Vinhos importados que combinam com o inverno

Com esse friozinho que chegou  e uma boa pedida é um bom vinho pois o inverno é a estação ideal para apreciar alguns tipos específicos de vinhos. Muitos rótulos, inclusive, combinam com pratos comuns desta época do ano.  Wallace Neves, embaixador dos Vinho do Alentejo no Brasil e professor da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS), elegeu 15 vinhos de diferentes partes do mundo favoráveis para serem tomados no inverno.

Confira a seguir a seleção e a avaliação do especialista para cada  rótulo

1º – Casa Agrícola Alexandre Relvas

Origem: Alentejo, Portugal
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui uma cor Rubi, com aromas de frutos negres e especiarias. No paladar é equilibrado realçando sua maciez e suavidade.

LEIA TAMBÉM: BOAS RAZÕES PARA SUBSTITUIR A CERVEJA PELO VINHO

 

2º – Baron K Riesling Kabinett

Origem: Rheingau, Alemanha
Tipo: Branco
Avaliação: Possui uma cor branco papel, com muito brilho. Aromas cítricos e um toque mineral. No paladar é intenso com boa persistência.

3° – 3 Stones Sauvignon Blanc

Origem: Marlborough, Nova Zelândia
Tipo: Branco
Avaliação: Possui coloração palha com notas de maracujá e acidez marcante.

4º – DOC de Borba (Borba Reserva Rótulo de Cortiça Tinto)

Origem: Alentejo – Portugal
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui cor é rubi com reflexos violáceos, boa acidez e frescor, com aromas de ameixas, framboesa, um perfume floral, de sabor intenso e persistente.

5° – Tempus Two Shiraz

Origem: South Eastern, Austrália
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui coloração rubi escuro, com aromas de compotas de amoras, ameixas e paladar de médio corpo com taninos bem integrados.

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6º – Baron K Riesling Kabinett

Origem: Rheingau, Alemanha
Tipo: Branco
Avaliação: Possui uma cor branco papel, com muito brilho. Aromas cítricos e um toque mineral. No paladar é intenso com boa persistência.

7º – Scala Coeli Reserva Petit Verdot

Origem: Alentejo, Portugal
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui coloração vermelho vivo escuro, quase lilás, com aromas de frutos negros, café, chocolate e baunilha. No paladar é encorpado.

8º – Franschhoek Cellar The Stone Bidge Pinotage

Origem: Western Cape, África do Sul
Tipo: Tinto
Avaliação: Possuiu coloração vermelho rubi com aromas de cereja, cravo e framboesa. No paladar é longo e persistente.

9° – QP Regional Alentejano 2009

Origem: Alentejo, Portugal
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui coloração rubi e reflexos alaranjados, aromas de compotas de frutas vermelhas e especiarias. No paladar ele é agradável e elegante, com taninos macios.

10° – Simcic Marjan Sauvignonasse

Origem: Dobrovo, Eslovênia
Tipo: Branco
Avaliação: Possui coloração amarela palha com reflexos dourados, aromas de maçã e amêndoa, acidez sápida e salinidade que envolvem o paladar.

11° – Pera Manca Branco

Origem: Alentejo, Portugal
Tipo: Branco
Avaliação: Possui cor citrina e aromas complexos de frutas, mineralidade, persistente e fino. No paladar tem bom corpo a acidez.

12º – Domaine Sigalas

Origem: Santorini, Grécia
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui coloração rubi média. Com aromas de ameixas maduras, ervas e couro, no paladar possui personalidade e taninos firmes.

13º – Weingut Hiedler Grüner Veltliner

Origem: Langenlois, Áustria
Tipo: Branco
Avaliação: Possui coloração palha com reflexos esverdeados. Com aromas elegantes que lembram limão e maçã verde, o vinho possui uma ótima textura no paladar.

14°- Refosco Colli Orientale

Origem: Friuli, Itália
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui coloração cor rubi violáceo, com aromas de frutas negras, na boca possui bom corpo e ótima acidez.

15° – Ixsir Altitudes Tinto

Origem: Bautron, Líbano
Tipo: Tinto
Avaliação: Possui coloração rubi com tons violáceos. Com aromas de frutas negras, especiarias e baunilha, no paladar possui um bom equilíbrio com média acidez.

Arraial Gastronômico Beneficente em Boiçucanga reúne chefs renomados em prol do Projeto Buscapé

Projeto Buscapé arma VI edição do Arraial Gastronômico em Boiçucanga

Boiçucanga, no litoral de São Paulo, vai ficar mais agitada nos dias 21, 22 e 23 deste mês. O motivo? O Projeto Buscapé, que existe desde 2006 e oferece aulas de culinária, além de atividades culturais e esportivas para crianças e jovens de baixa renda da região, organiza nessas datas a VI edição do Arraial Gastronômico, que tem como principal objetivo arrecadar dinheiro para o projeto criado pelo chef Eudes Assis.

Canjica com farofa de paçoca salgada do Chef Patisserie Igor Arantes.

Neste ano, vários chefs já confirmaram presença, entre eles Lucas Corazza, Marcelo Corrêa Bastos, do Jiquitaia, Igor Arantes do SoulDoce, Ivan Ralston, do Tuju, Juliano Valese, do Torero Valese, Norberto, do Frangó, Checho Gonzales, da Comedoria Gonzales – é a oportunidade de provar iguarias locais receitas premiadas  e saborosas como a Canjica com farofa de paçoca salgada(foto) do Chef Patisserie Igor Arantes. Tudo em clima de lá em casa, com música boa e animação nas alturas. Todos os pratos custarão entre R$5 e R$15 e a arrecadação será revertida em prol da instituição. Agende-se!

Arraial Gastronômico do Projeto Buscapé
Entre os dias 21 e 23 de julho – 19h às 0h
Praça do Por do Sol – Praia de Boiçucanga – São Sebastião – SP
Entrada Grátis

Fonte: http://glamurama.uol.com.br

Boas razões para substituir a cerveja pelo vinho

cerveja é de longe a bebida alcoólica mais consumida no Brasil. Assim como o futebol, ela é também considerada paixão nacional. Mas, de uns tempos para cá, outra bebida tem roubado a cena e conquistado o paladar dos brasileiros: o vinho, seja ele tinto, branco, espumante ou até de mesa.

De acordo com os últimos dados divulgados pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o Brasil ocupa a posição de número 20 no ranking global dos países com o maior consumo per capita da bebida. Por aqui, dois litros de vinho são consumidos por pessoa anualmente.

Outro dado interessante comprova o quanto a bebida vem se popularizando no quesito venda. Nos últimos cinco anos, a comercialização de vinhos finos e espumantes brasileiros e importados no mercado interno cresceu mais de 16%. Segundo o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), no ano passado, mais de 128 milhões de litros de vinho foram vendidos no Brasil. Em 2011, esse número era de pouco mais de 110 milhões de litros.

Estatisticamente, a competição entre o consumo de cerveja e de vinho no país é desleal. O brasileiro bebe em média 80 litros de cerveja por ano, de acordo com dados da Euromonitor. O Brasil é o 17º país entre os maiores consumidores da bebida no mundo.

Para o sommelier Rodrigo Bertin, no entanto, é possível diminuir a distância entre o consumo de uma e outra bebida no mercado brasileiro. Segundo o especialista, existem sim razões para substituir a cerveja pelo vinho. “Trata-se de uma bebida muito mais flexível do que a maioria das pessoas pensam”, afirma.

 

Beber mais por menos

Muita gente acha que a cerveja é muito mais em conta do que um vinho, porém isso nem sempre é verdade. “Cada taça de vinho corresponde a um copo grande de chope e uma garrafa de vinho rende em média seis taças, o valor que você gastará para beber seis chopes será muito mais alto do que para consumir uma garrafa de vinho”, explica o sommelier.  Ainda de acordo com Bertin, é preciso derrubar o mito de que vinho bom é vinho caro. “Não, vinho bom é aquele que você gosta de beber e existem ótimos opções a menos de 30 reais”, afirma.

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Combina com qualquer prato

Cerveja combina com petisco, com churrasco, com pastel e feijoada. E o vinho também! “As pessoas associam o vinho a comidas sofisticadas e momentos especiais, mas ele pode sim acompanhar qualquer prato do seu dia a dia, desde o almoço em família até o futebol com os amigos”.

Segundo o especialista, o vinho não dá aquela sensação de estufamento e barriga cheia que a cerveja proporciona. “O vinho ainda possui propriedades adstringentes que ajudam na digestão de comidas muito gordurosas, como carnes e frituras”, diz o especialista.

Jogando a favor da saúde

Já foi comprovado cientificamente que o vinho também é um ótimo aliado da saúde. De acordo com o sommelier, a bebida possui propriedades antioxidantes, ajuda no bom funcionamento do coração e ainda possui ação antienvelhecimento.

“Em se tratando do combate à obesidade, o vinho também é muito mais benéfico, isso porque ele possui mais calorias, porém a quantidade de consumo de vinho se comparado com a cerveja é muito menor”, afirma Bertin.

VIAGEM – Conheça o primeiro trem de luxo da América do Sul

Não é de hoje que a Belmond, empresa especializada em experiências de luxo, investe no Peru. No total, já são seis hotéis no país: Belmond Miraflores Park (Lima), Palacio Nazarenas (Cusco), Hotel Monasterio (Cusco) , Sanctuary Lodge (Machu Pichu) e Rio Sagrado (Sacred Valey) e o recém-inaugurado Las Casitas (Arequita). Além disso, no portfólio estão também os trens Belmond Hiram Bingham e o novo Aldean Explorer.

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Com design inspirado em elementos da cultura peruana, o Belmond Aldean Explorer percorre uma das rotas ferroviárias de maior altitude do mundo. Os cenários contemplados pelos viajantes vão de montanhas cobertas de neve e lagos a rebanhos de alpacas, lhamas e vicunhas.

Intimista, veículo tem capacidade para apenas 48 passageiros

São quatro tipos de cabines, todas decoradas com tecidos peruanos feitos à mão e lã de alpaca. A capacidade total do veículo é de 48 pessoas. Para acomodar os hóspedes, os vagões possuem diferentes tipos de ambientes: lounge com piano e drinques, spa, um vagão de observação e um deque aberto onde são realizados shows de música latina e servidos piscos. Este último é ideal para contemplar as paisagens.

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No que diz respeito à experiência gastronômica, a viagem é comandada pelo chef-executivo Diego Muñoz, que serve pratos típicos da região, como o milho com queijo e tortellini de alpaca. Há, ainda, a possibilidade de participar de uma aula de ceviche.
Os passageiros podem optar por quatro rotas diferentes de, no máximo, duas noites: Montanhas Peruanas (Cusco, Lago Titicaca e Arequipa), Planícies Andinas e Ilhas de Descoberta (Arequipa, Lago Titicaca e Cusco), Espírito da Água (de Cusco a Puno) e Espírito dos Andes (de Puno a Cusco).

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Já a nova propriedade, o Belmond Las Casitas, está localizado na região de Arequipa, sul do país, e conta com apenas 20 quartos, todos com terraço individual, piscina e vista para o cânion Colca. No complexo, também está o Spa Samay, que oferece tratamentos com ingredientes naturais do jardim do hotel.

Como ter hortas em ambientes fechados

Ter ervas frescas sempre à mão é um desejo daqueles que amam cozinhar. E se você acha que manter uma horta em casa é algo trabalhoso ou no mínimo requer espaço, se engana. O site Viva Decora, especializado em projetos de decoração, elegeu com a ajuda de especialistas na área 8 ideias criativas de hortas cultivadas na própria cozinha. Confira a seleção a seguir:

Espalhada pela cozinha

(Viva Decora/Divulgação)

No projeto assinado por Ana Cano Milman, a ideia é espalhar por toda cozinha vasos com mudas de temperos. Além de funcional, os vasos também ajudam na decoração do ambiente.

Pouco espaço

(Viva Decora/Divulgação)

Já para quem tem uma cozinha pequena, a própria pia pode servir de apoio para que os vasinhos de ervas fiquem reunidos em um único espaço. A vantagem é que é que os temperos estão sempre à mão. O projeto foi assinado pelo Archdesign Studio.

Uma parede de ervas

(Viva Decora/Divulgação)

Já neste projeto assinado pela Sandra Araújo, uma parede inteira foi usada para o cultivo das ervas. Para quem tem muito espaço, esse tipo de horta permite plantar diversos tipos de ervas.

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Pendurada na parede

(Viva Decora/Divulgação)

Outra ideia de horta vertical bem fácil de ser montada e pendurar os vasos em uma espécie de cerca na própria parede. A vantagem é que os vasos podem ser retirados e regados na área externa da casa. O projeto é de Ana Cano Milman.

Plantada na bancada

(Viva Decora/Divulgação)

Esse projeto assinado por Cristina Bozian é um tanto criativo, já que as ervas são cultivadas em um espaço próprio da bancada principal da cozinha e bem perto do fogão para facilitar a vida do cozinheiro.

No lugar do balcão da cozinha americana

(Viva Decora/Divulgação)

Cozinha americana é sempre charmosa e funcional, mas tudo bem em transformá-la em um espaço para o cultivo de algumas ervas.  Neste projeto da Casa Cor Paraná, a horta ganhou até iluminação especial.

Em cima da prateleira

(Viva Decora/Divulgação)

Se a pia da cozinha é pequena, manter os vasos com ervas plantadas em uma prateleira também pode ser uma opção para quem tem pouco espaço. O Archdesign Studio é o responsável pelo projeto.

Na sala de jantar

(Viva Decora/Divulgação)

Se a cozinha não for tão espaçosa, manter uma horta vertical na sala de jantar também pode ser estratégico e de quebra ajudar na decoração do ambiente. Lorrayne Zucolotto assinou o projeto.