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COMO TER UM BOM SOM AMBIENTE EM CASA

É sempre recomendável entregar o projeto de sonorização a um profissional especializado, para não correr o risco de danificar algum equipamento. Dependendo da grandiosidade do sistema, a instalação pode se tornar bem mais complexa, o que exige conhecimento técnico avançado.

Para sonorização de áreas extensas, é importante o uso de cabos de maior diâmetro, que proporcione a mínima degradação do sinal em longos percursos. E nunca conduza o cabeamento de áudio junto à fiação da rede elétrica e antena coletiva do prédio, para evitar o risco de interferências.

 

Se você deseja sonorizar acima de três ambientes com sons distintos e melhor desempenho, dê preferência para sistemas multiroom dedicados, que são mais flexíveis em termos de ajustes. Uma vez programados são mais fáceis de operar e ainda incluem todos os acessórios necessários, tais como painéis de parede, controles remotos e emissores de sinais IR.

Quando possível, procure planejar a instalação de um sistema de som ambiente logo durante as obras de construção da residência. Com isso, é possível evitar futuras dores de cabeça com reformas após a passagem da tubulação de fios e cabos e a instalação de acessórios, como emissores, painéis de parede e atenuadores de volume.

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Solução sem fio para som ambiente em sua casa

Da Contro4 o destaque vai para o amplificador estéreo de 50W por canal, que tem como diferencial a tecnologia
Wi-Fi para receber sinais de áudio digital por streaming vindos, por exemplo, do controlador multiroom HC300,
dispensando a passagem de cabos pela casa. O dock para iPod/iPhone pode funcionar como uma central, permitindo o acesso  às músicas a partir de qualquer ambiente, via cabo de rede e conexão vídeo componente.

Aplicativos para ajudar arquitetos no trabalho remoto

Hoje, muitos arquitetos ou designers de interiores alternam entre dias de batente no escritório e em casa, por isso, os aplicativos evoluem para aproximar mais as pessoas no ambiente virtual.

A competição profissional é feroz, e os arquitetos demandam cada vez mais aplicativos eficientes, rápidas e fáceis para aumentar a comunicação, a produtividade e o bem-estar no trabalho.

Tornou-se ainda mais fácil trabalhar remotamente com a disponibilidade de tecnologias incríveis para nos conectar através de aplicativos.

1) Para conversas em grupo: Slack
Muitos times procuram por uma alternativa ao email, por isso, serviços como o Slack se tornaram tão populares. Por meio da interface do app de mensagens em grupo, as pessoas podem criar espaços para conversar e discutir projetos. Dessa forma, em vez de ter de procurar por uma sequência de emails na caixa de entrada, está tudo em um só lugar, visível a todos.

Prós: Funciona em todos os dispositivos (smartphone, desktops etc.). É possível customizar as notificações, o app permite escolher alertas diferentes para cada conversa.

Contras: A versão grátis tem menos armazenamento. Os planos pagos, normal e plus, são relativamente caros, mas permitem ligações de áudio e vídeo.

2) Para conferências: Fuze
O app, alternativa ao Skype (grátis) e ao WebEx (pago), oferece uma única plataforma para conferências em vídeos, ligações e mensagens de texto. Com uma experiência unificada de desktop e mobile, reuniões e qualquer comunicação estão disponíveis em todos os dispositivos.

Prós: Útil para empresas de qualquer porte. O Fuze atende também a funcionários globais, remotos ou em campo, ao oferecer ligações locais em qualquer lugar. As reuniões com menos de 25 participantes são grátis.

Contras: Não manda lembretes ou emails, então, o usuário deve mandá-los manualmente para os outros participantes da reunião.

3) Para planejamento de projetos: Basecamp ou Teamwork
Softwares para gerenciamento de projetos, como os populares Basecamp e Teamwork Projects, tem se tornado essenciais nas indústrias de serviços criativos. Projetados para ajudar as equipes a realizar tarefas e a cumprir os prazos, ambas as ferramentas oferecem rastreamento de atividades, gerenciamento de tarefas, listas de atividades, comentários, conversas e um calendário interno.

Prós: O Basecamp tem uma interface mais simples e intuitiva, enquanto o Teamwork tem mais recursos, como gráficos de Gantt e relatórios, e é melhor para organizações maiores ou em crescimento.

Contras: A interface do Teamwork é mais complexa e pode ser confusa para os usuários. O Basecamp não oferece recursos como gestão de tempo.

Os Melhores sofás para sua casa

Os 5 melhores sofás do ano são para nós: o resultado de uma seleção criteriosa, mas também e sobretudo emotiva. Dentro de uma racionalidade que é comum a todos, são os modelos que nos apelam aos sentidos que estão no centro desta escolha.

O Pack é o primeiro da lista. Tem essa carga emotiva, por ser acima de tudo um ‘statment político’. O Pack chama a atenção para as consequências de um problema global que é o das alterações climáticas no planeta. O Design é do veterano Francesco Binfaré que ousou desenhar um urso polar para colocar no centro de uma ‘placa de gelo’, Ice pack, que na verdade é o sofá onde nos deleitamos.

No Top 5 está também o modelo Mondrian da Poliform, Design de Jean Marie Massaud e o Adda da Flexform, design de Antonio Citterio. São dois designers consagrados habituados a desenhar sob a máxima do conforto e da racionalidade.

Outra escolha para este Top, o modelo Avio. É um sofá que foi apresentado em 2016, mas só entrou em produção este ano. O Design é de Piero Lissoni para a Knoll e na verdade é um sofá modular versátil, que pode ter várias composições, mas que prima na essência pelo traço contemporâneo.

Finalmente fechamos os melhores do ano com o modelo Arcolor da Arflex, uma novidade do criador espanhol Jaime Hayon. É um sofá com um design orgânico, inspirado no desenho geométrico do arco e que o torna num modelo absolutamente diferenciador.

Documentários – no que ficar de olho e assistir

A Netflix é popularmente conhecida pelo seu ótimo serviço de streaming por causa dos ótimos filmes, séries e desenhos que fazem parte do catálogo, mas não param por aí as possibilidades da plataforma. Os documentários disponíveis já foram candidatos de peso nas grandes premiações do gênero, além de apresentarem assuntos que às vezes não são tão comuns ao público.

Confira a lista com sugestões de documentários que podem despertar seu desejo por conhecer melhor o estilo.

Empire of Dreams: The Story of Star Wars Trilogy

Para quem é cinéfilo e fã de Star WarsEmpire of Dreams é um prato-cheio. O documentário passeia pelos bastidores que envolveram todo o sucesso da trilogia original do universo criado por George Lucas. Há várias entrevistas com os atores que participaram dos longas, como Harrisson Ford, Mark Hamill e a saudosa Carrie Fisher. O filme mostra como foram criados vários elementos que pareciam impossíveis para os efeitos visuais da época e como aquelas inovações mudaram Hollywood.

Malala

Este documentário sobre a adolescente paquistanesa baleada por defender o direito das mulheres de seu país à educação retrata sua história, sua luta por sobrevivência e seus constantes esforços para alterar o status quo. Netflix

Martin Luther

A Ideia Que Mudou o Mundo: Documentário dramatiza a vida de Martinho Lutero, o monge alemão que há 500 anos enfrentou a cúpula da Igreja Católica, deu início à Reforma Protestante e mudou a civilização ocidental para sempre.  Netflix .

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Amy

O longa biográfico da cantora Amy Winehouse mostra os bastidores da vida conturbada que a artista teve pouco antes de explodir musicalmente e detalha os problemas pessoais que a envolviam, ao mesmo tempo que coloca nos holofotes sua genialidade musical. A narrativa do documentário dá vida a uma Amy de que a imprensa não tinha conhecimento, principalmente levando em conta que, quanto mais doente ela ficava por causa do vício em drogas, mais a mídia sensacionalista aproveitava sua imagem debilitada para criar notícias. A produção foi elogiada pela crítica especializada internacionalmente, o que rendeu diversos prêmios, inclusive no Oscar.

Codegirl

Ainda sobre programação, este documentário apresenta o trabalho em equipe de várias garotas ao redor do mundo que se unem para criar aplicativos que geram benefícios para as suas comunidades. A narrativa detalha como elas tiveram a ideia do projeto, todo o conceito que ele possui e os benefícios que poderiam trazer para a sociedade. Além disso, elas participam da competição do Technovation. O espectador acompanha jovens de locais totalmente diferentes, como Guadalajara, São Francisco, Bangalore, Recife etc.

CES 2018: confira alguns lançamentos na maior feira de tecnologia do mundo

De airbags para quadris de idosos a TVs que enchem uma parede, os aparelhos exibidos na CES 2018 em Las Vegas – EUA podem ser estranhos, curiosos, aspirantes a sonho de consumo de alguém e até por que não, pouco úteis.

‘The Wall’

A TV gigante, de 146 polegadas, da Samsung é formada por micropainéis de LED. Na verdade, o televisor é um combinação de várias telas menores, que também podem ser usadas individualmente.

TV superfina

A TV OLED W8, da LG, é uma evolução de sua linha de aparelhos superfinos. Tem espessura de 2,6 milímetros, como sua antecessora. Mas dessa vez é equipada com a plataforma de inteligência artificial ThinQ, que permite receber comandos de voz, e um novo processador, capaz de exibir imagens com maior qualidade. Além de já ser espertinha, a TV recebe uma ajudinha do Google quando a tarefa é fazer buscas em serviços na internet.

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Cão robô

Ele é um simpático robô autônomo em forma de cachorro, feito pela Sony. Dotado de inteligência artificial (canina), ele reconhece seus donos e entende como interagir com cada um deles. Por estar continuamente ligado à nuvem da empresa japonesa, o Aibo continua aprendendo com suas experiências e com a de outros Aibos pelo mundo. Começou a ser vendido em outubro de 2017 apenas no Japão e sua aparição na CES 2018 foi a primeira viagem para fora do país asiático.

Airbag para idosos

Os franceses da Helite criaram um cinto com airbag voltado para idosos a fim de minimizar os impactos de queda. As bolsas de ar se inflam assim que “percebem” que o dono do cinto está prestes a cair. Isso ocorre porque o acessório está equipado com acelerômetro e giroscópio, dois componentes que são amplamente usados em smartphones e detectam mudanças de posição, movimentos bruscos e alterações de direção. Um software usa essas informações para identificar se caracterizam uma queda. Alexandre Quarrey, gerente de pesquisa da empresa, explicou que escolheram proteger o quadril de idosos, em vez de outras partes sensíveis como joelhos, porque fraturas nessa parte do corpo costumam demorar para se recuperar e impedem que o paciente tenha uma vida autônoma.

Automação Residencial já é uma realidade para todas as idades

A automação residencial é uma realidade – e não levá-la em consideração na hora de construir ou reformar uma residência pode ser um erro que lhe trará dores de cabeça mais tarde (além da desvalorização do imóvel, dentro de alguns anos). A questão é que, ao mesmo tempo em que é uma novidade, ela pode ser uma ilustre desconhecida para você, já que, provavelmente, esta também é primeira casa que você constrói ou reforma.

Para ajudar o leitor a entender melhor este conceito, além de fazer as melhores escolhas, eis algumas perguntas e respostas que tornarão mais fácil lidar com algo que (por enquanto) ainda lhe é desconhecido.

Para quem?
A primeira pergunta é: quem utilizará a automação residencial? É muito importante conhecer os perfis dos moradores da propriedade, para que a automação atenda a todos da melhor forma possível. Pense em questões como:

  • Há idosos na casa? E eles vão interagir com a automação? Lembre-se de que a automação pode aumentar muito o conforto e a segurança de pessoas com mais idade. Não as elimine da equação, pois um bom sistema saberá lidar com as dificuldades inerentes dessas pessoas. E é muito fácil de ser utilizado por esse público
  • Há crianças ou adolescentes? Elas costumam ficar acompanhadas por terceiros? Você gostaria de saber por onde andam e o que fazem? Elas vão interagir com a automação, mesmo que de forma restrita?
  • Você costuma receber hóspedes ou parentes que pernoitem em sua casa e os quais precisarão usar a automação?
  • Você mora sozinho (a) e quer apenas ter controle à distância para ligar o ar-condicionado e a iluminação antes de chegar em casa?
  • Você tem funcionários que precisam entrar em sua residência quando ninguém da família está presente?

Obviamente, há uma série de questões a esse respeito. Faça essas perguntas a si mesmo e tente criar um entendimento sobre quem vai interagir com a automação. Converse com essas pessoas e conheça suas expectativas. Ter estas respostas mais ou menos encaminhadas ajudará muito o responsável pela definição de qual sistema usar, seja este o arquiteto, o consultor de automação ou o integrador.

Para quê?
Outra pergunta importante é: para que você quer instalar um sistema de automação residencial? Ela pode lhe oferecer segurança, conforto, economia e lazer. Pense em cada uma dessas áreas e defina seus graus de importância. Cada fabricante costuma focar em uma área mais do que a outra e saber o que é importante facilita a escolha.

Você pode estar mais preocupado com a segurança – assim, sistemas que consigam incorporar câmeras e sensores de presença serão mais adequados. Por outro lado, se você pensa mais em conforto, sistemas que permitam funções automáticas (como ligar as luzes na presença de alguém e acionar o ar-condicionado um pouco antes de você chegar em casa) são mais adequados. Se você almeja economia, sistemas que monitorem o consumo e que permitam desligar cargas que não são necessárias, como aparelhos de ar-condicionado em ambientes vazios, serão a escolha certa. Já se o seu foco for o lazer, o sistema deve ter facilidades para comandar automaticamente aparelhos de áudio e vídeo, cortinas e iluminação.

Tente criar uma lista de funcionalidades que você queira agora (ou mesmo, mais tarde). Pesquise na Internet, para ter uma ideia das possiblidades, mas tenha em mente que nem tudo é possível em um único sistema, a um custo razoável. Então, priorize sua lista de desejos.

Pense de forma global, não se preocupando com os detalhes de “como” a automação poderia resolver isto ou aquilo. Esta é uma atribuição do consultor ou integrador.

Quando?
Pergunte-se, também, quanto ao cronograma de implementação. Você vai querer o sistema instalado de imediato? Está com restrições de verba e quer instalar apenas parte dele, para, depois, expandir o sistema para o restante do imóvel? Ou você sabe que não poderá investir neste momento, mas deseja que tudo esteja preparado para quando puder investir?

Há sistemas que substituem completamente as ligações normalmente usadas para iluminação. Se você não pensa em instalar o sistema de imediato, em geral, estes sistemas estão descartados da lista que o integrador deve considerar. Por outro lado, há sistemas que mantém a estrutura padrão de iluminação e, assim, podem ser instalados em algum momento futuro. Você começa com o funcionamento padrão de interruptores e depois acrescenta a funcionalidade de automatismo e controle por meio de smartphones. Esses tipos de sistema são especialmente interessantes em pequenas reformas, nas quais não haverá a necessidade de grandes alterações nas redes elétricas.

Talvez por restrições de verbas imediatas, você queria começar com apenas uma parte do sistema – digamos, a sala de TV. Cuidado para não comprar um sistema adequado apenas para isso e que não atenderá a seus requisitos futuros. Pode parecer uma solução simples e barata, mas, depois, você ficará frustrado ao saber que ele não pode também incluir o controle da sala de estar, por exemplo.

E mesmo que as restrições de verba sejam tão grandes que você não saiba “quando” poderá investir em seus benefícios, ter uma residência preparada profissionalmente para receber automação, com documentação correta e identificação da solução concebida, já a valoriza perante aquelas residências que não estão preparadas e que terão altos custos de interferência para a implementação.

Com quem?
Após definir as respostas para as três perguntas-chave (para quem, para que e quando), você estará pronto para ir atrás de um fornecedor. Em princípio, você deve falar com seu arquiteto ou arquiteta. Ele ou ela deve se envolver, ao menos, nos aspectos funcionais, para que as respostas à pergunta “para que” sejam integradas à solução de arquitetura projetada. É um enorme desperdício de recursos não considerar a automação desde o início. Talvez seu arquiteto já tenha alguma experiência prévia com a tecnologia e possa ajudá-lo a responder às questões acima. Afinal, ele deve ter-lhe feito perguntas similares para desenvolver o projeto arquitetônico.

Em seguida, você precisará achar integradores em sua região que possam apresentar propostas de instalação de um sistema conforme seus requisitos. Tente, já nas primeiras conversas, saber com quais fabricantes eles trabalham, já que nenhum integrador lida com todos os fabricantes. Se possível, converse com dois ou três integradores e peça-lhes propostas.

Tenha em mente que você não conseguirá fazer comparações simples entre as propostas, pois cada integrador verá suas necessidades de forma diferente, principalmente se trabalharem com fabricantes distintos. Assim, pense no que melhor pode atender às suas perguntas e que esteja dentro do seu orçamento.

Peça referências e certificações. É importante que o integrador seja certificado pelo fabricante. Isso garante preços melhores e lhe dará a certeza de contar com o fabricante caso tenha algum problema com o integrador no futuro. E procure sempre aproximar o arquiteto do integrador. Este último talvez precise de algumas informações mais detalhadas, ou sugerir ligeiras interferências na obra (e fazer o papel de intermediário poderá ser algo desgastante). Deixe que eles se entendam e lhe entreguem um sistema totalmente funcional e útil.

E, na hipótese de apenas querer preparar o imóvel para automação, ao invés de um integrador, procure um consultor ou projetista de automação. Este profissional o orientará (e a seu arquiteto) quanto a tudo o que for necessário (e documentará a solução para que seja facilmente implementada no futuro, por você ou por um futuro proprietário de seu imóvel).

LEIA TAMBÉM:  AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL: A TECNOLOGIA QUE SIMPLIFICA SUA VIDA E VALORIZA O SEU IMÓVEL

Automação Residencial. Quem pode ajudar?
Se você acha esse processo bastante complexo e ainda não tem segurança para fazer suas escolhas, há dois personagens que podem ajudá-lo. O primeiro é o arquiteto ou engenheiro responsável pelo projeto da construção ou reforma. Se, ao escolher esse profissional, você verificou que ele tem experiência com automação residencial, estará muito bem assessorado: ele poderá encaminhá-lo através do processo de forma clara, maximizando os benefícios e reduzindo os desperdícios. Provavelmente, também contará com parceiros que o ajudarão, garantindo um fornecimento dentro das expectativas e verbas informadas.

Já se o arquiteto não demonstrar tais competências (e achar que automação é um assunto para ser discutido no final da obra), contrate um consultor. Este profissional o ajudará a responder a essas perguntas, conversará com o arquiteto (para que os benefícios da automação possam fazer parte do projeto arquitetônico) e lhe indicará fabricantes que melhor se adaptem aos seus requisitos (inclusive a verba).

Ele ainda poderá lhe indicar integradores, ajudá-lo a analisar as propostas e até supervisionar a instalação do sistema. O consultor é pago para que você tenha a melhor solução possível. Ele não tem interesses comerciais com um ou com outro fabricante ou integrador e representará seus interesses a todo instante.

Copa de 2022 no Catar terá estádio 100% desmontável e feito de contêineres

País sede da Copa do Mundo de 2022, o Catar parece ter descoberto uma forma de evitar os “elefantes brancos” que marcaram o pós-evento no Brasil – e provavelmente deixarão marcas na Rússia, em 2018: um estádio 100% desmontável, feito de contêineres.

O projeto do sétimo estádio sede que está sendo construído para a Copa no país árabe foi apresentado recentemente. Projetado pelo escritório de arquitetura espanhol Fenwick Iribarren Architects, o Estádio Ras Abu Aboud será construído utilizando a estrutura de uma série de contêineres reciclados, possibilitando uma montagem rápida da estrutura além de que, após a realização do evento, poderá ser desmontado e transportado para outro local.

Os custos do projeto ainda não foram divulgados. No início de 2016, o Catar revelou que, somente com instalações esportivas (como arenas e centros de treinamento) para o torneio, pretende gastar US$ 30 bilhões (cerca de R$ 117 bilhões). Numa comparação direta, o valor das instalações esportivas em 2022 chega a ser (assustadoramente) 14 vezes maior que o Mundial no Brasil.

40 mil pessoa à beira mar

Localizado em um terreno à beira-mar de 450 mil metros quadrados, no porção sudeste de Doha, a apenas 1,5 km do Aeroporto Internacional Hamad, o estádio com capacidade para 40 mil expectadores foi concebido a partir de uma série de blocos modulares, estruturas que refletem a linguagem arquitetônica do entorno portuário do estádio. Os contêineres serão adaptados para abrigar os distintos elementos do programa do estádio, assim como escadas, lojas e sanitários.

A modularidade do projeto também resulta em uma economia de materiais, proporcionando menos desperdício e a redução da pegada de carbono em comparação com as tradicionais técnicas construtivas, ao mesmo tempo em que reduz o tempo de construção em até três anos. O estádio visa alcançar uma certificação de quatro estrelas do Global Sustainability Assessment System (GSAS).

Dicas para o seu projeto de áudio e vídeo da sua casa

O processo de automação de áudio e vídeo, que antes era visto como alta tecnologia, hoje é um processo facilmente adaptado na sua residência. Por conta disso,  você vai ler cinco dicas de como ter um bom projeto de áudio e vídeo na sua residência.

O QUE É AUTOMAÇÃO DE ÁUDIO E VÍDEO:

De forma geral, automatizar seu Áudio e Vídeo permite conforto e liberdade no cômodo mais utilizado pela família: a sala de TV ou Home Theater.

Mas e se temos muita vontade de desenvolver um projeto e não temos capital suficiente para fazer um completo? Será que podemos adaptar algumas soluções para aproveitar o ambiente? Vamos desenvolver, abaixo, 5 Dicas de Automação para Áudio e Vídeo que tem como objetivo responder essas questões!

1 – AUTOMAÇÃO ENTRE A TELEVISÃO E O HOME THEATER:

Uma ótima opção é realizar esse processo entre a sua televisão e o Home Theater. Com apenas um toque, e em UM controle remoto, você liga a sua televisão, coloca no seu canal favorito e assiste o que quiser com a tecnologia do seu home Theater, que proporcionará um som de maior qualidade durante a sua atividade.

Por outro lado, você também pode assistir àquele tão esperado filme, ou a uma temporada da sua série de preferência, de forma bem facilitada graças à automação: com um único clique, a televisão já liga no canal que o seu filme passará, adaptando também o som ideal para que a sua experiência sensorial seja a melhor possível!

Note que aqui, não é necessário um conjunto de equipamentos modernos (e caros!), mas sim apenas alguns cabos que liguem o seu televisor ao seu Home Theater. Aliás, existem excelentes equipamentos blue-ray que já são Home Theater e podem cumprir esse papel corretamente.

2 – AUTOMAÇÃO COM SOM PROFISSIONAL:

Você quer ouvir música ou assistir um filme com qualidade sonora de cinema? Sem problemas! Uma das técnicas mais utilizadas é inserir um receiver para conectar seus equipamentos em um único ponto, derivando em caixas de som profissional.

A utilização dos receivers não é recente, pelo contrário! Os primeiros projetos de automação foram executados com esses equipamentos, que possibilitam diversos tipos de conexão e com excelente qualidade!

3 – AUTOMAÇÃO ENTRE APPLETV E HOME THEATER:

Você utiliza AppleTV conectado a sua TV e, para ouvir uma música, acaba utilizando o som da TV? Porque não utilizar o seu Home Theater para reproduzir o áudio? Com pequenas técnicas de automação e alguns cabos você consegue fazer a conexão correta entre os dois equipamentos.

O melhor de tudo: consegue usar o Spotfy, Radio ou o próprio iTunes diretamente no sistema de áudio da sua sala de vídeo. Simples e eficiente.

A Smart.Touch desenvolve para seus clientes projetos de Home Theater e instalação de sistemas de áudio e vídeo personalizados e customizados, seja qual for seu estilo. SOLICITE ORÇAMENTO

4 – AUTOMAÇÃO DO PROJETOR:

Você tem um televisor para assistir TV mas, quando estamos falando de grandes espetáculos, filmes ou jogos de futebol e luta você prefere algo com maior tamanho e resolução? Sem problemas.
Através do sistema de automação de Áudio e Vídeo você pode acionar a sua tela retrátil, ligar seu projetor e ativar seu canal de lutas preferida ou acionar o Blue-ray para ativar o filme. Vale lembrar que toda essa operação com apenas um único botão!

5 – AUTOMAÇÃO DO VÍDEO-GAME:

Você gosta de jogar vídeo game e possui diversos consoles? Mas, infelizmente, sua TV possui poucas portas HDMI, não é mesmo? Fique tranquilo! Existem soluções que multiplicam as portas HDMI da sua TV, sem perder qualidade, e possibilitam conectar todos os seus consoles em um único ponto.

Dessa forma, você consegue jogar seus jogos preferidos, com som de cinema (porque vai estar conectado ao receiver e as caixas de som) e não precisa ficar desmontando a TV sempre que precisar trocar de console.

Jogos da Copa do Mundo 2018 serão filmados em 4K

Os jogos da Copa do Mundo de 2018 na Rússia poderão ser transmitidos em 4K. Esse foi o anúncio da FIFA, que confirmou que irá fornecer às emissoras licenciadas produções em UHD para os 64 jogos da competição.

Serão utilizadas 37 câmeras com radiodifusores que permitirão às emissoras da Copa do Mundo decidirem quais formatos utilizarão em suas transmissões. Além das 37 câmeras, outras oito câmeras especiais, incluindo a super slow-motion, também poderão filmar em 4K. Sem entrar em muitos detalhes, a entidade máxima do futebol também anunciou que suas produções em 4K UHD contarão com “áudio imersivo”, conteúdo para headsets de realidade virtual e vídeos em 360 graus.

Qual o melhor home theater para assistir aos jogos da Copa do Mundo da Rússia

Vai escolher um sistema de home theater para transformar a sua sala de televisão em uma sala de cinema, para ver filmes e assistir aos jogos da Copa do Mundo 2018 com uma imagem cristalina e um som impecável? Ótimo! Neste post vamos dar uma olhada em como você deve escolher o melhor sistema para o que você necessita, e quais são as melhores opções do mercado. Da televisão aos acessórios, vamos analisar o que você precisa e considerar as opções do mercado para o você montar o melhor home theater para as suas necessidades.

Televisores

Para começar, você quer a melhor imagem para o seu sistema, mas isso vai depender de como é a iluminação do ambiente em que ele vai ficar. Existem TVs de Plasma, LED, e OLED, sendo esta última a mais avançada tecnologia, mas também a mais cara. Muita gente já descarta de cara as TVs de Plasma, mas se o ambiente é escuro, os tons de preto e as cores mais vibrantes da TV de plasma vão fazer a diferença. Para ambientes mais claros, a tecnologia LED ou OLED é recomendada.

O tamanho da televisão também é um importante fator a ser levado em conta. Nem sempre a maior televisão é a melhor escolha. Se a tela é grande demais, você tem de mexer os olhos constantemente para acompanhar a imagem, e se ela for pequena demais, você terá de fazer um esforço que também será prejudicial à sua vista. Se a resolução da TV for Full HD, a fórmula recomendada é a distância da TV multiplicada por 21, para achar o número ideal de polegadas. Se a distância do seu sofá para a TV for de 2 metros, por exemplo, a TV deveria ter 42 polegadas.

Projetores para Home Theater

Na hora de escolher um home theater são vários os detalhes a se analisar, sendo, um dos mais importantes, as características do projetor, pois é ele o responsável maior pela qualidade do seu cinema particular.  Existem diversos modelos de projetores para home theater, com tecnologias avançadíssimas, mas não é preciso gastar uma fortuna para ter um equipamento de qualidade. Parte importante da qualidade é o ambiente onde o home theater será instalado. Se o ambiente estiver em condições ideais de projeção, você já tem mais de meio caminhado andado até a sua sessão exclusiva de cinema. ( leia mais )

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Som

Você pode escolher dois tipos de som para o seu sistema de home theater: o de barras ou o HTiB (Home Theater in a Box). O primeiro é, como o nome mesmo diz, uma barra com caixas de som em linha.  O ‘sound bar’, como é chamado, é uma ótima alternativa para quem não quer ter muito trabalho, nem ocupar muito espaço com diversas caixas de som diferentes, e pode colocar a barra logo abaixo da tela, pendurada na parede, por exemplo. Elas geralmente vem acompanhadas por outra caixa de som, o subwoofer, para os sons graves. As caixas de som na barra usam o ambiente para reverberar o som e criar o surround. Existem modelos específicos para as novas televisões de telas curvas.

Já o sistema HTiB é a abreviação de ‘Home Theater em uma caixa’, ou seja, todos os componentes para o seu surround sound vêm em uma só embalagem. Os sistemas mais comuns oferecem o som 5.1, o que quer dizer 5 caixas de som e um subwoofer. A montagem é feita com duas caixas ao lado da TV, para trilha sonora e sons de efeitos especiais; um canal central em cima ou diretamente embaixo da tela, para diálogos e som direto; duas caixas posicionadas atrás do espectador para sons atmosféricos e direcionais; e o subwoofer, que é geralmente colocado num dos cantos frontais da sala para os sons graves. Mas também existem os sistemas de som 7.1, que acrescentam mais duas caixas laterais para ainda mais efeitos sonoros imersivos.

E ainda temos o sistema modular, que utiliza o receiver separadamente das caixas de som. Este sistema é indicado para quem tem ambientes grandes, e quer escolher as caixas específicas para cada local. O sistema modular de home theater é recomendado para quem tem um conhecimento mais técnico de caixas de som.

 

Tocadores e streaming

Se você quer assistir filmes na maior qualidade possível de imagem e som, um tocador de blu-ray é o mais indicado. Esses tocadores também são compatíveis com os DVDs comuns, e ainda melhoram a sua imagem. Além disso, eles tocam CDs, e, mais importante, a maioria dos tocadores mais modernos já vêm com a possibilidade de conexão com a internet por Wi-fi, e aí você pode assistir a filmes na Netflix, por exemplo.

As televisões mais modernas, também chamadas de SmartTVs, vêm preparadas para o mundo conectado a todo o momento. Através delas você conecta diretamente na sua conta da Netflix, YouTube, e muitos aplicativos de imagem e de som. Em breve, com conexões mais potentes, a própria Netflix vai oferecer no Brasil o sistema de streaming a 4K, que é a melhor qualidade de imagem até hoje.

Também é importante pensar se você quer uma televisão que seja 3D, e aí lembre-se de adquirir tocadores que venham com essa opção.

As principais opções

As marcas mais importantes e de maior qualidade de home theater que encontramos no Brasil são Sony, LG e Samsung. É importante, depois de ter todas as informações acima, escolher bem qual o melhor equipamento para o seu ambiente, e também saber se você vai precisar apenas das caixas de som, se ela será em forma de barra ou nos sistemas 5.1 ou acima, e se quer adquirir um sistema que já venha com um tocador de blu-ray, 3D ou não. Vamos às principais sugestões para cada fabricante.

A nossa sugestão mais cara é também a mais potente: o Sony Muteki HT-M77, com 7.2 canais de 2014 watts de potência sonora. Esse sistema vem com caixas frontais, central, central, traseira e subwoofer que vão lhe fazer sentir como se estivesse dentro da ação do filme ou do jogo de futebol. Ele ainda conta com conexões bluetooth e NFC para você conectar seu tablet e ou tablet. Ele não vem com tocador de blu-ray, mas tem 3 conexões HDMI.

Já o modelo LG BH7530WB também é bem potente, mas não tanto quanto o Sony: 1.200 watts em 5.1 canais.

E o modelo que escolhemos da Samsung é o mais potente da marca no Brasil, com 1,300 watts em 7.1 canais, e tem a grande vantagem de já vir com blu-ray 3D. O sistema de som é valvulado e tem uma potência impressionante, e ainda conta com um processador que cria efeitos 3D no áudio.

Quais as duas melhores câmeras 360 graus do mercado

O mundo da foto e do vídeo ganhou uma nova possibilidade estética com as câmeras 360 graus, que permitem o registro de tudo o que está ao redor, tanto na horizontal como na vertical. Para ver todos os ângulos da foto/vídeo, basta mover a imagem para a direção desejada, seja com os dedos, seja movendo a cabeça, no caso do uso de óculos de realidade virtual. Já existem muitas opções de câmeras 360 graus. Em geral, o que diferencia o gadget de uma versão tradicional é o tamanho menor e a ampla gama de montagens oferecidas na hora da edição.

Qual a melhor?

Para descobrir qual é a melhor câmera 360 graus, além de testar a facilidade de uso e a qualidade da imagem e ver os resultados em computadores, dispositivos móveis e óculos de realidade virtual feitos de papelão, foi observado o processo pós-captura: edição em apps dedicados a isso e compartilhamento em redes sociais como Facebook, YouTube e outras plataformas que suportam a visualização.

A melhor escolha escolha: Theta S

A Theta S é uma das câmeras de 360 graus mais fáceis de usar do mercado, graças a seus ícones de status claros e ao conforto no manuseio. Ela permite modos de captura mais avançados, mas, na maioria das vezes, utilizá-la é muito fácil. Por meio de uma rede Wi-Fi, é possível ajustar as configurações de captura e iniciar a filmagem remotamente de um dispositivo iOS ou Android.

A Theta S utiliza dois sensores de 12 megapixels pareados com lentes de 240 graus ultrawide para criar cenas em 360 graus tanto no eixo horizontal quanto no vertical. A câmera captura praticamente tudo ao redor e une as imagens produzidas por cada lente em uma imagem de 14 megapixels ou vídeo de 1080p perfeitamente integrados. O resultado é tecnicamente ainda uma imagem plana mas, quando vista no app Theta S ou em algumas plataformas como Facebook, YouTube e Flickr, o efeito é o de estar em pé no meio da cena.

Pós-captura

A própria natureza das imagens em 360 graus significa que alguns passos de edição precisam ser seguidos para que os resultados sejam melhor observados. As imagens em si são apenas arquivos em JPEG e MP4, salpicados com um pouco de metadata que os identifica como vídeos 360 graus que precisam ser tratados de uma maneira especial em um app ou nas redes sociais.

Primeiramente, é preciso extrair os arquivos da câmera. O aplicativo da Theta S transfere os dados via Wi-Fi. Para vídeos, isso pode levar um tempo maior, consumir muito espaço de armazenamento no smartphone, se esse for o destino das imagens. Nos testes, copiar um vídeo de um minuto e dez segundos (135 MB) via WiFi para um iPhone 7 levou três minutos e 46 segundos. Ao plugar a câmera em um computador via USB, o tempo caiu para rápidos 18 segundos.

A configuração da rede Wi-Fi foi por meio de um iPhone. Durante o teste, não houve problemas de conexão.

Para donos de Samsung: Samsung Gear 360

A Samsung Gear 360 (2017) teria sido a melhor primeira escolha se não fosse por sua compatibilidade limitada. O modelo revisto agora funciona em iPhones com certas limitações, mas para a funcionalidade completa é preciso ter um dos celulares da Samsung. A Gear 360 (2017) oferece melhor resolução de imagem do que a Ricoh Theta S, incluindo captura de vídeo em 4K, em um design completo em duas lentes que permite alterar as configurações e os modos de captura com botões na câmera, sem um smartphone conectado.

Uma abertura para cartão microSD, em vez de uma memória interna, significa que é possível trocar por outros quando necessário, porém, a câmera não vem com um cartão, então, é preciso comprar um à parte.