Passo a passo para montar a sala de reuniões ideal

Um dos ambientes mais importantes de uma empresa é a sala de reuniões, local onde são desenvolvidos projetos, fechados negócios e onde grandes ideias podem surgir. Com um layout bem projetado, a sala de reuniões pode contribuir para melhorar a performance dos colaboradores e clientes. Uma sala de reunião bem configurada também pode reduzir os custos com viagens porque torna a intereção entre as equipes de diferentes localidades mais ágil e eficiente.
Alguns itens são determinantes para criar a sala ideal: o arranjo das mesas e cadeiras, monitores de vídeo com alta qualidade, fontes de energia visíveis, iluminação e acústica adequada, móveis ergonômicos, decoração e móveis sintonizados com a imagem que a empresa transmite.

Confira abaixo o passo a passo para montar a sala de reuniões ideal para o seu negócio:

1 – A disposição dos móveis
A forma como estão dispostas as cadeiras e mesas ajudam a direcionar a atenção do público, sempre considerando a quantidade de pessoas. Basicamente são quatro os formatos:
– Estilo clássico de sala de reuniões: uma única mesa no meio da sala com os participantes sentados em todos os lados. Essa configuração é adequada para sessões interativas que exigem espaço de trabalho e uma linha visual clara entre os participantes.

– Forma em U: mesas em U, com cadeiras colocadas do lado de fora da mesa, são ideais para um público de no máximo 25 pessoas. É ideal para grupos de discussão com um apresentador e uma apresentação em vídeo.

– Estilo sala de aula: quando os participantes estiverem trabalhando em laptops ou tomando notas, uma configuração de sala de aula é mais adequada. Este modelo facilita o diálogo entre o apresentador e o público.

– Estilo teatro: essa configuração consiste em alinhar cadeiras em fileiras de frente para a sala sem mesas. Os participantes geralmente não precisam interagir ou fazer anotações.

– Estilo banquete: eventos com refeições funcionam melhor com uma configuração em linhas de tabelas paralelas entre si e perpendiculares à parte frontal da sala. Desta forma, os participantes podem facilmente ver e ouvir as informações apresentadas.

2 – Atenção aos displays de vídeo 
Uma boa qualidade de vídeo é um requisito essencial na maioria dos espaços de reunião. O tamanho da tela é uma das primeiras decisões a serem tomadas, pois um monitor LCD de grande formato pode comunicar informações de forma eficaz e melhorar o ambiente de uma pequena sala de conferências. As telas de LED ou video walls de LCD, por sua vez, podem ser uma ótima solução, proporcionando imagens perfeitas e de alta qualidade com ótima aparência em qualquer lugar.

Leve sempre em consideração estes itens para montar a sala de reunião ideal: clareza de imagem, modelos touch para interações, disponibilidade de aplicativos para praticamente qualquer necessidade de apresentação, alta durabilidade, gerenciamento inteligente de energia que garante operação contínua e um design que permita a instalação, manutenção e monitoramento simples. A Leyard oferece uma série de modelos que incorporam essas características.

3 – A fonte de energia 
A fonte de alimentação é essencial para uma sala de reunião perfeita. Os modelos da Leyard estão disponíveis com redundâncias de energia, o que contribui para garantir a operação contínua. Além disso, muitos modelos são projetados com controle térmico, permitindo operação ultra silenciosa sem ventiladores ou ventoinhas.

Saiba como escolher um projetor para o seu home theater

Na hora de escolher um home theater são vários os detalhes a se analisar, sendo, um dos mais importantes, as características do projetor, pois é ele o responsável maior pela qualidade do seu cinema particular.

Existem diversos modelos de projetores para home theater, com tecnologias avançadíssimas, mas não é preciso gastar uma fortuna para ter um equipamento de qualidade. Parte importante da qualidade é o ambiente onde o home theater será instalado. Se o ambiente estiver em condições ideais de projeção, você já tem mais de meio caminhado andado até a sua sessão exclusiva de cinema.

projetor para o seu home theater em Santos

Saiba como escolher um projetor para o seu home theater

Na hora da compra do projetor para o seu home theater, é preciso verificar o tamanho do seu ambiente e as distâncias mínima e máxima que o fabricante do projetor recomenda para que não haja perda da qualidade da imagem. Outro fator que influencia neste quesito é a resolução, que deve ser de 1920X1080 pixels. Esta é a resolução ideal para projetar filmes em widescreen, com resolução de aspecto de 16:9.

projetor para o seu home theater

Ainda falando sobre a imagem, prestar atenção ao contraste do projetor é importante para que os tons escuros fiquem bem nítidos na projeção. Para não ter problemas com isso, opte por um equipamento que tenha contraste de, no mínimo, 2000:1, ou seja, 2000 tons de cinza entre o branco puro e o preto.

Outro item importante a se considerar na compra de um projetor para home theater é a lâmpada. No mercado existem as lâmpadas de mercúrio UHP e as lâmpadas de LED. As lâmpadas são os itens mais caros na manutenção de um projetor, por isso é preciso conhecer algumas características de cada uma e verificar a sua disponibilidade e interesse em cada modelo.

projetor para o seu home theater

As lâmpadas de mercúrio possuem vida útil de 3000 horas e, devido a suas características físicas, com o passar do tempo fazem com que a imagem perca o brilho e a nitidez. Quando a imagem estiver apagada, já é hora de fazer a troca da lâmpada. Além disso, num projetor que tenha lâmpada de mercúrio é preciso dar intervalos maiores do que 30 minutos entre cada utilização, ou seja, para conservar o seu equipamento por mais tempo, não fique ligando e desligando o projetor seguidamente.

Já as lâmpadas de LED permitem uma vida útil de 30.000 horas, dez vezes mais que as lâmpadas de mercúrio, além de não exigirem um intervalo de descanso entre projeções. As cores ficam estáveis por toda a vida útil da lâmpada, sem prejudicar a qualidade do seu vídeo.

Séries que todo empreendedor precisa ver

young heterosexual couple hugging on sofa and watching movie on tv at home. Horizontal shape, front view, copy space

Nem sempre aprender sobre empreendedorismo envolve tarefas complicadas, como ler livros especializados ou elaborar mínimos produtos viáveis (MVPs). É possível estudar esse universo enquanto se diverte: por exemplo, vendo séries inspiradoras na Netflix.

1 — Breaking Bad

 

É claro que a história de Breaking Bad – um professor de química diagnosticado com câncer terminal começa a produzir e vender metanfetamina para sustentar sua famĩlia – não deve ser seguida à risca por nenhum empreendedor que queira estar de acordo com a lei. Porém, a série pode dar ensinamentos valiosos sobre a importância de criar um produto com demanda, de organizar uma cadeia de produção e distribuição e de saber lidar com adversidades inesperadas e busca de motivação. Breaking Bad foi uma série de estrondoso sucesso e terminou em 2013.

2 — Chef’s Table

 

Chef’s Table é uma série documental que mostra o que está por dentro das cozinhas (e das mentes) de alguns chefs que revolucionaram o cenário gastronômico mundial. A série pode dar lições valiosas não só para quem pretende montar um restaurante, mas para qualquer empreendedor interessado em gestão e paixão. Neste ano, a terceira temporada será lançada.

3 — Girlboss

 

“Girlboss” é a série mais recente sobre empreendedorismo a entrar no catálogo da Netflix. Nessa comédia inspirada em uma biografia best-seller, a rebelde e falida Sophia Amoruso decide começar um negócio online e precisa aprender como ser sua própria chefe. O resultado dessa empreitada é o polêmico site de roupas Nasty Gal.

4 — House of Cards

 

“House of Cards” é uma série original da Netflix que pode dar lições valiosas de negociação para empreendedores. E em um ambiente onde tanto o pensamento estratégico quanto a força de decisão são muito necessários: o universo da política. A série está em sua quinta temporada e fala sobre as estratégias de Frank Underwood para concretizar sua vingança no cenário político estadunidense.

5 — Mad Men

 

Mad Men fala sobre a rotina de uma grande agência de publicidade dos anos 1960 – e discorre, principalmente, sobre o diretor de criação Don Draper. Além de dar muitas lições de marketing para empreendedores, inclusive citando companhias famosas, Mad Men também mostra a vida pessoal das personagens – incluindo ambição, frustração e disputa por poder. A série fala muito sobre inovar e criar novas oportunidades de negócio, e chegou ao fim em 2015.

6 — Narcos

 

Assim como Breaking Bad, as lições empreendedoras de Narcos devem ser vistas de forma metafórica: afinal, é a história de um dos maiores traficantes da história, Pablo Escobar. A série mostra as consequências psicológicas de ter um empreendimento de crescimento exponencial – e arriscado. A quarta temporada de Narcos deve chegar em 2018.

7 — Suits

 

Fugindo de uma negociação sobre drogas que não deu muito certo, Mike Ross acaba conseguindo um estágio junto ao arrogante e perspicaz advogado Harvey Spencer. Suits mostra a rotina de um grande escritório de advocacia, dando lições de liderança, negociação e trabalho em equipe. A sétima temporada da série irá ao ar no meio deste ano.

Dicas para viajar sozinho

Viajar sozinho pode ser uma oportunidade muito interessante. Você finalmente conseguirá visitar o tão sonhado destino sem ter que dividir seu tempo com os desejos e expectativas de outra pessoa. Independentemente da personalidade do viajante – introvertida ou extrovertida – há várias dicas que podem ajudar a tirar o melhor proveito possível de uma viagem a sós.]

Para começar a pensar na possibilidade, leve em consideração que há várias vantagens em viajar sozinho que talvez você nunca tenha considerado. Uma delas é poder escolher o local e fazer o planejamento, afinal, você está no controle. Não é preciso convencer ninguém a mudar de planos ou se obrigar a seguir na rota do grupo da excursão. Por mais que você perca os benefícios de viajar com outras pessoas, ir sozinho é melhor do que não ir. Viajar sozinho, inclusive, pode ser mais barato e menos estressante do quando a família inteira vai junto.

Outro ponto que deve ser considerado é a comparação com uma viagem com crianças. Esta pode ser uma experiência recompensadora, mas você provavelmente não iria aos mesmos lugares ou faria as mesmas atividades que um turista desacompanhado. Viagens individuais podem ser oportunidades únicas para fazer o que você não será capaz até que seus filhos saíam de casa.

Como viajante solo, você pode até se presentear com um voo de primeira classe, já que comprará apenas um assento em vez de dois ou mais. Se você já está convencido a fazer uma viagem sozinho, veja, na galeria de fotos a seguir, algumas dicas para tirar o melhor proveito possível:

Não descuide da segurança

É verdade que viajar acompanhado pode dar uma sensação maior de segurança, já que você tem alguém para confiar em vez de ser um completo estranho em um local desconhecido. Como viajante solo, é preciso ter mais atenção do que o normal. No entanto, é possível tomar alguns cuidados, como deixar o seu itinerário com amigos ou familiares, enviar e-mails e mensagens de texto constantemente a eles e fazer posts nas redes sociais.

Além disso, não fique totalmente confortável com as outras pessoas – interaja, divirta-se, mas não baixe totalmente a guarda. Viajantes – sozinhos ou acompanhados – devem usar o bom senso nos relacionamentos. Outra dica é pesquisar previamente sobre a segurança na cidade em que você vai visitar e identificar lugares que você poderá ir sozinho.

Crie conexões humanas

Por mais que você esteja viajando sozinho, ainda é uma pessoa sociável. Uma das partes mais legais de conhecer novos lugares é conhecer também novas pessoas. Talvez você não se sinta muito confortável porque não tem alguém lá para lhe dar suporte, mas não tenha medo de conversar.

Se você está justamente em busca de criar relacionamentos, uma boa opção é fechar uma excursão com empresas que formem grupos. Dessa maneira, você poderá interagir durante um único dia ou a semana toda. Quando você organiza sua viagem e compra o próprio bilhete de ônibus ou aluga um carro, pode acabar conhecendo os mesmos pontos turísticos do que se estivesse em uma excursão, mas perde a conexão humana.

Evite pagar taxas por estar sozinho

Viajar sozinho é bem mais barato em diversos aspectos, mas pode ser mais caro em outros. Companhias de viagens, grupos de excursões e hotéis geralmente cobram mais caro por acomodações em apartamentos single, para compensar pelo prejuízo de uma pessoa estar ocupando um quarto ou cabine quando se espera que eles sejam ocupados por, pelo menos, duas. Essa taxa pode, rapidamente, tornar-se um incômodo, principalmente no caso dos cruzeiros, em que algumas operadoras acabam agrupando pessoas que não se conhecem em uma mesma cabine para manter o preço.

Se você quer evitar situações como essas, escolha viajar na baixa temporada ou entre a baixa e a alta temporadas (como na primavera e no outono). Outra dica é deixar para fechar o negócio no último minuto. Em último caso, é sempre possível se arriscar e dividir o local com um estranho. A perspectiva de conhecer alguém novo pode parecer interessante.

Escolha a hospedagem de acordo com os seus interesses

Viajantes solo possuem milhares de opções de locais para ficar: Airbnb, hostels, acomodações do tipo bed and breakfast, pousadas. Por estar no controle, você acaba tendo mais flexibilidade para escolher o tipo de hospedagem, com base nos seus interesses.

Você pode ficar no centro da vibrante vida noturna da cidade. Ou encontrar um retiro no campo para relaxar durante a noite com uma taça de vinho. É a sua viagem, então divirta-se!

Como escolher o destino

A máxima “o mundo está em suas mãos” nunca é tão verdadeira quando se está viajando sozinho. Há poucas restrições. Você pode jantar em restaurantes elegantes, conhecer museus de arte, saltar de paraquedas ou ficar na praia e ler um livro sem interrupções.

Talvez você queira visitar a Antártica, apenas porque é possível. Mas também pode considerar opções em território norte-americano como Las Vegas, Portland, Nashville, Nova York, São Francisco. Ou Toronto (Canadá), Roma (Itália) ou Paris (França). E que tal a Islândia?

Em todos esses destinos – e em muitos outros – você encontrará algo interessante, além de outros viajantes solo e casais que podem servir de companhia. Para ter ideia do que fazer, procure guias online de viagens ou visite fóruns de viajantes solo para mais dicas e conselhos.

Você não precisa ter medo de viajar sozinho. Embora o processo de planejamento seja diferente, viagens solo podem ser algumas das melhores lembranças da sua vida. Faça a sua lista de lugares para conhecer e não volte atrás. Você não se arrependerá.

Escolhendo o seu Home Theater

Home Theater ou Home Cinema em conjunto de uma TV e um aparelho de Bluray podem fazer um digno Cinema em Casa, melhor que o programa do seu Silvio.

Ok, assim como televisores que os preços saem dos moderados até os artigos de ultra luxo o orçamento de um Home Theater começa em torno de R$600,00 e pode chegar até mais de R$100.000,00, e olha eu não errei nos zeros não! Bom isso mostra que temos Home Theaters para todos os gostos e principalmente bolsos! Mas como escolher?

Escolhendo o seu Home Theater para ter um cinema em casa

O que vem em um Home Theater

1ª Regra – Custo

Quanto mais caro melhor, claro que um Home Theater de R$700,00 é inferior a um de R$1.700,00 que é inferior a um de R$3.500,00 que é inferior a um de R$15.000,00 e por ai vai…

Então as próximas regras vão te ajudar no pequeno desempate, um LG de R$1.000,00 é realmente pior que um Sony de R$1.200,00? O que são os principais vfunções a avaliar quando se quer comprar um home Theater?

2ª Regra – O que vem em um Home Theater?

Você tem duas opções de compra um Kit com reciever e caixas de som ou as peças em separado. Claro que as peças em separado tem mais qualidade mas separado em média o custo vai ficar em torno de R$6.000,00 a R$10.000,00 num sistema de excelente qualidade.

Geralmente um kit acompanha o reciever, caixas de som e cabos para as caixas de som, quando necessário, a qualidade disso tudo varia muito com o preço, Basicamente você pode escolher em 2 formatos 5.1 e 7.1 são os mais comuns e eu explico-os abaixo:

 

5.1 – São 5 caixas e 1 subwoofer, 5 nas seguintes posições centro (abaixo da tela), laterais frontais, laterais traseiras e o subwoofer

7.1 – São 7 caixas e 1 subwoofer, 7 nas seguintes posições centro (abaixo da tela), laterais frontais, laterais, laterais traseiras e o subwoofer

 

Existe uma terceira opção que é o SoundBar ele pode ser 3.0, 5.0, 3.1 ou 5.1, a vantagem principal é em ambientes pequenos como as salas de muito dos apartamentos modernos ele equivale a um surround pois utiliza das paredes de alvenaria para reforçar o som ambiente, seu custo é em média de R$2.000,00  alguns vem com subwoofer e fazem a função .1 dos Home Theaters maiores com uma barra mais ou menos do tamanho de uma TV de 40″ instalada na frente do televisor e o Subwoofer pode ficar em qualquer posição este kit tende a ser Wi-Fi o que permite a conexão de muitos aparelhos e aplicativos como Spotify, Deezer e Google ChromeCast. O lado ruim é que para salas maiores o som se perde, pois dispersa muito fácil e a qualidade vai ser inferior a um Home Theater com caixas avulsas de valor semelhante.

Fora os detalhes além do cabo de energia, controle remoto e suas baterias, os Home Theaters com caixas a cabo podem vir com cabos paras ligá-lass. Fora isso o resto é comprado por fora, itens como:

Cabo HDMI – Se o Reciever for feito para televisores 4k vai precisar de um HDMI 2.0

Cabo de áudio de fibra optica – não adianta ele pode ter custado R$800,00 ou 80.000,00 você precisa desse cabo sensível e que quebra para ter o melhor do som, entre R$22,00 a R$200,00. Dica: fique com a opção de contatos banhados a ouro e cabos blindado, como ele passa perto dos outros cabos como energia você pode ter ruidos e variações magnéticas que atrapalham o som.

Fora isso dependendo do tamanho da sua sala pode ser necessário pedestais, principalmente para as caixas traseiras dependendo do teu sofá e até mesmo reformas na alvenaria pois existem diversos modelos para embutir.

O que vem em um Home Theater

3ª Regra – O Reciever

O Reciever é o parente mais próximo do equalizador/amplificador dos antigos sistemas de som dos anos 70 e 80. Ele sozinho é praticamente 70% do custo do Home Theater. Basicamente seu dever é tratar o sinal de som, amplifica-lo, gerenciar os canais de áudio para gerar o efeito surround, além de interagir com os múltiplos aparelhos que podem vir a sincronizar com ele. É aqui o principal ponto que vai definir o custo!

Idealmente falando tudo o que você liga na TV, vai passar a ligar no Surround para que ele gerencie som e imagem então ele precisa ter entradas e saídas HDMI, em média 4: videogame, aparelho de bluray, TV a Cabo, Streaming box (apple tv / chromecast) e uma saída do reciever para a TV. Tudo isso com qualidade de 4k, afinal mesmo que sua TV não seja 4K a tecnologia vai mudar e você eventualmente vai comprar uma TV assim.  Se este reciever ainda tiver funções de bluetooth, Wi-Fi pode ficar ainda mais caro. Como regra todo o reciever deve no mínimo seguir o protocolo da Dolby Digital (que é o programa que coordena as caixas de som e faz o efeito surround) e como o nome diz é o mesmo do cinema.

O que o mercado oferece a baixo custo R$2.000,00 a menos, são aparelhos mais simples, as vezes eles tem karaokê, DVD/Blu ray e são de marcas como LG, Sony, Samsung, eles todos tem preços acessíveis e por quanto custam não devem ser menosprezados, porem são definitivamente mais simples. Geralmente você vai receber o 5.1 com no máximo uma entrada HDMI e uma saída (muitas vezes sem ser 4k), ele não vai filtrar nem equalizar com tanta precisão mas é 100% melhor que o áudio da tua TV, por mais barato que seja um 5.1 é mais legal que a sua Televisão sem nada. Ric, gastei 2,3,4,5 mil em uma TV quero um som legal agora, posso comprar um de R$800,00 e não me arrepender? Pode, você vai usar um bom cabo óptico, e ligar o som a sua televisão como manda o manual e vai usar na função surround e lembrar do mantra é melhor que o som da minha TV sem ele. Pois se você for em uma loja de áudio especializada, for um entusiasta sonoro, muitos dos modelos mais simples não tem nem equalização das caixas, ou visitar algum amigo que tem um surround mais caro, você vai se irritar mas lembre-se ainda é 100% melhor que o som natural da sua TV.

O que vem em um Home Theater

4ª Regra – Caixas de Som:

Se você comprou um Kit vai receber uma caixa de acordo com o valor pago, equilibrada para funcionar perfeitamente com o reciever comprado. Alguns kits de marcas voltadas ao áudio como Bose, JBL, Onkyo, Yamaha ou mesmo os modelos mais caros da Sony, LG e Samsung, você vai poder trocar a caixa do seu Kit por outra de melhor qualidade, mas aqui vai um aviso consulte sempre uma loja especializada ou em caso de comprar via internet tenha certeza que a caixa enviada seja de MESMA POTÊNCIA que a saída do teu reciever, caso contrário se for menor você corre o risco de queimar as caixas e se for maior não vai funcionar.

DICA 2:

RMS –  Root Mean Square, (Valor Médio Quadrático)

PMPO –  Peak Music Power Output (Potência de Saída do Pico Musical)

Sempre 100% do tempo prefira RMS, é o valor real que vai ser dado pelo aparelho (geralmente o manual indica por saída do reciever), PMPO é uma medida que varia para cada fabricante meio fantasiosa do máximo que o som atinge antes de atingir as caixas e ter perda de potência, é usado principalmente em micro e mini systems (quem ainda esses tocadores em casa?) para disfarçar as caixas enormes de baixo RMS e chamar de potência sonora. Tamanho = poder, numa analogia mentirosa de quem nunca viu uma caixa pequeníssima da Bose ter mais potências que muito destes sons enorme, você ainda os encontra em lojas varejistas.

Voltando ao reciever, você pode substituir a caixa por outra de igual potência mas de melhor qualidade e claro se você comprou somente o reciever vai precisar comprar as caixas em separado.

As caixas também podem ser vendidas em kit ou individualmente. Aqui faremos um ponto, os Home Theaters acima do preço dos comuns mortais, que custam o preço de um carro importado são montados assim, por projeto. Existem diversas empresas especializadas em criar projetos personalizados para a sua casa. E me refiro a projetos que deixam salas de projeção das grandes marcas parecendo os mini system citados acima, áudio em qualidade incrível.

Mas com essas empresas você pode ter uma solução para o maior e mais chato problema de todo o Home Theater, CABOS OU PILHAS?

Vamos recapitular, você escolheu o seu reciever, foi no preço que você conseguia pagar, viu os protocolos de som que ele segue, dai você terá duas opções cabo ou WiFi de áudio:

CABO – Ótimo facilidade e montoeira de fio em casa, num 5.1 são 12 cabos só para as caixas de som. destes 6 são simples de resolver e podem vir a ficar bonitos dependendo do móvel que está a sua televisão. Os cabos da caixa frontal e laterais frontais podem todos sumir atrás do teu móvel. o do Subwoofer na pior hipótese vai te gerar mais um custo por um cabo mais longo mas pode também ser facilmente escondido, mas e os das caixas traseiras? eles vão passar por de trás do teu móvel que apoia a TV e vão para as costas do teu sofá existe apenas 3 saídas:

  1. Ficar aparente: problemas se chutar você pode ejetar a caixa de som mesmo num pedestal, se ficar aparente use fita isolante e cole o fio no chão, melhor uma sala esquisita que o custo de reparo da caixa traseira.
  2. Tapete: faça como acima e cubra com tapete, resolve é o que recomendo a custo menor
  3. Pedreiro:rasga o chão, as vezes a parede também e instala um conduíte (se a casa é sua esta é a melhor alternativa e a mais cara por obvias razões).

Nunca tenha que se preocupar com energizar as caixas.

WiFi – Áudio sem fio é lindo, desde que bem configurado! Ai vem o problemão do WiFi, bateria ou tomada, o áudio funciona remotamente lindo, mas para ligar ele precisa de energia ou você vai precisar de duas réguas para ligar as caixas na rede elétrica ou você vai ter um enorme consumo por pilhas recarregáveis. Que podem falhar bem no meio da maratona da sua série preferida deixando um irritante canal faltando. Tenha um estoque de pilhas se sua opção for WiFi

Qual o melhor? Antigamente eu diria cabo com certeza, você pode ignorar os cabos minúsculos que muitos fabricantes enviam e comprar bons cabos de áudio, feitos para Home Theater. Hoje não mais os som Wi-Fi melhoraram muito principalmente na sua blindagem a interferência e qualidade na velocidade de transmissão. A real escolha é saber o que dói menos cabo e mais cabos ou pilhas e mais pilhas. A vantagem do cabo é que quando um som para é porque algo está errado/quebrado. O som WiFi é bom mas a bateria a baixa potência vai deixar qualquer um irritado. Claro que você pode optar por ter tomadas espalhadas na sua casa caso escolha a opção de alvenaria em uma sanca ou parede de drywall para resolver este problema de bateria.

A última opção são caixas expostas ou para embutir, se você tiver a possibilidade você pode fazer uma sala de som com tudo embutido de modo inclusive a ser instalado em sancas de gesso. com protetores de pó nas caixas que vão deixar quase invisível a sua presença. Temos excelentes marcas nacionais para esta possibilidade inclusive referência internacional no acabamento de produtos para embutir. Recomendo se você estiver pensando em comprar uma sala planejada.

Agora você sabe um pouco mais do que é necessário para montar aquele home cinema, seja para ver os filmes ou jogar ou até mesmo a novela das 8h com uma qualidade de áudio muito interessante.