Baselword 2017: os destaques da feira de alta relojoaria

Depois do Salão de Alta Relojoaria, os amantes de relógios ficam aguardando pela outra data importante do calendário dos ponteiros. A Baselworld 2017, realizada na Suíça, traz as principais tendências e lançamentos do mercado entre 23 e 30 de março. Confira alguns dos destaques deste ano.

ROLEX OYSTER PERPETUAL YACHT-MASTER II
Rolex Oyster Perpetual Yacht-Master II (Foto: Divulgação)

Ele manteve o DNA do iatismo, mas traz os ponteiros do tipo “profissional e o aplique triangular às 12 horas – e retangular às 6 horas. Apenas detalhes, mas que fizeram um grande upgrade visual no modelo.

TAG HEUER AUTAVIA
TAG Heuer Autavia (Foto: Divulgação)

Um clássico dos anos 60, era uma das peças mais cobiçadas por colecionadores. Como o nome já diz, suas referências em automóveis e aviação é evidente – e a nova versão mantém os detalhes clássicos. Difícil não querer um desses.

BULGARI OCTO FINISSIMO AUTOMATIQUE
Bulgari Octo Finissimo Automatique (Foto: Reprodução)

Detentora do recorde anterior, a Bulgari quebrou novamente a barreira da espessura numa caixa de 2.23 mm. O agora mais fino do mundo é ideal para quem não gosta de volume (nada de duplo sentido, ok?).

BREITLING COLT SKYRACER
Breitling Colt Skyracer (Foto: Divulgação)

Mais um relógio com referência aeronáutica, a parte interessante é a pulseira em borracha, com marcações que lembram instrumentos aeronáuticos.
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OMEGA RAILMASTER 60TH ANNIVERSARY LIMITED EDITION
Omega Railmaster 60th Anniversary Limited Edition (Foto: Divulgação)

Mais um relógio vindo direto de 1957 para celebrar seu aniversário de 60 anos. Clássico como deveria ser, terá apenas 3.557 peças.

HUBLOT SPIRIT OF BIG BANG MOONPHASE
Hublot Spirit of Big Bang Moonphase (Foto: Divulgação)

A relojoaria decidiu aplicar cores em um de seus modelos mais conhecidos. Com quatro versões, esse é para quem gosta de chamar atenção.

Uma torre salva-vidas em Israel vira um quarto luxuoso de hotel

Hospedagens inusitadas não faltam pelo mundo. Já mostramos aqui quartos temáticos de hotéis e até um quarto sem paredes e teto construído nos Alpes suíços. Mas e quando a criatividade vai ao encontro da oportunidade e transformar uma torre salva-vidas em um quarto luxuoso de hotel vira um bom negócio?

Foi exatamente isso que aconteceu em uma praia de Israel. O grupo hoteleiro The Brown restaurou uma antiga torre salva-vidas e transformou o espaço em uma exclusiva e confortável suíte com direito a decoração sofisticada e colorida, banheira, mordomo e uma vista privilegiada para o oceano.

O quarto – batizado de Tel Aviv pop-up – fica instalado na praia Frishman e o hóspede ao descer as escadas  tem contato direto com a areia e com o mar dependendo da maré. O café da manhã é servido na suíte e é possível solicitar serviços de quarto a qualquer hora do dia e da noite.

Por fora, a torre também ganhou decoração exclusiva e foi toda grafitada pelo artista Edgar Rafael. Confira os detalhes da suíte abaixo:

HOME THEATER: Quais são as diferenças entre sistemas de áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1?

Ao comprar um home theater ou outro aparelho de som, nos deparamos, muitas vezes, com sistemas de áudio de números 2.0, 2.1, 5.1 e até mesmo 7.1. Eles se referem à quantidade de canais de áudio que derivam do dispositivo. Essas configurações determinam a qualidade da experiência do ouvinte com o áudio reproduzido. A fidelidade ao conteúdo sonoro original varia de acordo com

O primeiro sistema sonoro criado foi monofônico. Nesse modelo, todas as informações de áudio são registradas em um mesmo canal, mesmo o aparelho podendo ter várias caixas ligadas a ele. Todas elas, no entanto, emitem o mesmo conjunto sonoro, fato que diminui a noção espacial do som original, pois não é possível distinguir de onde vem cada elemento.

Home-Theater- litoral norte

Com a formalização, em 1957, do sistema estereofônico, também chamado 2.0, ocorreu uma grande evolução na reprodução de música no mundo inteiro. O novo sistema apresentava duas fontes sonoras distintas (esquerda e direita), dividindo, assim, o áudio em dois. Era possível, por exemplo, reproduzir uma guitarra somente no canal esquerdo e uma bateria no canal direito.

Ainda hoje, a maioria dos aparelhos de reprodução adota o sistema estereofônico, por mais que o cinema e home theaters venham, a cada dia, tomando mais espaço, com novos canais de áudio à disposição. Entretanto, para o ouvinte comum, os padrões 2.0 e 2.1 ainda são recomendados pelo excelente custo-benefício. Fone de ouvido de boa qualidade ou caixas de som para PC dispõem, por exemplo, dessa configuração.

Mas o que esses números significam? 

Antes de ir além, cabe definir a diferença entre os sistemas 2.0 e 2.1, por exemplo. O número antes do ponto representa o número de canais de áudio comuns disponíveis no aparelho. Já o número à direita do ponto indica os subwoofers, caixas especialmente fabricadas para reproduzir frequências extremamente graves (em geral, de 20Hz a 200Hz).

Exemplo de Subwoofer, SW-8MK2 da japonesa Pioneer (Reprodução/Pioneer)
Exemplo de subwoofer, SW-8MK2, da japonesa Pioneer (Reprodução/Pioneer)

O 5.1 e a revolução comercial

Com a evolução na reprodução de áudio e consequente implementação no cinema, o som 5.1, que tem suas origens em experimentos feitos durante a década de 1970 e 1980, foi ganhando forma. Era possível ligar cinco canais de áudios distintos, aumentando a sensação de um ambiente sonoro real para o ouvinte. Dessa forma, ele consegue perceber, por exemplo, a sensação de sons de tiros vindo de trás, sussurros da direita e um cavalgar da esquerda, por exemplo. Como já explicado, o 5.1 ainda conta com um subwoofer para reprodução de frequências mais graves.

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home-theater em santos

Em geral, a disposição das caixas se dá de forma que o ouvinte fique no “centro” de uma região que recriará o espaço sonoro do filme. Uma caixa a sua frente, uma de cada lado (direita e esquerda) e duas (direita e esquerda) um pouco atrás, além do subwoofer, que pode ser colocado em diversos pontos. A imagem a seguir ilustra uma forma de posicionamento clássico do sistema 5.1.

Uma das formas de se posicionar um sistema 5.1 caseiro (Foto:Reprodução/axiomaudio)
Uma das formas de se posicionar um sistema 5.1 caseiro (Foto:Reprodução/Axiomaudio)

Dessa maneira, em uma cena em que um trem passa pelos trilhos de um lado para outro, é possível, mesmo de olhos fechados, acompanhar a movimentação do maquinário, observando a passagem do som da direita para a esquerda, de uma caixa para outra. O objetivo dessa distribuição de áudio é recriar uma contextualização sonora que nossos ouvidos, em uma situação real, conseguiriam captar com maestria natural.

Cabe lembrar que para usufruir o 5.1 e derivados, é necessário ter um aparelho com potência correspondente ao tamanho de sua sala. O cômodo precisa ser grande o suficiente para posicionar as caixas de maneira satisfatória, pois os alto-falantes laterais devem ficar a cerca de um metro de distância da televisão e do ouvinte.

O home theater é indicado, então, aos aficionados por filmes e que gostariam de uma experiência mais fidedigna da ficção. O barateamento desse sistema de som possibilitou levar toda a qualidade sonora para dentro de casa, com sistemas de som 5.1, 7.1 e até 7.2, com dois subwoofers para aumentar ainda mais a pressão oriunda de frequências mais graves.

esses padrões.

Uma cama que se transforma em cinema.

Tem dias em que tudo o que queremos é o conforto de nossas camas para descansar um pouco, mas o designer polonês Patryk Solarczyk quis levar essa comodidade para outro nível. Ele criou a iNyx, uma peça extremamente moderna e que se transforma até em cinema.

De tamanho king size, ela possui um sistema de persianas retráteis nas laterais e uma tela de projeção aos seus pés, controlando a iluminação interna para criar um clima mais intimista. Há também uma luz de LED em tons de vermelho, azul e branco que permite mudar a atmosfera do ambiente.

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A iNyx já vem instalada com um sistema de som 5.1 (com cinco canais para alto-falantes comuns e mais outra para os tons
graves) e um projetor que se conecta com computadores e videogames e tem acesso à internet. Além disso, a estrutura é de simples montagem, o que permite a troca fácil dos aparelhos com a evolução da tecnologia. Como se isso não fosse o bastante, a cama já vem integrada com um difusor de perfume e um mini-bar, além de ter a opção de acrescentar dois criados-mudos ao móvel.

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O fabricante está realizando um financiamento coletivo na Indiegogo para arrecadar os fundos necessários para a produção e é possível escolher entre dois modelos: um moderno, com estrutura metálica, e outro mais clássico, com acabamentos em madeira. O primeiro custa 999 dólares, enquanto o segundo fica mais caro, chegando a 1499 dólares.

Confira o vídeo mostrando a cama (em inglês)

Já pensou em ter uma casa inteligente com sistema de ‘mordomo vitual’

Há alguns anos a “casa inteligente” é comentada no mercado de tecnologia, mas 2017 será o ano em que vai sair do papel. É o que aponta a edição deste ano da CES, feira de eletrônicos em Las Vegas. Um dos estandes mais concorridos de “smart home” do evento, da empresa Vivint mostraram a inteligência artificial e a internet das coisas entrando no conforto do seu lar.

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O principal fato que disparou a corrida pela casa inteligente neste ano foi o sucesso do Amazon Echo, o assistente digital em formato de cilindro que foi o produto mais vendido na loja de Jeff Bezos nos EUA no último Natal. O aparelho escuta comandos de voz através de um sistema chamado Alexa (correspondente à Siri, da Apple, Cortana, da Microsoft, ou ao Google Assistant).

A partir dos comandos de voz, o assistente digital realiza tarefas como compras na internet, execução de áudio, e se conecta a outros aparelhos, como eletrodomésticos, sistemas de segurança, luzes, etc. O Google também tem seu assistente digital em formato de cilindro para a mesa de centro, o Google Home.

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O cenário está pronto para a popularização da casa inteligente. A Vivint mistura, em sua demonstração no CES, aparelhos e sistemas próprios com produtos de terceiros, como o Echo, o Termostado Nest e a trava Kwikset. Esta é uma característica do mercado das smart homes: as empresas têm procurado fazer com que os seus lançamentos “conversem” entre si, para que o usuário possa integrar toda a casa.

A experiência é diferente desde a entrada. O sistema de campainha e trava da porta pode ser comandado por um app no smartphone. O dono da casa recebe uma notificação, liga a câmera para ver quem chegou, pode iniciar uma conversa com áudio, abre (ou não) a porta, trava novamente. Tudo isso sem sair do sofá.

Do sofá (ou até da casa de praia), ele controla também o termostato e qualquer câmera, fechadura ou lâmpada que ele tiver em casa. Vários eletrodomésticos também estão entrando nesse sistema. Desde o já manjado aspirador de pó robô até geladeiras lançadas pela LG e Samsung que controlam sua alimentação e até mandam comprar mais quando acabar.

A Vivint ainda aposta em um sistema de inteligência artificial chamado Sky. É como um mordomo virtual. Através de algoritmos que analisam a rotina da casa, ele pode automatizar tarefas domésticas.

O Sky pode, por exemplo, saber a hora ou as situações para ligar luzes, mudar a temperatura, ativar a limpeza, ligar a cafeteira. Também pode enviar avisos do tipo “Notei que você está de férias e desliguei o ar para economizar energia”, ou “Não tem ninguém em casa, mas as portas estão abertas. Você deseja travar?”. Pois não, senhor Sky, pode sim