ACÚSTICA PARA SALAS DE HOME THEATER

Home Theater também é uma formula eficaz que permite recriar as condições típicas de um cinema genérico em nossas casas. Ou deveria.
Você sabe que os primeiros cinemas foram inspirados nos Concert Halls? Principalmente tamanho e pit da orquestra? Até porque o cinema mudo exigia orquestra. A reverberação excessiva, marca registrada dos Concert Halls, cobrou um preço altíssimo dos frequentadores dos cinemas contemporâneos, que diminuíram de tamanho. Ele veio na forma de ausência de inteligibilidade e de falta de claridade musical. O palco estereofônico também tornou-se impreciso. Isso, na melhor das hipóteses. A saída natural foi utilizar a acústica para neutralizar o problema.

Minha leitura de um cinema moderno é um engenho desenvolvido através de muitas décadas, ainda em franca evolução, sempre impulsionado por tecnologia pura. São conhecimentos que se integram cada vez mais com um só objetivo: oferecer as melhores condições possíveis para que os espectadores curtam filmes numa atmosfera descontraída. Os principais ingredientes desse business são o conforto físico oferecido aos espectadores, as condições de iluminação próprias para a apreciação dos filmes, telas com materiais, tamanhos e posições cientificamente estudados para melhorar a visibilidade, som multicanal talhado para reproduzir efeitos, e, como mencionei, a acústica. Que também deve favorecer os efeitos sônicos espetaculares.

Acústica para salas Home Theater.

De fato, sinto-me compelido a fazer isso porque durante décadas a fio testemunhei a maioria das revistas especializadas em “alta fidelidade”, daqui e do exterior, massacrando os ouvidos dos audiófilos com informações ambíguas e até mesmo incorretas sobre a acústica das salas de música. Infelizmente, cenário que ainda prevalece. Só que essa lenga-lenga migrou para a internet.

A consequência disso veio na forma perversa de muitas salas que, construídas com base nessas “orientações”, acabaram exibindo propriedades acústicas abomináveis. Quando entro numa dessas e indago, logo sou informado que a sala foi construída de acordo com aqueles conselhos. Creio eu que essa verdadeira campanha da imprensa foi movida com boas intenções, combinada com enorme falta de conhecimentos.

Afinal, o que foi que a imprensa especializada tanto divulgou de forma irrefletida? Foi sugerir aos leitores que enchessem suas salas com cortinas, tapetes e estofados. Qual o problema nisso? É que esses itens pouco ou nada absorvem de sons de baixas frequências. Absorvem medianamente as médias frequências e absorvem rigorosamente todos os sons de altas frequências. Eis porque essa “técnica” de tratar acusticamente produz padrões sinistros de reverberação.

Quem não tem ouvidos treinados acaba se acostumando com o som medonho resultante. Os menos avisados desenvolvem referências medíocres, acreditando que atingiram píncaros de qualidade porque seguiram à risca instruções abalizadas de autoridades credenciadas.

Como assim?

Simples. Numa sala dessas, as altas frequências sequer são percebidas. Porque mal deixam os falantes e já são eliminadas de pronto pelos “aparatos acústicos recomendados”. No outro extremo estão as baixas frequências. Que ficam ribombando nas superfícies da sala por um tempão. No meio termo estão as médias frequências, que soam por um período intermediário entre os tempos de reverberação dos graves e os dos agudos. Dá para imaginar como é o som numa sala dessas? Amigos, é algo aflitivo. Nada a ver com qualquer noção de realidade.

Infelizmente, esse som hostil também resulta de outros três entraves acústicos. O primeiro deles é que as construções atuais se valem de paredes que classifico como sonicamente transparentes. O segundo é o tamanho miniaturizado dos cômodos de hoje. O terceiro é o formato caixa de sapatos comum nas casas e apartamentos de construção mais recente.

Paredes sonicamente transparentes permitem que ruídos externos penetrem com facilidade nas salas, prejudicando as audições. Reduzindo a subnitrato de pó de traque a gama dinâmica dos programas. Remédio: incrementar o isolamento acústico. Uma dica que sempre surte bons resultados: hermetizar melhor portas e janelas, pois esses itens isolam menos do que as paredes. Num patamar acima disso está o tratamento mais sério e, sem dúvida, que exige algum investimento. De preferência uma consultoria técnica experiente também.
Sobre o tamanho das salas creio que devo enunciar um dos principais basilares da acústica: quanto menor é o local pior é a acústica. A má notícia é que essa questão é 100% física e não um daqueles indefectíveis tópicos subjetivos, passíveis de polêmicas intermináveis. A manifestação de tal inconveniente ocorre nas baixas frequências. Elas ficam consideravelmente fora de controle por razões de comprimento de onda.

O formato caixa de sapatos produz três pares de superfícies paralelas. As duas paredes maiores, as duas menores e piso e teto. O resultado direto disso chama-se ondas estacionárias. Nome dado a um fenômeno que combina o reforço de algumas baixas frequências com a forte atenuação de outras. Por vezes chegando ao extremo do cancelamento. Ora, pipocas!

Quer ouvir isso? Baixe este arquivo wav com o tom 175 Hz do site da Home Theater (link) e reproduza em seu sistema de som. Não tente reproduzir essa frequência usando as caixinhas de um PC ou Mac. Elas não estão preparadas para tal serviço. Ao fazer o teste, comece com volume bem reduzido ou seus falantes poderão não aguentar o tranco. Uma vez reproduzindo o arquivo, caminhe pela sala e procure perceber variações de nível de audição que devem ocorrer de um para outro local. Se a sala for acusticamente equilibrada, as variações não serão percebidas.
O que fazer então? Com relação ao tamanho físico da sala, nada ou muito pouco a fazer.

O excesso de reverberação, que não deve ser combatido com cortinas, tapetes e estofados, pode ser controlado com painéis absorsores especializados. As ondas estacionárias podem ser controladas com painéis difusores. Preferencialmente os do gênero não especular. Como os QRDs e os PRDs.

Portanto, um tratamento acústico para sala de home theater decente inclui a aplicação de painéis absorsores e difusores.

Estudos científicos de profundidade foram conduzidos por cientistas durante anos a fio para estabelecer os padrões de exigência das pessoas acostumadas a ouvir música e ir ao cinema. Os resultados nos permitem propor critérios modernos e precisos de onde instalar esses painéis visando atender aquelas exigências.

A primeira constatação, praticamente consensual entre as pessoas que colaboraram com as pesquisas, é que as reflexões frontais de baixas frequências são abominadas. Segue que as paredes atrás das caixas acústicas dos canais L, C e R devem ser revestidas com painéis absorsores de baixas frequências. Isso elimina de cara cortinas e tapeçarias, além de painéis construídos com fibra de vidro, lã de rocha e espumas tipo Sonex. Afinal, nada disso é solução para absorver as baixas frequências.

 

Outra constatação consensual que as pesquisas revelam é que as reflexões que chegam pelo chão e pelo teto são tão abomináveis quanto as frontais. Basta localizar os pontos nevrálgicos onde ocorrem as reflexões, que podem ser cirurgicamente determinados se você, de sua poltrona, mirar as caixas acústicas, uma por vez, através de um espelho localizado no chão e no teto. Veja na figura.

Isto feito, uma das alternativas é aplicar painéis especializados no entorno desses pontos nevrálgicos. Como isso dificilmente pode ser feito no piso, recomendo o uso de um carpete especial para ao menos amenizar o problema. Um exemplo é o carpete com pelos de lã de 10mm, espessos, costurados em tufos, densidade superficial 1,36 kg/m², sem revestimento inferior, sobre manta felpuda espessa, densidade superficial 2,92 kg/m². Veja os coeficientes de absorção desse carpete na figura abaixo.

O carpete não precisa nem deve ser aplicado sobre todo o piso da sala. Apenas o suficiente para atenuar as reflexões frontais que chegam por baixo, com certa margem.
A parte frontal está resolvida. O prêmio são enormes benefícios para a estereofonia gerada pelos canais L e R, e aperfeiçoamento significativo dos sinais provenientes do canal C.
Muitos Home Theaters são montados a partir de um móvel frontal. Nesses casos, os painéis especializados podem ser customizados para que suas faces externas coincidam com o fundo do móvel. Nenhuma dificuldade.

 tratamento acústico para sala de home theater

Prosseguindo. Outro engano muito comum é imaginar que as reflexões laterais devem ser eliminadas ou combatidas. Todas aquelas pesquisas a que me referi antes deixam claro que todos nós apreciamos muito as reflexões laterais. Especialmente as que nos chegam com ângulos de 60⁰ e com intensidade ligeiramente abaixo das dos sinais diretos.

O que fazer? Nada. Deixar que as paredes da sala produzam as reflexões desejadas. Entretanto, se isso não acontece em seu caso, também é possível usar elementos reflexivos. Como biombos de madeira com espessura mínima 50 milímetros. Se preciso, os biombos podem ser montados sobre rodízios para facilitar a mobilidade.

Onde colocar os biombos? No alinhamento dos pontos nevrálgicos das reflexões, que podem ser determinados com a técnica do espelho. Digamos, um mínimo de meio metro para cada lado do ponto nevrálgico e um máximo de um metro para cada lado. A altura pode ser pouco menor que a da sala.

As reflexões laterais aumentam a largura aparente do palco sônico, potencializando muito a qualidade da imagem estereofônica.

As reflexões que chegam da parede do fundo precisam ser controladas. Como? Aplicando-se painéis difusores por toda a parede. Alguns modelos diferentes de QRDs e de PRDs.

Ainda temos que pensar nas duas paredes laterais. Pois bem. O possível melhor a fazer é aplicar mais painéis difusores. Tanto QRDs quanto PRDs. Isso ajuda a compensar os males trazidos pelas ondas estacionárias, especialmente os efeitos perversos de uma distribuição de energia pela sala sem compromissos com a homogeneidade.

Se você acha que há muitos difusores em relação aos absorsores, informo que os painéis difusores também absorvem parcelas consideráveis de energia. Ainda assim é possível que a sala necessite mais absorção. Nesse caso, o tapete do piso pode ser aumentado em área. Se apenas isso não resolver, ainda resta uma boa parte do teto que pode receber painéis absorsores. Claro, todos especializados. De preferência, com superfícies inclinadas de sorte a quebrar o paralelismo cima-baixo. Veja um exemplo:

Sobre os subwoofers, é provável que o vendedor da loja tenha dito que ele pode ficar em qualquer lugar. Não acredite. Não é verdade. O melhor é adquirir dois subs e começar a pensar em sua montagem deixando ambos simétricos em relação ao eixo medial da sala. Serão no mínimo muitas horas para encontrar o melhor ajuste. Ainda assim, podem sobrar graves na sala. Não vamos confundir extensão das baixas frequências com mais energia do que é preciso ter para reproduzir efeitos com qualidade de cinema.

Legal. E se sobrar graves? Lembre-se do que disse antes sobre não ter o que fazer em função dos comprimentos de onda. Entretanto, uma certa dose – bem modesta – de remédio pode ser ministrada com o uso dos famosos bass traps. Que preferencialmente são instalados nos cantos verticais das salas e eventualmente nos cantos horizontais.

Observe que essa maneira de tratar acusticamente o Home Theater contrasta com a ideia muito difundida de que o melhor é distribuir aleatoriamente os elementos acústicos pela sala. Por que? Porque levamos em conta as exigências das pessoas e criamos padrões reflectométricos customizados, e nada fortuito ou incerto.

As 11 cidades-sedes da Copa do Mundo de 2018, na Rússia

Copa do Mundo de 2018, que será realizada na Rússia, conta com 11 cidades-sedes, que vão receber os jogos da competição. Porém, além dos novos estádios, que quando pronto serão considerados pontos turísticos, todas as cidades abrigam atrativos incríveis que merecem ser visitados!

 A terra do escritor Dostoiéviski é conhecida por sua arquitetura colorida, grandes construções e imponentes paisagens. Por lá, cada cidade tem sua marca registrada, deixando o turista encantado – mesmo que seja por lugares que mal sabemos pronunciar. Se você quer conhecer um pouco mais sobre as cidades-sedes que vão receber a Copa do Mundo de 2018, confira a nossa galeria com curiosidades sobre cada local:
 
SÃO PETERSBURGO

Uma das cidades mais conhecidas da Rússia, São Petersburgo combina grandes construções com paisagens incríveis. A cidade, que foi erguida pelo czar ‘Pedro, O grande’, originando seu nome, é conhecida como a Veneza do Norte por conta dos seus inúmeros canais. A Igreja da Ressurreição é apenas um dos inúmeros pontos turísticos que merecem à visita – por dentro ela é ainda mais bonita e ornamentada.

KAZAN

Kazan é uma daquelas cidades incríveis e cheia de atrativos, mas que muitas vezes fica fora do roteiro turístico de quem visita a Rússia. A cidade é relativamente grande e bem estruturada – não é atoa que os turistas utilizam seus belíssimos pontos turísticos para fotografar. O lugar mais visitado certamente é o Kremlin de Kazan, antiga fortaleza da cidade que atualmente é considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

CALININGRADO

Você já ouviu falar de Caliningrado? Provavelmente não! E parte do motivo é que a cidade fica totalmente separada do território Russo – entre a Bielorrussia e Lituânia – e por isso acaba ficando fora dos roteiros turísticos de quem visita o país. O que muitos não sabem é que lá encontramos pontos turísticos incríveis que valem a visita, principalmente para quem planeja assistir a um jogo da Copa do Mundo 2018. Além disso, a “Pequena Rússia” abriu recentemente suas portas ao turismo ocidental e, apesar da herança soviética, revela uma região agitada, repleta de bares, cafés e lojas.

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MOSCOU

Moscou é uma das cidades que mais vai receber turistas para a Copa do Mundo e parte disso se explica por ela ser a capital do país – provavelmente os jogos mais importantes vão acontecer por lá. Assim como São Petersburgo, a cidade é uma verdadeira galeria a céu aberto: são tantas construções e paisagens que fica difícil não se encantar. Dentre os pontos turísticos obrigatórios está o Kremlin, que significa “fortaleza” em Russo e que abriga o governo do país. Já para quem gosta de arte, o Teatro Bolshoi é passeio obrigatório!

NÍJNI NOVGOROD

Níjni Novgorod está situada na parte europeia da Rússia e, assim como outras da lista, possui seu próprio  Kremlin. A fortaleza começou a ser construída em 1374 e hoje é um dos locais mais visitados na pequena cidade. Chamada de “Górki”, em homenagem ao grande escritor russo, a cidade era “fechada” durante boa parte da existência da União Soviética, por conta das pesquisas sobre armas nucleares. O local é constantemente comparado a pequenas vilas italianas, já que, ao contrário de toda Rússia, por lá faz calor durante o verão – esse fator faz da cidade uma das principais cidades-sedes. 

SOCHI

Sochi é uma cidade litorânea que promete ser point de agitação durante a Copa do Mundo 2018, principalmente porque por lá será verão. No entanto, para quem quer algo mais calmo, a cidade possui bonitas áreas verdes e regiões montanhosas que podem ser apreciadas pelo viajante que não abre mão de ter aqueles momentos de contato com a natureza.

VOLGOGRADO

Volgogrado é a antiga cidade “Stalingrado”, que teve papel muito importante durante a Segunda Guerra Mundial – foi lá que os nazistas foram impedidos depois de ocuparem muitas cidades da Rússia. Ou seja, para quem gosta de história, a cidade pode ser um prato cheio. Principalmente o Memorial do Monte Mamaev, construído em homenagem aos soldados que morreram na batalha de Stalingrado (operação militar conduzida pelos alemães e seus aliados contra as forças russas).

SARANSK

A cidade de Saransk é também uma das desconhecidas que agrupa a lista de 11 cidades-sedes, mas tem tudo para se destacar – o governo tem feito melhorias para atender os turistas que vão para a Copa do Mundo. Seu estádio, que começou a ser construído antes mesmo de serem anunciadas as cidades escolhidas, e sua arquitetura são destaques por lá.

SAMARA

Samara, na Rússia, seria apenas mais uma cidade na lista se não ostentasse o título de ter o maior rio da Europa cortando seu território – estamos falando do Rio Volga, que passa pela cidade, deixando a paisagem ainda mais bonita. O local fica a 17 horas de trem de Moscou. Falando nisso, o passeio de trem é uma atração à parte, já que o transporte conta com camas e restaurante. Ou seja: além de conhecer uma cidade nova, é possível vivenciar a experiência de dormir em uma locomotiva

IECATERIMBURGO

A cidade de Iecaterimburgo pode surpreender quem gosta de conhecer lugares novos. Ela é a mais ocidental de todas as cidades da lista, ou seja: a mais distante da capital Moscou. Iecaterimburgo possui algumas atrações incríveis para os turistas, como a vista do Edifício Vysotsky, considerado o segundo mais alto do país fora de Moscou, e o monastério Ganina Yama, construído em homenagem aos membros da família do czar Nicolau II que foram assassinados.

ROSTOV-ON-DON

A cidade de Rostov está situada na região sul da Rússia e às margens do rio Don. Por lá, encontramos uma rua icônica: a que leva o nome do grande poeta russo Alexander Pushkin, que é considerado um dos maiores nomes da história da literatura do país! Deve-se ter cuidado para não confundir com Rostóv Veliki, ou Rostóv Grande, que são outras cidades com nomes parecidos.

Projetor para home theater: o que é e como funciona

Para conseguir apreciar cada detalhe das imagens, as pessoas investem em televisores com telas amplas e que possuem tecnologia avançada, para melhor qualidade e fidelidade. Porém, há ainda outro recurso que se pode investir: o projetor para home theater.

O que é um projetor para home theater?

Assistir vídeos, séries, programas de televisão ou jogar vídeo game não precisa ser feito necessariamente por meio de um televisor. A tecnologia dos projetores permite a exibição de imagens em outros suportes.

Um projetor para home theater é um aparelho que pode ser conectado em outros com a finalidade de ampliar as imagens que estão sendo reproduzidas. Assim, se você quiser assistir a um filme, por exemplo, não precisará se limitar a TV.

Você pode ligar o projetor nela e assistir num formato muito maior, permitindo observar com clareza cada detalhe, e facilitando a visualização também em locais onde estão reunidas muitas pessoas. O projetor pode ser utilizado para fins domésticos, educativos ou profissionais, porque ele é capaz de reproduzir o que se desejar.

Projetor para home theater 4K

Como esse aparelho funciona?

O funcionamento do projetor não é complicado. Para ser utilizado basta conectar o aparelho a um outro por meio da entrada USB ou HDMI. Ele então irá ampliar a imagem e projetá-la numa parede ou tela.

A imagem é transmitida na forma de luminosidade, por isso, o ideal é que os locais de projeção tenham pouca luz para não interferir na qualidade da projeção. Se isso não for seguido, as imagens serão ruins, mas não em função da ineficácia do aparelho, mas sim, o uso incorreto.

Projetor para home theater: o que é e como funciona

Existem modelos de projetor?

Assim como outros equipamentos eletrônicos existem diversos modelos de projetores no mercado. E por isso, há sempre a dúvida sobre como escolher o ideal. E para optar por um que possa lhe atender, é importante estar atento ao tamanho da sala, distância da tela, dimensões da tela e a luminosidade que o local possui.

Isso porque a escolha será feita de acordo com o ANSI lúmens, pois é ele o que define a qualidade da imagem ideal para cada tipo de ambiente. É possível escolher entre aparelhos que têm 1.5k até 4k, sendo que os primeiros atendem telas menores e luminosidade controlada, e os últimos, locais mais amplos e com alta luminosidade.

É interessante solicitar a ajuda de um especialista para adquiri o projetor ideal, para que não se faça um investimento equivocado. Já que é necessário observar as características do espaço para então definir o aparelho mais indicado.

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Quais tecnologias os projetores possuem?

Para quem está pensando em investir em um projetor para home theater vai gostar de saber que esse aparelho traz tecnologias interessantes. Em relação à qualidade de imagem, podemos encontrar até mesmo aqueles full HD, e que proporcionam uma projeção com alta qualidade como os televisores. Além disso, alguns aparelhos ainda possuem o recurso 3D, o que pode garantir ainda mais vantagens para quem gosta de jogos ou cinema.

Porém, o sistema de som do projetor não atende tão bem quanto a imagem. Por isso, para complementar o aparelho é que ele deve ser combinado com o home theater.Assim, você terá alta qualidade de áudio e vídeo.

projetor para home theater é um ótimo investimento, porque não somente garante a melhor experiência com imagens, mas também pode ser destinado para várias utilizações, atendendo a todos os gostos.

Como funciona a automação residencial de cortinas e persianas

Com os constantes avanços da tecnologia o que também vem ganhando modernidades são as casas. Cada vez mais elas se tornam inteligentes, por serem equipadas com recursos da automação residencial de cortinas e persianas. Esse é um recurso muito útil, funcional e prático para controlar a luminosidade dentro dos ambientes. E com isso, temos a redução do custo mensal de energia elétrica, além de mais  conforto e menos trabalho.

automação residencial de cortinas e persianas

 

Como é feita a automação residencial de cortinas e persianas

Manusear e controlar as persianas utilizando os fios tradicionais não é muito prático. É preciso parar aquilo que se está fazendo para ir até a janela e tentar encontrar uma posição ideal. E para muita gente isso é uma complicação, que impede que a luz seja controlada do modo desejado.

Mas já não é mais preciso fazer o controle manual, porque a automação de cortinas e persianas veio trazer um sistema inteligente que elimina o incômodo de ter que fazer isso pessoalmente. Trata-se de um sistema eletrônico que comanda as cortinas e persianas.

Elas recebem uma motorização que é integrada a um sistema informatizado. Ele pode ser programado da forma como o usuário desejar, a fim de que apenas com um toque as cortinas e persianas abram ou fechem.

Esse sistema é versátil, porque pode ser programado de diversas maneiras diferentes, para que o usuário tenha opções de luminosidade e da forma como as cortinas e persianas serão controladas, o sistema pode ser programado para:

1 – Atender a um controle pelo Smartphone

O usuário continuará tendo o controle das cortinas e das persianas, e poderá ele mesmo definir quando elas devem abrir ou fechar. Porém, não precisa mais ir até a janela e fazer isso pessoalmente.

Sentado em seu sofá, na cadeira do escritório, ou onde estiver, basta acionar o sistema Control4 de automação pelo dispositivo móvel como smartphone ou tablet e definir se quer mais ou menos luminosidade no ambiente. Em alguns sistemas há uma central fixa para fazer esse controle, nesse caso o usuário precisa se deslocar até ela, mas pode selecionar a opção no sistema sem precisar manusear a cortina.

sistema de automação residencial de cortinas e persianas,

 

2 – Regular a luminosidade

A automação de cortinas e persianas também possibilita selecionar um tipo de cena, que seria uma programação específica para uma situação ou evento. Por exemplo, para assistir televisão, a luminosidade pode ser reduzida, então o sistema é programado com um comando “assistir TV” e as cortinas se fecham automaticamente ou tanto quanto for desejado.

Ou pode receber o comando “leitura” nesse caso é preciso luz, então, as cortinas vão se abrir e deixar entrar a luz natural. Além de ser ideal para a atividade, essa programação também ajuda na economia de energia elétrica, porque aproveita a luz do dia.

3 – Trabalhar sozinho de acordo com o horário

O sistema de automação residencial de cortinas e persianas também pode ser programado para que acompanhe o horário. Assim, quando estiver de dia as cortinas se mantêm abertas para deixar entrar a luz. Quando anoitecer, elas se fecham sozinhas.

Ou o usuário pode programar para que as cortinas se fechem no período em que há incidência de luz solar direta para dentro dos ambientes. Assim não é preciso se lembrar de fechar as cortinas para proteger os móveis ou o piso, pois a casa inteligente faz essa tarefa.

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Cortinas e persianas podem ser controladas pelo seu celular

Outra vantagem do sistema de automação de cortinas e persianas é que ele pode ser acessado e comandado pelo celular. Por meio de um aplicativo é possível integrar-se ao sistema da casa e abrir ou fechar as cortinas e persianas quando desejar.

Se você estiver no trabalho, ou se for se atrasar para chegar em casa, pode fazer o controle a distância, acessando o aplicativo com seu login e senha para entrar no sistema. Muito prático e seguro, não é mesmo?

Para que continuar operando as complicadas cordinhas da persiana se você pode apenas apertar um botão? É por isso que cada vez mais pessoas e empresas optam pela automação de cortinas e persianas, bem como outros recursos automatizados, afinal, são muito práticos e econômicos, além de garantirem comodidade e conforto para os usuários.

Potência do sistema de som do home theater: de quanto você precisa

A maioria das pessoas, quando vai comprar um receiver ou caixa acústica, dá muito valor à potência. Na verdade, essa especificação é apenas um dos critérios que devem ser levados em conta – e nem é o mais importante.

O fato de ter alta potência não significa que um aparelho vai soar melhor. O segredo está na boa integração entre receiver (ou amplificador+processador) e caixas. Mas, para isso, é preciso entender bem o que significa potência.

Primeiro, vamos explicar o que aconteceu quando o mundo passou do som estéreo – que dominava o mercado até meados dos anos 80 – para o som multicanais. Com a popularização dos sistemas de home theater, os fabricantes viram-se diante de um dilema. Os usuários do estéreo estavam acostumados a altas potências, na faixa das centenas de watts para cada um dos dois canais. Mas, num sistema de cinco canais, é impossível construir amplificadores em escala comercial com esse nível de potência em todos os canais.

A solução – goste você ou não – foi fazer os receivers e amplificadores multicanais parecerem ter mais potência do que possuem de fato. É o que ocorre quando se lêem as especificações de um receiver: “X watts de potência contínua RMS a 8 ohms, com 20-20.000Hz e não mais do que X% THD, com todos os canais acionados”! Esta é uma especificação honesta, pois permite comparar de forma justa produtos de marcas diferentes.

revicer para home theater em santos

Independente dos números, o importante é saber que a potência de um aparelho está sempre associada a outros parâmetros: sensibilidade (no caso da caixa acústica), resposta de freqüências (é preciso saber se a potência indicada é alcançada em toda a faixa, de 20 a 20.000Hz, ou apenas em parte dela), a impedância utilizada durante a medição, e por aí vai.

Ou seja, dependendo de como a potência foi medida, pode-se ter resultados finais distintos daquele que um usuário imagina ao comprar seu aparelho. No caso de um home theater, com 5, 6 ou 7 canais, é claro que a potência inicial se divide entre eles. É por isso que os bons fabricantes medem a potência “com todos os canais ativados”, e é aí que se conhece um bom receiver. Afinal de contas, a trilha sonora de um filme nunca traz sons apenas neste ou naquele canal, mas em vários canais ao mesmo tempo.

O amplificador – que pode ser um módulo à parte ou estar “embutido” no receiver – é o coração de um sistema de áudio. O sinal que sai do DVD player é do tipo line-level (sinal de linha), sem amplificação. Para ser reproduzido pelas caixas acústicas, ele passa pelo estágio de pré-amplificação, dentro do receiver. E, como todos os canais contêm sons do filme, quanto melhor for a performance desse estágio, melhor o resultado final.

Regra geral, um amplificador multicanal modular possui estágios internos superiores aos de um receiver. Tomando por base os modelos hoje à venda no mercado, os receivers mais potentes atingem a faixa de 150W em cada canal, enquanto os amplificadores chegam a oferecer 350W. Mas, como dissemos, isso não é tudo. É preciso checar outras características do aparelho, como construção, acabamento, tipos de conectores, fonte de alimentação, nível de aquecimento etc.

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Num sistema ideal, há um amplificador para cada canal – um home theater 5.1 seria algo como cinco amplificadores mono trabalhando em conjunto. Mas, na prática, utiliza-se um receiver ou amplificador identificado como 5CH, o que significa cinco estágios internos de amplificação; pode-se montar o sistema também com dois amplificadores: um 3CH para os canais frontais e outro, estéreo, para os canais traseiros (o subwoofer é tratado neste artigo). Essa última configuração tem a vantagem de você poder ir fazendo o upgrade conforme o número de canais exigido: se quiser passar de um sistema 5.1 para um 7.1, por exemplo, bastará acrescentar mais um amplificador estéreo.

O receiver é mais usado por razões de custo: é mais barato um módulo de cinco canais do que cinco módulos mono, certo? Isso nos leva à questão crucial: de quantos watts necessitamos para ter uma boa qualidade de áudio? A resposta é: depende. Entram nessa avaliação as dimensões e características acústicas da sala, e até os gostos do usuário (certas pessoas adoram ouvir tudo em volumes altíssimos, algo que particularmente considero prejudicial ao conceito de entretenimento).

A maioria dos receivers à venda atualmente varia entre 65 e 200W de potência de saída. Podemos dizer que isso atende a praticamente todos os tipos de sala. As variantes principais são o tamanho e a capacidade de absorção sonora do ambiente. Uma sala “morta”, como se costuma dizer, é aquela que absorve muito o som, geralmente em função do uso de amplos estofados, cortinas de tecido grosso e grandes móveis de madeira (estantes com muitos livros, por exemplo).

Se sua sala é desse tipo, saiba que você vai precisar de muita potência. Retirando (ou reduzindo) os estofados e a madeira, pode-se trabalhar com menos potência. Mas é preciso ainda ser observado o tamanho da sala, medido em metros cúbicos (m3). Se o pé-direito é superior a 3m, você também vai precisar de mais potência.

Mas cuidado: as potências do receiver e das caixas acústicas têm que ser equilibradas. Quando falta esse equilíbrio, dois problemas podem ocorrer: distorções no som e danos aos alto-falantes, que em casos extremos podem até queimar.

De modo geral, recomendamos um bom investimento em receiver (ou amplificador) de alta potência, ainda que sejam mais caros. Por que? A potência de saída indica a capacidade do aparelho conduzir mais corrente elétrica às caixas acústicas. É essa corrente que faz os cones dos falantes se moverem para criar som. Quando falta potência ao receiver, o som se torna forçado, “duro” ou até distorcido. E você perde a dinâmica e o impacto dos bons filmes.

Mas, se a potência do receiver for muito mais alta que a suportada pelas caixas, você terá desperdiçado dinheiro. E isso é tão importante quanto observar um outro aspecto das especificações de uma caixa acústica: a sensibilidade (em inglês, sensitivity). Ela indica quanto da corrente elétrica fornecida pelo amplificador é de fato convertido em som. A sensibilidade é medida em decibéis por watt em um metro. Para ter uma idéia de como isso afeta a qualidade sonora, basta dizer que uma diferença de 3dB corresponde a 50% da potência. Em outras palavras: uma caixa com 90dB precisa de apenas metade da potência exigida por uma com 87dB.

A vantagem disso é que, se suas caixas são de alta sensibilidade (acima de 89dB), você pode utilizar receivers de potência mais baixa para atingir o mesmo resultado sonoro. Portanto, da combinação entre esses fatores (potência, sensibilidade, tamanho e acústica da sala) é que se chega a um bom sistema de home theater.

Existe um método para calcular a potência ideal a uma sala? Sim, isso pode ser feito “in loco”, usando-se instrumentos de medição como o decibelímetro (também chamado SPL meter, ou “medidor de nível de pressão sonora”). Mas não existe fórmula mágica.

O importante é saber que um bom sistema de caixas deve ser capaz de responder a toda a potência de saída do amplificador ou receiver. Quando a amplificação é insuficiente, os picos sonoros de um filme (como explosões, tiros e ruídos de naves espaciais) e os efeitos especiais perdem impacto. Mais do que isso: perdem aquela naturalidade que nos envolve e nos faz mergulhar na ação.

Como costumamos dizer, é o filme que precisa ser visto e ouvido, não o equipamento. Quando isso não acontece, a maravilhosa ilusão do cinema vai embora.

Home Theater: como ter uma verdadeira experiência

Se você pensa em ter um home theater para ter uma verdadeira experiência de lazer, aqui vai uma dica de como aproveitar seu tempo livre para curtir com quem quiser

Nestes tempos em que tudo converge para o digital, estar cada vez mais conectado aos dispositivos eletroeletrônicos se torna uma realidade necessária, que traz praticidade, velocidade, conforto e segurança. Uma das formas de integrar esses dispositivos é através da automação residencial,  convertendo a sua casa em uma casa inteligente.
Integrando os diversos dispositivos, é possível criar ambientes com propostas para reunir a família e amigos, ressaltar o bem-estar, prezar pelo conforto e favorecer o lazer no seu dia a dia. Um exemplo disso é transformar a sua sala de TV em um home theater ou home cinema.

Home Theate
Bem, você pode pensar que assistir TV ou jogar videogame são atividades simples. Porém, quando elas acontecem em um ambiente especialmente planejado para tal, a experiência de ver seu filme favorito ou mergulhar no universo daquele jogo novo se torna muito mais significante. Isso porque, além de ser uma ocasião para curtir a sua casa, é também uma oportunidade de estar junto da família, se divertindo e usufruindo de uma infraestrutura apropriada para que isso aconteça.

Muito além de uma tela grande e um sofá confortável, o home theater ou home cinema é um sistema de áudio e vídeo customizado, desenvolvido para atender às suas necessidades. É a combinação de elementos arquitetônicos e de design, aliados a dispositivos de alta tecnologia e alta performance. Ou seja, é um espaço projetado de forma inteligente, pensado desde a estrutura física até os itens eletroeletrônicos.

Home Theater: como ter uma verdadeira experiência 18

O diferencial do home theater ou home cinema é o som! Até vale escolher a melhor TV, claro, e optar pelas TVs conectadas, de alta definição é sempre um ótimo caminho. Mas, não se esqueça de escolher conjuntos de alto falantes potentes e sistema de som surround sound. Porém, a cereja do bolo é a integração de todos esses dispositivos: através do smartphone ou tablet via Wi-Fi ou 4G, você pode programar e controlar áudio e vídeo, iluminação e climatização, criando o clima perfeito para cada momento de lazer.
Um projeto de home theater ou home cinema é capaz de transformar ambientes simples em verdadeiras experiências de lazer, seja com a família, amigos ou simplesmente sozinho para relaxar.

Copa do Mundo da Rússia: prepare sua sala de tv

A Copa do Mundo da Rússia está próxima e quem não garantiu ingresso para assistir os jogos já está se preparando para assistir sem sair de casa em um bom Home Theater. Para isso, muitos vêm investindo em tecnologias inovadoras nos projetos de Home Theater que devem aliar som, imagem e luz para obter bons resultados. Assistir os jogos da Copa do Mundo de 2018 com conforto e qualidade técnica é possível através de  soluções de áudio e vídeo para home theater,

Prepare sua sala de tv para a Copa do Mundo da Rússia com um bom home theater

Prepare sua sala de tv para a Copa do Mundo da Rússia com um bom home theater

Uma das peças-chave para compor esse ambiente é o Home Theater. Há muitos modelos de equipamentos disponíveis atualmente. A escolha deve partir do receiver, já que é ele que reproduz os sistemas de som utilizados nas salas de cinema. Além disso, é a peça responsável por integrar o home theater a outros aparelhos, como CD ou DVD Player, notebook, MP3 Player, karaokê e videogame.

Home Theater para copa do mundo

Já a iluminação deve ser suave e indireta, com os pontos de luz projetados para o teto ou para as paredes – apenas o suficiente para a circulação de pessoas. Caso o projeto precise de luminárias com lâmpadas de efeito, elas não devem estar direcionadas para a tela da TV.

O uso de cortinas e persianas blackout nas janelas é indispensável, sobretudo em projetos com projetor e telão. Hoje já existem telões para home theater que permitem uma ótima visualização com um ambiente mais claro. No caso do piso, uma boa opção de piso é o de madeira, já que também auxilia na absorção do som. O uso de tapetes também beneficia a acústica e traz conforto ao ambiente.

Home Theater para a Copa do Mundo da Rússia

Por fim, os assentos devem ser escolhidos de acordo com o conforto e o design que mais combine com o projeto. Um ponto importante é localizar o sofá em frente à TV ou ao telão, centralizando o espaço para desfrutar de todos os efeitos sonoros e visuais do sistema!

 

 

Por que automatizar sua casa? Para simplificar sua vida.

Você chega em casa, abre a porta e entra. Neste momento, as luzes se acendem automaticamente; apertando um botão as janelas e cortinas se abrem e, apertando outro, imediatamente começa a tocar sua música preferida no home theater. Seria essa sua casa dos sonhos? Esses são alguns dos motivos para você automatizar sua casa e simplificar sua vida

Usufruir dessas funcionalidades é mais simples e acessível que se imagina. Hoje, casas inteligentes são realidade num mercado em expansão. É através de um projeto de automação residencial que você transforma uma residência convencional em uma casa automatizada, integrando diversos sistemas e equipamentos eletroeletrônicos, projetados para conversarem entre si, e controlados pelo seu smartphone, notebook ou sistema central da residência.

Por que automatizar sua casa? Para simplificar sua vida.

AUTOMATIZAR SUA CASA: APLICAÇÃO NA PRÁTICA

Se você preza por conforto, pode integrar os sistemas de iluminação, áudio & vídeo (home theater, home cinema) e climatização, deixando a sala preparada para uma sessão de cinema com um simples toque no seu smartphone. Se seu foco for segurança, pode integrar os conjuntos luminotécnico e de vigilância, e criar um sistema de monitoramento próprio. Se busca economia, pode instalar dispositivos de acionamento e desligamento automáticos de iluminação e água.
As possibilidades são muitas, mas todas elas visam praticidade, conforto e agregam valor ao seu imóvel. É um investimento no qual você só tem a ganhar.

Por que automatizar sua casa? Para simplificar sua vida.

COMO FAZER PARA AUTOMATIZAR A SUA CASA

O ponto central de automatizar a sua casa é adequar o projeto de instalação elétrica convencional adicionando módulos que agreguem inteligência ao sistema, como: eletrodutos (conduíte) para passagem de cabos de automação, quadro de automação, cabos de rede Wi-Fi e pulsadores no lugar de interruptores comuns – eles vão permitir que você acione diversos sistemas de um só local e ao mesmo tempo.
Você pode fazer a automação residencial durante a construção do imóvel ou mesmo durante uma reforma, já que a adequação da instalação elétrica é bem acessível. Além disso, é possível fazer o que chamamos de pré-automação residencial, que é apenas a preparação do ambiente (passagem dos eletrodutos e cabos), sem a instalação de todos os dispositivos tecnológicos, que você pode fazer somente quando for a melhor hora.
Hoje, há uma gama de profissionais e marcas especializados neste segmento, que aliam tecnologia, design e alta performance para suprir as necessidades do seu dia a dia.

Dicas para você ter o Home Theater ideal

Montar um espaço de home theater ideal ou home cinema, que ofereça conforto, qualidade e experiências visual, auditiva e sensorial não se resume apenas em equipamentos de áudio e vídeo reunidos em um cômodo da sua casa. A não ser que você queira ter um simples espaço para assistir TV.

 Mas, se você quer explorar ao máximo esses momentos junto à TV, em um ambiente personalizado, com som e imagens em alta definição e high-end (alta fidelidade), existem algumas variáveis que contribuem positivamente para essa experiência, como a escolha certa do projeto de acústica, dos equipamentos, iluminação, mobiliário, etc.  Selecionamos dicas básicas para você não errar a mão na hora de montar sua sala de cinema perfeita

 Home Theater ideal

ACERTE NAS ESCOLHAS: 5 DICAS PARA O HOME THEATER IDEAL

1 – Equipe de profissionais – escolha profissionais especializados, capacitados. Consultor acústico, designer de interiores e arquiteto é a tríade que trabalha em conjunto para desenvolver e executar um projeto de home theater ideal e com qualidade.

Consultor acústico: ele é o especialista em tratar a reverberação do som no ambiente. Ele sabe de onde saem os diferentes tipos de ondas de som (graves e agudos), para onde elas seguem e qual a melhor maneira de rebatê-las ou absorvê-las para que o ambiente não projete ecos ou abafe demais o som. Uma das maneiras de buscar este equilíbrio é, por exemplo, colocando, estrategicamente, revestimento acústico nas paredes.

Designer de interiores: responsável por dar vida ao ambiente, aliando tecnologia, conforto e estética ao projeto. Este profissional traz os elementos exatos às suas necessidades, que vão compor o ambiente e torná-lo muito mais aconchegante, sofisticado e proveitoso. É o designer que traz, por exemplo, os melhores tipos de tecidos, objetos de decoração e materiais para o mobiliário; analisa qual a altura e distância ideais do sofá diante da tela; ou sugere revestimentos convenientes ao ambiente; entre outros.

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Arquiteto: é ele quem projeta o ambiente, atuando no desenvolvimento da estrutura física, trazendo soluções que atendam às necessidades do cliente, seja atribuindo espaço para o home theater em um living já existente, por exemplo, ou criando novos espaços dentro da casa. É o responsável por idealizar o ambiente e construí-lo de forma a integrar os componentes que o designer de interiores e o especialista em acústica trazem ao projeto.

2 – Equipamentos – opte por marcas líderes de mercado em seus segmentos, como: LOUD em reprodução de áudio residencial; DENON, em produção de áudio; e Control4, em módulo de controle de automação residencial. São essas tecnologias que possibilitam imagem em alta definição e som em alta fidelidade (high-end, em inglês). Imagine mergulhar no universo de um jogo de videogame preferido com seus filhos, em um espaço que envolva os sentidos: visão, audição e tato são estimulados. A alta tecnologia dos equipamentos, aliada ao projeto inteligente, garantem ambientes sofisticados, com muito conforto, que, além de valorizar seu imóvel, valorizam as suas experiências.

3 – Automação – a automação do ambiente é a cereja do bolo! Com este sistema, você é capaz de controlar todos os dispositivos do ambiente (ou da residência toda, no caso de uma casa inteligente) da palma da sua mão. Ligar, desligar, programar e controlar sistema de som e imagem, ar-condicionado, iluminação, cortinas e outros dispositivos é possível mesmo quando você não está em casa. Basta acessar o painel de controle pelo smartphone, tablet ou notebook, via Wi-Fi ou 4G.

Iluminação para o Home Theater ideal

4 – Iluminação – o projeto luminotécnico é o que valoriza a arquitetura, além de trazer conforto e sofisticação ao ambiente. Hoje, a bola da vez são as lâmpadas de LED  (ou lampLeds), mas a fibra ótica vem ganhando espaço como solução eficaz neste tipo de projeto. Você pode optar por luzes diretas ou indiretas, dependendo da sua necessidade: spots, pendentes, sancas iluminadas, fita de LED, etc.

5 – Mobiliário – prefira soluções em mobiliários sejam sob medida. Assim, você pode aproveitar da melhor maneira possível os espaços do ambiente e incluir módulos mobiliários que são realmente úteis às suas necessidades. Você, pode, por exemplo, colocar as caixas de subwoofers escondidas embaixo do sofá, assim, quando o grave é acionado, o móvel se agita em sincronia com o som que sai das caixas – uma experiência que vai te colocar ainda mais dentro do filme, jogo ou programa que está assistindo.

Home Theater ideal

Se você observar, colocamos a ¨Equipe de profissionais¨ como a primeira, dessas 5 dicas básicas. Isso porque, a partir do momento em que você confia seu projeto de home theater a esses profissionais, trazes soluções em ¨Equipamentos¨, ¨Automação¨, ¨Iluminação¨ e ¨Mobiliário¨ faz parte do pool de serviços desses especialistas. O seu papel é apenas comunicar quais as suas necessidades, desejos e escolher dentre as opções apresentadas, tornando o seu projeto de home theater perfeito.

Optar por fazer um ambiente de cinema em sua casa não é uma questão de luxo ou sofisticação, apenas. É uma questão de escolher vivenciar  da melhor maneira possível as experiências em um ambiente desenvolvido para aquele propósito.

 

Home Theater: a importância de saber controlar os graves

Essa “tática” é adotada também em show-rooms de lojas especializadas. O receiver é configurado para enviar ao subwoofer frequências a partir de 120Hz, que ficam ainda mais omnipresentes (e agressivas) com o volume do sub perto do máximo. O cliente então sente o piso e o sofá tremer e tem uma falsa impressão de qualidade.

Home Theater: a importância de saber controlar os graves

O QUE FAZER PARA CONTROLAR OS GRAVES DO SEU HOME THEATER?

As especificações técnicas das caixas podem ser o ponto de partida para definir (ou, pelo menos, entender) quais são as frequências a serem direcionadas ao subwoofer. Se a bookshelf, por exemplo, responde bem até 55Hz (+/-3dB), mantenha o controle crossover do subwoofer aberto na posição máxima; já no menu do receiver, ajuste-o para trabalhar a partir de 60Hz.

Assim, o sub cobre a faixa de graves que as caixas podem não reproduzir tão bem, evitando distorções audíveis que certamente se refletem nas médias frequências.

Mas a ficha técnica nunca deve ser encarada com rigor. É necessário conhecer o desempenho das caixas, especialmente as frontais (incluindo a central), para em seguida conferir o sub. Significa ouvir músicas – mesmo sabendo que poucos instrumentos se estendem às frequências abaixo de 40Hz –, trechos de filmes ou conteúdos de demonstração em DTS, Dolby ou THX. Esses são facilmente baixados na internet, e vêm carregados com trilhas de baixas frequências. Pelo menos, até que você se familiarize com a capacidade de graves obtida por cada caixa do conjunto, não há outra maneira de saber isso em curto prazo.

AUTOCALIBRAGEM

A calibragem automática dos receivers facilita definir o nível de saída (em dB) do subwoofer, geralmente em torno de 75dB. Embora um decibelímetro seja mais preciso, aplicativos para Android ou iOS também podem ajudar. Mas testes práticos feitos por nossa equipe revelam que nem sempre o software do receiver faz a leitura correta do sistema. Isso acontece devido à acústica problemática da sala, ao mau posicionamento das caixas ou até à qualidade do minúsculo microfone personalizado que acompanha os aparelhos.

Não são raros os depoimentos de leitores com dúvidas sobre esse assunto: “Após a calibragem automática no meu receiver, senti o som com bem menos graves, o que devo fazer?”.

Independente dos resultados obtidos com a calibragem automática, esse recurso continua sendo muito útil, sobretudo nos ajustes de nível de volume (dB) e atraso (delay) em todos os canais. Mas alguns “retoques” no corte de frequências não devem ser vistos como heresia.

Recentemente, a calibragem automática de um dos receivers avaliados manteve em 110Hz a frequência de corte de nossas bookshelf de boa sensibilidade, embora o resultado das demais configurações tenha sido perfeito. Nesse caso, como já sabíamos que a caixas respondiam bem até 50Hz, rapidamente ajustamos manualmente para esse valor de corte.

DICAS ÚTEIS

Após finalizar a calibragem automática, cheque os resultados na configuração das caixas. Verifique se o corte de frequências para todas se aproxima da resposta plana fornecida pelo fabricante, bem como a cobertura de frequências do sub para evitar buracos no som. Caso não estejam, faça manualmente.

Não há um ajuste de graves padrão para qualquer home theater. Isso varia de acordo com as caixas e o tipo de conteúdo mais reproduzido no sistema. No caso de filmes e shows, com bookshelf ou torre de menor porte, cujo disco ou streaming já traz um sinal LFE (Low Frequency Effect) dedicado, configure os graves para trabalhar abaixo de 80Hz – recomendação também da THX.

Salas de até 20m2, por exemplo, dificilmente requerem subwoofer com potência superior a 500W RMS contínuos e woofer de 10”. Modelos de 12” exigem maior distância para o ouvinte perceber com exatidão a profundidade das ondas geradas pelo drive em um gabinete de maior massa.

As ressonâncias da sala ocorrem quando o nível de baixas frequências é aumentado demasiadamente e não se consegue controlar as vibrações que atingem todo o ambiente. A solução é ter bom senso e cautela ao manipular o volume do subwoofer, que deve ser nivelado próximo das demais caixas do sistema.

O uso de dois subwoofers pode ser uma solução para reforçar os impactos e amenizar problemas com desequilíbrio acústico, como pontos nulos, em salas acima de 20m2. Mas deve ser feito com critério para evitar ondas estacionárias e graves exagerados.

Home Theater: a importância de saber controlar os graves

MAIS GRAVES = MAIS FORÇA

A faixa de frequência captada pelo ouvindo humano é de 20Hz a 20kHz; mas é sabido que há menos sensibilidade para se detectar nuances nas frequências mais extremas, incluindo as faixas acima de 10kHz e abaixo de 500Hz. No caso dos graves, as duas primeiras oitavas – 20-40Hz e 40-80Hz – exigem por volta de 75 decibéis para que tenhamos sensação de volume similar em toda a faixa. Na primeira, é possível ouvir harmônicos gerados subitamente por instrumentos como baixo acústico, piano e órgão de tubo, além de sentir o caminhar “delicado” de um Tiranossauro Rex, a turbina de um jato ou o impacto devastador de uma explosão.

Para uma caixa convencional, incluindo torre, quanto mais baixa a frequência maior o percentual de distorção. Os graves têm de ser fortes para chamar a atenção, por isso requerem mais energia. É onde entra o papel de um subwoofer bem ajustado. Além de ser construído para lidar com sons da ordem de 40Hz, o subwoofer alivia a amplificação do receiver, para que este destine graves, médios e agudos às demais caixas, sem grandes esforços e, portanto, sem distorções audíveis.