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Porque investir em uma sala de reunião com videoconferência

Descubra porque investir em uma sala de reunião com videoconferência pode ser mais interessante, eficiente e econômico para o seu negócio.  O que você faria se o seu desafio fosse encontrar formas de sua empresa ser mais produtiva durante o expediente?  Neste momento, esse é o grande desafio de muitos executivos. E um dos caminhos que eles têm buscado é o uso da tecnologia.  A tecnologia tem ajudado na produtividade das empresas e, por exemplo, no que diz respeito à execução de reuniões. Isso parece importante para você?

Porque investir em uma sala de reunião com videoconferência

Porque investir em uma sala de reunião com videoconferência

O mundo das reuniões: como a tecnologia pode simplificar seu dia a dia 

Às vezes, você gostaria de se dividir em dois só para fazer tudo que está em sua agenda? Então, imagine ter que atender a todos esses compromissos e ainda se preocupar com o deslocamento entre várias reuniões

Para a eficiência das empresas, lidar com essa situação é uma preocupação recorrente: como otimizar a experiência dos encontros e, ao mesmo tempo, tornar tudo mais rápido, prático e assertivo?

Você pode encontrar o caminho a partir da tecnologia de sua sala de reuniões. São esses recursos que, por exemplo, permitirão que sua empresa realize reuniões a distância com a mesma interação de um encontro presencial.

Porque investir em uma sala de reunião com videoconferência

O incrível mundo da sala de reunião

Ter uma estrutura capaz de fazer encontros online com qualidade é o melhor dos cenários. Como montar um ambiente adequado para as reuniões a distância? Afinal de contas, hoje, existem diversos sistemas que oferecem opções mais imersivas e dinâmicas. Entre elas, a videoconferência, com recursos para telepresença.

Criado como uma alternativa ao modelo de reuniões tradicionais, os sistemas via videoconferência têm cada vez mais focado na experiência do “encontro” para se diferenciar de outras formas digitais de comunicação.

Isso quer dizer que não é apenas a missão de conectar pessoas: a telepresença estimula a interação e a colaboração entre as equipes porque permite uma experiência real de reunião.

tecnologia de sua sala de reuniões

O que você ganha com um modelo de videoconferência?

Sabe aquela ideia de tornar o tempo de sua empresa mais útil? Com a videoconferência, a gestão corporativa ganha novas maneiras de otimizar o trabalho remoto ou o atendimento de clientes de forma mais colaborativa e direta. Sem falar da redução de custos com viagens e deslocamentos.

Para entender melhor, pense o seguinte: um executivo em viagem está gerando custos para a operação da empresa de diferentes formas – passagem, hospedagem, alimentação, transporte etc. Com a reunião online isso seria otimizado, certo?

O exemplo poderia ser outro, também: imagine que seu presidente precisa realizar um pronunciamento aos diretores e acionistas. Ao invés de marcar um encontro com todos em um mesmo local, sua companhia disponibiliza uma videoconferência, agregando agilidade e eficiência ao atendimento.

Som ambiente em casa: conheça os benefícios

Você sabia que a música alivia a ansiedade, promove o bom humor, cura a tristeza e as dores emocionais, nos motiva, melhora nosso sono e potencializa nosso desempenho para o trabalho e as tarefas domésticas?

É claro que todos nós gostamos de música, cada um com seu estilo e preferências, mas saber que ela proporciona tantas vantagens com certeza faz a gente ter vontade de ouvir ainda mais! Você já imaginou como seria bom ter um som ambiente em casa, para você ouvir suas músicas preferidas no conforto do lar? Sem dúvida o ambiente ficará mais confortável e agradável.

Você pode ouvir as músicas sozinho, mas também aproveitar as pequenas reuniões com os amigos para deixar esse encontro ainda mais animado. Mais do que isso, você pode organizar uma festa grande e aproveitar todos os benefícios do seu som residencial. Ele também pode ser útil para a área do churrasco, assim você e seus convidados escutam uma boa música enquanto apreciam as suculentas carnes que vão preparar.

Som ambiente em casa: conheça os benefícios

Existem algumas opções bem legais de sonorização residencial. Listamos duas delas para você escolher a que melhor te atende. Som ambiente em casa: conheça os benefícios

1 – Caixa de som de embutir

Uma alternativa bem interessante é ter caixa de som embutida no teto da sua casa. Ela fica bem discreta, pois a instalação pode ser feita atrás do forro, assim a caixa não fica aparente. Mas é possível embutir na parede, nos móveis ou em um painel. Tudo vai depender do seu gosto.

Existem modelos quadrados, retangulares e redondos e com diversas opções de potências. Além disso elas podem ter de 1 a 4 canais e por isso é possível que a sonorização seja feita em diversos ambientes da casa, assim você pode sair da sala para o quarto e depois ir ao banheiro tomar um banho relaxante sem precisar parar de ouvir sua música.

2 – Subwoofer

Subwoofer é uma caixa de som específica para reprodução em frequências baixas, aquelas de sons mais graves. Ele pode ser conectado ao notebook, smartphone e computador e alguns possuem entradas para MP3, MP4, iPod e USB. Esses equipamentos são potentes, possuem muita qualidade de som, são pequenos, leves e podem ser colocados em qualquer lugar da casa.

Existem os modelos passivos, que não dependem de alimentação própria de energia e não possuem amplificadores, recebendo o sinal de som já amplificado do aparelho que reproduz áudio, e os ativos, que possuem um amplificador dedicado, permitem ajuste mais fino do som e precisam de alimentação própria de energia.

 

A importância da iluminação na decoração

Quando iniciamos uma obra ou reforma em nossa casa, imediatamente procuramos por opções de móveis, revestimentos, cores e objetos decorativos para compor o ambiente. No entanto, você sabia que deixar o espaço bem iluminado é um dos pontos mais importantes a serem considerados em um projeto de interiores?

A luz de um espaço pode influenciar vários aspectos, como a nossa produtividade, concentração, motivação e, inclusive, na hora do nosso descanso. Para que o seu lar fique realmente incrível, você deverá prestar atenção na escolha da temperatura, intensidade e disposição das lâmpadas. Ficou interessado?

No post de hoje, você entenderá melhor sobre a importância da iluminação na decoração, além de encontrar dicas especiais para iluminar cada cômodo. Confira!

Afinal, qual a importância da iluminação na decoração?

Quando criamos um projeto de iluminação eficiente, temos a oportunidade não apenas de iluminar o espaço e suprir as necessidades dos moradores, mas inclusive, de valorizar o local e dar destaque aos detalhes da decoração. Um bom exemplo, é quando utilizamos a luz para ressaltar um quadro, uma escultura ou um vaso.

Outro fator proporcionado pela iluminação é em relação ao conforto em determinados ambientes. Áreas como o quarto ou a sala de estar precisam ser aconchegantes — e o projeto luminotécnico é um dos principais responsáveis por esse efeito!

Ao reconhecer a importância da iluminação na decoração, só temos a ganhar! Principalmente, porque, fazendo as escolhas adequadas economizamos mais energia. Isso porque, com um projeto eficiente, você escolherá as lâmpadas adequadas e utilizará apenas a quantidade exata de luz para cada espaço. Ou seja, você dará adeus para o desperdício de energia!

Quais são os diferentes tipos de iluminação?

Apesar de parecer uma tarefa simples, a iluminação requer atenção na hora de posicionar as lâmpadas. Atualmente, podemos citar três das principais formas de investir no seu projeto luminotécnico e causar diferentes efeitos para o cômodo. São elas:

Iluminação difusa

Iluminação difusa

Este tipo de iluminação é o mais simples e conhecido. Neste caso, a luz é centralizada no teto do cômodo, iluminando o ambiente por completo e de um modo uniforme. Pode ser aplicada em quartos e salas de estar.

Iluminação direta

Como o nome já diz, a luz pode ser posicionada diretamente sobre algum objeto específico no ambiente. Geralmente, são usados itens como luminárias ou abajures. É uma boa opção para espaços que necessitam de mais foco e concentração, como o office.

Automação residencial Iluminação indireta

Iluminação indireta

Diferente da anterior, a iluminação indireta não tem um único foco, sendo capaz de iluminar o espaço por completo. Basicamente, a sua luz reflete em uma superfície e, em seguida, se espalha pelo ambiente. O resultado é um efeito bastante intimista e, por isso, geralmente é utilizada nos quartos e salas de estar.

LEIA TAMBÉM 5 TECNOLOGIAS QUE NÃO PODEM FALTAR NA SUA CASA

Como iluminar corretamente cada ambiente?

Além de bela, a sua iluminação deverá ter uma característica imprescindível: funcionalidade. Por conta disso, você deverá posicionar as lâmpadas de um modo diferente, de acordo com as atividades que são realizadas em cada ambiente. Veja os pontos a seguir:

Sala de estar
Considerada uma área de convivência, a sala de estar pede por uma luz geral centralizada. Para isso, utilize lustres ou plafons. Para destacar um cantinho especial, como aquele da leitura, invista na iluminação direta. Neste caso, luminárias de chão ou arandelas são excelentes opções. Prefira também as lâmpadas amareladas para aumentar a sensação de conforto.

Automação residencial - iluminação cozinha

Cozinha
A cozinha é o local reservado para o preparo de refeições e, por isso, é necessário um projeto luminotécnico que aumente o nosso foco. A sugestão é apostar na iluminação geral e incluir outras fontes de luz direta no restante do ambiente. Este é o caso das bancadas e pia. Para esse ambiente, as lâmpadas frias são as mais indicadas.

Automação residencial - iluminação quarto

 

Quartos
Como você já sabe, o quarto é reservado para o nosso descanso. Para causar um efeito intimista e aconchegante, inclua uma única fonte de luz centralizada no teto. Já para as demais atividades do dia, os itens de iluminação direta podem te ajudar a focar pontos estratégicos. Arandelas, luminárias de chão e abajures são excelentes para essa finalidade.

Banheiro
No banheiro, o projeto luminotécnico deverá ser geral e com focos diretos de luz em pontos específicos, como no espelho, na bancada, no box e no vaso sanitário. Na iluminação geral, busque por lâmpadas fluorescentes e escolha entre os modelos tubulares ou compactos.

Home Theater: entenda as diferenças entre sistemas de áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1

Você já deve ter se deparado com produtos de áudio como home theater ou mesmo fones de ouvido que trazem sistemas de áudios com os números 2.0, 2.1, 5.1 ou mesmo 7.1. Esses valores se referem à quantidade de canais de áudio que derivam do aparelho. São essas configurações que irão determinar a qualidade do áudio que você irá ouvir e também como será sua experiência acústica, se mais próxima do som original ou não.

O primeiro sistema de áudio criado era monofônico, o que significa que todas as informações sonoras eram registradas por um único canal. Mesmo que o aparelho possuísse diversas caixas ligadas a ele, todas elas iriam emitir o mesmo conjunto acústico. Isso resulta na diminuição da noção espacial do som original, não sendo possível distinguir a origem espacial de cada elemento sonoro.

Foi então que, em 1957, foi formalizado o sistema estereofônico, ou como conhecemos 2.0, causando uma grande evolução na forma como a música era reproduzida no mundo todo. Esse modelo apresentava duas fontes sonoras distintas, esquerda e direita, e dividia o áudio em dois. A partir de então foi possível, por exemplo, reproduzir o som de uma guitarra pelo canal esquerdo, enquanto o canal direito emitia o som de uma bateria.

Home Theater: entenda as diferenças entre sistemas de áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1

 

Home Theater: entenda as diferenças entre sistemas de áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1

A maioria dos aparelhos de reprodução sonora ainda utiliza este sistema, mesmo que alguns avanços já permitam mais canais de áudio. Mesmo com novidades principalmente no cinema e em home theater, por exemplo, ainda é indicado para o consumidor comum o uso dos padrões 2.0 ou 2.1, pois eles possuem um ótimo custo-benefício. Entre os produtos do nosso dia a dia que utilizam esses padrões de canais estão as caixas de som de computadores e fones de ouvido de qualidade – mesmo aqueles mais baratos também usam o sistema estereofônico.

Para entender melhor como escolher o aparelho mais indicado para as suas necessidades é necessário compreender o que significam estes números. No caso do 2.0 e do 2.1, por exemplo, o número antes do ponto representa o número de canais de áudio comuns que o aparelho possui. Já o número depois do ponto (0; 1) representa a quantidade de subwoofers, ou seja, as caixas especiais que reproduzem apenas frequências extremamente graves (normalmente entre 20 Hz e 200 Hz).

A revolução do áudio e sua implementação no cinema foi possível com experimentos nas décadas de 1970 e 1980 com o padrão 5.1, até que o modelo ganhasse mais forma. Com o 5.1 é possível ligar cinco canais de áudios distintos no dispositivo e aumentar a sensação de um ambiente sonoro real para o ouvinte. Com este modelo, é possível ter diferentes percepções espaciais, como um tiro vindo de um lado, o cavalgar de um cavalo do outro e um sussurro de um terceiro ponto. O 5.1 também possui um subwoofer para reprodução de frequências graves.

Neste caso, não é apenas a qualidade e canais do áudio que irão influenciar a experiência do ouvinte, mas a disposição das caixas de som também terá um papel fundamental. O ideal é que o ouvinte fique no centro da sala onde será reproduzido o som, com uma caixa a sua frente, uma de cada lado (direita e esquerda), duas atrás (direita e esquerda) e o subwoofer que pode ficar em diferentes pontos.

Home Theater: entenda as diferenças entre sistemas de áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1

Com essa disposição do sistema, o ouvinte poderá acompanhar a passagem do som da direita para a esquerda, por exemplo, de um trem sob os trilhos. A disposição permite recriar uma contextualização sonora para que o ouvinte tenha uma experiência semelhante a que teria caso estivesse realmente vivendo aquela situação.

Caso deseje investir em um sistema mais potente como o 5.1 ou 7.1, é necessário avaliar antes se a potência do aparelho corresponde ao tamanho da sua sala. O cômodo precisa ser grande, pois as caixas de som devem ficar a uma distância de um metro da televisão e do ouvinte.

O home theater neste caso é mais indicado para pessoas que gostam da experiência cinematográfica e desejam que ela seja mais real com auxílio do áudio, devendo considerar na conta o espaço disponível. Esses sistemas têm passado por um barateamento que permite que sejam cada vez mais difundidos, inclusive com sistemas de até 7.2 canais, equipados com dois subwoofeers para aumentar a pressão oriunda das frequências mais graves.

Cervejas : conheça as principais e como diferenciá-las

Algumas dúvidas vêm na hora de escolher uma cerveja para tomar, pois existem vários estilos e tipos de cerveja, várias marcas no mercado e dentre essas marcas qual te agradará mais? Qual tem o gosto e aroma que você está procurando? A única facilidade é a hora de abrir uma garrafa e beber a cerveja bem gelada. Neste artigo vamos te mostrar alguns tipos de cervejas artesanais disponíveis no mercado, assim você pode aproveitar e degustar vários outros tipos dessa bebida.

 

MAS O QUE É REALMENTE A CERVEJA ARTESANAL?

É uma bebida com teor alcoólico carbonatada, ou seja, são bebidas que são gaseificadas com gás carbônico, tais como os refrigerantes e alguns espumantes. São produzidas através de fermentação e as principais matérias-primas são: água, malte, lúpulo e fermento.

Agora que já temos noção do que é uma cerveja, vamos desmistificar um maravilhoso mundo onde esse precioso líquido se encontra

E afinal, qual a diferença entre tipos e estilos de cervejas?

Os tipos de cerveja querem dizer a família que pertencem e também um pouco sobre o seu processo de fabricação. Quanto o assunto é tipo as cervejas são classificadas em Ales e Lagers e o que as difere é a fermentação, sua coloração (clara ou escura) e o teor de álcool.

Já os estilos e subestilos querem dizer o padrão de combinar estes elementos. Como por exemplo uma batata, a frita seria um estilo, a assada outro e por aí vai mas no final das contas todas são batata, mas cada uma tem alguns elementos do preparo que são diferenciados entre si.

Conseguiu entender?

Espero que sim pois vamos fazer uma breve explicação falando sobre cada um dos tipos e estilos de cerveja e suas principais características:

 

FAMÍLIA LAGER

A mais consumida no Brasil. Estas cervejas se diferem pela fermentação no seu processo de fabricação. São cervejas mais carbonatas e por isso sua aceitação junto ao público é maior. O fermento utilizado inicia sua fermentação em temperatura mais baixa, por volta de 6 a 12 graus, ficando acumulado no fundo dos tanques.

É conhecida como a família das cervejas de baixa fermentação, que são douradas e filtradas, mas possuem algumas versões mais escuras.

Existem algumas subdivisões no mundo cervejeiro:

ESTILO LIGHT LAGER – OU PALE LAGER

É a sub-divisão mais comum das cervejas lagers e apresentam tipos muito conhecidos pelo público brasileiro:

1. PILSNER

Também conhecidas como pilsen por aqui. Seu aroma e sabor são acentuados pelo lúpulo, por isso um leve amargor. São claras, com baixo corpo e fácil de beber. Seu processo de produção apresenta uma baixa fermentação e ela também tem um baixo teor alcoólicoe com final seco.

É também de longe o tipo de cerveja mais consumido no Brasil.

2. AMERICAN LAGER

Apesar de serem denominadas como Pilsen no Brasil, elas são Lager. Fácil de beber, pouco amargor, final relativamente seco, aroma suave de cereais, cor dourada e cristalina. As marcas mais comuns no Brasil são dessa classificação, como Skol, Brahma e Kaiser – e são vendidas como pilsner pela aceitação do público.

3. PREMIUM LAGER

Um outro estilo americano que se assemelha ao american lager, mas possuem mais lúpulo e mais malte se tomarmos a american lager como objeto de comparação, mas já com os outros estilos possui menos malte e pouco aroma  de lúpulo. E sua cor beira o dourado, uma cerveja com um corpo médio.

Temos como exemplos famosos vendidos no Brasil a Heiniken e Stella Artois.

4. HELLES 

Cerveja produzida e consumida em larga escala na região da Bavaria, Alemanha. É considerada uma cerveja com destaque em seu malte e com menos lúpulo no preparo – por isso um baixo amargor. Seu malte evidencia um sabor de pão e biscoitos, e curiosamente consumida em alguns cafés da manhã na Alemanha.

5. DORTMUNDER EXPORT

Também produzida e muito consumida na Alemanha, mas na região de Dortmund. Seu malte e lúpulo são equilibrados, trazendo uma sensação adocicada do malte e também um forte amargor, diferente das lagers consumidas normalmente.

Sua cor é dourado claro que pode atingir uma escala mais escura, além de ter uma espuma bem consistente.

6. DRY BEER OU JAPANESE RICE LAGER

Menos conhecida e consumida por aqui, se trata de uma cerveja originárias do Japão e feitas com arroz, o longo período de fermentação transforma quase todo o açúcar em álcool. Tem sabor suave.

ESTILO DARK LAGER

São cervejas escuras, com um baixo corpo, boa carbonatação e também apresentam teor de refrescância.

1. MUNICH DUNKEL

Considerada a original dark lager da Europa e curiosamente dunkel quer dizer escuro em alemão. É uma cerveja de baixa fermentação e coloração marrom escura – como dito anteriormente. Seu malte Munich dá a ela um doce amargor e notas de chocolate, caramelo e nozes.

2. AMERICAN DARK LAGER 

São cervejas escuras escuras, tem baixo corpo, boa carbonatação, espuma (tende para a cor dourada) e também são muito refrescantes. Seu aroma quase não aparece na cerveja, sendo difícil notar o malte ou lúpulo nela. Já a cor varia entre âmbar e marrom escuro. 

3. MALZIBIER

Talvez a mais famosa dark lager encontrada no Brasil, já foi mais consumida do que é hoje, mas ainda assim é produzida por grandes cervejarias como Brahma, Antarctica e Itaipava. Escura e doce, teor alcoólico baixo, após a fermentação é acrescentado xarope de açúcar e caramelo.

Sua coloração escura não vem do malte tostado mas sim da adição do xarope e açúcar na sua produção.

4. SCHWARZBIER

É uma cerveja realmente preta, com diz seu nome, mais escura até que a Munich dunkel.

O aroma que prevalece é o do malte mas moderadamente. Pode ser notado em baixo teor o malte tostado e a cerveja apresenta notas de caramelo, café ou chocolate em um leve doce – mas é importante saber que o doce sentido na cerveja é baixo, por isso não deve ser confundida com o estilo Malzbier.

ESTILO BOCK

Um tipo de cerveja que é recomendada ser consumida no inverno, pelo menos no Brasil.

São conhecidas por serem cervejas lagers com a coloração escura, saindo um pouco da tradição e com fortes características do malte, dando a elas notas de caramelo e de pão tostado.

1. TRADICIONAL BOCK OU DUNKLESS BOCK

Devido a mudanças feitas em últimos guias de estilos da BJCP, a tradicional bock passou a ser conhecida como dunkless bock e apresenta as mesmas características.

Em seu aroma o malte é moderadamente percebido como pão, já o lúpulo é quase não perceptível e também está em menor evidência no sabor da cerveja, o suficiente para equilibrar com o malte. Sua cor se varia entre o cobre claro ou um marrom consistente – consistência que também é percebida em sua espuma.

2. DOPPELBOCK

A cerveja nasceu de uma história curiosa, porque monges da ordem franciscana precisavam fazer jejum de 40 dias e era estritamente restrito o consumo de alimentos sólidos, por isso fabricaram a doppelbock e a chamavam de “Salvator” (Salvador) por salvar os monges da fome.

É mais forte que a Dunkless bock e seu teor alcoólico pode variar entre 7% – 10%. Sua coloração ganha destaque, pois podemos ver versões que variam da âmbar até um vermelho rubi, dando uma grande beleza somada ao colarinho cremoso da cerveja.

Em seu gosto e aroma quase não se dá para notar o lúpulo, dando um destaque maior ao malte tostado.

3, HELLES BOCK

O estilo de cerveja bock que apresenta a coloração clara. São produzidas no inverno para serem consumidas na primavera européia.

Sua cor vai do dourado até o âmbar e o seu aroma de moderado até intenso se tratando do malte da cerveja, com muito pouco ou nada de lúpulo perceptível. Já o sabor podemos perceber que as características do malte europeu predominam – principalmente as notas de malte tostado.

ESTILO EUROPEAN LAGER

Conhecido como um agrupamento de estilos europeus caracterizados por terem um maior teor alcoólico e também o mesmo tipo de fermentação.

1. VIENNA

Uma cerveja criada na cidade de Viena, na Austria, em 1840 por Anthon Dreher, daí o seu nome. Utiliza os maltes da região, o malte Vienna para darem uma característica leve para a cerveja.

Por conta da industrialização é teoricamente difícil encontrar uma cerveja que mantenha uma boa receita e também original, por isso é comum notarmos diferenças entre a versão americana – mais amarga e fortes – enquanto as produzidas na Europa tendem a ser adocicadas.

Sua aparência varia entre âmbar e cobre claro, já seu aroma é leve e com poucas características do lúpulo e sutileza do malte

2. MARZEN LAGER

Cervejas originalmente produzidas na Bavária e em específico no mês de Março (März em alemão) durante a primavera para ser consumida no outono, estação em que se celebra a Oktoberfest.

Apresenta um teor alcoólico um pouco mais alto e a coloração varia entre âmbar e marrom. Seu aroma é bem leve e conseguimos sentir notas de pão tostado e também um pouco de lúpulo, já seu sabor é levemente adocicado e é possível perceber um pouco de caramelo.

FAMÍLIA ALE

O que diferencia uma ale e uma lager é o seu processo de fermentação, mais alto no caso da Ale. A fermentação ocorre dentro de um ambiente com temperaturas altas, entre 15º e 24º graus, em alguns casos até mais que isso no curto tempo de três a cinco dias.

Foram as queridinhas até os meados do século XIX e só perderam o seu posto quando inventaram cervejas de baixa fermentação, as lagers.

A fermentação baixa, conhecida também por fermentação quente, desperta os variados sabores dos conteúdos da cerveja, lúpulo, e frutas se tornam mais acentuados.

São cervejas mais encorpadas e o seu sabor varia entre o doce ao amargo e sua cor também acompanha o ritmo variando das mais claras até as mais escuras. Por estas razões é que existem diferentes sub estilos dentro da Ale, tamanho é o seu poder de variação.

Vamos conhecer um pouco alguns de seus sub estilos:

ESTILO PALE ALE 

Foram criadas para competir com as cervejas pilsens na época da guerra. São suaves com toques amendoados também possui seus sub estilos:

1. AMERICAN PALE ALE

Variação mais popular da pale ale, sua coloração  vai de dourado pálido a âmbar profundo, aroma lembra crosta de pão tostada, amargor médio mas com final suave. Nos Estados Unidos são divididas entre East Coast e West Coast e sua diferenciação se dá na receita das cervejas.

2. ENGLISH PALE ALE

É a primeira variação do estilo a ser feita e histórias dizem que foi produzida pelos ingleses enquanto viajavam para a Índia. Tem cor de dourada a cobre profundo, aroma terroso de lúpulos ingleses e de malte, baixo nível de álcool e extremamente fácil de beber.American pale ale

Cervejas de cor clara, possuem menos lúpulo do que a versão americana e é bem balanceada se tratando de um estilo que utiliza muito o lúpulo em suas receitas.

3. AMERICAN AMBER ALE

Também conhecida simplesmente como Red Ale, esta cerveja se parece muito com a America Ale e o que diferencia é sua cor que pode variar entre cobre-claro e cobre. Sua composição final contém menos lúpulo, menos álcool e também menos intensidade que a American Ale, dando a ela um caracter mais leve e equilibrado.

4. AMERICAN STRONG ALE

São fortes e com alto teor alcoólico. Na parte sensorial, são consideradas cervejas com muito sabor por conta do seu maior teor de lúpulo e malte na composição. Aromas cítricos são presentes na cerveja e sua cor pode variar de âmbar até o cobre-claro. E é claro, também é uma cerveja de origem americana.

ESTILO ALTIBIER

Cerveja Ale produzida na Alemanha e que é considerada uma cerveja velha, pois seu tempo para maturar é mais demorado. A Altibier se caracteriza por ter a coloração cobre e que realça a cerveja, é bem balanceada por sua complexidade, com pouco gás e combinação perfeita de lúpulo e malte – que confere o aroma tostado e de pães a cervejak

ESTILO TRIGO 

São totalmente refrescantes e possuem baixo amargor com alta carbonatação. Podem apresentar aromas de banana, chocolate, malte torrado ou de especiarias.

1. WEIZENBIER OU WEISSBIER

A Weizenbier é uma tradicional cerveja alemã em que sua composição contém pelo menos 50% de malte de trigo e restante é composto por malte de cevada. Existe uma grande dúvida em relação ao seu nome, é comum encontrar rótulos de cerveja que digam “weizenbier” e outros com o nome de “weissbier”.

A diferença é que weizen significa trigo e faz uma alusão a sua composição, já weiss quer dizer branco, dando destaque a clareza que a cerveja possui, ambos faltam de características diferentes e surgiram por serem termos regionais (norte e sul) mas se tratam da mesma cerveja – de trigo, clara e com um colarinho branco e de espuma consistente.

2. HEFEWEIZEN

Uma subdivisão das cervejas de trigo porque se trata de um estilo não filtrado. Hefe significa levadura e seu nome que diz respeito a característica turva da cerveja. Por isso o costume de virar uma cerveja de trigo de cabeça para baixo, pois como não é filtrada, as leveduras se misturam ao resto da cerveja, incrementando sua composição.

Sua cor não será tão clara quanto as outras, um tom mais vermelho dando intensidade e carregando a cor amarela do estilo weiss.

3. DUNKELWEIZEN

São cervejas de trigo escuras, porque dunkel dignifica justamente escuro em alemão – assim como a Munich dunkel. Assim como as outras cervejas de trigo, possui pelo menos %50 de malte de trigo, a diferença é que grande parte dessa porcentagem se trata de maltes torrados ou caramelizados, por isso a cor escura.

Uma cerveja com corpo médio para encorpado e em seu sabor podem ser notados tons de cravo, banana, baunilha e até levemente tuti-fruti. Sua cor característica é um marrom escuro.

4. WEIZENBOCK

Essa cerveja é derivada do estilo alemão Bock e mantém várias de suas características. Se trata de uma cerveja de trigo com maltes tostados e sua coloração varia de cobre a um vermelho escuro, rubi.

Em seu aroma é perceptível a presença de banana, cravos e também frutas escuras. Já no paladar não se nota muito o lúpulo, predominando o sabor do malte de trigo e também a forte presença do álcool.

5. WITBIER

A witbier é uma famosa cerveja de trigo produzida na Bélgica, um reduto cervejeiro nesse mundo. Apesar de ser uma weiss, suas características são totalmente diferente das demais por ser uma cerveja bem leve e apresentar coentro e frutas – na maioria das vezes laranja mas também encontrada com cascas de limão.

Cerveja com baixa graduação alcoólica e um corpo bem leve, dando muita drinkability para ela. Sua coloração é um amarelo bem claro e uma grande turbidez. Por ser leve é altamente refrescante e um estilo recomendado para quem quer tomar cerveja belga com um baixo teor alcoólico.

6. BERLINER WEISSE

O Berliner no nome significa que são cervejas que são produzidas em Berlim e existe uma lei que garante esse nome somente à elas.

É uma cerveja clara, bem leve e refrescante, sua principal característica que a torna diferente de outras do tipo wiess é a sua sua acidez, que pode ser adicionada de algumas maneiras no processo de produção – principalmente pela utilização de lactobacilos no mosto.

Originalmente sua cor é clara, mas por conta da adição de frutas, pode tomar outras cores, como por exemplo cobre e até verde. Em seu aroma e sabor podemos percebemos a acidez, principal característica da cerveja.

ESTILO PORTER 

Muito comum que se confunda com a Stout, ela é mais suave e seu teor alcoólico é um pouco mais baixo se comparado com a Stout. Esse tipo de cerveja tem um tom mais escuro e apresentam sabor e aromas de café, chocolate e caramelo.

ESTILO STOUT 

Antigamente esse estilo de cerveja era denominado um sub-estilo da Porter, eram denominas Stout Porter, sendo assim muito comum a confusão entre esses dois estilos.

As Stouts são escuras, quase negras com sabor adocicado que lembra chocolate, café ou malte torrado. Tem alto teor alcoolico e pouca carbonatação.

Sempre que falamos da Stout uma cerveja vem na cabeça: a Guiness é a principal cerveja desse estilo e é vendida no mundo inteiro.

Assim como outros estilos, temos também algumas variações do estilo Stout:

  1. Dry Stout
  2. American Stout
  3. Sweet Stout
  4. Oatmeal Stout
  5. Russian Imperial Stout

 

FAMÍLIA LAMBIC

Classificada como uma terceira categoria nos tipos de cerveja por sua fermentação, que é espontânea e causa pelas leveduras selvagens do ambiente. Suas características estão mais interligadas às regiões em que são fabricadas e também seus tanques de produção são abertos. Sim, algo bem natural e até rústico.

São cervejas claras, ácidas e também maturadas em madeira. Seu gosto é mais azedo e seu aroma vai desde os frutados aos cítricos e são consideradas o tipo de cerveja mais antigo existente no mundo.

Também possui algumas subdivisões:

1. GUEUZE 

É uma mistura de Lambic jovem e velha e que vai para uma segunda fermentação em barris de carvalho. Seu gosto é menos ácido, amarga e forte, mas leve e adocicada ao mesmo tempo, totalmente balanceada, semelhante ao champagne.

2. FARO 

Mais leve, saborosa e sem a acidez, que é característica das Lambics.

É uma cerveja com um baixo teor alcoólico e marcada pela sua cor, âmbar. Antigamente na Bélgica eram consideradas de sabor complexo por se tratar de um blend de estilos, mas hoje em dia essa característica se perdeu e ela acaba sendo considerada uma Lambic clássica com adição de açúcar.

3. FRUIT LAMBIC 

Após o processo de fermentação iniciar é acrescentado frutas. São muito ácidas e apresentam um sabor que pode ser seco ou até adocicada — característica de algumas outras Lambics citadas acima.

As cervejas mais famosas desse estilo de produção têm a adição de frutas como cereja (Lambic  Kriek), framboesa (Lambic Framboise), pêssego (Lambic Pêche) e maçã (Lambic Pomme).

Seu teor alcoólico baixo e uma curiosidade é que levam cerca de três anos descansando em barris de carvalho, dando um gosto a mais e um caráter especial a esse tipo de cerveja.

4. STRAIGHT LAMBICS

É uma pura Lambic com 1 ano de maturação. É seca e muito ácida.

São Lambics puras que ao completarem um ano de maturação são vendidas na pressão em cafés e restaurantes belgas (essas não são engarrafadas ou exportadas). Sua característica é ausente de carbonatação, seca e muito ácida.

A cerveja sempre foi a melhor opção numa mesa de um bar, mas de uns tempos pra cá ela ganhou status e uma variedade de sabores, aromas e tons, sendo uma bebida para todos os gostos.

Os estilos aqui citados são apenas os mais vendidos e consumidos no mundo inteiro, mas dentro dessas “famílias” existem outras tantas variações locais de lagers, ales e lambics. Vale a pena conferir alguns estilos diferentes do que estamos acostumados.

5 tecnologias que não podem faltar na sua casa

As casas inteligentes têm sido uma verdadeira revolução tecnológica nos últimos anos. Utilizando recursos de automação residencial, tornou-se possível manipular e criar diversas ambientações para o bem-estar e o conforto de sua família. Pensando nisso, reunimos neste post os 5 tecnologias  que não podem faltar em uma casa inteligente, explicando detalhadamente as funções desses dispositivos e suas vantagens para uma smart house. Continue nos acompanhando para ficar por dentro do assunto!

Confira as tecnologias que não podem faltar na sua casa

Central de controle LCD em Santos

1. Central de controle LCD

Já imaginou ter várias funções de controle de sua casa inteligente em uma tela central? Pois essa tarefa é formidavelmente desempenhada pelas unidades touch disponíveis no mercado.

Por meio dessas centrais de controle, é possível ter acesso a cenas de automação da iluminação de todos os cômodos da casa, bem como do controle das persianas, do sistema de som e TV, além do ar condicionado e outros itens. Inclusive, a comunicação por Wi-Fi entre a unidade controladora e os dispositivos controlados possibilita mais arrojo no design de sua casa inteligente, evitando fiações expostas.

2. Iluminação (dimerização)

A iluminação de sua smart house pode ser programada para funções de liga e desliga ou de dimerização. Essa última diz respeito aos controles e programações de intensidade e suavização da luz do ambiente.

Além de promover a economia de energia, um sistema automatizado da iluminação de sua casa inteligente possibilita o acesso remoto a esses controles por meio de um dispositivo mobile, smartphone, tablet etc. O que ajuda até mesmo na segurança de sua residência. Afinal, por acesso remoto você poderá ativar as luzes simulando a presença de pessoas quando não houver ninguém em casa, reduzindo assim o risco de roubo.

É possível configurar várias cenas e padrões para se encaixarem na sua rotina, tudo de acordo com os seus horários e, além disso, seu smartphone ou tablet funcionará como uma central de comando no seu bolso, com todos os interruptores de luz integrados.

3. Sistema home theater e TV

Um bom sistema home theater com som surround, isto é, tridimensional, aliado a uma tela de tamanho considerável e altíssima resolução de vídeo já é uma excelente opção para entretenimento doméstico. Agora, imagine todo esse equipamento no contexto de automação de uma smart house!

Você poderá criar um verdadeiro cinema em casa, incluindo as outras instâncias de automação da iluminação e temperatura. Apenas alguns toques em sua central de controle e sua sala estará climatizada para a exibição de um bom filme.

Persianas e cortinas automatizadas em santos

4. Persianas e cortinas automatizadas

Assim como a automação das lâmpadas, a automação das persianas pode resultar em mais conforto, praticidade e economia para sua casa inteligente.

Ou seja, você poderá programá-las para a abertura em determinados horários do dia para iluminar o ambiente com a luz do sol ou, até mesmo, criar ambientes climatizados com o fechamento automático das persianas em horários em que o sol esteja forte.

Climatização automatizada em santos

5. Climatização automatizada

Seu sistema de ar-condicionado também pode se integrar à completa automação de sua casa inteligente. Integrado a outros dispositivos com essa função, como sistemas de piso aquecido, essa pode ser a cereja no bolo para uma smart house completa.

Agora que você entende melhor tecnologias inovadoras para casa inteligente, já pode entrar em contato com a gente para saber muito mais sobre os nossos produtos. Para isso, basta acessar agora mesmo a nossa página de contato!

O QUE É UMA SOUNDBAR E COMO ESCOLHER ?

Se você está procurando trazer uma grande capacidade de áudio para sua televisão, a soundbar pode ser um equipamento bem interessante, trazendo para dentro da casa dos consumidores uma qualidade extra que nem sempre vem junto com as caixas de som da própria televisão. Elas podem ser instaladas em praticamente qualquer tipo de TV, independente do tipo de tela e se a TV é smart ou não. É possível encontrar modelos simples de soundbar, ideais para espaços menores, até modelos mais complexos, que vêm acompanhados de um subwoofer externo.

É importante ressaltar que a soundbar não substitui todas as funcionalidades de um home theater, mas se você não tem espaço ou não deseja investir muito dinheiro em um, ela pode ser um substituto bastante prático e acessível.

O QUE É UMA SOUNDBAR E COMO ESCOLHER A SUA?

O que é a soundbar

A soundbar é um aparelho de som estéreo, em geral com dois alto-falantes, configurando um sistema 2.0, mas pode integrar um subwoofer em sua estrutura, configurando um sistema 2.1, sendo então de duas peças: a soundbar e o subwoofer. Ela é ideal para espaços pequenos, de até 15m², como salas pequenas, quartos ou varandas com TV. Também podem ser utilizadas em um sistema de home theater, como uma das partes responsáveis por melhorar o som do ambiente.

Por serem pequenas, as soundbars também são ótimas para quem não quer ter aparelhos influenciando na decoração do recinto. Seu uso também é mais simples do que o de um sistema completo de home theater, ideal para quem não quer gastar muito tempo configurando o aparelho.

Tipos de soundbar

No mercado é possível encontrar modelos de soundbar tradicionais, com um formato retangular, que podem ser colocadas na frente da TV. Outros tipos de soundbar são bases, ou seja, você pode instalar a televisão em cima, utilizando o aparelho como base de apoio e economizando espaço.

Em geral, as soundbars funcionam com diversos microfalantes para dar profundidade ao som, localizados na frente, na traseira e até nas laterais. Cada microfalante solta o som em um determinado momento, as vezes com intervalo de milésimos de segundo entre eles, que é o efeito responsável por dar a sensação de um espaço tridimensional.

Conectividade do aparelho

O que é uma soundbar e como escolher a sua?

Na hora de escolher sua soundbar, confira as formas de conectividade que o modelo apresenta. Modelos mais completos, além de possuir conexão com a TV, apresentam também conexão Bluetooth e controle remoto, o que pode aumentar as possibilidades de uso no aparelho. Afinal, se você está investindo em uma, é para aproveitá-la ao máximo, certo?

Verifique também se a saída da soundbar é HDMI, USB ou conexão ópticae se sua TV suporta essa conexão.

Com ou sem subwoofer

O que é uma soundbar e como escolher a sua?

Soundbars com subwoofer, um tipo de alto-falante específico para a reprodução de sons mais graves, são as mais desejadas pelos consumidores por trazerem deixarem o som mais intenso e vibrante. Apesar de serem mais caras, as soundbars com subwoofers oferecerem um som de qualidade ainda maior, que pode ser atraente para alguns consumidores.

Os subwoofers podem ser passivos ou ativos. No caso do ativo, os amplificadores são embutidos ao sistema e funcionam com uma alimentação separada, o que significa que eles podem ser usados independentemente da soundbar. O ativo também costuma apresentar um som mais potente, devido à alimentação separada.

Já o subwoofer passivo funciona como uma unidade, sendo impulsionado diretamente pela soundbar, além de necessitar dela para funcionar, não possuindo um amplificador próprio. Apesar de não apresentar uma qualidade tão potente como os subwoofers ativos, eles costumam ser mais baratos.

Soundbar ou Home Theater?

Apesar dos Home Theater apresentarem qualidades de som superiores a maior parte das soudbar, estas têm a vantagem de serem menores e com valores mais acessíveis. Escolher qual modelo você irá comprar depende muito de quais são suas necessidades, o tamanho do ambiente em que você pretende instalar o equipamento e o quanto você tem disponível para desembolsar.

Enquanto as soundbar não são capazes de emular um som 360º, muitos modelos recentes têm apresentando ótima qualidade de som, trazendo até mesmo um subwoofer para os sons mais graves. A potência do Home Theater, no entanto, ainda é maior e será capaz de imergir o telespectador com maior eficiência.

Se você pretende criar uma verdadeira sala de cinema e não quer economizar para isso, um Home Theater pode ser a melhor opção. Com um sistema composto por diversas caixas, confira antes se seu quarto ou sala tem as medidas mínimas para garantir um com uso da qualidade extra de som e se divirta.

Mas se você busca praticidade e precisa economizar com espaço, invista em uma boa soundbar. Há diversos modelos atualmente no mercado com tecnologia surround, capaz de emular o som 360º (apesar de não serem tão potentes como o de um Home Theater, elas são bem definidas). Outra vantagem é que a soundbar é fácil de ser instalada e transportada para outros lugares.

O centenário de Achille Castiglioni

O nome de Achille Castiglioni confunde-se com o nascimento e evolução do Design italiano. Castiglioni nasceu em fevereiro de 1918 em Milão, e a sua obra está eternizada nos maiores Museus do Design e nas nossas casas.

Foi o filho mais novo de um escultor, e os irmãos já trilhavam caminho na arquitetura, quando trocou os estudos clássicos pelas artes. Em 1944 concluiu os estudos de arquitetura no Politécnico de Milão. Quando a guerra acabou, Castiglioni iniciou uma parceria com os irmãos na reconstrução de diversos palácios antigos destruídos.

Foi em dupla com o irmão Pier Giacomo que assinou inúmeras criações para as marcas que encontra representadas na QuartoSala. Falamos de Design de mobiliário e iluminação editadas até hoje por marcas internacionais como a Flos ou a Zanotta.

Em 1969 inicia uma carreira paralela no ensino como professor de Arquitetura e Design no Politécnico de Turino e depois no Politécnico de Milão. Aí acabaria por influenciar várias gerações de alunos que atualmente dão cartas no Design internacional. Patricia Urquiola é um desses nomes, que presentemente   relata a sua paixão contagiante pelos objetos e pelo ato da criação.

A curiosidade foi sempre o motor criativo de Castiglioni.  O mestre morreu aos 84 anos, em dezembro de 2002 em Milão, e será para sempre citado quando estivermos a atravessar a história do Design do século XX.

Passo a passo para montar a sala de reuniões ideal

Um dos ambientes mais importantes de uma empresa é a sala de reuniões, local onde são desenvolvidos projetos, fechados negócios e onde grandes ideias podem surgir. Com um layout bem projetado, a sala de reuniões pode contribuir para melhorar a performance dos colaboradores e clientes. Uma sala de reunião bem configurada também pode reduzir os custos com viagens porque torna a intereção entre as equipes de diferentes localidades mais ágil e eficiente.
Alguns itens são determinantes para criar a sala ideal: o arranjo das mesas e cadeiras, monitores de vídeo com alta qualidade, fontes de energia visíveis, iluminação e acústica adequada, móveis ergonômicos, decoração e móveis sintonizados com a imagem que a empresa transmite.

Confira abaixo o passo a passo para montar a sala de reuniões ideal para o seu negócio:

1 – A disposição dos móveis
A forma como estão dispostas as cadeiras e mesas ajudam a direcionar a atenção do público, sempre considerando a quantidade de pessoas. Basicamente são quatro os formatos:
– Estilo clássico de sala de reuniões: uma única mesa no meio da sala com os participantes sentados em todos os lados. Essa configuração é adequada para sessões interativas que exigem espaço de trabalho e uma linha visual clara entre os participantes.

– Forma em U: mesas em U, com cadeiras colocadas do lado de fora da mesa, são ideais para um público de no máximo 25 pessoas. É ideal para grupos de discussão com um apresentador e uma apresentação em vídeo.

– Estilo sala de aula: quando os participantes estiverem trabalhando em laptops ou tomando notas, uma configuração de sala de aula é mais adequada. Este modelo facilita o diálogo entre o apresentador e o público.

– Estilo teatro: essa configuração consiste em alinhar cadeiras em fileiras de frente para a sala sem mesas. Os participantes geralmente não precisam interagir ou fazer anotações.

– Estilo banquete: eventos com refeições funcionam melhor com uma configuração em linhas de tabelas paralelas entre si e perpendiculares à parte frontal da sala. Desta forma, os participantes podem facilmente ver e ouvir as informações apresentadas.

2 – Atenção aos displays de vídeo 
Uma boa qualidade de vídeo é um requisito essencial na maioria dos espaços de reunião. O tamanho da tela é uma das primeiras decisões a serem tomadas, pois um monitor LCD de grande formato pode comunicar informações de forma eficaz e melhorar o ambiente de uma pequena sala de conferências. As telas de LED ou video walls de LCD, por sua vez, podem ser uma ótima solução, proporcionando imagens perfeitas e de alta qualidade com ótima aparência em qualquer lugar.

Leve sempre em consideração estes itens para montar a sala de reunião ideal: clareza de imagem, modelos touch para interações, disponibilidade de aplicativos para praticamente qualquer necessidade de apresentação, alta durabilidade, gerenciamento inteligente de energia que garante operação contínua e um design que permita a instalação, manutenção e monitoramento simples. A Leyard oferece uma série de modelos que incorporam essas características.

3 – A fonte de energia 
A fonte de alimentação é essencial para uma sala de reunião perfeita. Os modelos da Leyard estão disponíveis com redundâncias de energia, o que contribui para garantir a operação contínua. Além disso, muitos modelos são projetados com controle térmico, permitindo operação ultra silenciosa sem ventiladores ou ventoinhas.

Saiba como escolher um projetor para o seu home theater

Na hora de escolher um home theater são vários os detalhes a se analisar, sendo, um dos mais importantes, as características do projetor, pois é ele o responsável maior pela qualidade do seu cinema particular.

Existem diversos modelos de projetores para home theater, com tecnologias avançadíssimas, mas não é preciso gastar uma fortuna para ter um equipamento de qualidade. Parte importante da qualidade é o ambiente onde o home theater será instalado. Se o ambiente estiver em condições ideais de projeção, você já tem mais de meio caminhado andado até a sua sessão exclusiva de cinema.

projetor para o seu home theater em Santos

Saiba como escolher um projetor para o seu home theater

Na hora da compra do projetor para o seu home theater, é preciso verificar o tamanho do seu ambiente e as distâncias mínima e máxima que o fabricante do projetor recomenda para que não haja perda da qualidade da imagem. Outro fator que influencia neste quesito é a resolução, que deve ser de 1920X1080 pixels. Esta é a resolução ideal para projetar filmes em widescreen, com resolução de aspecto de 16:9.

projetor para o seu home theater

Ainda falando sobre a imagem, prestar atenção ao contraste do projetor é importante para que os tons escuros fiquem bem nítidos na projeção. Para não ter problemas com isso, opte por um equipamento que tenha contraste de, no mínimo, 2000:1, ou seja, 2000 tons de cinza entre o branco puro e o preto.

Outro item importante a se considerar na compra de um projetor para home theater é a lâmpada. No mercado existem as lâmpadas de mercúrio UHP e as lâmpadas de LED. As lâmpadas são os itens mais caros na manutenção de um projetor, por isso é preciso conhecer algumas características de cada uma e verificar a sua disponibilidade e interesse em cada modelo.

projetor para o seu home theater

As lâmpadas de mercúrio possuem vida útil de 3000 horas e, devido a suas características físicas, com o passar do tempo fazem com que a imagem perca o brilho e a nitidez. Quando a imagem estiver apagada, já é hora de fazer a troca da lâmpada. Além disso, num projetor que tenha lâmpada de mercúrio é preciso dar intervalos maiores do que 30 minutos entre cada utilização, ou seja, para conservar o seu equipamento por mais tempo, não fique ligando e desligando o projetor seguidamente.

Já as lâmpadas de LED permitem uma vida útil de 30.000 horas, dez vezes mais que as lâmpadas de mercúrio, além de não exigirem um intervalo de descanso entre projeções. As cores ficam estáveis por toda a vida útil da lâmpada, sem prejudicar a qualidade do seu vídeo.