Cuidados para tomar com seu jardim no verão

Todo jardim precisa de cuidados para se manter sempre lindo e cheio de vida e o verão exige ainda mais de quem cuida dele. Confira nossas dicas!

Geralmente o verão é a época mais esperada do ano pela grande maioria das pessoas e muito provavelmente também para quem gosta de plantas e flores. Porém, alguns cuidados precisam ser colocados em prática se você quer mantiver o seu jardim sempre bonito e saudável. Fatores como o sol excessivo, umidade do ar e outros aspectos naturais podem ajudar ou atrapalhar muito, dependendo do tipo de planta que você está criando em casa.

Separamos 5 cuidados para você começar a ter agora mesmo com o seu jardim e cultivar as flores ainda mais bonitas nesta estação. Confira:

1. Regar:
Uma regra fundamental para quem cuida de plantas é a rega. Dependendo do tipo ou exposição que ela tenha a espaços abertos, a chuva poderá te ajudar com essa tarefa, mas é importante ficar ligado na temperatura, se o ar está muito seco, quais as chances de chuva para aquela semana, melhores horários para levar as plantas para fora de casa, entre outras questões. Mas atenção! Muita chuva poderá encharcá-las e apodrecer as raízes, além de algumas espécies de plantas permitem irrigações mais espaçadas, pois retém melhor a água.

Dica: Existem apps exclusivos para a consulta de temperatura dos dias da semana e até mesmo uma busca no Google já te dá visibilidade do comportamento do clima de forma prática e rápida e por horário.

2. Poda:
Podar as plantinhas nesta época não é indicado, pois elas despertam na primeira poda e começam a liberar novos brotos no verão. Remova apenas folhas mortas e galhos secos para manter a flor bonita.


3. Exposição ao sol:
Uma pesquisa online pode te ajudar a descobrir muitas informações valiosas sobre as plantas e flores que você cultiva em casa e isso é fundamental para entender o tempo de exposição ao sol que é recomendado para aquela espécie. Outras informações importantes para se buscar são: quando regar, em que ambiente ela deve ser criada, adubo apropriado para a cultivação, entre outros.

O tempo de exposição solar varia muito de uma planta para outra e por isso é tão importante saber o que fazer com cada espécie.

4. Crescimento e adubação:
O crescimento é a forma de medir o momento ideal para o replantio, que deve ser feito nesta fase e receber bastante água no início do processo para adaptação ao novo local. A adubação das plantas no verão é importante para que elas metabolizem e absorvam os nutrientes do solo mais rapidamente. É nesta época que deve ser removida a terra seca e a feita a troca do adubo.


5. Pragas:
As pragas são os inimigos mais comuns das plantas e flores e é importante o cuidado redobrado nesta época, pois é a alta temporada de epidemias. É preciso que se observe diariamente as plantas para entender a motivação do ataque de pragas, que pode acontecer por problemas na circulação de ar, umidade e iluminação errada.

Se notar problemas deste tipo, tente variar o local, horários de exposição ao sol e quantidade de regas por período. Para eliminar as pragas, opte sempre por métodos naturais, que são menos agressivos para a saúde das flores.


Gostou das dicas? Agora você já tem noção de por onde deve começar a cuidar das suas plantinhas no verão. Aproveite o início do ano e começo da estação para colocar tudo em ordem no seu jardim e mantê-las saudáveis e sempre bonitas. Flores ajudam a alegrar qualquer ambiente e valem cada tempo dedicado!

5 tipos de luminárias que transformam a decoração do ambiente

Uma das etapas mais importantes na decoração de uma casa é a hora de escolher as luminárias. Isso porque, além de serem objetos que fazem toda a diferença no visual, elas cumprem a extremamente importante função de iluminar os ambientes.

Existem diversos tipos de luminárias, cada uma com suas características e particularidades e, sendo assim, é preciso fazer a escolha certa para as suas necessidades. Elas podem ser combinadas de acordo com o estilo da decoração e influenciam nesse quesito tanto quanto os móveis e outros objetos decorativos.

Por exemplo, se você quer uma sala minimalista e elegante, usará determinado tipo de luminária. Já se a ideia é um quarto mais romântico e aconchegante, a luminária escolhida será completamente diferente.

Se você quer conhecer os principais tipos de luminárias para saber como escolher a ideal para cada cômodo da sua casa, é só ficar ligado nas dicas a seguir:

1. Luminária de teto

Além de ser o tipo de luminária mais comum, esse é também o modelo mais versátil e que pode ser usado em praticamente todos os ambientes. Existem vários tipos de luminárias de teto, entre eles as embutidas, pendentes, lustres, etc.

Embutidas

As luminárias embutidas passam muita elegância para o ambiente, deixando-o bem clean e minimalista. É necessário que o teto tenha um forro, pois é ali que as lâmpadas ficarão embutidas. Geralmente, esse tipo de iluminação circula todo o ambiente, já que é preciso ter vários pontos de luz para que realmente clareie.

Pendentes

Os pendentes geralmente são usados em pontos que necessitem de uma iluminação extra. Na maioria das vezes são colocados em cima de um local específico, como mesas ou sofás, para complementar a iluminação central do ambiente. Eles são muito comuns em cima de mesas de jantar e mesas de centro e possuem muitos modelos diferentes, que combinam com qualquer ambiente e qualquer tipo de decoração.

Lustres

Já os lustres, além de iluminar, também são considerados um objeto de decoração. Existem opções desde as mais simples e minimalistas até aqueles lustres enormes e cheios de detalhes, que chamam muito a atenção.

Ao escolher essa segunda opção, é preciso tomar cuidado para que o lustre não “brigue” com os outros objetos do ambiente. Eles são muito comuns na sala e no quarto, que geralmente são os cômodos mais sofisticados da casa.

Plafons

Por fim, outro tipo de luminária de teto são os plafons, uma espécie de caixa que fica bem próxima ao teto e serve mais para não deixar a lâmpada tão exposta. Existem alguns plafons decorados e até com desenhos de personagens, ótimas opções para usar nos quartos das crianças.

A grande vantagem das luminárias de teto é que elas geralmente oferecem uma boa iluminação geral para ambientes pequenos e médios. Em ambientes muito grandes, talvez seja necessário colocar mais de um ponto de luz, ou mesclar com outros tipos de luminárias, como a de mesa ou de piso, por exemplo.

Os valores podem variar infinitamente e isso vai depender desde o tipo de luminária escolhido, até o seu modelo e nível de detalhamento.

2. Luminária de parede

Existem dois tipos principais de luminárias de parede, as arandelas — que são colocadas na parte superior da parede — e os balizadores, colocados mais próximos do rodapé.

Arandelas

As arandelas são muito usadas em corredores, banheiros e ambientes externos. Sua finalidade é mais decorativa do que realmente para iluminar, por isso elas são usadas em lugares que não precisam de muita claridade.

Existem diversos modelos, desde os mais moderninhos até os mais clássicos e sofisticados. Raramente você encontrará uma única arandela em uma parede. Geralmente são usadas duas ou mais, dependendo do tamanho do ambiente.

Balizadores

Os balizadores são muito utilizados em corredores e em escadas, servindo para indicar a direção do caminho que deve ser seguido. Não é a melhor escolha se você quer deixar o ambiente iluminado, mas é ótimo para deixar o local mais aconchegante e bem elegante.

Também existem balizadores que ficam no chão, ao invés da parede, e esses são muito utilizados em jardins — também para indicar um caminho.

3. Luminária de piso

Também existem algumas opções de modelos de luminárias de piso, mas as mais comuns são as de coluna, que geralmente são altas e parecem estar “em pé”. Elas são muito usadas para iluminar locais de leitura, já que seu foco é bem direcionado.

As luminárias de piso são ótimas opções para salas e escritórios, e geralmente ficam mais próximas da parede para não ficarem no meio do caminho. Como são usadas para potencializar a luz em um local específico, esse é um tipo de luminária que serve para complementar a iluminação do ambiente.

4. Luminária de mesa

As luminárias de mesa são muito parecidas com as de piso, e possuem basicamente a mesma função. A grande diferença é que elas são menores e ficam apoiadas na mesa, e não no chão. São usadas em mesas de trabalho e estudo, nunca em mesas que são utilizadas para comer. Nesse último caso, a melhor opção seriam os pendentes.

5. Abajur

Os abajures geralmente são usados em cima de criados-mudos ou mesas de cabeceira ao lado da cama. Porém, existem diversos modelos de abajures que podem dar um toque todo especial na decoração, não só do quarto mas também da sala de estar, escritório e outros ambientes que precisam de um toque extra de conforto.

Eles possuem uma luz mais suave — graças ao difusor e à lâmpada amarela —, servindo para deixar o ambiente mais aconchegante para aqueles momentos em que não se quer estar no escuro, mas também não quer um ambiente muito claro.

Escolher a luminária certa faz toda a diferença no resultado final da decoração da sua casa, ou de qualquer ambiente. Pense com carinho em quais são as necessidades de cada cômodo, e deixe-os com a iluminação ideal, além de bem bonitos e aconchegantes.

Confira os melhores aplicativos para arquitetos em 2018

Todos os jovens arquitetos, sabem de cor e salteado as palavras dos nossos colegas mais experientes quando se trata de tecnologia: “Antigamente tudo era muito mais difícil”. “Desenhávamos tudo à mão e um simples erro poderia por tudo à perder. Vocês, jovens, não sabem o que isso significa”.

Confira os melhores aplicativos para arquitetos em 2018

“Enjoados” talvez seja uma definição severa demais. Mas é fato que trabalhar com arquitetura hoje em dia é completamente diferente de como era décadas atrás. Empresas de tecnologia trabalham diariamente para desenvolver programas e aplicativos que procuram facilitar a nossa vida. Entretanto, com a infinidade de aplicativos disponíveis é até difícil acompanhar as novidades. Para ajudá-los, montamos uma lista dos principais aplicativos de arquitetura disponíveis no mercado no momento.

A360 (iOS/Android)

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Confira os melhores aplicativos para arquitetos em 2018

A360

Você se lembra como era difícil ter que esperar até chegar no escritório para poder abrir um arquivo de CAD, porque era impossível abri-los em seu smartphone? A Autodesk criou a solução perfeita para esse dilema quando recentemente lançou o aplicativo Autodesk A360. E qual é a grande novidade do A360? Você pode visualizar e fazer upload de desenhos 2D e 3D, independentemente do software usado para criá-los, navegar em modelos de grande escala, revisar e marcar os projetos, medir dimensões e áreas e acompanhar o status do projeto a qualquer momento e em qualquer lugar.

Autodesk Sketchbook (iOS/Android)

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Confira os melhores aplicativos para arquitetos em 2018

Autodesk Sketchbook

A Autodesk acredita que a criatividade começa com uma ideia e, geralmente, elas aparecem quando menos se espera. Pode ser à caminho do trabalho, sonhando acordado em reuniões ou palestras, ou na profana poltrona da sala de banho. Para garantir que as melhores ideias não se percam, a Autodesk desenvolveu um novo aplicativo com ferramentas inovadoras que transformarão à experiência do desenho técnico. Além de lápis, marcadores e mais de 190 pincéis personalizáveis, o aplicativo conta com ferramentas de simetria e previsão de traçado em 16 diferentes configurações que suavizam linhas e corrigem formas.

BIMx (iOS/Android)

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Confira os melhores aplicativos para arquitetos em 2018

BIMx

O premiado BIMx possui uma tecnologia única, integrando a navegação em projetos 2D e 3D. O recurso “hyper-model” ajuda os usuários a preencher a lacuna entre a atividade de desenho no escritório e o tempo real na obra. Clientes, arquitetos e construtores podem virtualmente percorrer e fazer ajustes de medição no modelo 3D sem a necessidade de acessar um software CAD. Os problemas podem ser controlados e revisados diretamente do canteiro de obras.

Concepts (iOS)

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Concepts

Concepts

Concepts app é basicamente um caderno de croquis digital, porém, turbinado. Com seu sistema em 64 bits e vários núcleos de renderização, o aplicativo é flexível, preciso e extremamente responsivo. Concepts é perfeito para arquitetos, ilustradores, designers de produtos e artistas visuais que gostam de explorar sua criatividade e esboçar tudo aquilo que lhes vem à mente, sem renunciar aos detalhes mais precisos.

Morpholio Trace (iOS)

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Morpholio Trace

Morpholio Trace

Um veterano nas listas dos “melhores aplicativos” do Archdaily, o Morpholio é o software dos sonhos para qualquer arquiteto e designer. O aplicativo possui uma ferramenta de desenho exclusiva que permite aos usuários trabalhar com fluidez em todo o processo de projeto. Além de permitir esboços bastante simples, é possível desenhar e desenvolver idéias com muita precisão, o aplicativo permite revisões em arquivos PDF e imagens e está continuamente adicionando novos recursos para tornar o processo de design muito mais fácil – incluindo uma grande novidade que deverá estar disponível em breve, a realidade aumentada.

Scala Architectural Scale (iOS)

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Scala Architecture Scale

Scala Architecture Scale

Um aplicativo de medição ilimitado, o Scala Architectural e o Engineering Scale permitem operar medições precisas em desenhos impressos de qualquer escala. O aplicativo é simples e fácil de usar, contando com escalas de arquitetura, engenharia e tantas outras, inclusive desconhecidas.

Sunseeker (iOS/Android)

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Sunseeker

Sunseeker

O seu nome já diz tudo. O “Sunseeker” fornece uma câmera em realidade aumentada com uma bússola plana para rastrear o percurso do sol, seus intervalos de horas e os solstícios de inverno e verão. Entre seus muitos recursos, o aplicativo usa um GPS e um magnetômetro para encontrar a posição e o caminho corretos da sua localização atual, permitindo ainda escolher qualquer ponto na Terra e acessar todos os seus detalhes, incluindo a elevação máxima do sol. O aplicativo não é apenas ideal para arquitetos, mas também é adequado para fotógrafos, avaliadores de imóveis, instaladores de painéis solares, jardineiros e todos os amantes do grande astro (levando seu bronzeamento natural a outro nível!).

Fonte:www.archdaily.com.br

11 ideias para receber bem

Para receber bem os seus convidados, é preciso pensar todos os elementos necessários para uma reunião caprichada, como é o caso da decoração de mesa. Afinal, um ambiente charmoso e organizado faz toda a diferença!

Selecionamos algumas dicas que vão ajudá-la na hora de planejar uma recepção completa. Confira:

1. Defina o seu estilo

O primeiro passo para criar uma decoração de mesa incrível, é definir o seu estilo. Para isso, pense na mensagem que você deseja passar aos seus convidados. O momento é para comemorar um casamento? Então, uma combinação mais clássica e romântica é sempre bem-vinda!

Quer inovar e levar um toque rústico à sua mesa posta? Elementos naturais, como a palha, o couro e a madeira devem estar presentes. Se preferir um visual moderno, as tonalidades neutras e objetos metalizados são essenciais.

Neste momento, a composição de cores e os demais acessórios devem ser pensados em conjunto para que o resultado seja harmônico.

2. Escolha um ambiente especial

Agora que você já definiu o seu estilo, que tal escolher um espaço para receber os seus convidados? Para quem quer inovar, as áreas externas são uma ótima opção. Neste caso, você pode criar a sua decoração exclusiva em um jardim, varanda ou área gourmet.

Para os ambientes internos, como a sala de jantar, certifique-se de que há lugar para todos os visitantes. Se houver crianças, reserve um local especial para elas, como uma mesa de refeições com temática infantil.

3. Considere o modelo da mesa

Seja quadrada, redonda ou retangular, uma bela composição pode ser feita em qualquer modelo de mesa. No entanto, é importante ter atenção ao escolher determinados itens. As toalhas, por exemplo, precisam ter as dimensões corretas para não ficarem curtas ou muito compridas.

Também é recomendado que os itens de decoração estejam em harmonia com o formato da mesa. Se o seu móvel for redondo, utilize peças redondas, como os jogos americanos ou vasos. Assim, haverá simetria e sua combinação ficará muito mais agradável!

4. Priorize um bom jogo de louça

Sem dúvidas, o jogo de louça é o grande protagonista de uma decoração de mesa. Por isso, dê preferência a itens de qualidade e que ofereçam um design de acordo com o seu estilo de composição.

Em geral, as louças em cores neutras são perfeitas, caso as suas peças sejam produzidas em cerâmica ou porcelana. Se você busca por um toque mais sofisticado para datas especiais, louças com detalhes em dourado são ideais.

Quanto mais completo o jogo, mais caprichada será a sua mesa. Por isso, pense em todos os elementos, incluindo os pratos, sousplat, talheres e taças.

Além disso, garanta uma boa disposição dos objetos. Copos são sempre colocados do lado direito e acima das facas — nesta ordem: copo de água, taça para vinho tinto, taça para vinho branco e taça para champagne.

5. Aposte em uma toalha de mesa ou jogos americanos

Após decidir pelo jogo de louça, é hora de escolher as toalhas ou jogos americanos para a sua mesa posta! Para combinações mais tradicionais, a toalha de mesa é sempre a primeira opção.

Invista em uma peça de qualidade e que possa ser usada em outras ocasiões! Algodão e linho são alternativas versáteis e muito sofisticadas para reuniões formais ou informais.

Já os jogos americanos trazem uma atmosfera mais moderna e despojada. No mercado, há uma variedade de modelos, tamanhos e formatos que você pode escolher de acordo com a sua proposta de recepção.

Para facilitar, utilize itens lisos ou com cores neutras. Porém, caso você queira investir nas estampas, dê preferência às padronagens pequenas e sem um grande mix de cores.

6. Inclua guardanapos especiais

Muito funcionais, os guardanapos podem ser usados de um jeito exclusivo e muito gracioso. Escolha entre itens de papel ou, para um evento mais sofisticado, os de tecido.

Capriche e faça uma apresentação especial! Para isso, aplique diferentes dobraduras ou combine as peças com porta-guardanapos e tenha um visual ainda mais surpreendente!

7. Capriche nos acessórios

Saleiros, bowls, talheres e taças — esses acessórios dão um destaque exclusivo ao ambiente! Por isso, não tenha medo de inovar na escolha desses itens — desde que sigam o seu tema de decoração.

Com equilíbrio e cuidado na disposição dos objetos, esses detalhes ajudam a incrementar a sua decoração.

8. Decore com flores

Delicadas, alegres e cheias de vida, as flores podem ser usadas em pequenos arranjos ou vasos mais sofisticados. Essa é uma forma acessível e charmosa de levar mais cor para qualquer composição.

Você quer criar um espaço mais despojado? Aproveite e transforme garrafas de vidro em vasos! Se a sua mesa posta tiver um contexto mais clássico, os vasos de cerâmica são um curinga. Escolha a sua flor preferida e encante a todos!

9. Use velas para um momento intimista

Está preparando um jantar especial ou, até mesmo, uma recepção no jardim? Incluir velas na sua decoração deixa o ambiente muito mais aconchegante e intimista. Você pode combinar velas pequenas e grandes, criando uma sensação de profundidade.

Em datas comemorativas, como no Natal ou Ano Novo, as velas podem ser usadas junto a outros elementos decorativos — como as flores, pinhas ou dentro de taças, jarras, potes metálicos, de vidro ou castiçais.

10. Agrade os seus convidados

Quem não gosta de receber agrados? Uma boa dica é oferecer pequenos mimos aos seus convidados.

Para que a sua recepção seja ainda mais encantadora, prepare doces em caixas personalizadas, fotografias, bilhetes com mensagens ou demais mimos.

Outra opção é customizar cartões com o nome de cada convidado, com a finalidade de marcar os lugares na mesa. Assim, você garante um momento único e inesquecível!

11. Saiba o que evitar

Assim como em qualquer ambiente, a decoração de mesa requer harmonia entre os objetos. Como em recepções há um grande fluxo de pessoas, evite o uso exagerado de itens decorativos, bem como de travessas de alimentos. Utilize apenas o necessário. Mantenha a funcionalidade enquanto os convidados se servem e garanta o conforto de todos.

Por fim, procure usar apenas arranjos e peças pequenas na sua composição. Deste modo, você evita que a comunicação e a visualização entre as pessoas sejam prejudicadas.

Arquiteto. engenheiro ou um designer de interiores: quando contratar cada um

Na hora de reformar ou construir sua casa, há quem fique na dúvida se deve contratar um arquiteto, engenheiro civil ou um designer de interiores. É compreensível, já que essas três áreas têm mesmo semelhanças e se complementam em todos os aspectos. Muitas vezes é possível até contratar os dois profissionais para trabalharem juntos no mesmo projeto.

O fato é que quando fala-se em projetar, executar e fiscalizar obras, tanto arquiteto quanto engenheiro civil estão envolvidos. Mas há diferenças pontuais nas disciplinas do curso de cada área que você vai conhecer agora. Assim ficará mais claro qual é a diferença entre engenheiro e arquiteto e você saberá também quando contratar cada um deles para o seu projeto.

Arquiteto e engenheiro ou designer de interiores: quando contratar cada um

​O que faz um engenheiro civil?

​O que faz um engenheiro civil?

Para entender melhor qual a diferença entre arquiteto e engenheiro é interesse começar pelo que é aprendido nos cursos dessas profissões. No curso de engenharia civil as disciplinas que envolvem cálculo possuem uma maior carga horária. Isso ocorre porque o curso objetiva preparar o engenheiro civil para lidar com projetos e cálculos de estruturas e sistemas complementares de edifícios, rodovias, pontes e também para o gerenciamento de obras.

Há ainda o estudo de desenho técnico, elétrica, hidráulica, geotécnica, administração, economia e outras disciplinas, entretanto, com menos aprofundamento às questões humanas. Esse é um ponto crucial na diferença de arquiteto para engenheiro.

Na prática, ou seja, quando se forma e está pronto para começar a atuar no mercado, o engenheiro civil vai lidar com todos os cálculos que aprendeu, conforme a área em que escolher trabalhar. Na sua relação com as obras arquitetônicas ele irá calcular o dimensionamento de cargas e esforços necessários para a realização dos projetos.

Sua função também é de contribuir com o trabalho de outros profissionais orientando sobre os projetos de sistema de água, esgoto, telefonia e eletricidade, além do gerenciamento de obras com alta complexidade, como é o caso das construções de estradas, ferrovias, barragens, viadutos, hidráulica fluvial e marítima.

Arquiteto. engenheiro ou um designer de interiores: quando contratar cada um

​O que faz um arquiteto?

No curso de arquitetura e urbanismo os futuros arquitetos aprendem sobre o planejamento de espaços, sejam privados ou públicos, envolvendo desde residências ao urbanismo, o paisagismo e a acessibilidade. Do externo ao interno, em cada detalhe.

A maior parte das disciplinas é voltada para a prática dos projetos e menos para os cálculos, como ocorre na engenharia civil. Mas quanto à teoria, a arquitetura se dedica ao estudo da história da arte, da ecologia, da antropologia, da semiótica, da topografia, da acústica e afins. Tudo isso para formar profissionais que sejam capazes de criar projetos de acordo com questões culturais, funcionais e estéticas, pensando nas necessidades do ambiente e das pessoas.

Embora não haja tanta carga horária voltada para os cálculos, o arquiteto também recebe embasamento técnico para que consiga definir a viabilidade de seus projetos ainda na fase da concepção.

Sendo assim, quando formado, a atuação do arquiteto vai envolver projetos residenciais, comerciais, corporativos, de traçados urbanos, comunicação visual, arquitetura industrial, mobiliário, além de lidar com restauro histórico, parcelamentos de solo e planos diretores.

Ele também pode atuar analisando condições de ventilação e iluminação das edificações, determina os materiais, os pontos de sistemas e a paginação dos revestimentos das obras.Em cada uma dessas variações do trabalho do arquiteto ele sempre vai estar envolvido com as pessoas, suas preferências e necessidades, logo no início.

Arquiteto e engenheiro ou designer de interiores: quando contratar cada um

 

​Em que locais cada profissional trabalha?

Tanto engenheiros quanto arquitetos podem – e é bem comum – abrir seu próprio escritório, o que muitas vezes envolve sociedade entre essas duas áreas para que possam oferecer um serviço mais completo.

Mas no mercado há diversos segmentos que podem contratar cada um desses profissionais, como construtoras, órgão públicos, incorporadoras, escritórios e indústrias. Há empresas que necessitam apenas dos engenheiros, enquanto outras vão atuar apenas com arquitetos ou ambos.

Como já mencionado, os trabalhos se complementam e é assim que projetos de excelência se concluem, quando os profissionais sabem que podem usufruir do conhecimento um do outro sem necessidade de provar quem é melhor, afinal, são diferentes.

Todo arquiteto é um designer de interiores?

​Todo arquiteto é um designer de interiores?

Essa é outra questão que gera muitas dúvidas. O designer de interiores, que há algum tempo era chamado de decorador, tem a importante função de cuidar dos espaços internos de residências e ambientes corporativos e comerciais.

Atualmente o nome decorador tem caído em desuso, pois não representa da mesma forma tudo o que esse profissional realiza. Para que seu trabalho seja bem-feito ele precisa entender de estética, volumes, tamanhos, ergonomia, cores, iluminação, proporções, tendências e combinações.

Também é necessário que realize projetos de forma organizada, com planejamento e posterior execução, da mesma forma que um engenheiro ou arquiteto fazem. Só assim ele consegue entregar um resultado de excelência, que permite a interação harmônica entre as pessoas e espaços.

Sendo assim, todo arquiteto pode também ser designer de interiores, mesmo que para isso se especialize em um curso de design. Mas quem apenas estudou o design, que é um curso separado, não está apto a atuar na arquitetura com as mesmas competências, pois o curso tem um período menor de duração, envolvendo algumas matérias semelhantes com a arquitetura e outras focadas na parte de decoração e tudo o que envolve esse universo.

Os designers de interiores podem trabalhar por conta própria ou junto com os arquitetos e engenheiros, conforme o segmento de atuação. É comum que tenham parcerias ou sociedade para oferecer um serviço completo aos clientes.

​Qual desses profissionais contratar para projetar uma residência?

Agora que você já sabe qual a diferença entre engenheiro e arquiteto, e também já se inteirou sobre a função de um designer de interiores, precisa saber qual deles chamar na hora de projetar uma casa. A resposta é: todos.

No momento de fazer o cálculo da planta estrutural da residência vai ser necessário contratar um engenheiro, que vai assinar o projeto para que a prefeitura valide e aprove a construção. Conforme a complexidade do projeto poder ser ainda que outros engenheiros sejam necessários, como o hidráulico e o elétrico.

Depois, o arquiteto irá atuar no desenvolvimento da planta considerando o melhor aproveitamento do terreno, a distribuição dos cômodos, a funcionalidade da casa, bem como a ventilação e a iluminação, todos fatores cruciais para um bom resultado.

Ele fará uma planta de layout onde haverá a organização da elétrica, hidráulica e mobiliário.  Uma planta executiva com as dimensões e detalhes do acabamento. Cortes com altura do pé direito, telhado, forros e níveis. Também irá entregar todos os aspectos de como será o telhado e a fachada.

Então, depois dessa etapa ou junto com ela, poderá entrar o trabalho de um designer de interiores, mas é muito comum que o próprio arquiteto já ofereça esse serviço e entregue a planta com esses detalhamentos também.

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Algumas vezes esses profissionais têm cada um a sua responsabilidade, mas trabalham no mesmo escritório, então é possível contratar uma empresa só, com todos os profissionais, deixando o processo mais prático para o cliente. Afinal, somente quando se envolve com uma obra é que se tem noção da quantidade de detalhes que vão surgindo ao longo processo, como novos investimentos, imprevistos, escolhas de materiais e muito mais.

O que vale mesmo é você poder contar com profissionais que lhe transmitam total confiança no que estão fazendo, pois vocês passarão um bom tempo juntos a partir do momento em que fechar um serviço.

O centenário de Achille Castiglioni

O nome de Achille Castiglioni confunde-se com o nascimento e evolução do Design italiano. Castiglioni nasceu em fevereiro de 1918 em Milão, e a sua obra está eternizada nos maiores Museus do Design e nas nossas casas.

Foi o filho mais novo de um escultor, e os irmãos já trilhavam caminho na arquitetura, quando trocou os estudos clássicos pelas artes. Em 1944 concluiu os estudos de arquitetura no Politécnico de Milão. Quando a guerra acabou, Castiglioni iniciou uma parceria com os irmãos na reconstrução de diversos palácios antigos destruídos.

Foi em dupla com o irmão Pier Giacomo que assinou inúmeras criações para as marcas que encontra representadas na QuartoSala. Falamos de Design de mobiliário e iluminação editadas até hoje por marcas internacionais como a Flos ou a Zanotta.

Em 1969 inicia uma carreira paralela no ensino como professor de Arquitetura e Design no Politécnico de Turino e depois no Politécnico de Milão. Aí acabaria por influenciar várias gerações de alunos que atualmente dão cartas no Design internacional. Patricia Urquiola é um desses nomes, que presentemente   relata a sua paixão contagiante pelos objetos e pelo ato da criação.

A curiosidade foi sempre o motor criativo de Castiglioni.  O mestre morreu aos 84 anos, em dezembro de 2002 em Milão, e será para sempre citado quando estivermos a atravessar a história do Design do século XX.

Dicas para viajar sozinho

Viajar sozinho pode ser uma oportunidade muito interessante. Você finalmente conseguirá visitar o tão sonhado destino sem ter que dividir seu tempo com os desejos e expectativas de outra pessoa. Independentemente da personalidade do viajante – introvertida ou extrovertida – há várias dicas que podem ajudar a tirar o melhor proveito possível de uma viagem a sós.]

Para começar a pensar na possibilidade, leve em consideração que há várias vantagens em viajar sozinho que talvez você nunca tenha considerado. Uma delas é poder escolher o local e fazer o planejamento, afinal, você está no controle. Não é preciso convencer ninguém a mudar de planos ou se obrigar a seguir na rota do grupo da excursão. Por mais que você perca os benefícios de viajar com outras pessoas, ir sozinho é melhor do que não ir. Viajar sozinho, inclusive, pode ser mais barato e menos estressante do quando a família inteira vai junto.

Outro ponto que deve ser considerado é a comparação com uma viagem com crianças. Esta pode ser uma experiência recompensadora, mas você provavelmente não iria aos mesmos lugares ou faria as mesmas atividades que um turista desacompanhado. Viagens individuais podem ser oportunidades únicas para fazer o que você não será capaz até que seus filhos saíam de casa.

Como viajante solo, você pode até se presentear com um voo de primeira classe, já que comprará apenas um assento em vez de dois ou mais. Se você já está convencido a fazer uma viagem sozinho, veja, na galeria de fotos a seguir, algumas dicas para tirar o melhor proveito possível:

Não descuide da segurança

É verdade que viajar acompanhado pode dar uma sensação maior de segurança, já que você tem alguém para confiar em vez de ser um completo estranho em um local desconhecido. Como viajante solo, é preciso ter mais atenção do que o normal. No entanto, é possível tomar alguns cuidados, como deixar o seu itinerário com amigos ou familiares, enviar e-mails e mensagens de texto constantemente a eles e fazer posts nas redes sociais.

Além disso, não fique totalmente confortável com as outras pessoas – interaja, divirta-se, mas não baixe totalmente a guarda. Viajantes – sozinhos ou acompanhados – devem usar o bom senso nos relacionamentos. Outra dica é pesquisar previamente sobre a segurança na cidade em que você vai visitar e identificar lugares que você poderá ir sozinho.

Crie conexões humanas

Por mais que você esteja viajando sozinho, ainda é uma pessoa sociável. Uma das partes mais legais de conhecer novos lugares é conhecer também novas pessoas. Talvez você não se sinta muito confortável porque não tem alguém lá para lhe dar suporte, mas não tenha medo de conversar.

Se você está justamente em busca de criar relacionamentos, uma boa opção é fechar uma excursão com empresas que formem grupos. Dessa maneira, você poderá interagir durante um único dia ou a semana toda. Quando você organiza sua viagem e compra o próprio bilhete de ônibus ou aluga um carro, pode acabar conhecendo os mesmos pontos turísticos do que se estivesse em uma excursão, mas perde a conexão humana.

Evite pagar taxas por estar sozinho

Viajar sozinho é bem mais barato em diversos aspectos, mas pode ser mais caro em outros. Companhias de viagens, grupos de excursões e hotéis geralmente cobram mais caro por acomodações em apartamentos single, para compensar pelo prejuízo de uma pessoa estar ocupando um quarto ou cabine quando se espera que eles sejam ocupados por, pelo menos, duas. Essa taxa pode, rapidamente, tornar-se um incômodo, principalmente no caso dos cruzeiros, em que algumas operadoras acabam agrupando pessoas que não se conhecem em uma mesma cabine para manter o preço.

Se você quer evitar situações como essas, escolha viajar na baixa temporada ou entre a baixa e a alta temporadas (como na primavera e no outono). Outra dica é deixar para fechar o negócio no último minuto. Em último caso, é sempre possível se arriscar e dividir o local com um estranho. A perspectiva de conhecer alguém novo pode parecer interessante.

Escolha a hospedagem de acordo com os seus interesses

Viajantes solo possuem milhares de opções de locais para ficar: Airbnb, hostels, acomodações do tipo bed and breakfast, pousadas. Por estar no controle, você acaba tendo mais flexibilidade para escolher o tipo de hospedagem, com base nos seus interesses.

Você pode ficar no centro da vibrante vida noturna da cidade. Ou encontrar um retiro no campo para relaxar durante a noite com uma taça de vinho. É a sua viagem, então divirta-se!

Como escolher o destino

A máxima “o mundo está em suas mãos” nunca é tão verdadeira quando se está viajando sozinho. Há poucas restrições. Você pode jantar em restaurantes elegantes, conhecer museus de arte, saltar de paraquedas ou ficar na praia e ler um livro sem interrupções.

Talvez você queira visitar a Antártica, apenas porque é possível. Mas também pode considerar opções em território norte-americano como Las Vegas, Portland, Nashville, Nova York, São Francisco. Ou Toronto (Canadá), Roma (Itália) ou Paris (França). E que tal a Islândia?

Em todos esses destinos – e em muitos outros – você encontrará algo interessante, além de outros viajantes solo e casais que podem servir de companhia. Para ter ideia do que fazer, procure guias online de viagens ou visite fóruns de viajantes solo para mais dicas e conselhos.

Você não precisa ter medo de viajar sozinho. Embora o processo de planejamento seja diferente, viagens solo podem ser algumas das melhores lembranças da sua vida. Faça a sua lista de lugares para conhecer e não volte atrás. Você não se arrependerá.

Iluminação da casa: é necessária uma avaliação completa de cada ambiente.

Ao pensar na iluminação da casa, é necessária uma avaliação completa de cada ambiente, afinal, tanto o excesso quanto a falta de luz causam incômodo e desconforto, não é mesmo? Nesse sentido, elaborar um projeto luminotécnico é fundamental.Para te ajudar a entender a importância desse projeto, elaboramos o post de hoje.

Iluminação da casa: é necessária uma avaliação completa de cada ambiente.

A ILUMINAÇÃO DA CASA PRECISA DE UM PROJETO LUMINOTÉCNICO

Um projeto luminotécnico é elaborado a partir da análise da função dos ambientes, da quantidade de luz necessária para os espaços e do cálculo do nível de iluminação da casa para um conforto visual eficiente. Esse tipo de projeto deve ser desenvolvido por um arquiteto ou designer de interiores.

Na hora de distribuir pontos de luz nos ambientes, o consumidor pode ter uma visão equivocada sobre qual a melhor iluminação para cada espaço. O conhecimento técnico de um profissional é necessário para analisar alguns pontos antes de determinar qual tipo de luz utilizar:
Medida do pé direito do ambiente;
Cores das paredes e do piso;
Luminária ideal;
Função do ambiente;
Potência das lâmpadas;

Iluminação da casa: projeto luminotécnico

COMO CONCILIAR ILUMINAÇÃO DA CASA E DECORAÇÃO?

Uma iluminação, quando bem projetada e bem distribuída, valoriza os espaços da sua casa, além de trazer mais conforto para os ambientes. Por isso, o planejamento de iluminação deve andar junto com os planos para a decoração.

Definir antecipadamente a localização de quadros e obras de arte na sala de estar é uma prática recomendada, pois auxilia o profissional na distribuição de iluminações diretas que realcem a beleza dessas peças, fazendo com que esses objetos se destaquem no cômodo.

No quarto, o layout com o espaço da cama definido também é importante para a instalação de luminárias indiretas para leitura e relaxamento. Delimitar espaços para o guarda-roupa e para a penteadeira também é importante antes de distribuir pontos de luz dentro do cômodo.

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QUAL A IMPORTÂNCIA DA ILUMINAÇÃO DA CASA?

NOS AMBIENTES INTERNOS

Observar as funções exercidas nos espaços é de extrema importância para um bom projeto de iluminação. A partir do planejamento, é possível determinar o tipo de lâmpada ideal para aquele espaço, além da criação de mais ou menos pontos de iluminação no ambiente.

A luz possui a função de modelar, ampliar, reduzir e esconder espaços, podendo influenciar, ainda, no conforto visual e térmico do ambiente. As escolhas da lâmpada e da potência da luz influenciam diretamente na sensação que determinado ambiente transmite, fazendo com que as pessoas se sintam à vontade ou sintam repulsa, ficando pouco tempo naquele espaço.

EM ÁREAS EXTERNAS

Um lindo jardim pode ― e deve ― ser realçado pela iluminação. Durante a noite, as plantas podem ser destacadas pela luz direta, complementando a iluminação geral do jardim. Se a sua residência possui uma edícula ou um espaço de churrasqueira, o ideal é que seja traçado um caminho por meio da iluminação para guiar os convidados e visitantes até o espaço.

No projeto luminotécnico para ambientes externos, o profissional analisa quais os pontos merecem destaque e qual a melhor solução em lâmpadas e luminárias para o espaço, sempre pensando na economia e durabilidade dos materiais.

Um projeto luminotécnico mal elaborado pode gerar desconforto e gastos desnecessários no futuro. Lembre-se sempre de buscar um profissional que possua o conhecimento necessário para garantir o melhor custo-benefício para o seu projeto.

Gosta de visitar museus? Conheça o Museu da Sobremesa

No dia 10 de fevereiro, o Museu da Sobremesa foi inaugurado em Manila, capital das Filipinas, com oito salas desenhadas para os mais diferentes gostos – algodão-doce, urso de goma, marshmallow, chicletes, donuts, bengala doce, sorvete e cake pop – em um espaço de mais de 1.000 metros quadrados, onde é possível pular, brincar e deslizar.

Esse talvez seja o único tour do mundo que começa com os visitantes entrando por um buraco de donut e deslizando em um escorregador rosa – cada pedacinho do trajeto perfeito para posts no Instagram. Duas portas, “naughty” e “nice”, conduzem a diferentes bosques de bengalas de açúcar, árvores de algodão-doce (que os visitantes podem comer), espaços de marshmallow, arco-íris de alcaçuz e uma boutique, onde é possível comprar uma grande variedade de doces, entre eles, bolos de confete.

 Museu da sobremesa. Uma atração ideal os viciados em açúcar

Os cofundadores do local, Tasha Reyes, Katrina Lacal e Joseph Moore, tiveram a ideia há cinco meses como forma de expressar seu amor por viagem e comida. Além da construção e design da atração, os amigos e sócios quiseram criar uma experiência compartilhável nas mídias sociais.

A entrada na Floresta de Algodão-Doce, por exemplo, é feita através de um pavilhão de árvores feitas do doce, com luzes ao redor, explica Tasha. Essa iluminação guia o visitante por um túnel de árvores que leva a um espaço com nuvens de algodão-doce “abraçáveis”, onde os instagrammers podem posar livremente – seja dentro da tigela do doce ou perto das nuvens feitas de algodão-doce. E o toque final: os doces com pó de fada (algodão-doce com leite desnatado em pó) das árvores podem ser colhidos e degustados imediatamente.

Aqueles que gostam de aprender enquanto fazem uma visita vão ter no Museu da Sobremesa “material único”, garante Tasha. Lá é possível descobrir por que tem um buraco no donut e mergulhar na história de diferentes sobremesas, como a do algodão-doce, protagonizada pelo dentista William Morrison e pelo doceiro John C. Wharton, que criaram a delícia usando “floss sugar”, um tipo de açúcar que é derretido e colocado em forma de nuvem com fios de açúcar incrivelmente finos e longos, e que foi batizado de “Fairy Floss”.

Automação Residencial ajuda a tornar a maior parte dos equipamentos eletrônicos da sua casa automático. Imagine controlar o ar condicionado, a televisão, as luzes, a cortina ou mesmo a irrigação do jardim com alguns cliques no seu iPhone ou no iPad. É a sua casa inteligente com automação residencial.

Só na primeira semana, o museu atraiu aproximadamente 7 mil visitantes, e espera receber mais 40 mil nos próximos dois meses. Em breve, Tasha quer adicionar um sabor mais distinto à atração, incorporando sobremesas locais e ingredientes como Ice Scramble e Inhame da índia.

Os ingressos são vendidos online por valores equivalentes a US$ 13 e US$ 15 para os tours, que cobrem duas horas de passeio e seis sobremesas, como chocolates artesanais, marshmallows gigantes, macarons, mini donuts e cake pops.

Como ter uma mini-horta em sua casa

Nada mais charmoso do que preparar uma refeição com alguns produtos colhidos com as suas próprias mãos, não é? Por isso ter uma mini-horta em sua casa, espaços reservados para plantar e manter verduras, frutas e temperos dentro de casa, estão cada vez mais comuns. Além de práticos e super naturais, esses pequenos pedaços do campo são um sinônimo de saúde, frescor e beleza para a sua mesa.

E, apesar de parecer trabalhoso e complicado, ter uma mini-horta linda e bem cuidada não é uma tarefa impossível. Ao contrário, além de trazer cor e felicidade para sua casa, as hortinhas são ótimas para dar uma força na decoração, além de ser uma tarefa divertida e gratificante.

 

Um cantinho ensolarado

  Antes de mais nada, o ideal é encontrar um espaço arejado e iluminado pelo sol na sua casa. Pode ser uma varanda, um cantinho do jardim, uma janela grande na cozinha… Enfim, um local onde as plantinhas possam receber sol e ar fresco todos os dias.

Vasinhos, canecas ou latas

 Depois de determinar um local bacana, é hora de escolher os recipientes onde suas plantinhas irão viver. Podem ser latas de alumínio, xícaras, canecas, caixotes de madeira, vasos coloridos, vidros ou até garrafas PET e caixas de leite recicladas.

Você pode customizá-los com tinta lousa para escrever os nomes das ervas, pode pendurá-los nas paredes com suportes ou cordas ou pode misturar cores e estilos diferentes e compor a decoração do ambiente com muito charme.

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Plantar e replantar

 Hoje em dia é bem simples encontrar sementes, fertilizantes e produtos para evitar pragas para hortas urbanas. Supermercados, lojas de produtos naturais e floriculturas já vendem alguns itens fundamentais para quem quer começar a ter plantinhas em casa.

Mas, você sabia que alguns dos alimentos que fazem parte de nossa lista de compras podem ser replantados para sempre? Selecionamos alguns deles para você comprar pela última vez, replantar e ter sempre em casa.

ATENÇÃO: Para desenvolver raízes novas nas pequenas mudas de ervas e plantas, separe um galho completo da erva, retire as folhas, deixando somente as do topo e coloque em um copo com água por alguns dias, trocando a água a cada dois dias. As raízes novas aparecerão em algumas semanas, dependendo da planta.

Hortelã, manjericão – Faça o processo para criar as raízes nas ervas. Quando estas atingirem 2 ou 3 cm, replante em um recipiente grande, pois necessitam de espaço, água diariamente e sol (o manjericão mais sol, a hortelã menos).

Alecrim e coentro – Faça uma mistura de duas partes de areia grossa para uma parte de terra musgo. Faça o processo para criar raízes em ambas as ervas e replante-as nessa mistura. Coloque os vasos em um local ensolarado e regue pouco, de duas a 3 vezes por semana.

Cebolinha, salsão e alho poró – Separe a raiz das folhas. O corte deve manter uma distância de 5 cm das raízes, mantendo ainda as pontinhas verdes. Coloque as raízes em recipientes com água até que comece a brotar folhinhas novas (processo de 5 a 7 dias). Replante-as em vasos com terra adubada e regue uma vez ao dia, molhando também as folhas para não ressecar.

Viu como é simples manter temperos e ervas frescas na sua casa? Além de dar um toque natural à decoração, as plantinhas ainda trazem alegria ao ambiente e são uma fonte a mais de nutrientes sempre a mão.

Cuidados

 Cada planta necessita de um cuidado especial. Algumas pedem mais sol, outras mais água e algumas precisam de poda constante e controle de pragas. Fique atento aos sinais na sua mini-horta e invista em conhecer o que você tem em casa, seja para cuidar bem e ter sempre a mão ou para embelezar receitas e pratos.

As hortas podem ser cultivadas em qualquer casa ou apartamento. Basta um pouco de dedicação e criatividade.

Nem precisa pensar muito. Leia e veja as vantagens de consumir seus próprios produtos orgânicos!

1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas.

2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.

3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.

4. Protege futuras gerações de contaminação química.

5. Garantia de ser 100% orgânico! Você tem certeza de sua plantação é saudável e isenta de qualquer resíduo tóxico.