O QUE PODE SER AUTOMATIZADO EM UMA RESIDÊNCIA?

O toque de modernidade e luxo da automação residencial traduzem um estilo de vida exclusivo e tão diferenciado que encanta a todos, porém, por ser algo ainda em crescimento no Brasil, uma dúvida que surge em todas as pessoas que querem ter toda a sofisticação, tecnologia e conforto da automação nas suas residências é: O que, de fato, eu posso automatizar na minha casa?

Essa é uma pergunta muito abrangente, afinal a tecnologia está em constante avanço e há novos equipamentos, eletrodomésticos e elementos surgindo no mercado a todo momento. Dentro deste contexto, preparamos uma breve lista com alguns itens para te ajudar a pensar em viver em uma casa totalmente inteligente e poder desfrutar de tudo com muito mais conforto.

A SENSAÇÃO DE ENTRAR EM UMA CASA INTELIGENTE É A DE ESTAR EXPERIMENTANDO UM POUQUINHO DO FUTURO

Lâmpadas

A iluminação é um dos itens mais conhecidos quando falamos de automação residencial. Em uma casa inteligente, as lâmpadas podem ser programadas para que você controle a intensidade da iluminação produzindo efeitos ainda mais incríveis nos ambientes. Além disso, é possível substituir os interruptores comuns por versões mais modernas e/ou controlar tudo do seu smartphone.

Persianas

As persianas podem ser programadas para abrir e fechar automaticamente em horários pré determinados, aproveitando ao máximo a luz solar. A integração delas com o sistema de iluminação e climatização mudam substancialmente o conforto térmico e visual do ambiente.

Interfones

Atender o interfone no seu celular e liberar o acesso para visitas de onde estiver – dentro ou fora de casa – é uma facilidade que ultrapassa a ideia de luxo e conforto, e transforma a automação residencial em algo imprescindível para aquelas pessoas com dificuldade de locomoção, como deficientes físicos, e idosos.

Portas principais e portões

A segurança é um dos principais atrativos de se automatizar os portões da garagem e portas principais da residência. Com isso, esses dois elementos podem ser controlados remotamente e ainda é possível receber notificações quando os mesmos forem acionados.

Áudio e Vídeo

DVD, Blu-ray, TV, Telão, projetor, caixas acústicas, TV por assinatura, NetFlix, Apple TV, Vídeo Game… a lista de aparelhos usados em um ambiente de home theater é imensa, por isso reunir as funcionalidade de todos eles na tela do seu smartphone, e acionar várias elementos com apenas um toque, vai tornar sua experiência muito mais fascinante.

Banheiras

Imagine chegar em casa e encontrar a banheira de hidromassagem com a água no nível e temperatura certa para você relaxar depois de um longo dia. Com a automação residencial basta ajustar essas funções ainda de longe, pelo celular, e curtir um banho revigorante.

Eletrodomésticos

Para atender um público bem exigente, uma nova geração de eletrodomésticos vem surgindo no último ano, tudo graças ao investimento de grandes marcas como Samsung, LG e Siemens. Com essas novas tecnologias, os aparelhos domésticos como lava roupas, cafeteiras e fornos – com WiFi e homologação documentada pela equipe de engenheiros da automação – podem ser integradas ao sistema de casa inteligente e tornar sua rotina muito mais leve e moderna.

Casa conectada: veja tudo que você pode fazer com a Google Assistente

A Google Assistente agora é capaz de entender e responder comandos em português em dispositivos de áudio, vídeo e iluminação. Com a novidade, os usuários já podem controlar diversos aparelhos dentro de casa por meio da voz, transformando sua residência em um ambiente totalmente smart, com dispositivos funcionando de forma integrada. Além da automação residencial, outra vantagem de ter uma casa inteligente está na economia, visto que os aparelhos ajudam na gestão de água e eletricidade.

A ferramenta também é extremamente pessoal e pode entender a rotina e os hábitos do usuário, ajudando na execução de tarefas. Aqui no Brasil, já é possível comprar diversos aparelhos que funcionam com a assistente em português, como caixa de som, smart TVs, câmera de segurança e até mesmo carros. Pensando nisso, o Google demonstrou o funcionamento da Google Assistente em uma casa conectada, localizada em São Paulo. Confira, a seguir, tudo que ela pode fazer na sua residência.

Comandos para a Google Assistente em português

A Google Assistente é uma assistente virtual capaz de interagir e conversar com o usuário por meio de comandos de voz. Desde 2017, ela já funciona em português nos celulares Android e iPhone (iOS). A novidade é que agora a ferramenta também está operando em português, e de forma integrada, em outros aparelhos além do smartphone. Isso significa que os usuários podem utilizá-la para controlar a casa por meio da voz.

Antes, para conversar com a assistente, era preciso dar todos os comandos em inglês. Agora, basta falar “Ok, Google” para ativar a ferramenta. Em seguida, é só dizer a ação que você deseja executar. Por exemplo, é possível pedir que ela crie um alarme; adicione um item à sua lista de compras; te lembre de passear com o cachorro ou mande mensagem para algum contato no WhatsApp.

Na assistente, o reconhecimento da voz é feito por meio de machine learning. Ou seja, conforme o uso, a Google Assistente vai aprendendo os hábitos do usuário e deve a apresentar respostas cada vez mais inteligentes. Outra característica da ferramenta é a personalização, visto que ela tende a ficar cada vez mais pessoal, capaz de prever as necessidades do usuário e resolver situações de acordo com o gosto de cada um.

Para quem se preocupa com a privacidade, o Google garante que a assistente não fica ouvindo as conversas dos usuários. A ferramenta é ativada com o “Ok, Google” e, somente após esse comando, começa a entender o que as pessoas estão falando. A empresa acredita que, até 2021, 327 milhões de residências no mundo terão pelo menos um aparelho conectado.

Aparelhos com Google Assistente no Brasil

Durante o evento Casa Conectada, o Google mostrou diversos aparelhos que podem ser usados para deixar a casa inteligente. De acordo com a empresa, são mais de 30 dispositivos, de diferentes fabricantes, que já estavam à venda no Brasil, mas que só permitiam a interação com a Google Assistente em inglês. Agora, é possível dar comandos em português para que a ferramenta execute tarefas.

No entanto, não tem problema se o usuário não quiser investir no modelo. Também é possível usar a assistente pelo celular e controlar tudo com a voz da mesma maneira. Toda a integração entre os aparelhos é feita pelo aplicativo Google Home, disponível para celulares Android e iPhone (iOS). Vale lembrar que todos os dispositivos devem estar conectados à mesma rede Wi-Fi e o usuário deve fazer a configuração pelo mesmo app.

 

Dentre as smart TVs, já é possível comprar aparelhos da Sony, Semp TCLe LG com a Google Assistente integrada. Os modelos podem trocar de canal, reproduzir vídeos ou exibir informações apenas com o comando do usuário. A Samsung prometeu a chegada da assistente em sua linha de televisões ainda para este ano. Para quem não tem ou não pretende comprar uma smart TV tão cedo, o próprio Google oferece o Chromecast 3.

Além disso, outros produtos também podem ajudar na automação residencial. A Orvibo, por exemplo, possui à venda cortina e ar-condicionado que podem ser controlados por meios de comando de voz. A fabricante também oferece um smart plug, uma tomada inteligente que pode ligar e desligar à distância qualquer dispositivo que estiver conectado a ela. Já na parte de iluminação, é possível comprar as lâmpadas Hue, da Philips, e uma opção para mais segurança é a câmera de segurança D-Link DCS-8000LH. Para ajudar na limpeza da casa, está disponível o robô aspirador Roomba 890, da iRobot.

Google Assistente: quatro curiosidades sobre o software

Também é possível usar a Google Assistente no carro. Basta ligar o veículo e começar a conversar com ela para obter informações sobre clima e trânsito, por exemplo. Como tudo é feito por meio da voz, o motorista evita distrações ao mexer no celular enquanto está no volante. Aqui no Brasil, o recurso já está disponível em modelos de fabricantes como Jeep e General Motors.

Home Theater: dicas para montar uma sala de cinema em casa

Imagem, som e conforto. Essa é a combinação ideal para você montar a sua própria sala de cinema em casa. Seja em uma sala multifuncional ou em um ambiente dedicado especialmente para a família assistir a filmes, séries, esportes e também para os videogames, os itens indispensáveis são um sofá superconfortável, um ótimo sistema de som e uma excelente TV – ou até mesmo um projetor.

1- Escolha uma TV excelente

A maioria das TVs de LED disponíveis no mercado e basicamente todos os aparelhos OLED e QLED são SmartTVs: têm acesso à internet, podem receber aplicativos, games, conectar-se e compartilhar conteúdos com smartphones. TVs mais antigas também podem “ficar inteligentes” com o uso de devices como o Fire TV ou um videogame de última geração.

Falando de resolução, é preciso entender que quanto mais pixels, melhor a qualidade da imagem. Uma tela HD (high definition) tem 1280×720 pixels na proporção 16:9, enquanto a Full HD tem 1920×1080. Já a 4K, também chamada Ultra HD, tem 3840×2160 pixels, uma imagem com qualidade quatro vezes maior do que a Full HD.

Nosso mercado também já conta com as primeiras TVs e monitores 5K, com definição 5120×2160 pixels, enquanto feiras de tecnologia já apresentaram aparelhos 8K Full Ultra High Definition, com 7680×4320 pixels. Enquanto isso, os projetores mais acessíveis no mercado nacional ainda são Full HD, mas já há uma boa oferta de 4K por preços interessantes.

Já a escolha do tamanho da TV depende do ambiente e da distância até os assentos, para que a experiência seja confortável. Especialistas e arquitetos falam em pelo menos três metros, porém, com as TVs de altíssima definição, uma distância menor não compromete a qualidade da imagem nem causa desconforto.

As marcas recomendam a distância de, no mínimo, duas vezes a diagonal da tela. Por exemplo, uma TV de 42” tem 107cm na diagonal, então a distância ideal do aparelho ao sofá seria de cerca de dois metros; para uma TV de 50”, a distância confortável seria de 2,5 metros.

 

2- Escolha um ótimo sistema de som

Depois da imagem, o som. Apesar de satisfatória, a experiência de cinema não será completa apenas com o sistema de áudio da TV. E assim como na TV, o tamanho do ambiente pode determinar a necessidade de um home theater mais ou menos potente.

Para salas menores, um sistema 5.1 (que possui cinco caixas e um subwoofer) deve ser mais do que suficiente. Um ambiente dedicado e isolado vai pedir um equipamento 7.1 (sete caixas e o subwoofer), também com maior potência. Ambos criam um ambiente de áudio mais realista, o chamado som surround ou holográfico.

As caixas devem ser espalhadas pela sala e podem até ser fixadas no teto, em especial para o som traseiro, para um efeito surround mais eficaz.

Para uma sala pequena, uma soundbar de qualidade, que consegue emular o som surround de sistemas 3.1 e 5.1, pode ser suficiente e não causar desconforto auditivo.

Os home theaters mais novos possuem conexão bluetooth com smartphones e outros aparelhos, o que permite criar um sistema de som no ambiente, transmitindo música do celular, por exemplo, sem utilizar a TV.

Em relação à acústica da sala de cinema, madeira, tapetes e estofados funcionam bem como isoladores. Por outro lado, espelhos, vidros e pisos frios vão prejudicar a experiência na qualidade do som.

3- Escolha um ótimo sofá e poltronas

Para uma sala de cinema exclusiva, você pode investir em poltronas reclináveis, cadeiras confortáveis com banquetas e pufes para apoiar os pés, ou sofás amplos e com chaise, para criar uma experiência do maior conforto possível.

Já num espaço que também funciona como sala de estar, uma boa escolha pode ser um sofá retrátil e reclinável, que seja versátil para o dia a dia da casa, sem tornar-se um monstro espaçoso, e confortável para as noites de cinema, esportes e games.

O conforto também está no material dos estofados: sofás e poltronas de tecidos são mais gostosos no toque do que couro, por exemplo, e também ajudam na acústica.

4- Cuidados com a iluminação

O escurinho do cinema é importante para a experiência completa. Dependendo da luz natural do ambiente, cortinas blecaute podem ajudar a controlar a claridade. Elas serão essenciais caso a opção tenha sido por um projetor. Mesmo os equipamentos mais potentes exigem que o ambiente esteja quase 100% escuro para entregar a qualidade total.

Por outro lado, uma boa sala de cinema e games pede iluminação indireta, com luz mais quente e aconchegante. A solução pode estar em spots instalados no teto e paredes ou abajures e luminárias de chão, para direcionar para as paredes.

Paredes de cores mais escuras – ao menos a que fica atrás da TV – ou com papel de parede também ajudam na imersão.

Automação residencial: soluções para ambientes onde tenham idosos

A acessibilidade de ambientes para idosos é um desafio da arquitetura atual. A necessidade que os todos os lugares contem com facilitadores para essa idade tão especial é real. Então, com esse cenário, imagine poder contar com uma casa moderna, da qual as luzes sejam acionadas de forma automática, que conte com rampas ao invés de escadas, além de um sistema que sirva como aviso para emergências. Pois saiba que essas e outras tantas funcionalidades são possíveis com a automação residencial para idosos. E no post de hoje listamos alguns benefícios para te mostrar como ela é capaz de tornar a vida na 3ª idade bem mais fácil! Acompanhe.

Soluções de automação residencial para idosos

O mercado da automação residencial é especialmente voltado para as necessidades cotidianas enfrentadas pelos idosos. Ela visa promover uma maior independência à vida deles, proporcionando uma locomoção com segurança dentro de casa e contar com um botão de emergência, caso o usuário precise de socorro.

Para aqueles que têm limitações físicas que restrinjam a sua locomoção, a automação residencial para idosos proporciona diversas soluções inteligentes, como o assento manual, que permite ao idoso subir e descer escadas de forma segura e sem o risco de quedas.

Além disso, os sistemas de automação residencial possibilitam o controle da temperatura do ambiente, da iluminação, de aparelhos de rádio e TV através de um único controle remoto. Assim, os idosos passam a ter um ambiente muito confortável, sem a necessidade de se locomoverem para acionar qualquer uma dessas funções, o que evita quedas, acidentes e fadiga.

Câmeras de segurança

Fazer a automação residencial para idosos não significa apenas maior independência e conforto para esse público, mas também oferece uma maior tranquilidade em termos de segurança, tanto para os idosos quanto para as crianças.

Através de câmeras de segurança monitoradas via internet, os parentes podem visualizar a residência em tempo real através do computador ou smartphone. Assim, é possível identificar rapidamente o que está acontecendo no ambiente em caso de situações de emergência, mesmo quando a criança ou pessoa idosa está impossibilitada de pedir ajuda.

Botão de pânico

Outra medida de segurança que a automação residencial proporciona são os Botões de Pânico. Eles são aparelhos que, quando acionados pelo idoso, entram em contato automaticamente com uma central de emergência que envia ao local o socorro necessário e avisam aos familiares sobre o ocorrido.

Geralmente, esse botão é utilizado como uma pulseira ou um colar, de forma que sempre fique junto à pessoa idosa e possa ser acionado sem levantar suspeitas, especialmente em casos de arrombamento ou assalto à residência.

 

Luzes e portas automáticas

Os sensores de presença são uma peça chave na automação residencial. Eles funcionam ativando a iluminação, a abertura e fechamento das portas, janelas e cortinas, ligando e desligando qualquer dispositivo que conte com função on e off, de forma totalmente automática, sendo extremamente útil para residências que com pessoas idosas ou crianças.

Além disso, os sensores de presença conseguem apontar se a pessoa está ou não em casa. Isso contribui para a identificação de situações anormais nos ambientes, como um fogão aceso sem a presença do morador ou alterações incomuns na rotina que possam indicar que a pessoa está em uma emergência.

Controle de medicamentos

Uma preocupação muito comum entre médicos e familiares é em relação à dose da medicação dos idosos que, muitas vezes, tomam um remédio e depois se esquecem de que já tomaram a dose, o que pode levar a sérios problemas de superdosagem acidental.

A automação residencial para idosos conta ainda com um sistema inteligente associado às tampas dos frascos de remédios, ajudando aos idosos a se lembrarem dos horários em que se deve tomar os medicamentos, além de contar com um receptor que envia um alerta à própria pessoa ou a um familiar, no caso de esquecimento da dose a ser tomada.

As soluções de automação residencial para idosos permitem que esse público consiga manter a sua independência dentro de casa e que tenham uma vida mais confortável e segura. Muitas delas também podem ser aplicadas às residências que tenham crianças ou pessoas com algum tipo de deficiência.

Qual o melhor subwoofer para o meu home theater

Diante de diversas opções e estilos de subwoofers à venda no mercado, uma das dúvidas mais comuns de quem vai comprar um modelo é sobre o tipo mais adequado para a sua sala: front-firing (imagem ao lado) ou down-firing? Com um ou dois falantes?

Tanto as caixas com woofer à frente do gabinete (front-firing) quanto aquelas com falante voltado para baixo (down-firing) podem ser utilizados com excelentes resultados. Tudo depende da qualidade do seu projeto, do amplificador interno e do seu gabinete.

Embora não seja o ideal quando se busca melhor desempenho nos graves, subwoofers do tipo front-firing podem ser instalados dentro de um móvel, desde que a caixa fique em contato direto com o piso (falso) ou sobre uma pedra de granito ou mármore.

Já os do tipo down-firing (imagem ao lado) têm a vantagem de oferecer maior liberdade de posicionamento, porém fora do móvel. Contudo é bem mais fácil encontrar um local na sala para um down-firing, a fim de obter o melhor impacto e propagação de ondas.

Quanto aos modelos com o chamado radiador passivo (imagem abaixo), na verdade um cone de woofer sem o conjunto magnético para impulsioná-lo, é usado para reforçar os graves em uma determinada faixa de frequências.

Isso acontece quando os baixos produzidos pelo woofer normal do sub atingem a frequência de ressonância do radiador passivo, fazendo com que este se desloque para frente e para trás como se fosse um woofer normal.

Assim como nos subs down-firing e front-firing, modelos com radiador passivo podem ser muito bons, desde que projetados com competência. Conclusão: nada como um teste de audição para escolher um bom subwoofer, independente de sua técnica de construção.