Conheça o primeiro toca-fitas bluetooth

40 anos atrás, o Walkman cravou o hábito de ouvir música fora de casa, na rua e nos ônibus. Ele também fez seu papel para tornar a fita cassete a mídia popular do momento, algo que durou pelo menos até a metade dos anos 80, quando os CDs começaram a tomar a cena. Tudo isso para dizer: tem startup querendo trazer o toca-fitas de volta. E com um plus: o It’s Ok é um aparelho portátil que, além de trazer a tradicional entrada de 3,5mm para fones e headsets, também dá suporte para headphones sem fio.

Em outras plavras: a fabricante NINM Lab, de Hong Kong planeja ter uma alternativa ao iPod para quem curte ouvir música sem precisar lidar com compressão digital.

O intuito é mesmo atender a quem ama os anos 80: as cores claras, a tampa transparente que mostra a fita cassete dentro do sistema, o fato dele ser alimentado por pilhas AA. Esse tipo de coisa. Além disso, o aparelho traz até um gravador, caso você tenha algumas sobrando em casa e esteja querendo bolar uma mixtape retrô. O It’s OK deve vir acompanhado de pelo menos uma fita de 60 minutos.

Casas inteligentes e projetos sustentáveis andam juntos

Casas inteligentes e arquitetura sustentável andam juntas, sabia?  Ambas são uma boa alternativa para automatizar os espaços e trazer funcionalidade ao seu dia a dia.

Ao longo desse artigo você compreenderá o que são casas automatizadas e quais as principais tendências de tecnologia, mas antes, vamos compreender melhor o que caracteriza um projeto de arquitetura sustentável?

Afinal, o que são projetos sustentáveis? Bom, a arquitetura sustentável leva em consideração todo o ciclo de vida da edificação, com base no tripé da sustentabilidade: econômico, social e ambiental.

E casas inteligentes, o que as caracteriza? Vamos entender melhor sobre esse conceito, olha só.

O que são casas inteligentes?

Casas inteligentes são espaços com soluções integradas de tecnologia, oferecendo uma infraestrutura automatizada e avançada, a modo de suprir necessidades relacionadas ao conforto, segurança, praticidade qualidade de vida dos proprietários.

Também conhecidas como casas conectadas, casas automatizadas, casas autônomas, Smart Home ou Connected Home, este conceito surgiu no início do milênio, em meados de 2000, evoluindo bastante desde então, acompanhando os avanços tecnológicos.

Esse tipo de casa funciona a partir da automação de tarefas domésticas, sistema audiovisual, segurança e controle de energia, por exemplo.

O que fazer para ter uma casa inteligente?

Para que sua casa seja inteligente, há diversas possibilidades, mas existem algumas consideradas básicas que não podem faltar, como:

Trancas biométricas

As trancas biométricas são práticas e seguras, já que dispensam o uso de chaves e garantem a entrada de pessoas com as digitais cadastradas apenas.

Iluminação dimerizável

Lâmpadas dimerizáveis são aquelas que permitem a regulagem da intensidade e do brilho, interferindo diretamente na climatização do ambiente.

Cortinas automatizadas

Cortinas e persianas automatizadas permitem a abertura e o fechamento elétrico, trazendo conforto e comodidade.

Climatização automática

Nesse caso, o ambiente é climatizado automaticamente conforme a temperatura externa.

Internet of Things e o futuro das casas inteligentes

Internet of Things (IoT – Internet das Coisas) é um conceito que surgiu nos anos 1970, com a ideia de internet embutida ou computação generalizada, mas que foi evidenciado por Kevin Ashton em 1999.

Foi em 2010 que a IoT ganhou popularidade, tendo como principal função a conexão de dispositivos com a internet, podendo ser aplicada em segurança e eletrodomésticos, por exemplo.

Segundo a Microsoft, Até 2020 serão 30 bilhões de dispositivos conectados e uma casa inteligente será capaz de gerar 50 GB de dados diários. Além disso, estão previstos cerca de 220 milhões de dispositivos domésticos inteligentes controlados por voz até 2021!

Falando em futuro, quais as principais tendências de casas inteligentes?

 

Como montar uma sala Home Theater de alta definição?

Existem diversas opções para você montar um sistema de Home Theater para sua sala, desde soluções mais básicas e compactas até sistemas Hi-End para aqueles que desejam áudio e vídeo de altíssima definição.

Assim como qualquer tecnologia (computadores, celulares, carros, etc), o preço de cada equipamento evolui conforme os recursos oferecidos. Recomendo que você veja e escute pessoalmente para conhecer as diversas soluções no mercado para montar uma sala Home Theater de alta definição.

A primeira pergunta é se você pretende ter uma sala dedicada para o Home Theater ou se você utilizará um ambiente integrado com a sala de estar ou de jantar. É importante essa definição para avançarmos para a próxima fase, onde basicamente seu sistema de Home Theater será divido em duas partes: Áudio (Caixas Acústicas) e Vídeo (TV e Projetor). Veja mais detalhes abaixo.

 

Como escolher caixas acústicas para uma sala de Home Theater?

Tão importante como a qualidade do Áudio, é o design das Caixas Acústicas para a sua Home Theater da sua sala. É fundamental que você goste do design e que as Caixas Acústicas valorize a decoração do seu ambiente.

A configuração básica de Áudio para uma sala Home Theater é o sistema 5.1, ou seja, 5 Caixas Acústicas e 1 Subwoofer (existem outras configurações, como 2.1, 7.1 e 7.2). Cada uma das 5 caixas acústicas do Home Theater tem uma função especifica para reproduzir de maneira real som que você está escutando, por isso elas são diferentes fisicamente.

É formado por uma Caixa Central, duas Caixas Frontais e Duas Caixas Surrounds (traseiras). Já o Subwoofer pode ficar localizado na frente ou atrás da sua sala, e este equipamento tema função de reproduzir o som mais grave.

Listamos abaixo os modelos disponíveis de Caixas Acústicas para uma sala Home Theater:

  • Caixas Acústicas Torre
  • Caixas Acústicas Bookshelf
  • Caixas Acústicas Compactas
  • Caixas Acústicas In Ceiling (gesso)

Através do projetor para Home Theater é possível criar uma tela muito maior que um Televisor, ou seja, 100 polegadas, 120 polegadas, 150 polegadas e por ai em diante, como em uma sala de cinema. Estes Projetores precisam ser de Alta Definição para que a qualidade seja diferenciada e você possa ter um efeito fantástico na sua sala de Home Theater.

imagem dos Televisores possuem mais brilho, e diferentemente dos Projetores, funcionam muito bem em um sala com iluminação mais clara. Por esse motivo, caso você não tenha uma sala Home Theater dedicada e que possa ser fechada quando você for utilizar seu sistema, recomendamos a utilização de Projetor e TV no mesmo ambiente.

Atualmente já existem Televisores acima de 85 polegadas no mercado brasileiro, porém ainda é uma tecnologia com preços mais elevados.

SALAS DE REUNIÃO INTELIGENTES: VEJA AS INOVAÇÕES QUE VOCÊ JÁ PODE INVESTIR!

O sucesso de uma organização está diretamente ligada à sua eficiência. Quanto menos tempo é desperdiçado no momento da produção, mais retorno ela dará. O mesmo vale para reuniões, quanto mais produtivas elas forem, melhores resultados apresentarão. Uma forma de garantir essa otimização é investindo em salas de reunião inteligentes.

Para assegurar essa melhoria no momento de reunir a equipe interna, ou mesmo receber e causar a melhor impressão nos clientes, há várias tecnologias que precisam ser consideradas. Foi-se o tempo em que apenas uma mesa com várias cadeiras em volta, uma tela e um datashow eram suficientes.

Nos dias atuais, é necessário aproveitar as novas tendências e tecnologia para garantir o melhor aproveitamento desses momentos importantes para as organizações, observando como está o mercado e garantindo que tudo sairá de acordo com o planejado.

Para esse sucesso é fundamental que as empresas tenham uma boa sala de reuniões, responsivas, funcionais e que apresentem soluções ideais para os participantes. Confira as principais inovações para as reuniões que listamos a seguir!

Tela

A sala de reuniões está cheia e nem todos conseguem ver claramente a tela de projeção. A cena é mais comum do que se imagina e uma forma de solucionar esse problema é fazendo uso de telas para projetar as informações.

Com elas, todos têm acesso às informações repassadas, de forma clara e com boa visibilidade. Além disso, há no mercado projetores interativos, que dispensam o uso do quadro para apresentações e podem ser manuseados apenas com o toque ou com caneta digital.

Mais acessibilidade

Cada vez mais as pessoas preferem usar seus smartphones, tablets ou laptops pessoais para o trabalho. Conhecida como BYOD (Bring Your Own Device), a medida vem se tornando comum nas organizações e deve ser encarada como benéfica ao trabalho.

O uso dos equipamentos pessoais facilita a apresentação de dados ou planilhas nas reuniões, mas é necessário que haja conectividade entre os aparelhos e os projetores via Bluetooth ou Wi-Fi. Para isso, não abra mão de investir em equipamentos que permitam essa conexão de forma rápida e facilitada, para que no momento mais importante da reunião não seja necessário chamar o técnico da TI para fazer a tela funcionar.

Na palma da mão

Assim como muitos preferem usar seus equipamentos pessoais para o trabalho, invista no compartilhamento de arquivos nos serviços em nuvem. Dessa forma, todos que têm permissão de acesso podem visualizar os arquivos, sugerir edições ou, até mesmo, inserir novas ideias.

O uso desse tipo de serviço também permite maior agilidade e eficácia durante as reuniões, evitando aqueles incômodos processos de copiar arquivos em pendrive ou tentar acessar a rede da empresa para mostrar os dados daquela planilha.

Além disso, empresas como Google Drive, Dropbox e One Drive têm investido maciçamente em segurança para evitar que pessoas não autorizadas tenham acesso.

Invista no audiovisual

Imagine aquela reunião perfeita, no tempo certo, envolvendo várias pessoas presenciais e via conferência. Pode parecer um sonho, mas é uma realidade mais fácil de ser alcançada do que se pensa, mas para isso é necessário investir na melhoria audiovisual de sua sala de reuniões.

Além disso, ao adquirir equipamentos próprios, deixa de existir a necessidade de aluguel e toda a burocracia e preocupação que envolvem o serviço, já que não é possível saber ao certo se o que você realmente precisa será entregue. Nesse sentido, considere adquirir os melhores equipamentos.

Como vimos até aqui, uma sala de reuniões perfeita garante maior produtividade para uma empresa, reduz tempo das reuniões, otimiza seus resultados e, ainda, dá a melhor impressão ao seu negócio perante colaboradores e clientes.

 

Saiba como deve ser o ar-condicionado no Home Theater

Assistir a um filme ou uma série em uma sala abafada torna a experiência cansativa e até desagradável. Quem está começando a montar um home theater e não abre mão de um bom clima no ambiente, saiba que o melhor local para a instalação do ar-condicionado é aquele em que ninguém nota a sua presença. Em outras palavras, que não sinta a ventilação atingindo diretamente o seu corpo e principalmente não ouça o ruído do aparelho. E caso o seu projeto contemple o projetor, a tela quando rebaixada não pode ser alvo do fluxo de ar.

Verifique com o técnico o quão distante poderá ficar a unidade condensadora na parte externa do ambiente, bem como eventuais dificuldades de passagem da tubulação. Estude com o profissional a instalação de uma tomada exclusiva, direto do quadro, próximo de onde ficará a unidade evaporizadora. Essa peça interna poderá ficar a uma altura entre 1m80 e 2m20, dependendo do modelo, e a uma distância mínima de 0,50m de qualquer parede.

E finalmente procure instalar o evaporizador o mais centralizado possível, voltado para a maior área da sala. Pode ficar no teto ou em uma das paredes laterais, mas distante da tela de projeção. Muitos instaladores fixam o evaporizador na parte traseira e pode ser interessante, caso a sala tenha um bom comprimento. Mas se não for o caso, nessa posição, provavelmente os espectadores no sofá ficarão com a cabeça “congelada”, tendo que programar o aparelho para um modo menos frio ou ligar e desligar a todo instante.

Como Funciona Dolby Atmos Home Theater 5.1.2, 5.1.4, 7.1.2 e 9.1.2

Na sua casa, o Dolby Atmos proporciona uma notável experiência de imersão sonora, bastante próxima às encontradas nas salas de projeção comerciais. Mas como será que esse codec funciona no seu home theater?

O Dolby Atmos reflete um salto na evolução do padrão de qualidade das gravações. Atualmente, como todas as marcas de receivers já estão com o codec incorporado ao equipamento, tem havido uma grande quantidade de projetos com a tecnologia.

No entanto, como ainda é vasta a curiosidade sobre o assunto, vale a pena prestar atenção nessas dicas da Audio Prime para usar o sistema em home theaters 5.1.2., 5.1.4, 7.1.2 e 9.1.2 e aproveitar ao máximo todos os recursos do Dolby Atmos.

O que é o Dolby Atmos

Criado pela Dolby Laboratories e lançado pela Pixar no filme “Valente”, em 2012, a plataforma é hoje considerada a maior inovação em tecnologia sonora desde o aparecimento do surround, em 1941 (em “Fantasia”, da Disney). O Dolby Atmos aumenta significantemente a imersão da experiência sonora. Fazendo uma analogia, podemos pegar, historicamente, padrões de comportamento de áudios.

Primeiramente os codecs decodificam o áudio em formato stereo, ou seja, em “L” e “R” (left e right, esquerdo e direito em inglês). Com o tempo e o desenvolvimento da tecnologia, surgiram os codecs que começaram a reproduzir os sistemas 5.1 e 7.1 – três caixas de som frontais (L, C e R) e duas ou quatro surround.

Essa disposição faz com que o som tenha um movimento circular na sala, envolvendo o ambiente em um plano horizontal em relação à imagem.

Maior verticalidade sonora

Já o Dolby Atmos aumenta a imersão sonora de forma vertical. Dessa forma, o primeiro requisito básico para o uso da tecnologia é a adição de caixas de som que façam com que o áudio venha de cima para baixo.

Com isso, o sistema oferece uma noção espacial circular horizontal, no 5.1, com a adição de, pelo menos, mais dois canais, gerando uma tridimensionalidade sonora.

Ou seja, fugindo do padrão 5.1, o Dolby Atmos começa a remeter um padrão de áudio vertical. Dessa forma, o áudio vem por todos os lados, proporcionando uma experiência de imersão muito mais completa em qualquer lugar da sala de projeção.

Como podem ser feitas as instalações no Dolby Atmos

As instalações do Dolby Atmos, portanto, podem ser feitas em 5.1.2, 7.1.2, 7.1.4 e 9.1.2. Esses são os padrões mais comuns e mais acessíveis para ter em casa. No entanto, o 9.1.2 é mais indicado para salas muito grandes, demandando um receiver muito maior, portanto não é bem o objeto desse conteúdo de hoje.

Conheça os tipos de caixas de som para o Dolby Atmos

Há hoje no mercado vários tipos de caixas de som: as do tipo torre, bookshelfs e as caixas de som de embutir, que podem ser anguladas ou não.

Como você está em um plano horizontal e precisa melhorar a experiência sonora vertical, o mais indicado é montar o Dolby Atmos sempre com caixas de som frontal, adicionando pelo menos duas caixas ao teto.

Dessa forma o som é propagado de cima para baixo, formando uma configuração básica para esse tipo de codec.

Por outro lado, hoje há caixas de som torre própria para Dolby Atmos, montada com os alto-falantes para frente e um alto-falante na parte de cima virado para o teto.

Essa configuração tem como objetivo fazer com que o áudio bata no teto e reflita em quem está assistindo o filme, aumentando a imersão. Também é possível usar caixa de som bookshelf própria para os sistemas, adaptada na parte superior justamente para fazer esse front high (canal frontal alto).

Hoje, no entanto, a maioria dos projetos segue uma linha clean, com a tendência de jogar os equipamentos para o teto.

Som ambiente: conheça alguns opções de sonorização residencial

Você sabia que a música alivia a ansiedade, promove o bom humor, cura a tristeza e as dores emocionais, nos motiva, melhora nosso sono e potencializa nosso desempenho para o trabalho e as tarefas domésticas?

É claro que todos nós gostamos de música, cada um com seu estilo e preferências, mas saber que ela proporciona tantas vantagens com certeza faz a gente ter vontade de ouvir ainda mais! Você já imaginou como seria bom ter um som ambiente em casa, para você ouvir suas músicas preferidas no conforto do lar? Sem dúvida o ambiente ficará mais confortável e agradável.

Você pode ouvir as músicas sozinho, mas também aproveitar as pequenas reuniões com os amigos para deixar esse encontro ainda mais animado. Mais do que isso, você pode organizar uma festa grande e aproveitar todos os benefícios do seu som residencial. Ele também pode ser útil para a área do churrasco, assim você e seus convidados escutam uma boa música enquanto apreciam as suculentas carnes que vão preparar.

Existem algumas opções bem legais de sonorização residencial. Listamos duas delas para você escolher a que melhor te atende. Confira!

Som ambiente: conheça alguns opções de sonorização residencial

 – Caixa de som de embutir

Uma alternativa bem interessante é ter caixa de som embutida no teto da sua casa. Ela fica bem discreta, pois a instalação pode ser feita atrás do forro, assim a caixa não fica aparente. Mas é possível embutir na parede, nos móveis ou em um painel. Tudo vai depender do seu gosto.

Existem modelos quadrados, retangulares e redondos e com diversas opções de potências. Além disso elas podem ter de 1 a 4 canais e por isso é possível que a sonorização seja feita em diversos ambientes da casa, assim você pode sair da sala para o quarto e depois ir ao banheiro tomar um banho relaxante sem precisar parar de ouvir sua música.

2 – Subwoofer

Subwoofer é uma caixa de som específica para reprodução em frequências baixas, aquelas de sons mais graves. Ele pode ser conectado ao notebook, smartphone e computador e alguns possuem entradas para MP3, MP4, iPod e USB. Esses equipamentos são potentes, possuem muita qualidade de som, são pequenos, leves e podem ser colocados em qualquer lugar da casa.

Existem os modelos passivos, que não dependem de alimentação própria de energia e não possuem amplificadores, recebendo o sinal de som já amplificado do aparelho que reproduz áudio, e os ativos, que possuem um amplificador dedicado, permitem ajuste mais fino do som e precisam de alimentação própria de energia.

Home Theater: dicas para montar uma sala de cinema em casa

Imagem, som e conforto. Essa é a combinação ideal para você montar a sua própria sala de cinema em casa. Seja em uma sala multifuncional ou em um ambiente dedicado especialmente para a família assistir a filmes, séries, esportes e também para os videogames, os itens indispensáveis são um sofá superconfortável, um ótimo sistema de som e uma excelente TV – ou até mesmo um projetor.

1- Escolha uma TV excelente

A maioria das TVs de LED disponíveis no mercado e basicamente todos os aparelhos OLED e QLED são SmartTVs: têm acesso à internet, podem receber aplicativos, games, conectar-se e compartilhar conteúdos com smartphones. TVs mais antigas também podem “ficar inteligentes” com o uso de devices como o Fire TV ou um videogame de última geração.

Falando de resolução, é preciso entender que quanto mais pixels, melhor a qualidade da imagem. Uma tela HD (high definition) tem 1280×720 pixels na proporção 16:9, enquanto a Full HD tem 1920×1080. Já a 4K, também chamada Ultra HD, tem 3840×2160 pixels, uma imagem com qualidade quatro vezes maior do que a Full HD.

Nosso mercado também já conta com as primeiras TVs e monitores 5K, com definição 5120×2160 pixels, enquanto feiras de tecnologia já apresentaram aparelhos 8K Full Ultra High Definition, com 7680×4320 pixels. Enquanto isso, os projetores mais acessíveis no mercado nacional ainda são Full HD, mas já há uma boa oferta de 4K por preços interessantes.

Já a escolha do tamanho da TV depende do ambiente e da distância até os assentos, para que a experiência seja confortável. Especialistas e arquitetos falam em pelo menos três metros, porém, com as TVs de altíssima definição, uma distância menor não compromete a qualidade da imagem nem causa desconforto.

As marcas recomendam a distância de, no mínimo, duas vezes a diagonal da tela. Por exemplo, uma TV de 42” tem 107cm na diagonal, então a distância ideal do aparelho ao sofá seria de cerca de dois metros; para uma TV de 50”, a distância confortável seria de 2,5 metros.

 

2- Escolha um ótimo sistema de som

Depois da imagem, o som. Apesar de satisfatória, a experiência de cinema não será completa apenas com o sistema de áudio da TV. E assim como na TV, o tamanho do ambiente pode determinar a necessidade de um home theater mais ou menos potente.

Para salas menores, um sistema 5.1 (que possui cinco caixas e um subwoofer) deve ser mais do que suficiente. Um ambiente dedicado e isolado vai pedir um equipamento 7.1 (sete caixas e o subwoofer), também com maior potência. Ambos criam um ambiente de áudio mais realista, o chamado som surround ou holográfico.

As caixas devem ser espalhadas pela sala e podem até ser fixadas no teto, em especial para o som traseiro, para um efeito surround mais eficaz.

Para uma sala pequena, uma soundbar de qualidade, que consegue emular o som surround de sistemas 3.1 e 5.1, pode ser suficiente e não causar desconforto auditivo.

Os home theaters mais novos possuem conexão bluetooth com smartphones e outros aparelhos, o que permite criar um sistema de som no ambiente, transmitindo música do celular, por exemplo, sem utilizar a TV.

Em relação à acústica da sala de cinema, madeira, tapetes e estofados funcionam bem como isoladores. Por outro lado, espelhos, vidros e pisos frios vão prejudicar a experiência na qualidade do som.

3- Escolha um ótimo sofá e poltronas

Para uma sala de cinema exclusiva, você pode investir em poltronas reclináveis, cadeiras confortáveis com banquetas e pufes para apoiar os pés, ou sofás amplos e com chaise, para criar uma experiência do maior conforto possível.

Já num espaço que também funciona como sala de estar, uma boa escolha pode ser um sofá retrátil e reclinável, que seja versátil para o dia a dia da casa, sem tornar-se um monstro espaçoso, e confortável para as noites de cinema, esportes e games.

O conforto também está no material dos estofados: sofás e poltronas de tecidos são mais gostosos no toque do que couro, por exemplo, e também ajudam na acústica.

4- Cuidados com a iluminação

O escurinho do cinema é importante para a experiência completa. Dependendo da luz natural do ambiente, cortinas blecaute podem ajudar a controlar a claridade. Elas serão essenciais caso a opção tenha sido por um projetor. Mesmo os equipamentos mais potentes exigem que o ambiente esteja quase 100% escuro para entregar a qualidade total.

Por outro lado, uma boa sala de cinema e games pede iluminação indireta, com luz mais quente e aconchegante. A solução pode estar em spots instalados no teto e paredes ou abajures e luminárias de chão, para direcionar para as paredes.

Paredes de cores mais escuras – ao menos a que fica atrás da TV – ou com papel de parede também ajudam na imersão.

Qual o melhor subwoofer para o meu home theater

Diante de diversas opções e estilos de subwoofers à venda no mercado, uma das dúvidas mais comuns de quem vai comprar um modelo é sobre o tipo mais adequado para a sua sala: front-firing (imagem ao lado) ou down-firing? Com um ou dois falantes?

Tanto as caixas com woofer à frente do gabinete (front-firing) quanto aquelas com falante voltado para baixo (down-firing) podem ser utilizados com excelentes resultados. Tudo depende da qualidade do seu projeto, do amplificador interno e do seu gabinete.

Embora não seja o ideal quando se busca melhor desempenho nos graves, subwoofers do tipo front-firing podem ser instalados dentro de um móvel, desde que a caixa fique em contato direto com o piso (falso) ou sobre uma pedra de granito ou mármore.

Já os do tipo down-firing (imagem ao lado) têm a vantagem de oferecer maior liberdade de posicionamento, porém fora do móvel. Contudo é bem mais fácil encontrar um local na sala para um down-firing, a fim de obter o melhor impacto e propagação de ondas.

Quanto aos modelos com o chamado radiador passivo (imagem abaixo), na verdade um cone de woofer sem o conjunto magnético para impulsioná-lo, é usado para reforçar os graves em uma determinada faixa de frequências.

Isso acontece quando os baixos produzidos pelo woofer normal do sub atingem a frequência de ressonância do radiador passivo, fazendo com que este se desloque para frente e para trás como se fosse um woofer normal.

Assim como nos subs down-firing e front-firing, modelos com radiador passivo podem ser muito bons, desde que projetados com competência. Conclusão: nada como um teste de audição para escolher um bom subwoofer, independente de sua técnica de construção.

Confira dicas para montar um cinema com produtos High End na sua casa

Você não precisa mais sair de casa para ver um filme com qualidade High End. Com a automação residencial já é possível ter um cinema com qualidade de imagem e de som dentro da sua casa.

A tecnologia residencial veio para aproximar cada vez mais os moradores. Aproveitar os momentos em família com muito mais peculiaridade e emoção já é um realidade para muitas famílias. Além de ser personalizável, a automação residencial WI-FI é versátil e muito prática.

Você conhece a nomenclatura High End?

O termo high end é extensamente utilizado no mercado. Ele pode ser usado para categorizar os produtos que são produzidos quase de forma artesanal, que trazem o conceito de luxo, sofisticação, exclusividade e alta performance.

Confira algumas dicas de como montar um verdadeiro Home cinema em casa

Tenha sempre cuidado com marcas muito novas

Não é muito aconselhável investir em equipamentos de uma marca nova, que receberam boas críticas em apenas uma ou duas publicações, e em apenas um ou dois produtos.

Ainda pior é quando o único entusiasta e avalista da marca é o vendedor ou representante, e este não tem o produto para demonstração. Como identificar e escolher os equipamentos que mereçam a classificação de high end?

Escolher marcas renomadas, com produtos bem avaliados e com um histórico longo de excelentes produtos high end, são uma escolha muito mais sensata. Mas é sempre bom conseguir tirar as próprias conclusões e ser o juiz final do produto ou sistema que está pensando adquirir.

 

Quando analisar o seu futuro sistema de áudio e vídeo, há alguns pontos que precisam de atenção para fazer a escolha correta:

1. O equilíbrio geral do som é bom, os instrumentos e vozes soam naturais, reais. Sem predominância de uma faixa de frequências sobre outras?

2. Os graves não soam anêmicos, ou retumbantes, não há sobreposição sobre outras frequências. As notas soam limpas e articuladas?

É possível distinguir claramente o som do bumbo da bateria de as notas do contrabaixo. Os tímpanos de orquestra possuem aquele som metálico característico, possuem bom ataque e velocidade, são claramente delineados?

3. Os médios devem ser líquidos, doces, e acariciar seus ouvidos, as vozes devem ser naturais, sem nasalização ou estridência e os sons instrumentais devem ter seus timbres preservados, com bom corpo e presença. E não apagados e distantes.

Devem soar tão naturais como o violão acústico que aquele seu amigo insiste em tocar nas reuniões em que rola aquele MPB nostálgico, aquele sambinha improvisado!

4. E os agudos? Ah, estes devem ser suaves e extensos, sem nenhum traço de metalização ou sibilância, devem ficar no ar, etéreos, pairando e esvanecendo lentamente em um palco infinito…

5. Se o equilíbrio tonal é bom, meio caminho está andado. Mas não é tudo! Por exemplo, mini monitores de estúdio possuem bom equilíbrio e timbre, mas, por utilizarem woofers de pequenas dimensões, não apresentam a extensão e potência acústica necessárias nas baixas frequências para uma reprodução adequada dos graves.