Conheça a Kombi elétrica que une passado e futuro

Das duas uma: todo novo carro elétrico anunciado ou parece saído de Minority Report, ou é desenhado como algo completamente utilitário. Há exceções, claro. Mas dá uma olhada nessa Kombi elétrica anunciada pela Volkswagen esta semana: o conceito Type 20, uma homenagem ao Type 2 Microbus – nome gringo para a clássica banheira sobre rodas – é pura ode ao passado.

 

Ainda é um veículo elétrico, claro, então o papo não é só sobre nostalgia. Seu motor é capaz de produzir 121,6 cv e torque na casa dos 234nm – um conjunto bem mais poderoso que o original de 1962. Além disso, a Volks recrutou o time da Porsche para desenhar um sistema pneumático que desce a suspensão quando o dono se aproxima do veículo. Finalmente, câmeras capazes de reconhecer o rosto do usuário dão uma camada extra de segurança. Esta realmente não é a Kombi do seu avô.

O Type 20 também é o tipo de veículo que pode surpreender pelos detalhes. Visto de longe, não é tão diferente de sua musa inspiradora, mas olhe os aros e a haste do retrovisor: a firma Autodesk foi responsável pelos designs orgânicos que compõem alguns dos detalhes mais legais do modelo.

E, ok, deve ser um inferno perder coisas pequenas debaixo destes bancos:

 

A Kombi é uma homenagem aos 20 anos de história do Electronics Research Laboratory (ERL), pólo de inovação da alemã no Vale do Silício. É uma iniciativa que à partir deste mês se torna conhecida como Engineering Center California (IECC). Trata-se de um centro que será o maior núcleo de pesquisa da montadora fora da Alemanha e cuja raison d’étre será trabalhar com conceitos como direção autônoma e tecnologias conectadas numa relação mais próxima com parceiros americanos.

E se sua pegada é mesmo algo mais futurista, vale lembrar de ainda outro conceito da Volks inspirado na famosa ‘Kombosa’.

Conheça o primeiro toca-fitas bluetooth

40 anos atrás, o Walkman cravou o hábito de ouvir música fora de casa, na rua e nos ônibus. Ele também fez seu papel para tornar a fita cassete a mídia popular do momento, algo que durou pelo menos até a metade dos anos 80, quando os CDs começaram a tomar a cena. Tudo isso para dizer: tem startup querendo trazer o toca-fitas de volta. E com um plus: o It’s Ok é um aparelho portátil que, além de trazer a tradicional entrada de 3,5mm para fones e headsets, também dá suporte para headphones sem fio.

Em outras plavras: a fabricante NINM Lab, de Hong Kong planeja ter uma alternativa ao iPod para quem curte ouvir música sem precisar lidar com compressão digital.

O intuito é mesmo atender a quem ama os anos 80: as cores claras, a tampa transparente que mostra a fita cassete dentro do sistema, o fato dele ser alimentado por pilhas AA. Esse tipo de coisa. Além disso, o aparelho traz até um gravador, caso você tenha algumas sobrando em casa e esteja querendo bolar uma mixtape retrô. O It’s OK deve vir acompanhado de pelo menos uma fita de 60 minutos.

Conheça alguns dos melhores super iates de 2019

A revista especializada “Boat International” mantém um relacionamento próximo com construtores, designers e donos dos maiores e mais caros iates do mundo. Por isso, a premiação anual que realiza em parceria com a Oyster Yachts, a World Superyacht Awards, é um dos eventos mais esperados pelos entusiastas. O prêmio celebra e recompensa a engenhosidade e a habilidade necessárias para construir os maiores e mais luxuosos iates — ganhar um troféu Neptune, de renome mundial, é uma honra.

 

Os 58 finalistas das 16 categorias da última edição do World Superyacht Awards, realizada entre 16 e 18 de maio em Londres, foram julgados por um painel independente de donos de iates novatos e experientes. As embarcações pontuaram por uma variedade de critérios, como design, características técnicas, praticidade e estética.

“É um prazer absoluto ver tantas embarcações incríveis”, afirma Richard Raper, presidente do júri e proprietário do veleiro Atalante, de 39 metros de comprimento. “A paixão, a energia e o trabalho envolvidos na construção de cada finalista são notáveis. Não é tarefa fácil decidir os vencedores, mas é isso que torna o Neptune tão especial.”

Super premiados, o DAR e o Black Pearl levaram para casa as maiores láureas da noite. Com quase 91 metros de comprimento, o DAR (construtora: Oceanco; arquiteto naval: Azure/Oceanco; design exterior: Luiz de Basto; design interior: Nuvolari Lenard) recebeu o prêmio de “Iate Motor do Ano”.

Os juízes elogiaram as linhas esculturais do DAR e o seu exterior orgânico, com aparência de tubarão. Também foi elogiado o interior do iate, com detalhes minuciosamente projetados e executados, incluindo a decoração brilhante e moderna que combina temas do oceano com madeiras pálidas, tecidos ricos e couros luxuosos. O destaque maior ficou com a cachoeira no convés da ponte, que desce em cascata até uma grande piscina.

O outro grande vencedor da premiação foi o Black Pearl (construtor: Oceanco; arquiteto naval: Dykstra Naval Architects/Oceanco; design exterior: Ken Freivokh/Nuvolari Lenard; design de interior: Gerard P Villate/Nuvolari Lenard/Design Ken Freivokh), de 106 metros de comprimento. A embarcação ganhou o troféu de “Iate do Ano” por seu enorme tamanho, conforto e configuração técnica inovadora, capaz de cruzar oceanos inteiros sem usar uma gota de combustível — um feito inédito em iates deste porte.

Outra premiação popular da área, a Voyager’s Award foi dominada pelo veleiro Rosehearty, de 55 metros de comprimento, com sua jornada que passou pela Ilha do Rei George, na costa da Antártida, e pela Ilha Decepção, um cone vulcânico que emerge do mar e pode ser atravessado por uma passagem estreita, o “Fole do Diabo”.

Outra embarcação enorme que se deu bem foi o Spectre, de 70 metros de comprimento (construtor: Benetti; arquiteto naval: Mulder Design; design exterior: Giorgio M. Cassetta; design interior: Benetti). Ele foi feito para um proprietário experiente de iates, com requisitos específicos. Como resultado, atinge uma velocidade máxima de 38 km/h, cerca de 9 km/h a mais que as versões anteriores do mesmo tamanho. Seu layout também é sensacional: uma cabine principal com belas vistas panorâmicas, uma grande cabine VIP e uma academia arejada, com acesso direto ao mar de uma plataforma desdobrável.

Os carros que mais fazem sucesso no instagram do mundo

Nem só de sneakers, comidas, paisagens e selfies é feito o Instagram. A rede também tem muitas fotos de carros. Dos antigões clássicos e vintage às novidades, não faltam fotos de máquinas de todos os tipos.

Para descobrir quem é o rei do Instagram dentre os automóveis, a seguradora Veygo Motoring Research listou os 25 carros mais mencionados na rede social em todo o mundo.

Surpreendentemente, modelos como Lamborghini Aventador, Audi R8 e Chevrolet Corvette estão de fato entre os mais clicados, mas lado a lado com carros mais “discretos” como VW Golf, Honda Civic e A4. De longe, o clássico dos clássicos Ford Mustang lidera no primeiro lugar.

Confira a lista completa

25. Volkswagen Golf – 1.266.535 menções
24. Audi S3 – 1.311.889 menções
23. BMW M2 – 1.389.175 menções


22. Mazda MX-5 – 1.411.558 menções
21. Vauxhall Corsa – 1.423.252 menções

20. Toyota Corolla – 1.492.653 menções
19. Audi A4 – 1.591.794 menções
18. Honda Civic Type R – 1.834.422 menções
17. Porsche 911 – 1.940.424 menções


16. Porsche Carrera – 2.077.459 menções
15. Mini Cooper – 2.131.312 menções
14. Lamborghini Huracan – 2.203.050 menções


13. Chevrolet Silverado – 2.254.244 menções
12. Subaru Impreza – 2.670.309 menções
11. BMW M5 – 2.741.911 menções
10. Audi R8 – 2.900.314 menções
9. Lamborghini Aventador – 3.085.336 menções
8. BMW M4 – 3.432.052 menções
7. Chevrolet Corvette – 3.963.740 menções


6. Chevrolet Camaro – 4.686.969 menções
5. Jeep Wrangler – 5.137.019 menções
4. BMW M3 – 5.817.457 menções
3. Nissan GT-R – 7.019.123 menções
2. Honda Civic – 7.402.365 menções
1. Ford Mustang – 11.947.872 menções

Chegou a vez do áudio em realidade aumentada

No Festival de Cinema South by Southwest (SXSW) de 2018, a Bose, marca mais conhecida por suas caixas de som conectáveis, lançou o protótipo dos óculos de realidade aumentada (AR, na sigla em inglês) capazes de funcionar à base de som. Combinando dados de sensores de movimento com informações de GPS do seu celular, os óculos conseguem identificar onde você está e em que direção está olhando. Pequenos alto-falantes focados levam o som aos ouvidos do usuário.

Na edição deste ano do festival, entre 8 e 17 de março, a empresa voltou com outro lançamento: o Bose AR, a primeira plataforma de áudio em realidade aumentadano mundo. A plataforma promete uma experiência surpreendente. Ela está disponível nos fones de ouvido Quiet Comfort 35 II, do fim do ano passado, e nos óculos Bose Frames, já postos à venda, pelo aplicativo Bose Connect.

VOCÊ VAI LER SOBRE ÁUDIO EM REALIDADE AUMENTADA

  • Tecnologia pode ser utilizada por meio de fones de ouvido e óculos com saídas de áudio;
  • A Bose AR pode ser utilizada por aplicativos como o Aira, que dá auxílio a pessoas cegas, e o NaviGuide AR, que apresenta opções de lazer para turistas.

 

A empresa também apresentou os primeiros aplicativos aprimorados para a utilização do Bose AR. Veja, a seguir, alguns exemplos de apps, disponíveis no Brasil, que chamaram a atenção no evento:

Aira

O aplicativo Aira ajuda pessoas cegas a se conectar, pela internet, com agentes treinados, que, por sua vez, utilizam um painel com tecnologia de inteligência artificial para auxiliá-las em suas tarefas diárias, por meio do monitoramento de seus smartphones.

A integração do app com o Bose Frames combina o melhor das duas tecnologias. O resultado é uma nova ferramenta para pessoas cegas ou com deficiência visual, que dá conta de preencher a lacuna de informação visual utilizando o som como guia. O Bose Frames também vem acompanhado de unidades de medição inercial (IMUs) integradas, que fornecem aos agentes informações altamente precisas sobre o contexto direcional de uma pessoa no mundo – mais um ponto positivo para os usuários.

 

Golfshot

A parceria da Bose com a Golfshot permite que golfistas ao redor do mundo tenham uma experiência mais simplificada no decorrer do percurso. Dá para verificar no smartphone a distância até o próximo buraco, por exemplo. Disponível para download e uso com o Bose Frames, o aplicativo oferece toneladas de dados e conselhos, além de estar conectado a 45 mil campos de golfe e disponível em 12 idiomas.

 

Traverse

A escritora Jessica Brillhart e sua empresa Vrai Pictures lançaram o Traverse, uma plataforma de áudio espacial que permite a usuários mapear pontos de referência pelos arredores com a ajuda da tecnologia de AR, proporcionando uma experiência imersiva de áudio.

A opção “From Elvis in Memphis” do aplicativo permite que usuários escutem as músicas de Elvis Presley quando estiverem em uma sala qualquer, promovendo uma experiência sonora semelhante à de estar no estúdio de gravação com o cantor. É possível até andar perto dele e dos membros da banda.

Vrai também lançou uma outra experiência de áudio, chamada “The Arm of InSight”, produzida para remontar uma missão espacial da NASA para Marte.

NaviGuide AR

O NaviGuide AR by Navisens utiliza os fones de ouvido ou os óculos da Bose para explorar uma cidade e descobrir atrações turísticas e restaurantes. Ao tocar no dispositivo Bose AR, o Naviguide apresenta fatos importantes para ajudá-lo a escolher aonde ir, mostrando a avaliação de usuários do Yelp! e o número total de comentários com um simples toque.

 

Enquanto a tecnologia de realidade aumentada para vídeo segue progredindo, a de áudio já está pronta e oferece baixo risco de investimento. Além disso, apresenta outros benefícios: com o áudio no ambiente, somos levados a nos reconectar com o mundo ao redor, deixando de ficar vidrados em telas de smartphones.

Embora o segmento de AR fosse dominado pela Bose no SXSW, a empresa não é a única na área. A Apple tem sido há muito tempo conclamada a entrar no nicho. Ming-Chi Kuo, analista da TF Securities, afirmou que a produção de um fone de ouvido de AR pode começar no final deste ano, com início das vendas programado para 2020. Ainda não se sabe bem o que o dispositivo fará, mas Ming-Chi Kuo o comparou ao Apple Watch — o iPhone faria o trabalho pesado, e não os óculos em si.

Maximiliano Crovato cria móveis que brincam com formas geométricas

“Aos oito anos de idade, quando meus pais me autorizaram a mudar todo o meu quarto, desenhei os meus móveis conforme minhas necessidades estéticas e espacial. Naquele momento ficou definido a minha profissão e o profissional que me tornei”, relembra Maximiliano Crovato.

Após duas décadas de carreira, o designer acaba de lançar peças que fazem parte de sua Coleção Geométrica de móveis pensados a partir de formas como cilindros, pirâmides e prismas. São cadeiras, taburets, sofá, gabinete, bar e mesas – de jantar, centro e lateral – em edição limitada (numerados e assinados). “Me fascina o futurismo e o glamour dos anos 70, com seus metais dourados, espelhos e vidros fumê, acrílicos, carpetes de peles e móveis laqueados. Todos esses materiais, assim como a estética, foram muito marcantes na minha infância no período da minha formação, quando estava despertando o meu interesse por esse universo. Cito ainda a importância de Memphis com inspirações art déco e pop art, outros dois movimentos que gosto muito, e todo o maximalismo da Itália que deve estar no meu DNA por ser descendente de italianos”, ele explica

 

Mesa lateral Donata (Foto: Divulgação)

Crovato comenta ainda o passo a passo de seu processo criativo: “Inicia com uma pesquisa sobre a inspiração (venha ela da arquitetura, design, moda ou arte);  depois o estudo de cores; na sequência os croquis seguido dos desenhos técnicos, moldes e maquetes em escala real e, por fim, o protótipo”, acrescenta o criador que lista ainda os profissionais que o inspiram – Ettore Sottsass, Pierre Cardin e Oscar Niemeyer. “Entregar o belo é uma necessidade constante que me move, é a beleza e a paixão pelo que faço que me faz criar ambientes e objetos para compor esses espaços”, concl

Mesa Lateral Franca (Foto: Divulgação)

5 destinos incríveis para ver a aurora boreal

Avistar a aurora boreal é uma experiência impressionante e que dificilmente passaria batido na vida de alguém, mesmo daqueles que não tem intimidade nenhuma com as baixas temperaturas. Natural de regiões mais afastadas do centro do globo, como Canadá, Noruega, Islândia, Finlândia e Antártida, o fenômeno óptico meteorológico encanta pela mistura de cores e pelo toque de magia que proporciona aos que o presenciam. Mas antes de cruzar o globo atrás das tão cobiçadas luzes árticas, é preciso saber aonde ir.

Respondendo a essa dúvida, a Interpoint Viagens & Turismo, agência de viagens especializada em experiências de luxo e inverno, nos indicou os melhores destinos para apreciar o fenômeno e dá dicas para quem pretende presenciar a este espetáculo da natureza.

Alta, Lapônia – Noruega
Embora a Lapônia, no norte da Escandinávia, ocupe uma região compreendida por quarto países diferentes – Noruega, Suécia, Finlândia e Rússia – a pequena cidade de Alta, situada em solo norueguês e conhecida por “A Cidade das Auroras Boreais”, é um excelente ponto para quem quer apreciar o mundo de cores e aventuras que o fenômeno natural proporciona.

Alta, Laônia (Foto: divulgação)

Ivalo, Lapônia – Finlândia
Ainda na Lapônia, mas no outro 1/4 da fronteira, a cidade de Ivalo, na Finlândia, também é uma excelente opção para apreciar a Aurora Boreal. Com temperaturas pra lá de negativas durante o inverno, cerca de -30º, o destino torna a expectativa de apreciar o fenômeno meteorológico semelhante à vivência na Noruega, mas com uma grande diferença.

No destino, ao se hospedar no hotel Igloo Village Kakslautannen, os hóspedes podem vivenciar a incrível experiência de apreciar a Aurora Boreal da própria cama, já que os quartos são pequenas estruturas em formato de iglu com abóbodas de vidro.

Ivalo, Lapônia (Foto: divulgação)

Fairbanks – Alasca
O Alasca é um dos destinos mais populares do mundo quando se pensa em Aurora Boreal. Seu clima gélido, com temperaturas abaixo de zero, é um convite à contemplação do fenômeno. Por lá, duas cidades se destacam na busca pelas luzes árticas –  Anchorage e Fairbanks. O primeiro não é muito indicado pela grande incidência de chuvas. Já o segundo é um dos melhores pontos de observação do mundo por uma série de motivos. Entre eles o fato de que Fairbanks está situada bem pertinho do Círculo Polar Ártico, na chamada zona da aurora, o que propicia a reincidência do atrativo.

Em média, a aurora chega a ser registrada em oito de cada dez dias. Os melhores pontos de observação ficam em colinas e highways que oferecem vista livre para o horizonte. Quanto mais distante do centro ou da luminosidade da cidade, melhor.

Fairbanks, Alasca (Foto: divulgação)

Whitehorse, Yukon – Canadá
Há pelo menos 20 lugares no Canadá onde é possível ver a Aurora Boreal, mas o melhor deles é a cidade de Whitehorse, no norte do país, no território de Yukon. A cidade, aliás, guarda uma peculiaridade bem interessante para os turistas, já que é considerada pelo livro dos recordes, o Guinness World Records, como a cidade com o ar mais puro do mundo.

Situada bem pertinho do Alasca, a região é muito forte no ecoturismo, atraindo viajantes de todas as partes do mundo atrás de trilhas e caminhadas que levam a cenários de tirar o fôlego e, claro, à Aurora Boreal.

Whitehorse, Yukon (Foto: divulgação)

Reykjavik – Islândia
Diferente de outros destinos já citados, na Islândia não é preciso ir ao norte do país para ver a Aurora Boreal. Na própria capital, Reykjavik, é possível contemplar o fenômeno. Para uma experiência completa, basta se deslocar um pouquinho da cidade para garantir “ingresso” ao show de luzes, que é igualmente deslumbrante. Outras belezas naturais também se destacam em pacotes ao destino, como praias de areias negras, montanhas, formações vulcânicas, gêiser e outras maravilhas.

Reykjavik, Islândia (Foto: divulgação)

3 novos hotéis luxuosos de esqui na Europa

Talvez você seja uma daquelas pessoas que detesta o inverno, mas, para esquiadores e snowboarders, três meses da estação mais fria do ano nunca são suficientes. Principalmente aqueles interessados em hospedagens de luxo na Europa ávidos por conhecer novas alternativas.

Daria-I Nor, Alpe d’Huez, França

Hotéis cinco estrelas nos Alpes não surgem todos os anos, e é por isso que Daria-I Nor se destaca na estância francesa Alpe d’Huez. Da mesma rede do Hotel Koh-I Nor, em Val Thorens, e do Hotel Taj-I Mah in Arc 2000, em Bourg-Saint-Maurice, o novo estabelecimento conta com 46 quartos e suítes, incluindo alguns duplex, com paredes de madeira aquecidas, mantas felpudas e estilo simples e delicado, típico dos frances – que parecem tê-lo dominado. Localizado próximo aos teleféricos de Les Bergers, o hotel possui acesso direto às pistas de esqui. Além de um spa de, aproximadamente, 800 metros quadrados, a propriedade ainda possui duas piscinas, duas saunas, um hammam (banho turco), uma jacuzzi, um solário e um lounge com lareira. O hotel dispõe de dois restaurantes: o L’Améthyste, mais gourmet, com vistas espetaculares da montanha, e o Table de Daria, um pouco mais descontraído, com receitas típicas da região montanhosa. As diárias são de US$ 415 nos quartos mais simples, com café da manhã incluso.

Le Cerf Amoureux, Megève, França

A cidade francesa de esqui Megève poderia, facilmente, ser um dos distritos de Paris, de tão parisienses que são seus hóspedes, seus hábitos e seus gostos são. A família Rothschild estabeleceu seu legado na cidade há várias gerações, mas a estação de esqui perto do Mont Blanc está ficando mais moderna. Prova disso é o Le Cerf Amoureux, que tem uma aparência discreta de chalé, com madeira branqueada, tecidos neutros e minimalismo rústico. A propriedade é um projeto da hoteleira parisiense Lisa Konckier, responsável pelo Hotel de Nell, localizado na capital francesa.

O hotel tem apenas 12 quartos, que contam com detalhes como persiana e teto de duas águas. A vista para o Mont Blanc é um luxo para os visitantes. Antiguidades como cômodas vintage foram colocadas nos quartos, e trenós antigos estilo Davos servem como mesas. Um estúdio de ioga, um spa e uma sala de triagem oferecem relaxamento aos clientes pós-esqui. Os quartos da propriedade contam com preços a partir de US$ 230 por dia.

Hotel Le Massif, Courmayeur, Itália

Courmayeur fica situada no lado italiano do túnel do Mont Blanc, que se conecta a Chamonix, na França. O Hotel Le Massif está localizado no centro da cidade, a poucos minutos dos teleféricos. Como parte de uma das principais bandeiras do mundo, o local foi projetado pelos arquiteto italiano Fabrizio Gandolfo e pelo Inart Studio.

A decoração dos 78 quartos e suítes faz uso de painéis de madeira e pedra, o que oferece um resultado de muito bom gosto. O hotel conta com um concierge de esqui, um spa, dois bares e dois restaurantes: um mais gourmet, o Cervo Rosso Steakhouse, e um mais casual, o Chetif. Uma estadia no hotel dá direito a outros privilégios, como acesso prioritário ao elegante restaurante e clube à beira das montanhas, o La Loge du Massif. Os preços começam em US$ 400 por noite.

VOLVO PENTA LANÇA TECNOLOGIA AUTOMÁTICA PARA BARCOS

Uma das manobras mais difíceis para os motoristas de barco é a atracação, e para auxiliar nesse momento a Volvo Penta lançou uma tecnologia revolucionária.

 

Nova tecnologia lançada pela Volvo Penta faz barco ir sozinho até o local de embarcação. Apresentado em Gothenburgo, na Suécia, sistema chamado auto-docking é pioneiro e torna manobras do barco mais fáceis

 

A Volvo Penta inovou ao apresentar o sistema chamado de auto-docking, em que o barco pode ir sozinho, sem ajuda de comando manual, até a embarcação. A tecnologia é pioneira e foi revelada durante o Volvo Ocean Race, evento que aconteceu em junho de 2018, em Gothenburg, Suécia.

O objetivo do recurso é facilitar as manobras de atracação do barco. Na demostração do auto-docking, a Volvo exibiu o funcionamento do sistema em um barco com 68 pés, que usou a tecnologia acionada através do joystick do posto de comando, outra evolução tecnológica que dá mais autonomia às embarcações.

Problemas recorrentes como vagas estreitas, condições adversas do vento, marinas abarrotadas de barcos e situações semelhantes são corrigidos a partir de agora com a nova tecnologia. Na hora de atracar, o barco terá nova capacidade de resposta através do sistema IPS e com a ajuda de sensores poderá processar o rumo da navegação.

O barco que tem auto-docking entra na vaga seguramente e sai dela de forma automatizada, mas fora o demonstrativo durante o evento de Gothenberg, na Suíça, isso, por enquanto, só acontece só no papel. É que a Volvo Penta tem a tecnologia em fase de testes. A marca explicou que o sistema funciona em três fases.

Primeiro, ao se aproximar do píer, o barco tem o sistema acionado, e este reconhece que a embarcação entrou em uma ‘zona de captura’. Em seguida, envia um sinal para o capitão de que está pronto para atracar. Assim que o capitão ativa o auto-docking, o barco recebe ajuda do GPS e entra no modo docking. Na última fase, o sistema combina GPS e sentores para começar a automatização da atracação.

O potencial de manobra deve-se ao sistema eletrônico de controle a bordo do barco (EVC), responsável por calcular, através de sensores de direção, quando o barco entra e sai da vaga. Além disso, usa quatro sensores situados no píer e postes de amarras para realizarem a leitura do sistema sem stress, medidas que interrompem o auto-docking.

Quais as tendências por trás dos vinhos que você vai beber em 2019

O ano de 2018 foi desafiador para o mercado de vinhos no Brasil, que foi afetado por duas forças que deram aquele baque no bolso dos winelovers. Por um lado, as geadas do inverno dos anos de 2016 e 2017 na Europa que destruíram vinhas em BordeauxBorgonhaVale do LoireToscanaRioja e outras pairagens. O resultado? Menor volume, maiores preços. O valor de Chablis, por exemplo, subiu 30% de um ano para o outro.

O segundo fator foi a queda do real frente a crise socio-política brasileira, que aconteceu em meados de 2018 e dificultou ainda mais as condições de mercado. Aquele vinho que você comprava a R$59,90 em janeiro? Em agosto já estava a R$79,90.

Desafios postos à mesa, o CEO da Sonoma e expert em curadoria de vinhos Alykhan Karim ainda acredita que o ano que vem será promissor para o nicho. Eis as apostas no mundo dos vinhos para 2019:

Portugal em foco

“Queridinhos dos brasileiros, os vinhos lusitanos surpreenderam a todos com sua conquista em 2018: pela primeira vez, Portugal entrou nos Top 2 países com maior número de vinhos importados, ficando atrás somente do Chile – campeão graças à força de vinhedos grandes, como a Santa Helena e a Concha y Toro, que traz por importação própria as marcas populares do rótulo Casillero del Diablo.

Mas é interessante observar que a gigante chilena não conseguiu manter o crescimento dos anos anteriores, ao passo que Portugal só evolui sua aderência ao público. Não duvido que ao menos ganhe mais espaço no nosso mercado e aposto minhas fichas nisso, pois os vinhos portugueses oferecem a melhor relação custo-benefício da Europa. Os vinhos verdes, por exemplo, são divertidos e gostosos, além de leves, ideais para nosso clima. As regiões de Alentejo e Douro entregam potência, músculo e complexidade nos seus tintos, enquanto Dão oferece elegância e, Lisboa, tons de frutas frescas. Realmente, há vinhos portugueses para todos os gostos.”

Vinhos  (Foto: Divulgação)

Sáude, senhores!

“Você sabia que hoje entre 10 a 20% de todos as vinhas do mundo são orgânicas ou estão em vias de adaptar seus processos?  A tendência mundial não é mais tendência e, sim, preferência – tanto do consumidor quanto do produtor.

Quem aqui quer consumir pesticidas e agrotóxicos? Eu não! E estou disposto a pagar um pouco a mais para saber que minha comida e meu vinho são livres dessas substâncias. Claro, podem dizer que sou da Califórnia e, assim, um pouco suspeito, já que há algum tempo somos considerados “hippies” demais quando tocamos neste assunto. Mas muitos produtores também acham que o melhor vinho é produzido de forma orgânica. Empolgados pela mudança de hábito dos consumidores, estão optando por tirar químicas das vinhas, diminuir o uso de sulfitos e interferir menos na produção – tudo isso para oferecer a melhor expressão possível do seu terroir. E isso inclui grandes produtores de regiões tradicionalíssimas: Os Bordeaux de Domaine Chevalier, que estão entre os mais longevos do mundo, são orgânicos, assim como os Brunello di Montalcino de Pertimali e os Chianti Classico da Il Molino di Grace, entre outros.

Já no Brasil, demorou bastante para essa onda pegar. Mas hoje a procura por vinho orgânico, biodinâmico e natural está começando a esquentar e, por isso, podemos esperar um boom no ano que vem, acompanhando a tendência da indústria alimentícia. Mas se quiser aderir já, aí vai uma dica de insider: Liderado em São Paulo por restaurantes como a Enoteca Saint Vin Saint e bares como o Clube Beverino, já é possível encontrar esses vinhos em vários sites e lojas de importadoras de todos os portes.”

Descobertas exóticas

“O Brasil já não é mais criança no consumo de vinho, está entrando na sua adolescência. O consumo anual per capita na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro já são por volta dos 10L, que rivaliza com os EUA. No Rio Grande do Sul, este consumo é maior ainda.

Um dos maiores prazeres da vida é a descoberta de um achado e os enófilos do país estão entendendo que isso também se encaixa no mundo dos vinhos. Por isso, procuram cada vez mais sair da mesmice e provar versões exóticas, de regiões diferentes e pouco divulgadas. Pela lei da oferta e da demanda, minha aposta é que vamos passar a encontrar muitos novos vinhos desse perfil no nosso mercado em 2019.

Vinhos  (Foto: Divulgação)

Não seria surpreendente, por exemplo, vermos por aqui mais vinhos da Europa Central (Hungria, Alemanha e Áustria), os excelentes brancos de Nova York e Virgínia, os cativantes Riesling e Gewurztraminer da Alsácia, os grandes Godellos de Bierzo ou raridades como os espumantes da Inglaterra, que hoje estão muito dando o que falar.”

Valorização do nacional

“Ainda novidade para muitos consumidores, há dezenas de microprodutores nacionais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul que produzem vinhos excelentes. Os tintos são bons, alguns realmente fantásticos (um exemplo é oMiolo Single Vineyard Touriga Nacional, com excepcional relação custo-benefício). Por sua vez, em São Paulo, os tintos à base de Syrah da Guaspari são cada vez mais procurados.

No entanto, a força do Brasil está sem dúvida nos seus espumantes, tendo como líderes  PizzatoCave GeisseCampos de Cima e vários outros pequenos produtores de peso. Hoje, essa categoria tem reconhecimento internacional – tanto é que, pela primeira vez, são exportados para Inglaterra e EUA – e, finalmente, estão começando a receber o mérito devido dentro do próprio país: só em 2018, a venda dos espumantes nacionais subiu mais que 50% com relação ao ano anterior.

Se a tributação interestadual for resolvida ou simplificada no próximo ano, o consumo do espumante nacional poderia explodir. (Hoje tem um imposto de ICMS/ST de 40% arrecadado de um vinho do sul que entra em SP, MG ou RJ, muito oneroso para produtores artesanais).

Vamos torcer para que aconteça. Também vamos tomar uma taça ou outra a mais para comemorar o início de um novo ano com tantas previsões de novidades para os winelovers.Tim-Tim!”