Fechadura inteligente é a nova realidade

nós em muitos aspectos de nossas vidas, seja em relação ao trabalho, ao lazer, à praticidade e, claro, à segurança.

Para as portas das residências, escritórios e qualquer outro local que necessite de uma segurança maior, a tecnologia também avançou e, hoje, é possível encontrar as fechaduras inteligentes que oferecem algumas vantagens para quem a instala. Ter o máximo de segurança é um dos fatores mais importantes da vida, principalmente qualquer se trata da nossa residência, que é onde está nossos familiares e pessoas no qual amamos e queremos sempre o máximo de proteção, por isso, esse tipo de fechadura é a alternativa que está em alta.

Trata-se de uma tecnologia que permite que dois aparelhos se conectem em ponte de forma ágil. Dentre eles, destaca-se o uso de dispositivos celulares, com os atributos e capacidade no aplicativo, além de suas ferramentas, também não se descarta o uso dos cartões magnéticos. E o que anda bem aquecido no mercado e sempre nos faz imaginar que estamos a um passo do universo futurista é o uso das impressões digitais como forma de acesso.

Funcionamento da fechadura inteligente

Para que fique mais fácil a compreensão de como este produto funciona, vamos tratar um pouco mais sobre ele e, então, você irá perceber o quão benéfico ele pode ser.

Esse tipo de fechadura só permite o acesso ao local quando é aproximado algum cartão – ou outras formas de acesso – que está conectado a ela e, até mesmo, o seu smartphone, que está apto para destrancar a porta de forma instantânea, bastando aproximar o dispositivo.

Além disso, alguns modelos são compatíveis tanto com o smartphone, como com o cartão, sendo que algumas também oferecem a opção de abrir a fechadura com chaves tradicionais, caso aconteça a perda de algum dos dispositivos.

Outro fato importante sobre o seu funcionamento é que essas fechaduras contam com a opção de revogar qualquer acesso que seja, em qualquer momento, então, caso o seu smartphone ou cartão seja perdido ou roubado, não terá como ele ser usado para abrir a sua porta.

Veja algumas das vantagens de utilizar uma fechadura inteligente

Não é necessário tirar cópias de chaves

Um dos problemas em relação às portas tradicionais são as chaves e sua terrível facilidade de perda, além disso, cada membro da residência precisa ter pelo menos uma cópia de cada. Com as fechaduras inteligentes, a liberação de acesso é mais eficiente, por meio de biometria, códigos ou senhas digitadas na própria fechadura, reconhecimento facial e outras maneiras que dispensam o uso dos chaveiros tradicionais.

Cenários diferentes para cada acesso

Algo muito inteligente que essa fechadura oferece para o ambiente e para as pessoas que escolhem instalá-las em sua residência são os cenários diferentes para cada pessoa que tem esse acesso.

Por exemplo, quando uma pessoa específica entrar na casa ela poderá escolher alguma lâmpada que irá acender ao mesmo tempo em que ela abre a porta. Isso funciona de formas diferentes para cada morador, basta que cada um escolha qual cômodo deseja que tenha claridade ao entrar.

Funcionamento de cartão de ponto

Caso você tenha algum funcionário em sua casa, ele terá acesso a essa fechadura também, que irá funcionar como um cartão de ponto.

Por exemplo, se este funcionário tiver que entrar no trabalho às 09h e sair às 16h, ele terá acesso ao ambiente apenas nesses horários. No caso de funcionários que trabalham apenas uma vez por semana, eles terão acesso apenas neste dia e respectivos horários. Mas, caso haja a necessidade de algum funcionário entrar na residência fora destes horários e dias, você poderá liberar esse acesso pelo seu celular mesmo se não estiver em casa.

Cortina e persiana automatizada tornam sua casa mais inteligente

Ter uma casa bonita, bem decorada e, principalmente, aconchegante é um dos maiores desejos que todos têm para a sua residência. Além desses benefícios para o bem-estar de toda a família, ter praticidade também é algo essencial para qualquer ambiente.

Com todo avanço da tecnologia, as facilidades e os benefícios que todos conseguem incluir em suas casas são inúmeros, e eles podem ir desde a segurança, lazer, conforto e até mesmo em relação à decoração.

Certamente, você já ouviu falar em persianas, certo? Cortinas usualmente atribuídas a escritórios e a ambientes com cunho empresarial, porém, ela vem sendo bastante utilizada também em residências, seja em salas ou em partições home-office.

Com a variedade de modelos e com a ajuda do avanço da tecnologia, esses estilos de cortinas conseguem entregar conforto e, ao mesmo tempo, maior praticidade para quem a tem instalada, contando também com características minimalistas que deixam o ambiente, de certa maneira, moderno, ao se tratar de decoração.

Conheça mais sobre as persianas automatizadas

Praticamente ninguém nunca imaginou que a tecnologia chegaria a um ponto tão grande que faria com que as cortinas também ficassem conectadas entre dispositivos que, com apenas um toque, facilitaria a vida para todos.

Vantagens:

Conexão através do seu smartphone

Assim como já é possível ter conexão entre smartphones e televisores, vídeo games, fechaduras e outros produtos e aparelhos de sua casa, também é possível ter conexão com as suas persianas. Por meio do seu smartphone, tablet ou até mesmo com algum controle remoto, é possível controlar todas as cortinas de uma vez ou uma por vez.

Manutenção

Essas cortinas são conhecidas por serem práticas em seu modo de uso e pode ser considerada também para limpeza, pois trata-se de um material fácil de manutenção, além disso, não acumulam poeiras que podem prejudicar a saúde ou causar irritações. Há modelos, inclusive, que conseguem prover proteção contra raios UV.

Durabilidade

Assim como qualquer outro produto tecnológico, ter sua vida útil extensa é característico. Por isso, o custo-benefício da aquisição é tido como vantajoso para todo comprador, dado que, além da estética, consegue entregar fatores que mostram que uma cortina pode ser pensada de outra maneira.

Automação Residencial: por que ter?

A automação residencial é um investimento interessante e inteligente e cujo retorno pode ser medido de muitas formas. O investimento representa, em geral, menos de 2% do valor do imóvel e estima-se que o valorizará em até 10% na hora da venda, dentro de cinco anos. Tal investimento também pode trazer um retorno na economia de energia elétrica e do uso de outros recursos, como água e gás. Mas a maior compensação, para o morador, é o conjunto “segurança, conforto e contribuição com a sustentabilidade”.

 

Entretanto, como em todo investimento, há riscos. E o morador poderá se sentir insatisfeito no final, se não tomaras precauções necessárias para minimizar esses riscos. As medidas em questão são simples e os pontos principais são: saber o momento adequado, escolher colaboradores competentes, se envolver com a solução e, principalmente,não ser ansioso em relação à tecnologia.

MOMENTO IDEAL

 Identifique o momento ideal para planejar o investimento em automação residencial. Seja construindo ou reformando, a hora mais adequada é quando você começa a conversar com o responsável pelo projeto, discutindo o uso dos espaços, os materiais de construção, o orçamento e o cronograma.

A automação residencial pode e deve ser considerada uma das tecnologias a serem incluídas em um imóvel, tanto quanto o aquecimento solar e a cisterna para recuperação da água da chuva.

É importante se cercar de profissionais competentes e há, aqui, dois especialistas essenciais. Primeiramente, o responsável pelo projeto, seja arquiteto, engenheiro ou construtor, uma vez que este profissional precisa estar por dentro das opções e benefícios da automação residencial para efetivamente contribuir com sugestões de uso no projeto. Não menos importante é o integrador de sistemas: ele é o responsável por definir a solução que melhor atenda às suas necessidades e desejos.

Gosta de musicais de cinema? Preparamos algumas dicas

O gênero dos musicais está sem dúvida na moda. Muitos amam esse estilo, enquanto outros odeiam. Mas o fato real é que os musicais possuem um papel muito importante marcado na história do cinema.

O mais recente sucesso das telonas ”La la Land: Cantando Estações” ganhou o maior número de prêmios no Oscar deste ano. No total foram seis estatuetas: melhor atriz (Emma Stone), melhor diretor (Damien Chazelle), melhor design de produção, melhor canção original (City of Stars: música de Justin Hurwitz e letra de Benj Pasek e Justin Paul), melhor trilha sonora (Justin Hurwitz) e melhor fotografia (Linus Sandgren). O roteiro segue a fórmula clássica dos musicais: uma narrativa interessante que se apoia sobre uma sequência de músicas coreografadas. O pianista Sebastian e a atriz Mia se apaixonam perdidamente e tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem a fama e o sucesso nas suas carreiras. Além do Oscar, o musical ganhou também diversos prêmios no Globo de Ouro, no Critics Choice Award, no Prêmio BAFTA de Cinema, no Palm Springs Internacional Films Festival, entre outros. Um sucesso estrondoso, sem dúvida nenhuma.

Os musicais tiveram a sua origem em peças teatrais que fizeram inicialmente a junção entre a arte cênica e a música. O primeiro registro oficial de uma produção do gênero no cinema data de 1927. ”O Cantor de Jazz”, de Alan Crosland, conta a história de um cantor de jazz branco que sofre preconceito dos tradicionais jazzistas negros pela cor da sua pele. Em 1939 foi lançada pela MGM uma das maiores obras primas da história do cinema, o musical ”O Mágico de Oz”. Após a II Guerra Mundial iniciou-se a ”Era de Ouro dos Musicais”, que se estendeu até o início da década de 1960. Nesse período foram lançadas produções espetaculares, tais como o memorável ”Cantando na Chuva” (considerado pela grande maioria dos críticos como o maior musical de todos os tempos), ”A Noviça Rebelde”, ”Mary Poppins”, ”My Fair Lady”, ”Cinderela em Paris”, entre outras. Após esse período os musicais caíram bastante em popularidade, pois a indústria cinematográfica estava focando na produção de filmes mais realistas e que retratassem as questões sociais e políticas da época. Mesmo assim, algumas produções conseguiram alcançar um grande sucesso comercial tais como: ”Cabaret” (1972) vencedor de oito Oscars e ”All That Jazz” (1979) vencedor de quatro Oscars. Em 1978 foi lançado o musical ”Grease” com John Travolta e Olivia Newton-John. É o musical de maior bilheteria na América do Norte. Em 1982 foi lançada a sua continuação, ”Grease 2”, com Michelle Pfeiffer no papel principal, mas teve pouco êxito comercial.

Na década de 1980 dois romances musicais tiveram destaque. ”Flashdance” (1983) com Jennifer Beals e Michael Nouri, dirigido por Adrian Lyne e ”Dirty Dancinng” (1987) com Patrick Swayze e Jennifer Grey, dirigido por Emile Ardolino. Na década de 90 os musicais praticamente sumiram das telas do cinema. Porém, a Walt Disney Pictures conseguiu criar uma nova variação do gênero: as animações musicais. A estratégia deu muito cedo. Diversas produções tiveram um sucesso enorme de bilheteria. Podemos destacar ”A Bela e a Fera”, ”A Pequena Sereia”, ”Aladim”, e “O Rei Leão”. Este último ganhou o Oscar de Melhor Trilha Original (Hans Zimmer) e Melhor Canção Original (”Can You Mouling Rouge”), com Nicole Kidman, que de certo modo reanimou um pouco o gênero e foi premiado com a conquista do Oscar de Melhor Direção de Arte e de Melhor Figurino.

No ano seguinte é lançado o musical “Chicago”, com direção de Rob Marshall e roteiro de Bill Condon. A produção teve um orçamento de US$ 45 milhões e foi um sucesso absoluto de crítica e de bilheteria. Atores consagrados estão no elenco: Richard Gere, Catherine Zeta Jones e Reneé Zellweger. Venceu seis premiações no Oscar em 2003: Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Catherine Zeta Jones), Melhor Edição (Martin Walsh), Melhor Figurino (Collen Atwood), Melhor Direção de Arte (John Myhre) e Melhor Mixagem de Som.

 

Confira a Lista dos 25 Melhores Musicais de todos os tempos, divulgado pela IFA (American Film Institute) em 2006:

  1. Cantando na Chuva (Singin’in the Rain – 1952)
  2. Amor, Sublime Amor (West Side Story – 1961)
  3. O Mágico de Oz (The Wizard of Oz – 1939)
  4. A Noviça Rebelde (The Sound of Music – 1965)
  5. Cabaret (1972)
  6. Mary Poppins (1964)
  7. Nasce uma Estrela (A Star is Born – 1954)
  8. Minha Bela Dama (My Fair Lady – 1964)
  9. Sinfonia de Paris (An America in Paris – 1951)
  10. Agora Seremos Felizes (Meet Me in St. Louis – 1944)
  11. O Rei e Eu (The King and I – 1956)
  12. Chicago (2002)
  13. Rua 42 (42nd Street – 1933)
  14. O Show Deve Continuar (All the Jazz – 1979)
  15. O Picolino (Top Hat – 1935)

Na lista ainda figuram, “Uma Garota Genial” (Funny Girl – 1968), ”A Roda da Fortuna” (The Band Wagon – 1953), ”A Canção da Vitória” (Yankee Doodle Dandy – 1942), ”Um dia em Nova Iorque” (On the Town – 1949), ”Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (Grease – 1978), ”Sete Noivas para Sete Irmãos” (Seven Brides for Seven Brothers – 1954), ”A Bela e a Fera” (Beauty and the Beast – 1991), ”Garotos e Garotas” (Guys and Dolls – 1955), ”Magnólia – O Barco das Ilusões” (Show Boat – 1936) e ”Moulin Rouge – O Amor em Vermelho” (Moulin Rouge! – 2001).

Saiba como deve ser o ar-condicionado no Home Theater

Assistir a um filme ou uma série em uma sala abafada torna a experiência cansativa e até desagradável. Quem está começando a montar um home theater e não abre mão de um bom clima no ambiente, saiba que o melhor local para a instalação do ar-condicionado é aquele em que ninguém nota a sua presença. Em outras palavras, que não sinta a ventilação atingindo diretamente o seu corpo e principalmente não ouça o ruído do aparelho. E caso o seu projeto contemple o projetor, a tela quando rebaixada não pode ser alvo do fluxo de ar.

Verifique com o técnico o quão distante poderá ficar a unidade condensadora na parte externa do ambiente, bem como eventuais dificuldades de passagem da tubulação. Estude com o profissional a instalação de uma tomada exclusiva, direto do quadro, próximo de onde ficará a unidade evaporizadora. Essa peça interna poderá ficar a uma altura entre 1m80 e 2m20, dependendo do modelo, e a uma distância mínima de 0,50m de qualquer parede.

E finalmente procure instalar o evaporizador o mais centralizado possível, voltado para a maior área da sala. Pode ficar no teto ou em uma das paredes laterais, mas distante da tela de projeção. Muitos instaladores fixam o evaporizador na parte traseira e pode ser interessante, caso a sala tenha um bom comprimento. Mas se não for o caso, nessa posição, provavelmente os espectadores no sofá ficarão com a cabeça “congelada”, tendo que programar o aparelho para um modo menos frio ou ligar e desligar a todo instante.

Caixas de som embutidas para ambientes

Práticas e charmosas, as caixas de embutir são imbatíveis no que se refere à discrição, permitindo a instalação de um sistema 7.1 sem que nenhum produto do gênero fique à vista. Também estão disponíveis em várias opções de formatos (podem ser redondas, quadradas ou retangulares) e com diversas cores e acabamentos.

Com a entrada dos fabricantes nacionais e a redução dos preços, o mercado de caixas de embutir está bem aquecido. Nos últimos dois a três anos, os custos caíram de 10% a 15% e, hoje, o usuário encontra modelos para as mais diversas aplicações.

Neste segmento, há as caixas de parede, chamadas de in-wall, e as de teto (in-ceiling). Quase todas aceitam os dois tipos de posicionamento, embora a maioria dos projetistas/usuários prefira embutir as caixas no forro de gesso. Muito tradicional nas residências estadunidenses, a instalação em parede é pouco explorada no Brasil. O motivo é a dificuldade de encontrar paredes de dry-wall (gesso acartonado), que são ideais para receber os modelos in-wall.

 

EXIGÊNCIAS

Mas será que as caixas de embutir são todas iguais? A resposta é “não”! Em primeiro lugar, não se pode esperar que caixas de embutir apresentem o mesmo rendimento dos modelos tradicionais. Por outro, se o forro de gesso estiver bem estruturado (medida que evita vibrações) e os canais, posicionados corretamente, elas tocarão muito bem.

As exigências também são diferentes. Em geral, as caixas de embutir são mais utilizadas em som ambiente e nos canais surround dos sistemas de home theater. Caixas embutidas para som ambiente precisam ter elevada sensibilidade, para que possam tocar mais alto quando alimentadas por um receiver de potência reduzida. É comum aproveitar o receiver do próprio home theater para abastecer um par (ou até dois) de caixas de multi-room. E, nesse caso, contar com caixas de maior sensibilidade ajuda a aumentar o rendimento sonoro, inclusive nas áreas externas, como jardins e varandas. Nos projetos em que há um amplificador ou receiver exclusivo para o som ambiente, a preocupação com a sensibilidade não é tão intensa.

Quando assumem o papel de canais surround, os modelos de embutir precisam ter outras qualidades. O mais importante é que acompanhem o mesmo timbre das caixas frontais. Embora a maioria das caixas seja criada a partir de princípios técnicos semelhantes, o design, a construção e os componentes internos variam de acordo com o fabricante. Para que a reprodução do áudio seja sempre homogênea e agradável, todas devem ter a mesma sonoridade (ou timbre). Na dúvida, lembre-se de que fica mais fácil preservar a assinatura musical do conjunto se todas as caixas forem da mesma marca e, de preferência, da mesma série.

 

MODELOS ESPECIAIS

Mas há projetos em que o proprietário faz questão de deixar todas as caixas escondidas, inclusive as frontais. Para esses casos, surgiram algumas caixas embutidas especiais, como as anguladas, pivotantes e motorizadas. Graças a um ajuste mecânico, algumas fabricantes produzem caixas com painel frontal inclinado que podem ser posicionadas no teto, mantendo ângulos de 14º a 45º. Tal regulagem permite um melhor direcionamento do áudio para os ouvintes em salas de diferentes tamanhos. Em ambientes pequenos (um quarto ou cozinha, por exemplo), a caixa frontal angulada de embutir deve ficar bem inclinada, característica que deixa o som mais direcional.

Nas pivotantes, o painel da caixa fica instalado no próprio forro de gesso. Nesse caso, quem se movimenta são os falantes. Em geral, o tweeter também pivota, mas o mercado ainda oferece modelos em que o woofer também pode ser direcionado para a posição de audição. E no topo da pirâmide estão as caixas motorizadas são acionadas eletricamente. A seguir, listamos para o leitor os tipos de caixas encontradas no mercado:

Fixas tradicionais

São indicadas para som ambiente e para os canais surround. Diferentemente do que acontece com as frontais, o som reproduzido pelas caixas traseiras não precisa chegar diretamente aos ouvidos do espectador. Precisa apenas realçar a sensação de envolvimento no ambiente. Então, a dica é posicionar as caixas de embutir tradicionais no forro de gesso a cerca de 1m80 do piso (e com os falantes voltados para baixo).

Com painel angulado

Graças ao painel frontal angulado, esses modelos de embutir conseguem direcionar melhor o som na área de audição. Podem, assim, ser utilizados até nos canais frontais. Desse modo, os principais sons e os diálogos dos filmes são direcionados para os ouvidos do espectador sentado no sofá.

Com tweeter pivotante

Semelhantes às tradicionais, levam vantagem por oferecer um tweeter móvel (pivotante). Com isso, é possível direcionar as altas frequências para os ouvidos dos espectadores, característica que habilita o uso dessas caixas também nos canais frontais. Se for utilizá-las nos canais surround, procure direcionar o tweeter para as paredes, evitando que os sons secundários dos filmes sejam encaminhados diretamente para os ouvintes.

Com tweeter e woofer móveis

Estas caixas possibilitam a movimentação simultânea de todo o conjunto – tweeter (sons graves) e woofer (graves e médios) –, formando praticamente uma corneta. Também podem ser utilizadas nos canais frontais. Já na parte traseira da sala, o ideal é direcionar os falantes para as paredes, preservando o envolvimento surround.

Motorizadas

São as caixas de embutir mais sofisticadas. Elas ficam ocultas no teto até o momento em que o home theater é acionado. Quando isso acontece, saem da moldura, projetando o áudio diretamente para a plateia (ângulo de até 45º).

Subwoofers de parede

São a solução ideal para quem quer esconder todas as caixas do home theater. Recomenda-se que sejam instalados na parede de alvenaria (frontal ou lateral) a cerca de 35cm do piso e, de preferência, perto das caixas frontais. Já o posicionamento no teto é pouco indicado e requer a consultoria de um engenheiro acústico.

Como Funciona Dolby Atmos Home Theater 5.1.2, 5.1.4, 7.1.2 e 9.1.2

Na sua casa, o Dolby Atmos proporciona uma notável experiência de imersão sonora, bastante próxima às encontradas nas salas de projeção comerciais. Mas como será que esse codec funciona no seu home theater?

O Dolby Atmos reflete um salto na evolução do padrão de qualidade das gravações. Atualmente, como todas as marcas de receivers já estão com o codec incorporado ao equipamento, tem havido uma grande quantidade de projetos com a tecnologia.

No entanto, como ainda é vasta a curiosidade sobre o assunto, vale a pena prestar atenção nessas dicas da Audio Prime para usar o sistema em home theaters 5.1.2., 5.1.4, 7.1.2 e 9.1.2 e aproveitar ao máximo todos os recursos do Dolby Atmos.

O que é o Dolby Atmos

Criado pela Dolby Laboratories e lançado pela Pixar no filme “Valente”, em 2012, a plataforma é hoje considerada a maior inovação em tecnologia sonora desde o aparecimento do surround, em 1941 (em “Fantasia”, da Disney). O Dolby Atmos aumenta significantemente a imersão da experiência sonora. Fazendo uma analogia, podemos pegar, historicamente, padrões de comportamento de áudios.

Primeiramente os codecs decodificam o áudio em formato stereo, ou seja, em “L” e “R” (left e right, esquerdo e direito em inglês). Com o tempo e o desenvolvimento da tecnologia, surgiram os codecs que começaram a reproduzir os sistemas 5.1 e 7.1 – três caixas de som frontais (L, C e R) e duas ou quatro surround.

Essa disposição faz com que o som tenha um movimento circular na sala, envolvendo o ambiente em um plano horizontal em relação à imagem.

Maior verticalidade sonora

Já o Dolby Atmos aumenta a imersão sonora de forma vertical. Dessa forma, o primeiro requisito básico para o uso da tecnologia é a adição de caixas de som que façam com que o áudio venha de cima para baixo.

Com isso, o sistema oferece uma noção espacial circular horizontal, no 5.1, com a adição de, pelo menos, mais dois canais, gerando uma tridimensionalidade sonora.

Ou seja, fugindo do padrão 5.1, o Dolby Atmos começa a remeter um padrão de áudio vertical. Dessa forma, o áudio vem por todos os lados, proporcionando uma experiência de imersão muito mais completa em qualquer lugar da sala de projeção.

Como podem ser feitas as instalações no Dolby Atmos

As instalações do Dolby Atmos, portanto, podem ser feitas em 5.1.2, 7.1.2, 7.1.4 e 9.1.2. Esses são os padrões mais comuns e mais acessíveis para ter em casa. No entanto, o 9.1.2 é mais indicado para salas muito grandes, demandando um receiver muito maior, portanto não é bem o objeto desse conteúdo de hoje.

Conheça os tipos de caixas de som para o Dolby Atmos

Há hoje no mercado vários tipos de caixas de som: as do tipo torre, bookshelfs e as caixas de som de embutir, que podem ser anguladas ou não.

Como você está em um plano horizontal e precisa melhorar a experiência sonora vertical, o mais indicado é montar o Dolby Atmos sempre com caixas de som frontal, adicionando pelo menos duas caixas ao teto.

Dessa forma o som é propagado de cima para baixo, formando uma configuração básica para esse tipo de codec.

Por outro lado, hoje há caixas de som torre própria para Dolby Atmos, montada com os alto-falantes para frente e um alto-falante na parte de cima virado para o teto.

Essa configuração tem como objetivo fazer com que o áudio bata no teto e reflita em quem está assistindo o filme, aumentando a imersão. Também é possível usar caixa de som bookshelf própria para os sistemas, adaptada na parte superior justamente para fazer esse front high (canal frontal alto).

Hoje, no entanto, a maioria dos projetos segue uma linha clean, com a tendência de jogar os equipamentos para o teto.

O que você precisa saber sobre o projeto de automação residencial

A entrada no século XXI gerou mudanças significativas na maneira como interagimos com a tecnologia. Se antes utilizávamos equipamentos e ferramentas para facilitar tarefas diárias, hoje temos dispositivos como parte integral do nosso cotidiano, como o sempre presente smartphone.

Em nossas residências também não tem sido diferente. As smart TVs são exemplos de como a tecnologia trouxe conceitos bem maiores para um dispositivo tão comum.

Nesse sentido, trouxemos, no artigo de hoje, informações sobre uma tendência mundial de aprimorar as funcionalidades das residências com o uso de tecnologias. Confira abaixo o que é o projeto de automação residencial, quais os benefícios, dicas de como implementá-lo e qual será o futuro dessa área.

O que é o projeto de automação residencial

Os projetos de automação residencial são adaptações realizadas em uma casa ou apartamento, instalando-se controles e tecnologias interoperáveis, que visam tornar a residência automatizada e mais eficiente na sua função para o morador.

Uma residência automatizada pode ser adaptada com diversas ferramentas, como: controle de iluminação e da temperatura, gerenciadores energéticos, sistemas de áudio, vídeo e redes interconectados, sistema de segurança etc.

Vantagens de implementação

As vantagens do projeto de automação residencial são inúmeras. Entre elas, podemos citar três em destaque:

Conforto

Implementar um projeto de automação residencial trará o controle da sua casa para suas mãos. Isso porque, com adaptação das ferramentas para as tecnologias de rede, é possível interconectar vários aparelhos com um smartphone.

Dessa forma, diversos equipamentos domésticos, como fogão e geladeira, podem ser monitorados remotamente. Por exemplo, ao colocarmos alguma comida para cozinhar, poderíamos controlar a temperatura da panela ou desligar o fogão do sofá da sala.

Além disso, é possível instalar sensores que fechariam cortinas ao chover, programar a iluminação do jardim para um determinado horário, ajustar a temperatura interna conforme o clima externo etc. Tudo isso sem a presença física do morador.

Economia

Outro grande benefício do projeto de automação residencial é a economia promovida pelas tecnologias. Como exemplo, podemos citar os casos em que os gastos energéticos poderiam ser diminuídos se o ar-condicionado fosse desligado sempre que a temperatura externa estivesse agradável ou que as luzes ficassem apagadas sempre que um cômodo estivesse desocupado.

Segurança

Nesse caso, poderíamos falar em segurança com dois significados: a patrimonial, contra roubos e invasões, e a integridade dos moradores e do imóvel, contra os acidentes domésticos.

O projeto de automação residencial poderá prever um sistema de integração entre fechaduras eletrônicas, câmeras, leitores biométricos, sensores de movimento etc., protegendo a residência contra a violência urbana das cidades brasileiras.

O sistema poderá, também, contar com a instalação de botões de emergência — que acionam autoridades policiais ou os seguranças da casa ou do condomínio — em lugares que só o morador conheça.

Para eliminar o risco dos acidentes domésticos, o projeto pode evitar ou monitorar a sobrecarga de energia em equipamentos, indicar vazamentos de água e gás, proteger contra incêndio por meio de sensores e outros benefícios.

Dicas de como realizar o projeto de automação residencial

Implementar e planejar esse tipo de projeto pode não ser uma tarefa tão simples quanto parece. Por isso, nós listamos algumas dicas para ajudar a cercar-se de qualquer problema durante o planejamento e obter o máximo de benefícios que você procura.

Definir necessidades e prioridades

O primeiro passo para qualquer projeto é sempre identificar as motivações e os limites para aplicação das ideias. Não se esqueça de consultar a opinião de todas as pessoas que residem na casa. É importante que todo mundo tenha o máximo de proveito dos resultados da automação.

Por exemplo, deve-se ter em mente quais cômodos deverão e precisarão ter essas funcionalidades extras. Quais são os fatores que têm maior influencia na procura pelo projeto, se é por alguma vantagem específica, como segurança ou conforto. Uma boa dica é listar tudo o que você gostaria e que realmente precisa para tornar sua casa mais autônoma e prática.

Pesquisar

Conhecer as tecnologias e as empresas que prestam serviço nessa área é essencial. Por isso, é importante que você faça buscas sobre o que o mercado tem a oferecer para otimizar sua relação com a casa. Procure se informar sobre as tecnologias disponíveis pela internet e tente obter um preço médio para instalação desses equipamentos. Assim, também será possível começar a pensar nos limites do seu orçamento.

Poucas empresas trabalham com o projeto de automação por inteiro. Na maioria das vezes, você terá que optar por segmentar as novas adequações, buscando profissionais especializados em áreas determinadas, como áudio e vídeo, segurança, iluminação etc.

Planejar o orçamento e comparar preços

Tendo em vista os objetivos do seu projeto e o que é possível de se obter no mercado, chegou a hora de definir os limites do seu orçamento. Essa tarefa é fundamental, pois, a partir disso, você poderá controlar os custos de implementação das novas tecnologias na sua residência.

Estabeleça uma faixa de preço que você possa pagar e que ainda atenda aos requisitos levantados na nossa primeira dica. Uma boa ferramenta é lançar os valores dos orçamentos que forem sendo realizados e compará-los para se obter o melhor custo-benefício.

Tendências da automação residencial

Segurança contínua

No mercado atual, há uma grande procura pelo aprimoramento das tecnologias de segurança residenciais e corporativas. Espera-se que nos próximos anos as empresas do ramo tragam dispositivos mais inteligentes, protegendo as pessoas dos riscos da violência urbana.

As câmeras inteligentes de alta resolução são os equipamentos mais esperados para o momento. Esses dispositivos fazem a identificação automática de pessoas e objetos, propiciando a tomada de decisões para emitir determinados alertas, feitos pelo próprio sistema.

Internet das coisas

Imagine uma casa em que a geladeira possa emitir um alerta sobre a validade de um produto dentro dela ou que uma lâmpada queimada, em alguma parte da casa, envie uma mensagem com a informação para seu smartphone! Isso já é possível!

O funcionamento é bem simples: os aparelhos são conectados por radiofrequência e, quando conectados à internet, as informações são levadas a uma base de dados que fornece o controle. Boa parte dessa tecnologia já existe e está disponível no mercado, mas ainda há muito o que evoluir nesse ramo, principalmente para melhorar a gestão de residências, edifícios e até cidades.

Os carros que mais fazem sucesso no instagram do mundo

Nem só de sneakers, comidas, paisagens e selfies é feito o Instagram. A rede também tem muitas fotos de carros. Dos antigões clássicos e vintage às novidades, não faltam fotos de máquinas de todos os tipos.

Para descobrir quem é o rei do Instagram dentre os automóveis, a seguradora Veygo Motoring Research listou os 25 carros mais mencionados na rede social em todo o mundo.

Surpreendentemente, modelos como Lamborghini Aventador, Audi R8 e Chevrolet Corvette estão de fato entre os mais clicados, mas lado a lado com carros mais “discretos” como VW Golf, Honda Civic e A4. De longe, o clássico dos clássicos Ford Mustang lidera no primeiro lugar.

Confira a lista completa

25. Volkswagen Golf – 1.266.535 menções
24. Audi S3 – 1.311.889 menções
23. BMW M2 – 1.389.175 menções


22. Mazda MX-5 – 1.411.558 menções
21. Vauxhall Corsa – 1.423.252 menções

20. Toyota Corolla – 1.492.653 menções
19. Audi A4 – 1.591.794 menções
18. Honda Civic Type R – 1.834.422 menções
17. Porsche 911 – 1.940.424 menções


16. Porsche Carrera – 2.077.459 menções
15. Mini Cooper – 2.131.312 menções
14. Lamborghini Huracan – 2.203.050 menções


13. Chevrolet Silverado – 2.254.244 menções
12. Subaru Impreza – 2.670.309 menções
11. BMW M5 – 2.741.911 menções
10. Audi R8 – 2.900.314 menções
9. Lamborghini Aventador – 3.085.336 menções
8. BMW M4 – 3.432.052 menções
7. Chevrolet Corvette – 3.963.740 menções


6. Chevrolet Camaro – 4.686.969 menções
5. Jeep Wrangler – 5.137.019 menções
4. BMW M3 – 5.817.457 menções
3. Nissan GT-R – 7.019.123 menções
2. Honda Civic – 7.402.365 menções
1. Ford Mustang – 11.947.872 menções

Som ambiente: conheça alguns opções de sonorização residencial

Você sabia que a música alivia a ansiedade, promove o bom humor, cura a tristeza e as dores emocionais, nos motiva, melhora nosso sono e potencializa nosso desempenho para o trabalho e as tarefas domésticas?

É claro que todos nós gostamos de música, cada um com seu estilo e preferências, mas saber que ela proporciona tantas vantagens com certeza faz a gente ter vontade de ouvir ainda mais! Você já imaginou como seria bom ter um som ambiente em casa, para você ouvir suas músicas preferidas no conforto do lar? Sem dúvida o ambiente ficará mais confortável e agradável.

Você pode ouvir as músicas sozinho, mas também aproveitar as pequenas reuniões com os amigos para deixar esse encontro ainda mais animado. Mais do que isso, você pode organizar uma festa grande e aproveitar todos os benefícios do seu som residencial. Ele também pode ser útil para a área do churrasco, assim você e seus convidados escutam uma boa música enquanto apreciam as suculentas carnes que vão preparar.

Existem algumas opções bem legais de sonorização residencial. Listamos duas delas para você escolher a que melhor te atende. Confira!

Som ambiente: conheça alguns opções de sonorização residencial

 – Caixa de som de embutir

Uma alternativa bem interessante é ter caixa de som embutida no teto da sua casa. Ela fica bem discreta, pois a instalação pode ser feita atrás do forro, assim a caixa não fica aparente. Mas é possível embutir na parede, nos móveis ou em um painel. Tudo vai depender do seu gosto.

Existem modelos quadrados, retangulares e redondos e com diversas opções de potências. Além disso elas podem ter de 1 a 4 canais e por isso é possível que a sonorização seja feita em diversos ambientes da casa, assim você pode sair da sala para o quarto e depois ir ao banheiro tomar um banho relaxante sem precisar parar de ouvir sua música.

2 – Subwoofer

Subwoofer é uma caixa de som específica para reprodução em frequências baixas, aquelas de sons mais graves. Ele pode ser conectado ao notebook, smartphone e computador e alguns possuem entradas para MP3, MP4, iPod e USB. Esses equipamentos são potentes, possuem muita qualidade de som, são pequenos, leves e podem ser colocados em qualquer lugar da casa.

Existem os modelos passivos, que não dependem de alimentação própria de energia e não possuem amplificadores, recebendo o sinal de som já amplificado do aparelho que reproduz áudio, e os ativos, que possuem um amplificador dedicado, permitem ajuste mais fino do som e precisam de alimentação própria de energia.