Aplicativos para ajudar arquitetos no trabalho remoto

Hoje, muitos arquitetos ou designers de interiores alternam entre dias de batente no escritório e em casa, por isso, os aplicativos evoluem para aproximar mais as pessoas no ambiente virtual.

A competição profissional é feroz, e os arquitetos demandam cada vez mais aplicativos eficientes, rápidas e fáceis para aumentar a comunicação, a produtividade e o bem-estar no trabalho.

Tornou-se ainda mais fácil trabalhar remotamente com a disponibilidade de tecnologias incríveis para nos conectar através de aplicativos.

1) Para conversas em grupo: Slack
Muitos times procuram por uma alternativa ao email, por isso, serviços como o Slack se tornaram tão populares. Por meio da interface do app de mensagens em grupo, as pessoas podem criar espaços para conversar e discutir projetos. Dessa forma, em vez de ter de procurar por uma sequência de emails na caixa de entrada, está tudo em um só lugar, visível a todos.

Prós: Funciona em todos os dispositivos (smartphone, desktops etc.). É possível customizar as notificações, o app permite escolher alertas diferentes para cada conversa.

Contras: A versão grátis tem menos armazenamento. Os planos pagos, normal e plus, são relativamente caros, mas permitem ligações de áudio e vídeo.

2) Para conferências: Fuze
O app, alternativa ao Skype (grátis) e ao WebEx (pago), oferece uma única plataforma para conferências em vídeos, ligações e mensagens de texto. Com uma experiência unificada de desktop e mobile, reuniões e qualquer comunicação estão disponíveis em todos os dispositivos.

Prós: Útil para empresas de qualquer porte. O Fuze atende também a funcionários globais, remotos ou em campo, ao oferecer ligações locais em qualquer lugar. As reuniões com menos de 25 participantes são grátis.

Contras: Não manda lembretes ou emails, então, o usuário deve mandá-los manualmente para os outros participantes da reunião.

3) Para planejamento de projetos: Basecamp ou Teamwork
Softwares para gerenciamento de projetos, como os populares Basecamp e Teamwork Projects, tem se tornado essenciais nas indústrias de serviços criativos. Projetados para ajudar as equipes a realizar tarefas e a cumprir os prazos, ambas as ferramentas oferecem rastreamento de atividades, gerenciamento de tarefas, listas de atividades, comentários, conversas e um calendário interno.

Prós: O Basecamp tem uma interface mais simples e intuitiva, enquanto o Teamwork tem mais recursos, como gráficos de Gantt e relatórios, e é melhor para organizações maiores ou em crescimento.

Contras: A interface do Teamwork é mais complexa e pode ser confusa para os usuários. O Basecamp não oferece recursos como gestão de tempo.

Os Melhores sofás para sua casa

Os 5 melhores sofás do ano são para nós: o resultado de uma seleção criteriosa, mas também e sobretudo emotiva. Dentro de uma racionalidade que é comum a todos, são os modelos que nos apelam aos sentidos que estão no centro desta escolha.

O Pack é o primeiro da lista. Tem essa carga emotiva, por ser acima de tudo um ‘statment político’. O Pack chama a atenção para as consequências de um problema global que é o das alterações climáticas no planeta. O Design é do veterano Francesco Binfaré que ousou desenhar um urso polar para colocar no centro de uma ‘placa de gelo’, Ice pack, que na verdade é o sofá onde nos deleitamos.

No Top 5 está também o modelo Mondrian da Poliform, Design de Jean Marie Massaud e o Adda da Flexform, design de Antonio Citterio. São dois designers consagrados habituados a desenhar sob a máxima do conforto e da racionalidade.

Outra escolha para este Top, o modelo Avio. É um sofá que foi apresentado em 2016, mas só entrou em produção este ano. O Design é de Piero Lissoni para a Knoll e na verdade é um sofá modular versátil, que pode ter várias composições, mas que prima na essência pelo traço contemporâneo.

Finalmente fechamos os melhores do ano com o modelo Arcolor da Arflex, uma novidade do criador espanhol Jaime Hayon. É um sofá com um design orgânico, inspirado no desenho geométrico do arco e que o torna num modelo absolutamente diferenciador.

Documentários – no que ficar de olho e assistir

A Netflix é popularmente conhecida pelo seu ótimo serviço de streaming por causa dos ótimos filmes, séries e desenhos que fazem parte do catálogo, mas não param por aí as possibilidades da plataforma. Os documentários disponíveis já foram candidatos de peso nas grandes premiações do gênero, além de apresentarem assuntos que às vezes não são tão comuns ao público.

Confira a lista com sugestões de documentários que podem despertar seu desejo por conhecer melhor o estilo.

Empire of Dreams: The Story of Star Wars Trilogy

Para quem é cinéfilo e fã de Star WarsEmpire of Dreams é um prato-cheio. O documentário passeia pelos bastidores que envolveram todo o sucesso da trilogia original do universo criado por George Lucas. Há várias entrevistas com os atores que participaram dos longas, como Harrisson Ford, Mark Hamill e a saudosa Carrie Fisher. O filme mostra como foram criados vários elementos que pareciam impossíveis para os efeitos visuais da época e como aquelas inovações mudaram Hollywood.

Malala

Este documentário sobre a adolescente paquistanesa baleada por defender o direito das mulheres de seu país à educação retrata sua história, sua luta por sobrevivência e seus constantes esforços para alterar o status quo. Netflix

Martin Luther

A Ideia Que Mudou o Mundo: Documentário dramatiza a vida de Martinho Lutero, o monge alemão que há 500 anos enfrentou a cúpula da Igreja Católica, deu início à Reforma Protestante e mudou a civilização ocidental para sempre.  Netflix .

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Amy

O longa biográfico da cantora Amy Winehouse mostra os bastidores da vida conturbada que a artista teve pouco antes de explodir musicalmente e detalha os problemas pessoais que a envolviam, ao mesmo tempo que coloca nos holofotes sua genialidade musical. A narrativa do documentário dá vida a uma Amy de que a imprensa não tinha conhecimento, principalmente levando em conta que, quanto mais doente ela ficava por causa do vício em drogas, mais a mídia sensacionalista aproveitava sua imagem debilitada para criar notícias. A produção foi elogiada pela crítica especializada internacionalmente, o que rendeu diversos prêmios, inclusive no Oscar.

Codegirl

Ainda sobre programação, este documentário apresenta o trabalho em equipe de várias garotas ao redor do mundo que se unem para criar aplicativos que geram benefícios para as suas comunidades. A narrativa detalha como elas tiveram a ideia do projeto, todo o conceito que ele possui e os benefícios que poderiam trazer para a sociedade. Além disso, elas participam da competição do Technovation. O espectador acompanha jovens de locais totalmente diferentes, como Guadalajara, São Francisco, Bangalore, Recife etc.

CES 2018: confira alguns lançamentos na maior feira de tecnologia do mundo

De airbags para quadris de idosos a TVs que enchem uma parede, os aparelhos exibidos na CES 2018 em Las Vegas – EUA podem ser estranhos, curiosos, aspirantes a sonho de consumo de alguém e até por que não, pouco úteis.

‘The Wall’

A TV gigante, de 146 polegadas, da Samsung é formada por micropainéis de LED. Na verdade, o televisor é um combinação de várias telas menores, que também podem ser usadas individualmente.

TV superfina

A TV OLED W8, da LG, é uma evolução de sua linha de aparelhos superfinos. Tem espessura de 2,6 milímetros, como sua antecessora. Mas dessa vez é equipada com a plataforma de inteligência artificial ThinQ, que permite receber comandos de voz, e um novo processador, capaz de exibir imagens com maior qualidade. Além de já ser espertinha, a TV recebe uma ajudinha do Google quando a tarefa é fazer buscas em serviços na internet.

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Cão robô

Ele é um simpático robô autônomo em forma de cachorro, feito pela Sony. Dotado de inteligência artificial (canina), ele reconhece seus donos e entende como interagir com cada um deles. Por estar continuamente ligado à nuvem da empresa japonesa, o Aibo continua aprendendo com suas experiências e com a de outros Aibos pelo mundo. Começou a ser vendido em outubro de 2017 apenas no Japão e sua aparição na CES 2018 foi a primeira viagem para fora do país asiático.

Airbag para idosos

Os franceses da Helite criaram um cinto com airbag voltado para idosos a fim de minimizar os impactos de queda. As bolsas de ar se inflam assim que “percebem” que o dono do cinto está prestes a cair. Isso ocorre porque o acessório está equipado com acelerômetro e giroscópio, dois componentes que são amplamente usados em smartphones e detectam mudanças de posição, movimentos bruscos e alterações de direção. Um software usa essas informações para identificar se caracterizam uma queda. Alexandre Quarrey, gerente de pesquisa da empresa, explicou que escolheram proteger o quadril de idosos, em vez de outras partes sensíveis como joelhos, porque fraturas nessa parte do corpo costumam demorar para se recuperar e impedem que o paciente tenha uma vida autônoma.

Automação Residencial já é uma realidade para todas as idades

A automação residencial é uma realidade – e não levá-la em consideração na hora de construir ou reformar uma residência pode ser um erro que lhe trará dores de cabeça mais tarde (além da desvalorização do imóvel, dentro de alguns anos). A questão é que, ao mesmo tempo em que é uma novidade, ela pode ser uma ilustre desconhecida para você, já que, provavelmente, esta também é primeira casa que você constrói ou reforma.

Para ajudar o leitor a entender melhor este conceito, além de fazer as melhores escolhas, eis algumas perguntas e respostas que tornarão mais fácil lidar com algo que (por enquanto) ainda lhe é desconhecido.

Para quem?
A primeira pergunta é: quem utilizará a automação residencial? É muito importante conhecer os perfis dos moradores da propriedade, para que a automação atenda a todos da melhor forma possível. Pense em questões como:

  • Há idosos na casa? E eles vão interagir com a automação? Lembre-se de que a automação pode aumentar muito o conforto e a segurança de pessoas com mais idade. Não as elimine da equação, pois um bom sistema saberá lidar com as dificuldades inerentes dessas pessoas. E é muito fácil de ser utilizado por esse público
  • Há crianças ou adolescentes? Elas costumam ficar acompanhadas por terceiros? Você gostaria de saber por onde andam e o que fazem? Elas vão interagir com a automação, mesmo que de forma restrita?
  • Você costuma receber hóspedes ou parentes que pernoitem em sua casa e os quais precisarão usar a automação?
  • Você mora sozinho (a) e quer apenas ter controle à distância para ligar o ar-condicionado e a iluminação antes de chegar em casa?
  • Você tem funcionários que precisam entrar em sua residência quando ninguém da família está presente?

Obviamente, há uma série de questões a esse respeito. Faça essas perguntas a si mesmo e tente criar um entendimento sobre quem vai interagir com a automação. Converse com essas pessoas e conheça suas expectativas. Ter estas respostas mais ou menos encaminhadas ajudará muito o responsável pela definição de qual sistema usar, seja este o arquiteto, o consultor de automação ou o integrador.

Para quê?
Outra pergunta importante é: para que você quer instalar um sistema de automação residencial? Ela pode lhe oferecer segurança, conforto, economia e lazer. Pense em cada uma dessas áreas e defina seus graus de importância. Cada fabricante costuma focar em uma área mais do que a outra e saber o que é importante facilita a escolha.

Você pode estar mais preocupado com a segurança – assim, sistemas que consigam incorporar câmeras e sensores de presença serão mais adequados. Por outro lado, se você pensa mais em conforto, sistemas que permitam funções automáticas (como ligar as luzes na presença de alguém e acionar o ar-condicionado um pouco antes de você chegar em casa) são mais adequados. Se você almeja economia, sistemas que monitorem o consumo e que permitam desligar cargas que não são necessárias, como aparelhos de ar-condicionado em ambientes vazios, serão a escolha certa. Já se o seu foco for o lazer, o sistema deve ter facilidades para comandar automaticamente aparelhos de áudio e vídeo, cortinas e iluminação.

Tente criar uma lista de funcionalidades que você queira agora (ou mesmo, mais tarde). Pesquise na Internet, para ter uma ideia das possiblidades, mas tenha em mente que nem tudo é possível em um único sistema, a um custo razoável. Então, priorize sua lista de desejos.

Pense de forma global, não se preocupando com os detalhes de “como” a automação poderia resolver isto ou aquilo. Esta é uma atribuição do consultor ou integrador.

Quando?
Pergunte-se, também, quanto ao cronograma de implementação. Você vai querer o sistema instalado de imediato? Está com restrições de verba e quer instalar apenas parte dele, para, depois, expandir o sistema para o restante do imóvel? Ou você sabe que não poderá investir neste momento, mas deseja que tudo esteja preparado para quando puder investir?

Há sistemas que substituem completamente as ligações normalmente usadas para iluminação. Se você não pensa em instalar o sistema de imediato, em geral, estes sistemas estão descartados da lista que o integrador deve considerar. Por outro lado, há sistemas que mantém a estrutura padrão de iluminação e, assim, podem ser instalados em algum momento futuro. Você começa com o funcionamento padrão de interruptores e depois acrescenta a funcionalidade de automatismo e controle por meio de smartphones. Esses tipos de sistema são especialmente interessantes em pequenas reformas, nas quais não haverá a necessidade de grandes alterações nas redes elétricas.

Talvez por restrições de verbas imediatas, você queria começar com apenas uma parte do sistema – digamos, a sala de TV. Cuidado para não comprar um sistema adequado apenas para isso e que não atenderá a seus requisitos futuros. Pode parecer uma solução simples e barata, mas, depois, você ficará frustrado ao saber que ele não pode também incluir o controle da sala de estar, por exemplo.

E mesmo que as restrições de verba sejam tão grandes que você não saiba “quando” poderá investir em seus benefícios, ter uma residência preparada profissionalmente para receber automação, com documentação correta e identificação da solução concebida, já a valoriza perante aquelas residências que não estão preparadas e que terão altos custos de interferência para a implementação.

Com quem?
Após definir as respostas para as três perguntas-chave (para quem, para que e quando), você estará pronto para ir atrás de um fornecedor. Em princípio, você deve falar com seu arquiteto ou arquiteta. Ele ou ela deve se envolver, ao menos, nos aspectos funcionais, para que as respostas à pergunta “para que” sejam integradas à solução de arquitetura projetada. É um enorme desperdício de recursos não considerar a automação desde o início. Talvez seu arquiteto já tenha alguma experiência prévia com a tecnologia e possa ajudá-lo a responder às questões acima. Afinal, ele deve ter-lhe feito perguntas similares para desenvolver o projeto arquitetônico.

Em seguida, você precisará achar integradores em sua região que possam apresentar propostas de instalação de um sistema conforme seus requisitos. Tente, já nas primeiras conversas, saber com quais fabricantes eles trabalham, já que nenhum integrador lida com todos os fabricantes. Se possível, converse com dois ou três integradores e peça-lhes propostas.

Tenha em mente que você não conseguirá fazer comparações simples entre as propostas, pois cada integrador verá suas necessidades de forma diferente, principalmente se trabalharem com fabricantes distintos. Assim, pense no que melhor pode atender às suas perguntas e que esteja dentro do seu orçamento.

Peça referências e certificações. É importante que o integrador seja certificado pelo fabricante. Isso garante preços melhores e lhe dará a certeza de contar com o fabricante caso tenha algum problema com o integrador no futuro. E procure sempre aproximar o arquiteto do integrador. Este último talvez precise de algumas informações mais detalhadas, ou sugerir ligeiras interferências na obra (e fazer o papel de intermediário poderá ser algo desgastante). Deixe que eles se entendam e lhe entreguem um sistema totalmente funcional e útil.

E, na hipótese de apenas querer preparar o imóvel para automação, ao invés de um integrador, procure um consultor ou projetista de automação. Este profissional o orientará (e a seu arquiteto) quanto a tudo o que for necessário (e documentará a solução para que seja facilmente implementada no futuro, por você ou por um futuro proprietário de seu imóvel).

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Automação Residencial. Quem pode ajudar?
Se você acha esse processo bastante complexo e ainda não tem segurança para fazer suas escolhas, há dois personagens que podem ajudá-lo. O primeiro é o arquiteto ou engenheiro responsável pelo projeto da construção ou reforma. Se, ao escolher esse profissional, você verificou que ele tem experiência com automação residencial, estará muito bem assessorado: ele poderá encaminhá-lo através do processo de forma clara, maximizando os benefícios e reduzindo os desperdícios. Provavelmente, também contará com parceiros que o ajudarão, garantindo um fornecimento dentro das expectativas e verbas informadas.

Já se o arquiteto não demonstrar tais competências (e achar que automação é um assunto para ser discutido no final da obra), contrate um consultor. Este profissional o ajudará a responder a essas perguntas, conversará com o arquiteto (para que os benefícios da automação possam fazer parte do projeto arquitetônico) e lhe indicará fabricantes que melhor se adaptem aos seus requisitos (inclusive a verba).

Ele ainda poderá lhe indicar integradores, ajudá-lo a analisar as propostas e até supervisionar a instalação do sistema. O consultor é pago para que você tenha a melhor solução possível. Ele não tem interesses comerciais com um ou com outro fabricante ou integrador e representará seus interesses a todo instante.