VOLVO PENTA LANÇA TECNOLOGIA AUTOMÁTICA PARA BARCOS

Uma das manobras mais difíceis para os motoristas de barco é a atracação, e para auxiliar nesse momento a Volvo Penta lançou uma tecnologia revolucionária.

 

Nova tecnologia lançada pela Volvo Penta faz barco ir sozinho até o local de embarcação. Apresentado em Gothenburgo, na Suécia, sistema chamado auto-docking é pioneiro e torna manobras do barco mais fáceis

 

A Volvo Penta inovou ao apresentar o sistema chamado de auto-docking, em que o barco pode ir sozinho, sem ajuda de comando manual, até a embarcação. A tecnologia é pioneira e foi revelada durante o Volvo Ocean Race, evento que aconteceu em junho de 2018, em Gothenburg, Suécia.

O objetivo do recurso é facilitar as manobras de atracação do barco. Na demostração do auto-docking, a Volvo exibiu o funcionamento do sistema em um barco com 68 pés, que usou a tecnologia acionada através do joystick do posto de comando, outra evolução tecnológica que dá mais autonomia às embarcações.

Problemas recorrentes como vagas estreitas, condições adversas do vento, marinas abarrotadas de barcos e situações semelhantes são corrigidos a partir de agora com a nova tecnologia. Na hora de atracar, o barco terá nova capacidade de resposta através do sistema IPS e com a ajuda de sensores poderá processar o rumo da navegação.

O barco que tem auto-docking entra na vaga seguramente e sai dela de forma automatizada, mas fora o demonstrativo durante o evento de Gothenberg, na Suíça, isso, por enquanto, só acontece só no papel. É que a Volvo Penta tem a tecnologia em fase de testes. A marca explicou que o sistema funciona em três fases.

Primeiro, ao se aproximar do píer, o barco tem o sistema acionado, e este reconhece que a embarcação entrou em uma ‘zona de captura’. Em seguida, envia um sinal para o capitão de que está pronto para atracar. Assim que o capitão ativa o auto-docking, o barco recebe ajuda do GPS e entra no modo docking. Na última fase, o sistema combina GPS e sentores para começar a automatização da atracação.

O potencial de manobra deve-se ao sistema eletrônico de controle a bordo do barco (EVC), responsável por calcular, através de sensores de direção, quando o barco entra e sai da vaga. Além disso, usa quatro sensores situados no píer e postes de amarras para realizarem a leitura do sistema sem stress, medidas que interrompem o auto-docking.

Quais as tendências por trás dos vinhos que você vai beber em 2019

O ano de 2018 foi desafiador para o mercado de vinhos no Brasil, que foi afetado por duas forças que deram aquele baque no bolso dos winelovers. Por um lado, as geadas do inverno dos anos de 2016 e 2017 na Europa que destruíram vinhas em BordeauxBorgonhaVale do LoireToscanaRioja e outras pairagens. O resultado? Menor volume, maiores preços. O valor de Chablis, por exemplo, subiu 30% de um ano para o outro.

O segundo fator foi a queda do real frente a crise socio-política brasileira, que aconteceu em meados de 2018 e dificultou ainda mais as condições de mercado. Aquele vinho que você comprava a R$59,90 em janeiro? Em agosto já estava a R$79,90.

Desafios postos à mesa, o CEO da Sonoma e expert em curadoria de vinhos Alykhan Karim ainda acredita que o ano que vem será promissor para o nicho. Eis as apostas no mundo dos vinhos para 2019:

Portugal em foco

“Queridinhos dos brasileiros, os vinhos lusitanos surpreenderam a todos com sua conquista em 2018: pela primeira vez, Portugal entrou nos Top 2 países com maior número de vinhos importados, ficando atrás somente do Chile – campeão graças à força de vinhedos grandes, como a Santa Helena e a Concha y Toro, que traz por importação própria as marcas populares do rótulo Casillero del Diablo.

Mas é interessante observar que a gigante chilena não conseguiu manter o crescimento dos anos anteriores, ao passo que Portugal só evolui sua aderência ao público. Não duvido que ao menos ganhe mais espaço no nosso mercado e aposto minhas fichas nisso, pois os vinhos portugueses oferecem a melhor relação custo-benefício da Europa. Os vinhos verdes, por exemplo, são divertidos e gostosos, além de leves, ideais para nosso clima. As regiões de Alentejo e Douro entregam potência, músculo e complexidade nos seus tintos, enquanto Dão oferece elegância e, Lisboa, tons de frutas frescas. Realmente, há vinhos portugueses para todos os gostos.”

Vinhos  (Foto: Divulgação)

Sáude, senhores!

“Você sabia que hoje entre 10 a 20% de todos as vinhas do mundo são orgânicas ou estão em vias de adaptar seus processos?  A tendência mundial não é mais tendência e, sim, preferência – tanto do consumidor quanto do produtor.

Quem aqui quer consumir pesticidas e agrotóxicos? Eu não! E estou disposto a pagar um pouco a mais para saber que minha comida e meu vinho são livres dessas substâncias. Claro, podem dizer que sou da Califórnia e, assim, um pouco suspeito, já que há algum tempo somos considerados “hippies” demais quando tocamos neste assunto. Mas muitos produtores também acham que o melhor vinho é produzido de forma orgânica. Empolgados pela mudança de hábito dos consumidores, estão optando por tirar químicas das vinhas, diminuir o uso de sulfitos e interferir menos na produção – tudo isso para oferecer a melhor expressão possível do seu terroir. E isso inclui grandes produtores de regiões tradicionalíssimas: Os Bordeaux de Domaine Chevalier, que estão entre os mais longevos do mundo, são orgânicos, assim como os Brunello di Montalcino de Pertimali e os Chianti Classico da Il Molino di Grace, entre outros.

Já no Brasil, demorou bastante para essa onda pegar. Mas hoje a procura por vinho orgânico, biodinâmico e natural está começando a esquentar e, por isso, podemos esperar um boom no ano que vem, acompanhando a tendência da indústria alimentícia. Mas se quiser aderir já, aí vai uma dica de insider: Liderado em São Paulo por restaurantes como a Enoteca Saint Vin Saint e bares como o Clube Beverino, já é possível encontrar esses vinhos em vários sites e lojas de importadoras de todos os portes.”

Descobertas exóticas

“O Brasil já não é mais criança no consumo de vinho, está entrando na sua adolescência. O consumo anual per capita na cidades de São Paulo e Rio de Janeiro já são por volta dos 10L, que rivaliza com os EUA. No Rio Grande do Sul, este consumo é maior ainda.

Um dos maiores prazeres da vida é a descoberta de um achado e os enófilos do país estão entendendo que isso também se encaixa no mundo dos vinhos. Por isso, procuram cada vez mais sair da mesmice e provar versões exóticas, de regiões diferentes e pouco divulgadas. Pela lei da oferta e da demanda, minha aposta é que vamos passar a encontrar muitos novos vinhos desse perfil no nosso mercado em 2019.

Vinhos  (Foto: Divulgação)

Não seria surpreendente, por exemplo, vermos por aqui mais vinhos da Europa Central (Hungria, Alemanha e Áustria), os excelentes brancos de Nova York e Virgínia, os cativantes Riesling e Gewurztraminer da Alsácia, os grandes Godellos de Bierzo ou raridades como os espumantes da Inglaterra, que hoje estão muito dando o que falar.”

Valorização do nacional

“Ainda novidade para muitos consumidores, há dezenas de microprodutores nacionais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul que produzem vinhos excelentes. Os tintos são bons, alguns realmente fantásticos (um exemplo é oMiolo Single Vineyard Touriga Nacional, com excepcional relação custo-benefício). Por sua vez, em São Paulo, os tintos à base de Syrah da Guaspari são cada vez mais procurados.

No entanto, a força do Brasil está sem dúvida nos seus espumantes, tendo como líderes  PizzatoCave GeisseCampos de Cima e vários outros pequenos produtores de peso. Hoje, essa categoria tem reconhecimento internacional – tanto é que, pela primeira vez, são exportados para Inglaterra e EUA – e, finalmente, estão começando a receber o mérito devido dentro do próprio país: só em 2018, a venda dos espumantes nacionais subiu mais que 50% com relação ao ano anterior.

Se a tributação interestadual for resolvida ou simplificada no próximo ano, o consumo do espumante nacional poderia explodir. (Hoje tem um imposto de ICMS/ST de 40% arrecadado de um vinho do sul que entra em SP, MG ou RJ, muito oneroso para produtores artesanais).

Vamos torcer para que aconteça. Também vamos tomar uma taça ou outra a mais para comemorar o início de um novo ano com tantas previsões de novidades para os winelovers.Tim-Tim!”

Este catamarã elétrico pode rodar o mundo sem precisar ser reabastecido

Se você já passou um tempo olhando para imagens de divulgação de cruzeiros, embarcações de luxo e afins, já deve ter reparado em um elemento em comum: céus brigadeiros, um sol à pino queimando o cais. Paisagens idílicas em meio a um mar cristalino. E aí você tem essas imagens deste catamarã da Solarimpact Yacht: as linhas negras futuristas são um destaque incomum, assim como o design, que lembra menos destinos ideias de veraneio e mais um episódio de Black Mirror.

Mas veja só: no caso o sol cumpre uma função. Este barco é um veículo elétrico, afinal, movido por um conjunto de painéis solares instalados no teto e alimentado por um conjunto de baterias. Um motor duplo de 500 kW permite que a embarcação alcance até 22 nós. Quando o assunto é conforto, são três níveis e um total de 220 m², laém de um salão de 100m² com vista 360º. A marca garante que é um passeio silencioso e resistente à movimentação do oceano. Este último  item é essencial para ajudar a garantir uma autonomia mais previsível – um problema em alto-mar que não acontece sobre o asfalto, ao menos não na mesma escala.

De todo jeito, a fabricante suiça garante que o modelo é auto-suficiente, e é capaz de rodar o mundo sem precisar parar para reabastecer.

Salada de polvo leva pepino em conserva para os dias quentes

Dias quentes pedem uma boa salada. O expert Jun Sakamoto, mestre na arte do sushi e da comida japonesa, divide com a receita da Salada de Polvo do Junji Skamoto do Shopping Iguatemi São Paulo, com pepino em conserva preparado em casa.

Ingredientes:

Pepino em conserva
250 g de Vinagre de arroz
325 g Açúcar refinado
25 g sal
3 Pepino japonês

Preparo do pepino em conserva
Misturar todos os ingrediente ( vinagre de arroz, açúcar refinado e sal)
Pepino: fatiar bem fino os pepinos, salgar levemente e deixar descansar por 20 minutos. Lavar e retirar o excesso de sal. Comprimir bem até que retire toda água. Colocar o pepino dentro da solução de vinagre. O pepino pode ser preparado até 3 dias com antecedência.

Cozimento polvo:

Cozinhar o polvo por aproximadamente 15 minutos com 1 limão. Resfriar e fatiar

Molho de miso:
30 g de Miso vermelho
50 g de vinagre de arroz
15 g de açúcar refinado
5 g de molho shoyu
5 g de pimenta dedo de moça

Misturar todos os ingredientes, reservar.

Montagem do prato:
Retirar o pepino do vinagre e colocar no centro do prato, colocar as fatias de polvos em torno e regar com o molho de miso.

Conheça o primeiro relógio que só pode ser comprado em bitcoins

Você pode nem ter percebido o tempo passar, mas o bitcoin, a criptomoeda mais famosa do mundo, já tem dez anos de idade. Para celebrar o aniversário, a Hublot lançou o relógio Big Bang Meca-10 P2P. O fato curioso sobre ela: a edição limitada só pode ser comprada on-line com Bitcoins  – o número da transação é gravado no aro de cada peça.

É o primeiro relógio que só pode ser comprado com bitcoins e será vendido apenas via e-commerce. As vendas serão feitas em parceria com a corretora asiática OS Limited.

Além disso, o Big Bang Meca-10 P2P é uma edição limitada de 210 cópias: uma referência ao limite global de Bitcoins fixado em 21 milhões de unidades.

O P2P possui caixa com diâmetro de 45 mm feita de cerâmica preta microjateada de óxido de zircônio. Outra alusão à criptomoeda, a pulseira de couro de vitelo azul com borracha preta costurada exibe um motivo que faz referência à Blockchain, a rede de interconexão de computadores que permite que a moeda virtual exista.

O Big Bang Meca-10 P2P foi apresentado no último 6 de novembro em Hong Kong, sede da OS Limited.

3 destinos exclusivos para relaxar no Brasil

Nem acabou o feriado direito e você já está pensando em relaxar? A pluralidade de cenários no Brasil é um dos grandes atrativos para viajantes do mundo todo – e para os próprios brasileiros. Em períodos de crise e de descompasso cambial, o turismo interno mostra-se uma opção a ser fortemente considerada.

Manaus (Amazonas)

A imensidão amazônica abriga a maior biodiversidade do planeta, com mais de 30 mil espécies de plantas e uma fauna igualmente exuberante. Antes um destino voltado aos espíritos mais arrojados – e com pouca ou nenhuma estrutura –, hoje se tornou um destino procurado por estrangeiros e brasileiros que buscam se conectar com a natureza sem abrir mão do conforto.

Os hotéis estilo lodge (mais rústicos e espaçosos) se espalharam pela região. O Anavilhanas Lodge, no município de Novo Airão (região metropolitana de Manaus), fica nas margens do Rio Negro, entre imensos igarapés. Seu nome faz referência ao arquipélago de Anavilhanas, um parque nacional com mais de 400 ilhas. São 16 chalés standard, quatro bangalôs superiores e dois panorâmicos. O destaque da acomodação panorâmica é uma parede de vidro de 10 metros quadrados com vista para a floresta. Duas diárias (o mínimo para uma reserva) na categoria panorâmica durante a alta temporada (julho e agosto) custam R$ 4.180 por pessoa, na acomodação dupla. Curiosidade: no local quase não há insetos devido ao pH das águas escuras (entre 4,3 e 5,2), o que impede sua proliferação.

Assim, sem ser “comido” por pernilongos, é possível navegar pelas águas da região. A proposta da Expedição Katerre, por exemplo, é oferecer o máximo de comodidade em barcos-boutique com capacidade para 16 pessoas. O maior deles, batizado de Jacaré-Açu, tem 64 pés e oito suítes climatizadas. Oferece todas as refeições, preparadas por chefs que usam ingredientes locais. O roteiro mais curto dura quatro dias. Não é incomum que turistas emendem alguns dias no Mirante do Gavião Lodge (foto), também em Novo Airão.

 

Fernando de Noronha (Pernambuco)

É o arquipélago mais exclusivo e de acesso mais restrito do país. O aeroporto comporta pequenas e médias aeronaves – os voos saem de Recife e Natal. Para explorar suas belas ilhas e praias, é preciso pagar uma taxa de preservação diária de R$ 70,66 por pessoa. Noronha é um dos melhores locais do mundo para a prática do mergulho, tanto pela temperatura média da água (26 ºC) como pela visibilidade (50 metros na horizontal). Um passeio clássico é à Baía do Sancho. Seu acesso só é possível por uma escada entre fendas nas pedras. Em suas águas cristalinas é possível a observação de peixes, raias e tartarugas. Uma trilha de 1 quilômetro leva ao Mirante da Baía dos Golfinhos. O ideal é começar o passeio cedo: os golfinhos costumam fazer suas acrobacias entre 6h30 e 7h30.

A pequena Baía dos Porcos é acessível pela trilha que parte da Praia Cacimba do Padre. O contraste entre a água azul-turquesa e as pedras vulcânicas pretas compensa o esforço da caminhada, assim como a vista para o Morro Dois Irmãos. Também vale – e muito – um mergulho livre com snorkels para observar a fauna marinha.

Trancoso (Bahia)

O vilarejo de Trancoso, no município de Porto Seguro, caiu no gosto de brasileiros e estrangeiros, que escolheram a região para instalar suas propriedades de veraneio. O clima hi-lo, que mistura sofisticação e simplicidade, faz de Trancoso um dos destinos mais aquecidos do verão brasileiro – e um dos mais agradáveis nas baixas temporadas. O Quadrado, no centro da vila, concentra simpáticas casinhas coloridas onde estão instalados restaurantes, bares e lojas, além da pequena Igreja do Quadrado (ou de São João), erguida em 1656 – e hoje endereço cobiçado por noivas e noivos de várias partes do país.

A caminhada entre Trancoso e Arraial d’Ajuda pela praia tem longos 12 quilômetros de extensão – é possível fazer o trajeto de carro, mas é preciso que ele tenha forte vocação off-road. Para quem se animar a ir a pé, algumas paradas no caminho são estratégicas. A desértica e bem preservada Praia do Taípe tem belas falésias e águas azuladas. No alto das falésias fica uma unidade do Club Med.

Não faltam opções de hospedagem no vilarejo. O Uxua Casa Hotel & Spa (foto) fica em localização privilegiada, a 500 metros do Quadrado. Seu terreno é ocupado por 11 casas com até três quartos. O hotel foi erguido e mobiliado com materiais reciclados e antiguidades que remetem aos primórdios de Trancoso, fundada há 500 anos. O designer e autor do conceito da propriedade é o holandês Wilbert Das, ex-diretor criativo da grife italiana Diesel e hoje morador do vilarejo. As diárias do Uxua chegam a R$ 5.200.

Lembra do Palm? Empresa volta a chamar atenção com celular minúsculo

Com telinha de 3,3 polegadas e quase do tamanho de um cartão de crédito, o aparelho é um meio do caminho entre smartphone e smartwatches

Metade desktop, metade celular, os Palm marcaram presença lá nos anos 90 por oferecerem mobilidade e versatilidade muito antes que Steve Jobs apresentasse seus hiperbólicos iPhones ao mundo. Era, segundo o time de marketing da empresa homônima, um companheiro ideal para quem respirava trabalho e precisava lidar com tarefas variadas, mesmo em movimento. Uma enorme tela de cristal líquido e um design sóbrio fazia-o parecer um Game Boy com casa pra cuidar e contas pra pagar – ou mesmo a primeira aposta da Apple nos mobiles.

Divertido imaginar então que, em 2018, o Palm tenha ressurgido aparentemente de olho nos viciados em esportes, na boa forma e na vida noturna. O novo modelo (chamado simplesmente de Palm) foi anunciado nesta segunda-feira (15) e aposta no menos é mais. Com tela de 3,3 polegadas e um corpo de 96,6 mm de altura e 50 mm de largura, este Palm é pouco maior que um cartão de crédito. Por dentro, as configurações são simples: Android 8.1, bateria que dura um dia, 3GB de RAM, 32GB de armazenamento e um Snapdragon 435 – no geral, o celular é bem autônomo, mas certas funções dependem de uma conexão com um smartphone padrão. Como um smartwatch, mas capaz de acessar versões completas dos aplicativos.

 (Foto: Reprodução/Instagram @palm)

Na pior das hipóteses, o Palm é ao menos um sinal de onde a tecnologia móvel chegou nestes 10 anos e pouco: o display do primeiro iPhone era apenas 0,2 polegada maior, mas só agora os componentes usados na fabricação permitem que o próprio corpo de um aparelho acompanhe esse nível de portabilidade.

Mas é, para todos os efeitos, um novo tipo de dispositivo, o que é meio interessante e meio confuso: consegue imaginar como o pequenino encaixaria na sua vida já sobrecarregada por telas? A Palm tem uma sugestão: “O PalmPilot original fez seu computador ser móvel, e agora estamos fazendo smartphones voltarem a ser verdadeiramente portáteis”, diz o site oficial. “Nós abraçamos o espírito inovador do Palm e criamos um novo dispositivo ‘ultra-mobile’ que te mantém conectado e presente ao mesmo tempo”.

Ou talvez então ajude a olhar o set de acessórios que podem ser adquiridos pelos futuros donos do aparelhinho: uma base para acoplar no guidão da bicicleta, uma banda para encaixá-lo junto ao braço, bolsas customizadas, para citar alguns. Resistente à água e elegante, o pequeno como companheiro de atividades físicas ou uma solução compacta para não arruinar com seu estilo.

O dispositivo vai ser lançado em novembro nos EUA, custa US$349 e é exclusivo para clientes da operadora Verizon.

11 ideias para receber bem

Para receber bem os seus convidados, é preciso pensar todos os elementos necessários para uma reunião caprichada, como é o caso da decoração de mesa. Afinal, um ambiente charmoso e organizado faz toda a diferença!

Selecionamos algumas dicas que vão ajudá-la na hora de planejar uma recepção completa. Confira:

1. Defina o seu estilo

O primeiro passo para criar uma decoração de mesa incrível, é definir o seu estilo. Para isso, pense na mensagem que você deseja passar aos seus convidados. O momento é para comemorar um casamento? Então, uma combinação mais clássica e romântica é sempre bem-vinda!

Quer inovar e levar um toque rústico à sua mesa posta? Elementos naturais, como a palha, o couro e a madeira devem estar presentes. Se preferir um visual moderno, as tonalidades neutras e objetos metalizados são essenciais.

Neste momento, a composição de cores e os demais acessórios devem ser pensados em conjunto para que o resultado seja harmônico.

2. Escolha um ambiente especial

Agora que você já definiu o seu estilo, que tal escolher um espaço para receber os seus convidados? Para quem quer inovar, as áreas externas são uma ótima opção. Neste caso, você pode criar a sua decoração exclusiva em um jardim, varanda ou área gourmet.

Para os ambientes internos, como a sala de jantar, certifique-se de que há lugar para todos os visitantes. Se houver crianças, reserve um local especial para elas, como uma mesa de refeições com temática infantil.

3. Considere o modelo da mesa

Seja quadrada, redonda ou retangular, uma bela composição pode ser feita em qualquer modelo de mesa. No entanto, é importante ter atenção ao escolher determinados itens. As toalhas, por exemplo, precisam ter as dimensões corretas para não ficarem curtas ou muito compridas.

Também é recomendado que os itens de decoração estejam em harmonia com o formato da mesa. Se o seu móvel for redondo, utilize peças redondas, como os jogos americanos ou vasos. Assim, haverá simetria e sua combinação ficará muito mais agradável!

4. Priorize um bom jogo de louça

Sem dúvidas, o jogo de louça é o grande protagonista de uma decoração de mesa. Por isso, dê preferência a itens de qualidade e que ofereçam um design de acordo com o seu estilo de composição.

Em geral, as louças em cores neutras são perfeitas, caso as suas peças sejam produzidas em cerâmica ou porcelana. Se você busca por um toque mais sofisticado para datas especiais, louças com detalhes em dourado são ideais.

Quanto mais completo o jogo, mais caprichada será a sua mesa. Por isso, pense em todos os elementos, incluindo os pratos, sousplat, talheres e taças.

Além disso, garanta uma boa disposição dos objetos. Copos são sempre colocados do lado direito e acima das facas — nesta ordem: copo de água, taça para vinho tinto, taça para vinho branco e taça para champagne.

5. Aposte em uma toalha de mesa ou jogos americanos

Após decidir pelo jogo de louça, é hora de escolher as toalhas ou jogos americanos para a sua mesa posta! Para combinações mais tradicionais, a toalha de mesa é sempre a primeira opção.

Invista em uma peça de qualidade e que possa ser usada em outras ocasiões! Algodão e linho são alternativas versáteis e muito sofisticadas para reuniões formais ou informais.

Já os jogos americanos trazem uma atmosfera mais moderna e despojada. No mercado, há uma variedade de modelos, tamanhos e formatos que você pode escolher de acordo com a sua proposta de recepção.

Para facilitar, utilize itens lisos ou com cores neutras. Porém, caso você queira investir nas estampas, dê preferência às padronagens pequenas e sem um grande mix de cores.

6. Inclua guardanapos especiais

Muito funcionais, os guardanapos podem ser usados de um jeito exclusivo e muito gracioso. Escolha entre itens de papel ou, para um evento mais sofisticado, os de tecido.

Capriche e faça uma apresentação especial! Para isso, aplique diferentes dobraduras ou combine as peças com porta-guardanapos e tenha um visual ainda mais surpreendente!

7. Capriche nos acessórios

Saleiros, bowls, talheres e taças — esses acessórios dão um destaque exclusivo ao ambiente! Por isso, não tenha medo de inovar na escolha desses itens — desde que sigam o seu tema de decoração.

Com equilíbrio e cuidado na disposição dos objetos, esses detalhes ajudam a incrementar a sua decoração.

8. Decore com flores

Delicadas, alegres e cheias de vida, as flores podem ser usadas em pequenos arranjos ou vasos mais sofisticados. Essa é uma forma acessível e charmosa de levar mais cor para qualquer composição.

Você quer criar um espaço mais despojado? Aproveite e transforme garrafas de vidro em vasos! Se a sua mesa posta tiver um contexto mais clássico, os vasos de cerâmica são um curinga. Escolha a sua flor preferida e encante a todos!

9. Use velas para um momento intimista

Está preparando um jantar especial ou, até mesmo, uma recepção no jardim? Incluir velas na sua decoração deixa o ambiente muito mais aconchegante e intimista. Você pode combinar velas pequenas e grandes, criando uma sensação de profundidade.

Em datas comemorativas, como no Natal ou Ano Novo, as velas podem ser usadas junto a outros elementos decorativos — como as flores, pinhas ou dentro de taças, jarras, potes metálicos, de vidro ou castiçais.

10. Agrade os seus convidados

Quem não gosta de receber agrados? Uma boa dica é oferecer pequenos mimos aos seus convidados.

Para que a sua recepção seja ainda mais encantadora, prepare doces em caixas personalizadas, fotografias, bilhetes com mensagens ou demais mimos.

Outra opção é customizar cartões com o nome de cada convidado, com a finalidade de marcar os lugares na mesa. Assim, você garante um momento único e inesquecível!

11. Saiba o que evitar

Assim como em qualquer ambiente, a decoração de mesa requer harmonia entre os objetos. Como em recepções há um grande fluxo de pessoas, evite o uso exagerado de itens decorativos, bem como de travessas de alimentos. Utilize apenas o necessário. Mantenha a funcionalidade enquanto os convidados se servem e garanta o conforto de todos.

Por fim, procure usar apenas arranjos e peças pequenas na sua composição. Deste modo, você evita que a comunicação e a visualização entre as pessoas sejam prejudicadas.

Quem são os colecionadores de Mustang e como você pode se tornar um

Lançado em 1964, o Ford Mustang passou por uma transformação nas últimas cinco décadas. Deixou de ser um “muscle car” para se tornar um ícone da cultura pop. Quem não gostaria de ter um Eleanor, um Bullitt na garagem? Bom, muitos caras gostariam – e acabam dedicando suas vidas a isso. Bem-vindo ao mundo dos colecionadores de Mustang.

“É um grupo muito heterogêneo, vai desde funcionário público até juiz, empresário. A única coisa em comum é que quando todos se encontram, eles só falam de carro”, brinca Luiz Carlos Perosa, fundador do Clube do Mustang de São Paulo, entidade que organiza eventos para reunir donos e entusiastas.

Há outros dois clubes do tipo no Brasil, no Paraná e em Minas Gerais. Juntos, os eles fazem uma espécie de catalogação informal dos carros dos seus membros  – quem tem qual modelo, de qual ano, etc. Mesmo assim, o número de Mustangs de todas as épocas circulando no país é incerto. Segundo a Ford, são dois mil carros regularizados no Registro Nacional de Veículos Automotores (o famoso RENAVAM), mas como ele só foi criado em 1990, é bem provável que existam mais alguns que viraram sucata ou nunca foram registrados. Não são muitos, então pode ser difícil ter um Mustang para chamar de seu.

Há um caminho mais fácil, que é comprar um novo. A Ford agora traz os modelos fresquinhos direto dos EUA, onde todos são fabricados, e vende oficialmente em suas concessionárias – o modelo 2018 sai a partir de R$ 299 mil.

E há o caminho mais difícil, que é comprar um antigo.

Para começar, é preciso ter um bom dinheiro guardado, de R$ 100 mil (por um carro encontrado nos EUA em bom estado e importado para cá) a R$ 350 mil (por um completo e original no Brasil), ou muita disposição. “São duas maneiras de encontrar um Mustang antigo”, diz Marcelo Simionato, dono de seis – incluindo um Fastback 1968, mesmo modelo do Bullitt. “Procurar algum dos clubes e perguntar se tem alguém vendendo ou frequentar as feiras. Mas aí tem que ter olho clínico, tem muito carro maquiado sendo vendido”, alerta.

Membro do Clube do Mustang, o empresário Marcelo simionato é dono de seis (Foto: Carlos Bessa)

Uma vez com o carro na garagem, o segredo é a manutenção preventiva. “Faço quase uma revisão eterna – hidratar o couro, polir, levar para passear”, conta Simionato. Há ainda quem prefira o faça-você-mesmo total, como Marcos Godoy, dono de metalúrgica que, nas horas vagas, fabrica peças para seu próprio Mustang e para os de amigos do clube. “Minha mulher fala que vai se divorciar porque eu passo a madrugada de mecânico nos carros dos amigos, mas, na verdade, fico até bravo quando pedem para outra pessoa fazer a peça e depois vem me pedir pra consertar”, diz.

Cervejas : conheça as principais e como diferenciá-las

Algumas dúvidas vêm na hora de escolher uma cerveja para tomar, pois existem vários estilos e tipos de cerveja, várias marcas no mercado e dentre essas marcas qual te agradará mais? Qual tem o gosto e aroma que você está procurando? A única facilidade é a hora de abrir uma garrafa e beber a cerveja bem gelada. Neste artigo vamos te mostrar alguns tipos de cervejas artesanais disponíveis no mercado, assim você pode aproveitar e degustar vários outros tipos dessa bebida.

 

MAS O QUE É REALMENTE A CERVEJA ARTESANAL?

É uma bebida com teor alcoólico carbonatada, ou seja, são bebidas que são gaseificadas com gás carbônico, tais como os refrigerantes e alguns espumantes. São produzidas através de fermentação e as principais matérias-primas são: água, malte, lúpulo e fermento.

Agora que já temos noção do que é uma cerveja, vamos desmistificar um maravilhoso mundo onde esse precioso líquido se encontra

E afinal, qual a diferença entre tipos e estilos de cervejas?

Os tipos de cerveja querem dizer a família que pertencem e também um pouco sobre o seu processo de fabricação. Quanto o assunto é tipo as cervejas são classificadas em Ales e Lagers e o que as difere é a fermentação, sua coloração (clara ou escura) e o teor de álcool.

Já os estilos e subestilos querem dizer o padrão de combinar estes elementos. Como por exemplo uma batata, a frita seria um estilo, a assada outro e por aí vai mas no final das contas todas são batata, mas cada uma tem alguns elementos do preparo que são diferenciados entre si.

Conseguiu entender?

Espero que sim pois vamos fazer uma breve explicação falando sobre cada um dos tipos e estilos de cerveja e suas principais características:

 

FAMÍLIA LAGER

A mais consumida no Brasil. Estas cervejas se diferem pela fermentação no seu processo de fabricação. São cervejas mais carbonatas e por isso sua aceitação junto ao público é maior. O fermento utilizado inicia sua fermentação em temperatura mais baixa, por volta de 6 a 12 graus, ficando acumulado no fundo dos tanques.

É conhecida como a família das cervejas de baixa fermentação, que são douradas e filtradas, mas possuem algumas versões mais escuras.

Existem algumas subdivisões no mundo cervejeiro:

ESTILO LIGHT LAGER – OU PALE LAGER

É a sub-divisão mais comum das cervejas lagers e apresentam tipos muito conhecidos pelo público brasileiro:

1. PILSNER

Também conhecidas como pilsen por aqui. Seu aroma e sabor são acentuados pelo lúpulo, por isso um leve amargor. São claras, com baixo corpo e fácil de beber. Seu processo de produção apresenta uma baixa fermentação e ela também tem um baixo teor alcoólicoe com final seco.

É também de longe o tipo de cerveja mais consumido no Brasil.

2. AMERICAN LAGER

Apesar de serem denominadas como Pilsen no Brasil, elas são Lager. Fácil de beber, pouco amargor, final relativamente seco, aroma suave de cereais, cor dourada e cristalina. As marcas mais comuns no Brasil são dessa classificação, como Skol, Brahma e Kaiser – e são vendidas como pilsner pela aceitação do público.

3. PREMIUM LAGER

Um outro estilo americano que se assemelha ao american lager, mas possuem mais lúpulo e mais malte se tomarmos a american lager como objeto de comparação, mas já com os outros estilos possui menos malte e pouco aroma  de lúpulo. E sua cor beira o dourado, uma cerveja com um corpo médio.

Temos como exemplos famosos vendidos no Brasil a Heiniken e Stella Artois.

4. HELLES 

Cerveja produzida e consumida em larga escala na região da Bavaria, Alemanha. É considerada uma cerveja com destaque em seu malte e com menos lúpulo no preparo – por isso um baixo amargor. Seu malte evidencia um sabor de pão e biscoitos, e curiosamente consumida em alguns cafés da manhã na Alemanha.

5. DORTMUNDER EXPORT

Também produzida e muito consumida na Alemanha, mas na região de Dortmund. Seu malte e lúpulo são equilibrados, trazendo uma sensação adocicada do malte e também um forte amargor, diferente das lagers consumidas normalmente.

Sua cor é dourado claro que pode atingir uma escala mais escura, além de ter uma espuma bem consistente.

6. DRY BEER OU JAPANESE RICE LAGER

Menos conhecida e consumida por aqui, se trata de uma cerveja originárias do Japão e feitas com arroz, o longo período de fermentação transforma quase todo o açúcar em álcool. Tem sabor suave.

ESTILO DARK LAGER

São cervejas escuras, com um baixo corpo, boa carbonatação e também apresentam teor de refrescância.

1. MUNICH DUNKEL

Considerada a original dark lager da Europa e curiosamente dunkel quer dizer escuro em alemão. É uma cerveja de baixa fermentação e coloração marrom escura – como dito anteriormente. Seu malte Munich dá a ela um doce amargor e notas de chocolate, caramelo e nozes.

2. AMERICAN DARK LAGER 

São cervejas escuras escuras, tem baixo corpo, boa carbonatação, espuma (tende para a cor dourada) e também são muito refrescantes. Seu aroma quase não aparece na cerveja, sendo difícil notar o malte ou lúpulo nela. Já a cor varia entre âmbar e marrom escuro. 

3. MALZIBIER

Talvez a mais famosa dark lager encontrada no Brasil, já foi mais consumida do que é hoje, mas ainda assim é produzida por grandes cervejarias como Brahma, Antarctica e Itaipava. Escura e doce, teor alcoólico baixo, após a fermentação é acrescentado xarope de açúcar e caramelo.

Sua coloração escura não vem do malte tostado mas sim da adição do xarope e açúcar na sua produção.

4. SCHWARZBIER

É uma cerveja realmente preta, com diz seu nome, mais escura até que a Munich dunkel.

O aroma que prevalece é o do malte mas moderadamente. Pode ser notado em baixo teor o malte tostado e a cerveja apresenta notas de caramelo, café ou chocolate em um leve doce – mas é importante saber que o doce sentido na cerveja é baixo, por isso não deve ser confundida com o estilo Malzbier.

ESTILO BOCK

Um tipo de cerveja que é recomendada ser consumida no inverno, pelo menos no Brasil.

São conhecidas por serem cervejas lagers com a coloração escura, saindo um pouco da tradição e com fortes características do malte, dando a elas notas de caramelo e de pão tostado.

1. TRADICIONAL BOCK OU DUNKLESS BOCK

Devido a mudanças feitas em últimos guias de estilos da BJCP, a tradicional bock passou a ser conhecida como dunkless bock e apresenta as mesmas características.

Em seu aroma o malte é moderadamente percebido como pão, já o lúpulo é quase não perceptível e também está em menor evidência no sabor da cerveja, o suficiente para equilibrar com o malte. Sua cor se varia entre o cobre claro ou um marrom consistente – consistência que também é percebida em sua espuma.

2. DOPPELBOCK

A cerveja nasceu de uma história curiosa, porque monges da ordem franciscana precisavam fazer jejum de 40 dias e era estritamente restrito o consumo de alimentos sólidos, por isso fabricaram a doppelbock e a chamavam de “Salvator” (Salvador) por salvar os monges da fome.

É mais forte que a Dunkless bock e seu teor alcoólico pode variar entre 7% – 10%. Sua coloração ganha destaque, pois podemos ver versões que variam da âmbar até um vermelho rubi, dando uma grande beleza somada ao colarinho cremoso da cerveja.

Em seu gosto e aroma quase não se dá para notar o lúpulo, dando um destaque maior ao malte tostado.

3, HELLES BOCK

O estilo de cerveja bock que apresenta a coloração clara. São produzidas no inverno para serem consumidas na primavera européia.

Sua cor vai do dourado até o âmbar e o seu aroma de moderado até intenso se tratando do malte da cerveja, com muito pouco ou nada de lúpulo perceptível. Já o sabor podemos perceber que as características do malte europeu predominam – principalmente as notas de malte tostado.

ESTILO EUROPEAN LAGER

Conhecido como um agrupamento de estilos europeus caracterizados por terem um maior teor alcoólico e também o mesmo tipo de fermentação.

1. VIENNA

Uma cerveja criada na cidade de Viena, na Austria, em 1840 por Anthon Dreher, daí o seu nome. Utiliza os maltes da região, o malte Vienna para darem uma característica leve para a cerveja.

Por conta da industrialização é teoricamente difícil encontrar uma cerveja que mantenha uma boa receita e também original, por isso é comum notarmos diferenças entre a versão americana – mais amarga e fortes – enquanto as produzidas na Europa tendem a ser adocicadas.

Sua aparência varia entre âmbar e cobre claro, já seu aroma é leve e com poucas características do lúpulo e sutileza do malte

2. MARZEN LAGER

Cervejas originalmente produzidas na Bavária e em específico no mês de Março (März em alemão) durante a primavera para ser consumida no outono, estação em que se celebra a Oktoberfest.

Apresenta um teor alcoólico um pouco mais alto e a coloração varia entre âmbar e marrom. Seu aroma é bem leve e conseguimos sentir notas de pão tostado e também um pouco de lúpulo, já seu sabor é levemente adocicado e é possível perceber um pouco de caramelo.

FAMÍLIA ALE

O que diferencia uma ale e uma lager é o seu processo de fermentação, mais alto no caso da Ale. A fermentação ocorre dentro de um ambiente com temperaturas altas, entre 15º e 24º graus, em alguns casos até mais que isso no curto tempo de três a cinco dias.

Foram as queridinhas até os meados do século XIX e só perderam o seu posto quando inventaram cervejas de baixa fermentação, as lagers.

A fermentação baixa, conhecida também por fermentação quente, desperta os variados sabores dos conteúdos da cerveja, lúpulo, e frutas se tornam mais acentuados.

São cervejas mais encorpadas e o seu sabor varia entre o doce ao amargo e sua cor também acompanha o ritmo variando das mais claras até as mais escuras. Por estas razões é que existem diferentes sub estilos dentro da Ale, tamanho é o seu poder de variação.

Vamos conhecer um pouco alguns de seus sub estilos:

ESTILO PALE ALE 

Foram criadas para competir com as cervejas pilsens na época da guerra. São suaves com toques amendoados também possui seus sub estilos:

1. AMERICAN PALE ALE

Variação mais popular da pale ale, sua coloração  vai de dourado pálido a âmbar profundo, aroma lembra crosta de pão tostada, amargor médio mas com final suave. Nos Estados Unidos são divididas entre East Coast e West Coast e sua diferenciação se dá na receita das cervejas.

2. ENGLISH PALE ALE

É a primeira variação do estilo a ser feita e histórias dizem que foi produzida pelos ingleses enquanto viajavam para a Índia. Tem cor de dourada a cobre profundo, aroma terroso de lúpulos ingleses e de malte, baixo nível de álcool e extremamente fácil de beber.American pale ale

Cervejas de cor clara, possuem menos lúpulo do que a versão americana e é bem balanceada se tratando de um estilo que utiliza muito o lúpulo em suas receitas.

3. AMERICAN AMBER ALE

Também conhecida simplesmente como Red Ale, esta cerveja se parece muito com a America Ale e o que diferencia é sua cor que pode variar entre cobre-claro e cobre. Sua composição final contém menos lúpulo, menos álcool e também menos intensidade que a American Ale, dando a ela um caracter mais leve e equilibrado.

4. AMERICAN STRONG ALE

São fortes e com alto teor alcoólico. Na parte sensorial, são consideradas cervejas com muito sabor por conta do seu maior teor de lúpulo e malte na composição. Aromas cítricos são presentes na cerveja e sua cor pode variar de âmbar até o cobre-claro. E é claro, também é uma cerveja de origem americana.

ESTILO ALTIBIER

Cerveja Ale produzida na Alemanha e que é considerada uma cerveja velha, pois seu tempo para maturar é mais demorado. A Altibier se caracteriza por ter a coloração cobre e que realça a cerveja, é bem balanceada por sua complexidade, com pouco gás e combinação perfeita de lúpulo e malte – que confere o aroma tostado e de pães a cervejak

ESTILO TRIGO 

São totalmente refrescantes e possuem baixo amargor com alta carbonatação. Podem apresentar aromas de banana, chocolate, malte torrado ou de especiarias.

1. WEIZENBIER OU WEISSBIER

A Weizenbier é uma tradicional cerveja alemã em que sua composição contém pelo menos 50% de malte de trigo e restante é composto por malte de cevada. Existe uma grande dúvida em relação ao seu nome, é comum encontrar rótulos de cerveja que digam “weizenbier” e outros com o nome de “weissbier”.

A diferença é que weizen significa trigo e faz uma alusão a sua composição, já weiss quer dizer branco, dando destaque a clareza que a cerveja possui, ambos faltam de características diferentes e surgiram por serem termos regionais (norte e sul) mas se tratam da mesma cerveja – de trigo, clara e com um colarinho branco e de espuma consistente.

2. HEFEWEIZEN

Uma subdivisão das cervejas de trigo porque se trata de um estilo não filtrado. Hefe significa levadura e seu nome que diz respeito a característica turva da cerveja. Por isso o costume de virar uma cerveja de trigo de cabeça para baixo, pois como não é filtrada, as leveduras se misturam ao resto da cerveja, incrementando sua composição.

Sua cor não será tão clara quanto as outras, um tom mais vermelho dando intensidade e carregando a cor amarela do estilo weiss.

3. DUNKELWEIZEN

São cervejas de trigo escuras, porque dunkel dignifica justamente escuro em alemão – assim como a Munich dunkel. Assim como as outras cervejas de trigo, possui pelo menos %50 de malte de trigo, a diferença é que grande parte dessa porcentagem se trata de maltes torrados ou caramelizados, por isso a cor escura.

Uma cerveja com corpo médio para encorpado e em seu sabor podem ser notados tons de cravo, banana, baunilha e até levemente tuti-fruti. Sua cor característica é um marrom escuro.

4. WEIZENBOCK

Essa cerveja é derivada do estilo alemão Bock e mantém várias de suas características. Se trata de uma cerveja de trigo com maltes tostados e sua coloração varia de cobre a um vermelho escuro, rubi.

Em seu aroma é perceptível a presença de banana, cravos e também frutas escuras. Já no paladar não se nota muito o lúpulo, predominando o sabor do malte de trigo e também a forte presença do álcool.

5. WITBIER

A witbier é uma famosa cerveja de trigo produzida na Bélgica, um reduto cervejeiro nesse mundo. Apesar de ser uma weiss, suas características são totalmente diferente das demais por ser uma cerveja bem leve e apresentar coentro e frutas – na maioria das vezes laranja mas também encontrada com cascas de limão.

Cerveja com baixa graduação alcoólica e um corpo bem leve, dando muita drinkability para ela. Sua coloração é um amarelo bem claro e uma grande turbidez. Por ser leve é altamente refrescante e um estilo recomendado para quem quer tomar cerveja belga com um baixo teor alcoólico.

6. BERLINER WEISSE

O Berliner no nome significa que são cervejas que são produzidas em Berlim e existe uma lei que garante esse nome somente à elas.

É uma cerveja clara, bem leve e refrescante, sua principal característica que a torna diferente de outras do tipo wiess é a sua sua acidez, que pode ser adicionada de algumas maneiras no processo de produção – principalmente pela utilização de lactobacilos no mosto.

Originalmente sua cor é clara, mas por conta da adição de frutas, pode tomar outras cores, como por exemplo cobre e até verde. Em seu aroma e sabor podemos percebemos a acidez, principal característica da cerveja.

ESTILO PORTER 

Muito comum que se confunda com a Stout, ela é mais suave e seu teor alcoólico é um pouco mais baixo se comparado com a Stout. Esse tipo de cerveja tem um tom mais escuro e apresentam sabor e aromas de café, chocolate e caramelo.

ESTILO STOUT 

Antigamente esse estilo de cerveja era denominado um sub-estilo da Porter, eram denominas Stout Porter, sendo assim muito comum a confusão entre esses dois estilos.

As Stouts são escuras, quase negras com sabor adocicado que lembra chocolate, café ou malte torrado. Tem alto teor alcoolico e pouca carbonatação.

Sempre que falamos da Stout uma cerveja vem na cabeça: a Guiness é a principal cerveja desse estilo e é vendida no mundo inteiro.

Assim como outros estilos, temos também algumas variações do estilo Stout:

  1. Dry Stout
  2. American Stout
  3. Sweet Stout
  4. Oatmeal Stout
  5. Russian Imperial Stout

 

FAMÍLIA LAMBIC

Classificada como uma terceira categoria nos tipos de cerveja por sua fermentação, que é espontânea e causa pelas leveduras selvagens do ambiente. Suas características estão mais interligadas às regiões em que são fabricadas e também seus tanques de produção são abertos. Sim, algo bem natural e até rústico.

São cervejas claras, ácidas e também maturadas em madeira. Seu gosto é mais azedo e seu aroma vai desde os frutados aos cítricos e são consideradas o tipo de cerveja mais antigo existente no mundo.

Também possui algumas subdivisões:

1. GUEUZE 

É uma mistura de Lambic jovem e velha e que vai para uma segunda fermentação em barris de carvalho. Seu gosto é menos ácido, amarga e forte, mas leve e adocicada ao mesmo tempo, totalmente balanceada, semelhante ao champagne.

2. FARO 

Mais leve, saborosa e sem a acidez, que é característica das Lambics.

É uma cerveja com um baixo teor alcoólico e marcada pela sua cor, âmbar. Antigamente na Bélgica eram consideradas de sabor complexo por se tratar de um blend de estilos, mas hoje em dia essa característica se perdeu e ela acaba sendo considerada uma Lambic clássica com adição de açúcar.

3. FRUIT LAMBIC 

Após o processo de fermentação iniciar é acrescentado frutas. São muito ácidas e apresentam um sabor que pode ser seco ou até adocicada — característica de algumas outras Lambics citadas acima.

As cervejas mais famosas desse estilo de produção têm a adição de frutas como cereja (Lambic  Kriek), framboesa (Lambic Framboise), pêssego (Lambic Pêche) e maçã (Lambic Pomme).

Seu teor alcoólico baixo e uma curiosidade é que levam cerca de três anos descansando em barris de carvalho, dando um gosto a mais e um caráter especial a esse tipo de cerveja.

4. STRAIGHT LAMBICS

É uma pura Lambic com 1 ano de maturação. É seca e muito ácida.

São Lambics puras que ao completarem um ano de maturação são vendidas na pressão em cafés e restaurantes belgas (essas não são engarrafadas ou exportadas). Sua característica é ausente de carbonatação, seca e muito ácida.

A cerveja sempre foi a melhor opção numa mesa de um bar, mas de uns tempos pra cá ela ganhou status e uma variedade de sabores, aromas e tons, sendo uma bebida para todos os gostos.

Os estilos aqui citados são apenas os mais vendidos e consumidos no mundo inteiro, mas dentro dessas “famílias” existem outras tantas variações locais de lagers, ales e lambics. Vale a pena conferir alguns estilos diferentes do que estamos acostumados.