Recomendo que você veja e escute pessoalmente para conhecer as diversas soluções no mercado para montar uma sala Home Theater de alta definição.

A primeira pergunta é se você pretende ter uma sala dedicada para o Home Theater ou se você utilizará um ambiente integrado com a sala de estar ou de jantar. É importante essa definição para avançarmos para a próxima fase, onde basicamente seu sistema de Home Theater será divido em duas partes: Áudio (Caixas Acústicas) e Vídeo (TV e Projetor).

Como criar uma sala Home Theater de alta definição?

Como escolher caixas acústicas para uma sala de Home Theater?

Tão importante como a qualidade do Áudio, é o design das Caixas Acústicas para a sua Home Theater da sua sala. É fundamental que você goste do design e que as Caixas Acústicas valorize a decoração do seu ambiente.

A configuração básica de Áudio para uma sala Home Theater é o sistema 5.1, ou seja, 5 Caixas Acústicas e 1 Subwoofer (existem outras configurações, como 2.1, 7.1 e 7.2). Cada uma das 5 caixas acústicas do Home Theater tem uma função especifica para reproduzir de maneira real som que você está escutando, por isso elas são diferentes fisicamente.

É formado por uma Caixa Central, duas Caixas Frontais e Duas Caixas Surrounds (traseiras). Já o Subwoofer pode ficar localizado na frente ou atrás da sua sala, e este equipamento tema função de reproduzir o som mais grave.

Listamos abaixo os modelos disponíveis de Caixas Acústicas para uma sala Home Theater:

  • Caixas Acústicas Torre
  • Caixas Acústicas Bookshelf
  • Caixas Acústicas Compactas
  • Caixas Acústicas In Ceiling (gesso)

Projetor, TV ou ambos no seu projeto de Home Theater

  • Projetor, TV ou ambos no seu projeto de Home Theater

    Através do projetor para Home Theater é possível criar uma tela muito maior que um Televisor, ou seja, 100 polegadas, 120 polegadas, 150 polegadas e por ai em diante, como em uma sala de cinema. Estes Projetores precisam ser de Alta Definição para que a qualidade seja diferenciada e você possa ter um efeito fantástico na sua sala de Home Theater.

    A imagem dos Televisores possuem mais brilho, e diferentemente dos Projetores, funcionam muito bem em um sala com iluminação mais clara. Por esse motivo, caso você não tenha uma sala Home Theater dedicada e que possa ser fechada quando você for utilizar seu sistema, recomendamos a utilização de Projetor e TV no mesmo ambiente.

    Atualmente já existem Televisores acima de 85 polegadas no mercado brasileiro, porém ainda é uma tecnologia com preços mais elevados.

 

  • Outros equipamentos para compor seu sistema de Home Theater

    Após a definição das Caixas Acústicas e o sistema de Vídeo para sua sala Home Theater, será necessário um Receiver (amplifica e distribui o Áudio e Vídeo) e demais equipamentos a serem conectados no seu Home Theater, como Blu-Ray/DVD Player, Apple TV, Video Game, Computador, etc.

    De uma forma básica, o Receiver é definido através da potência que ele possui para alimentar as Caixas Acústicas e pela quantidade de entradas e saídas de vídeos (digitais e analógicas) para conectar seus equipamentos complementares.

    Recomendamos também a utilização de um Condicionador de Energia para proteger todos seus equipamentos de uma oscilação bruta de energia que possa causar danos aos seus
    equipamentos na sala de home theater.

Como escolher a melhor TV para Área Externa – Varanda, Piscina, Churrasqueira

Uma das grandes tendências para as residências é o entretenimento nas áreas externas, como varandas, piscinas e churrasqueiras. Cada vez mais as pessoas estão recebendo convidados em suas casas seja para um simples almoço em família ou até mesmo para uma grande festa. Com o avança da tecnologia, existem muitas opções para que você tenha um espaço diferenciado com TV para área externa que irão surpreender qualquer convidado.

O ponto principal de qualquer sistema de entretenimento para área externa é a TV. Seja
para um evento esportivo ou um grande Show, você deseja um televisor grande, com brilho, alta definição, e com proteção para tv em área externa que a torne capaz de suportar diversas condições climáticas: calor, frio, chuva (resistente à água), umidade e vento.

Qual TV para Área Externa escolher?

Existem basicamente dois tipos de soluções para assistir TV na área externa: você pode escolher um Televisor que foi produzido especificamente para qualquer condição climática ou colocar um Televisor comum dentro de uma estrutura que suporte qualquer clima e seja à prova d’água. Sua decisão deverá ser baseada no seu orçamento, qualidade e estética que você desejar.

Em relação ao Custo, um Televisor para área externa de 42’’ custa aproximadamente US$3.000,00. Já uma proteção específica para um Televisor comum custa em torno de US$400,00 (preço sem impostos, frete, etc), entretanto, pode ser necessário instalar alguma ventilação extra ou controle de umidade na proteção para tv em área externa. Os dois modelos são resistentes à água e podem suportar diversas condições climáticas e ventos fortes.

Os dois modelos são resistentes à água e podem suportar diversas condições climáticas e ventos fortes.

Quando o assunto é a qualidade e alto desempenho, TVs para áreas externas levam vantagem uma vez que a tela e definição de imagem foram preparados para oferecer a melhor qualidade para um ambiente externo. Vidro antirreflexo e com cores vivas podem ser assistidos até nos dias mais ensolarados.

Sem dúvida a estética de um Televisor para Área Externa é muito melhor do que qualquer capa ou proteção para um Televisor comum, por isso vale a pena pensar no seu orçamento para não investir em algo que no futuro não combine com a decoração da sua casa ou não te agrade, sendo possível encontrar a melhor proteção para tv em área externa sem sacrificar o design.

Mono, estéreo e surround: entenda a diferença entre os módulos de som

Mono, estéreo e surround. Três módulos de som e inúmeras possibilidades para criar uma atmosfera cinematográfica especial e envolvente em casa. Além de possibilitar uma experiência ímpar para ouvir músicas.

Atualmente, os novos serviços de stream de vídeo e de música possuem tanto material para entretenimento que é preciso saber escolher os melhores recursos para aproveitá-los ao máximo. Então, para começar, é preciso conhecer e compreender os recursos de áudio. Assim, hoje vamos explicar a diferença entre os módulos de som: mono, estéreo e surround. Confira:


Mono, monoaural ou monofônico

Esse som mais conhecido como mono, como o próprio nome sugere, tem como característica a reprodução e a captação por um único canal. Um canal simples como um microfone, ou outro aparelho. Em TVs, rádios, amplificadores, um mesmo som idêntico sai por ambas as caixas. Apesar de sua aparente simplicidade, o som mono tem suas vantagens, afinal ele consegue sustentar a reprodução de áudio de uma maneira uniforme e retilínea. Portanto, é perfeito para fãs de bandas clássicas como “The Beatles” para ouvir com profundidade máxima e sentir a essência da amplitude musical.

Som estéreo ou estereofônico

Ampliando as possibilidades do som mono, o estéreo utiliza dois canais diferentes que, em sincronia, reproduzem o áudio. Assim, são divididos em dois canais:

L – Em inglês left; em português: esquerda

R – Em inglês rigth; em português: direita

É o tipo de som reproduzido nos fones de ouvido e que vem marcado comas letras L e R.

O estéreo possibilita ouvir os diferentes instrumentos musicais e os diferentes sons da gravação em canais alternados, conforme o som foi gravado no momento. Então, há melhor percepção de cada detalhe de cada tipo de som e até das diferentes notas musicais alcançadas em um vocal.

Surround ou multicanal

Inovando, o surround eleva a quantidade de canais de recepção e emissão de som. Além dos dois canais do som estéreo o som multicanal chega a ter até 7 canais. O som passa a ser interpretado de duas para três dimensões. Preenchendo então, o ambiente em que é reproduzido por completo, em 360 graus, proporcionando uma simulação que permite uma completa imersão e sensação de realidade.

Com diferentes pontos focais de reprodução sonora há possibilidades de simular uma banda tocando ao vivo, cada caixa reproduzindo uma voz, um instrumento.

Por ser o mais moderno módulo de som ele está presente hoje nas TVs de última geração e nos aparelhos de home theaters. Esses aparelhos já são fabricados e pensados para proporcionar a mais mágica atmosfera cinematográfica possível e as mais reais sensações em termos de música.

Enfim, temos três tipos de som, várias possibilidades e estilos diferentes que se adaptam às necessidades e desejos de cada um. Do clássico com o módulo mono ao mais moderno com o módulo de som surround, cada um com suas características proporciona diferentes atmosferas sonoras.

Como a automação residencial beneficia a acessibilidade aos deficientes físicos

A automação residencial já foi vista como sinônimo de comodidade, mas hoje em dia a evolução acerca desta tecnologia traz a seus usuários opções que visam inúmeros benefícios. Particularmente a idosos e deficientes físicos, a automação residencial e acessibilidade caminham lado a lado e estão realmente impactando a forma de viver destas pessoas, que tornam-se aptas a realizar tarefas cotidianas antes impossíveis ou extremamente complicadas, com simples toques na tela de dispositivos móveis ou com mecanismos utilizando sensores.

automação residencial beneficia a acessibilidade aos deficientes físicos

A acessibilidade para deficientes físicos

Embora em crescimento, a quantidade de residências que utilizam a automação residencial em prol de pessoas com alguma deficiência física ainda é pequena, o principal fator é a falta de informação a respeito dos benefícios que esta tecnologia proporciona.

Ambientes pensados para casos específicos permitem controlar a iluminação, portas, aparelhos eletrônicos, banheiras e até mesmo móveis, que muitas vezes eram inalcançáveis e agora deixaram de ser um obstáculo graças a autonomia que os usuários passaram a ter com as últimas inovações do mercado.

Residências automatizadas tornam a vida de pessoas que possuem alguma deficiência muito mais práticas e, em alguns casos, praticamente igual à de quem não necessita de tais ferramentas. Um dos grandes benefícios da automação residencial é a versatilidade, que pode adequar sistemas personalizáveis a cada necessidade apresentada. A seguir, podemos conferir alguns dos exemplos mais comuns de ferramentas voltadas para a acessibilidade.

automação residencial beneficia a acessibilidade aos deficientes físicos

Controle de iluminação

As formas de controlar a iluminação de toda a residência estão entre as mais usuais e úteis ferramentas da automação residencial. Opções mais simples permitem o controle de todas as luzes em um único sistema fixo, mas os mais procurados ficam em torno de controle remoto, principalmente os que utilizam smartphones para tal função.

Com uma interface intuitiva, é possível controlar de forma rápida todas as luzes da residência, seja do ambiente interno ou externo. Para aqueles que necessitarem de algo mais automático, a instalação de sensores de movimento também aciona os mecanismos de iluminação com a presença nos cômodos da casa, desligando-se com a ausência dos usuários.

Portas automatizadas

Embora a opção de portas automáticas, similares às encontradas em ambientes comerciais, seja prática e conhecida, outras opções têm mais destaque nesta área. Controladas por dispositivos portáteis, já é possível abrir, fechar ou manter da forma desejada todas as portas da residência. Além disto, visando a segurança, um único sistema integrado também permite trancar as portas e utilizar câmeras para conferir a presença de pessoas próximas a elas.

Janelas

Para facilitar e tornar mais agradável a vida de deficientes físicos, a manipulação remota de cortinas e persianas é uma ferramenta que facilita muito o dia-a-dia. Um dos atrativos desta tecnologia é estar integrado com as demais em um único aplicativo, possibilitando o controle das janelas, juntamente com a iluminação para realizar tarefas específicas, como assistir televisão, por exemplo.

automação residencial beneficia a acessibilidade aos deficientes físicos

Acessibilidade na cozinha

Um dos maiores obstáculos para deficientes físicos e também pessoas idosas está no alcance a determinados objetos, principalmente os presentes na cozinha, que são frequentemente requisitados. Com mecanismos que movimentam armários para níveis de altura mais baixos, é possível ter todos os utensílios ao alcance, podendo assim que se queira restaurar tudo à posição original. Com botões em controladores fixos na parede ou mesmo dispositivos portáteis, a movimentação destes objetos torna-se algo muito simples de ser realizado.

Mesmo com os exemplos citados que já proporcionam inúmeras funcionalidades aos usuários, há muitas outras que podem se adequar a cada necessidade e tornar muito mais acessível a vida de todas as pessoas, fazendo da tecnologia uma grande aliada no cotidiano quando se trata de necessidade, comodidade, segurança e lazer.

É possível ter um Home theater em ambientes pequenos?

Muitas pessoas nos pergunta se é possível ter um Home theater em ambientes pequenos?A boa notícia é que, com cuidado especial na escolha dos móveis e dos equipamentos, dá para montar um home theater em ambientes pequenos. Mas, no geral, a maioria das salas costuma ter entre 15m2 e 20m2. Independente da medida exata que você pode destinar ao cinema doméstico, a necessidade de se adaptar aos pequenos ambientes acompanha grande parte dos brasileiros.

Como é possível ter um Home theater em ambientes pequenos

é possível ter um Home theater em ambientes pequenos

Para ajudar nessa tarefa, selecionamos dez boas dicas, das muitas perguntas que recebemos e que mostram como enfrentar a falta de espaço com criatividade, bom gosto e aproveitando ao máximo cada centímetro da casa sem prejudicar a performance do sistema.

TV 3D combina com salas pequenas
Por apresentarem menor distância entre os pixels (pontos que formam a imagem), os TVs com resolução Full-HD (hoje, a maioria dos modelos à venda) são mais indicados para salas pequenas. Destes, boa parte já é compatível com imagens em 3D, cujo efeito é valorizado quando o espectador se mantém mais perto da tela. A distância ideal para aumentar o impacto e a profundidade das imagens tridimensionais varia de pessoa para pessoa.

Um ponto de referência é optar por TVs 3D com definição Full-HD (1.920 x 1.080p, a mesma dos discos Blu-ray) de 40” a 43” para salas de 10m2 a 15m2. Mas a melhor escolha depende mesmo é da experimentação: teste telas de alguns tamanhos diferentes até encontrar aquela que proporcione uma agradável e envolvente visualização das imagens 3D quando você se posicione à mesma distância em relação ao sofá da sua casa.

Com isso, o cérebro pode fundir adequadamente as imagens destinadas a cada olho (para gerar o efeito 3D), sem provocar tonturas e enjôos nos espectadores mais. Dica: quando a tela fica presa em um painel na parede, é possível aumentar ainda mais a distância em relação ao sofá, o que é sempre bem-vindo em ambientes compactos. Já existem suportes que mantém o televisor a menos de 2cm da parede, mas precisam de mão de obra especializada para a correta e segura passagem dos cabos, evitando interferências.

é possível ter um Home theater em ambientes pequenos

Aproveite bem o espaço do móvel
Quanto menor a sala, maior a necessidade de planejar o móvel do home theater, aproveitando cada nicho e cada gaveta para acomodar equipamentos, caixas acústicas e coleções de discos. No caso dos móveis sob medida, o ideal é o arquiteto e o instalador conversem entre si, para que a peça seja produzida levando em conta as medidas de todos os aparelhos (com certa folga nos nichos para evitar problemas de superaquecimento) e os hábitos dos moradores.

Disponíveis para pronta entrega, os racks também podem acomodar bem o home theater em áreas com espaço reduzido. Rodízios, para facilitar a limpeza, e acabamento em metal, deixando o visual mais moderno, são alguns diferenciais que costumam acompanhar esse tipo de solução. Verifique ainda se existe um fundo falso, para ter rápido acesso às conexões sem comprometer o fator estético.

Caixas invisíveis: também nos canais frontais
O uso de caixas embutidas na parte frontal da sala sempre foi visto com certo receio por parte dos instaladores. O motivo é simples: para garantir o envolvimento sonoro no home theater, é importante que o áudio emitido pelos canais frontais e principalmente os diálogos reproduzidos pelo canal central sejam direcionados para os espectadores.

Isso é difícil de se conseguir com caixas embutidas, que são fabricadas para privilegiar acima de tudo o visual da sala. Mas nem todas são iguais: existem modelos com tweeter (e até woofer, em alguns casos) pivotante (móvel) e caixas motorizadas (que descem do teto apenas nas sessões de filmes, formando um ângulo de até 45o com o forro de gesso).

Na mesma linha, surgiram as caixas de embutir com painel angulado, solução com custo-benefício atraente que vem sendo muito adotada em salas pequenas. Com um desenho interno que aloja os falantes na lateral do gabinete, essas caixas permitem o correto direcionamento dos sons frontais para a área de audição.

Caixas flat: finas como o TV
Seguindo o conceito de economizar espaço, as caixas flat, que acompanham o mesmo visual e profundidade dos TVs de tela fina, surgem como excelente alternativa. Embutidos na parede, esses modelos deixam a sala moderna, leve e bonita.

Dica: verifique se as caixas frontais do tipo flat foram instaladas na mesma altura do televisor, que precisa ficar bem no meio dos canais frontais. Já a central deve ficar logo abaixo do TV, na direção do ouvido dos espectadores quando sentados no sofá, e centralizada em relação a esse aparelho e às outras duas caixas.

Integração com home office
Graças à convergência tecnológica, está cada vez mais fácil integrar áudio, vídeo e informática em um mesmo ambiente, por menor que seja. Em uma suíte de 20m2 em São Paulo (foto abaixo), o espaço onde fica a bancada do home office também foi planejado para receber o TV de 40”, o decoder de TV paga e até o condicionador de energia, destinado à proteção do sistema.

O som chega ao casal de moradores a partir das caixas acústicas de embutir, que fazem parte do projeto de sonorização ambiente. Apoiado na bancada, o notebook pode ser utilizado simultaneamente para adiantar as tarefas do dia seguinte e para garantir o compartilhamento de filmes e shows na tela grande através da rede doméstica Wi-Fi (via recurso DLNA, presente nos dois aparelhos), sem o uso de cabos.

é possível ter um Home theater em ambientes pequenos

Luzes diferentes para cada ocasião
Nem sempre é possível montar o home theater em uma sala exclusiva, sobretudo em imóveis pequenos. O mais comum é aproveitar parte do living para o sistema de áudio e vídeo. O fato de ser geralmente a área mais espaçosa e versátil da casa também pesa contra esse cômodo em alguns aspectos, como na hora de definir a iluminação adequada.

Enquanto as sessões de filmes pedem pouca (ou nenhuma) luz, as atividades na sala de estar ou de jantar, também integradas ao living, pedem iluminação mais forte e diferenciada. Ao adotar um prático sistema automatizado, você pode alterar completamente a iluminação do living de acordo com a ocasião. Basta programar (com a ajuda de um instalador) cenas de luz, que são acionadas a partir de um único toque no controle remoto ou painel de parede.

Subwoofer sim, mas sem chamar muita atenção
O uso do subwoofer (em geral a maior caixa do sistema), também é obrigatório nos pequenos ambientes, que costumam apresentar caixas compactas, mais limitadas na reprodução das baixas frequências.

Cabe ao subwoofer complementar o trabalho dos canais frontais nessa tarefa, distribuindo os sons graves de maneira correta e homogênea pela sala. Para desempenhar bem esse papel sem chamar muita atenção, a dica é posicionar o subwoofer no canto do móvel, perto dos canais frontais e em contato direto com o piso, evitando vibrações no móvel. Se não for possível atender à última recomendação, procure, pelo menos, acomodar o sub em um nicho com fundo falso ou sobre uma base sólida de granito ou mármore.

é possível ter um Home theater em ambientes pequenos

Sistema integrado: praticidade sob medida
Modernos, completos e fáceis de instalar, os sistemas integrados de home theater são (em sua maioria) fabricados para pequenos espaços. Na mesma embalagem, costumam apresentar um módulo DVD (ou Blu-ray)/receiver e um conjunto de caixas acústicas – para salas pequenas, dê preferência aos modelos 5.1, com duas caixas surround.

Embora não apresentem o mesmo rendimento e opções de ajustes/conexões dos sistemas com receiver e caixas acústicas independentes, esses kits podem surpreender na praticidade e no belo visual.

Soundbar: envolvimento com uma única caixa
Com os ambientes ficando cada vez menores (e o consumidor querendo se livrar ao máximo das reformas), os sistemas que trazem caixas do tipo soundbar vem conquistando seu espaço.

O princípio é simples: uma única caixa (ou duas, quando o subwoofer está presente) com falantes que simulam o envolvimento surround de um home theater completo. Bastante indicado para pequenos quartos, por exemplo, esse tipo de solução vem sendo explorado por vários fabricantes, como Philips, Samsung, LG e Panasonic. Alguns modelos mais sofisticados incluem até um leitor de Blu-ray 3D.

Sofá em L com projetor: mais gente, menos espaço
Encostar o sofá na parede é uma solução muito útil quando se quer aumentar ao máximo a distância entre o espectador e a tela. E se a ideia for aumentar o número de assentos, melhor optar por um sofá em L, aproveitando simultaneamente dois cantos da sala.

Tomando esse e outros cuidados quem sabe você também não pode adotar um telão no seu pequeno ambiente. Isso é possível, desde que você não exagere no tamanho da tela: já dá para instalar um modelo de 84”, por exemplo, em um cômodo de 20m2 (preservando pelo menos 4m de distância em relação ao espectador). E fique atento à resolução do projetor: além de superiores em qualidade, os modelos Full-HD não costumam revelar os pontos de formação da imagem nem mesmo quando os espectadores estão mais perto da tela.